PM entra em Alcaçuz após tensão e negocia ‘rendição pacífica’ de presos
Por André Luis
PM e GOE entram na Penitenciária de Alcaçuz após rebelião (Foto: Divulgação/PM)
PM e GOE entram na Penitenciária de Alcaçuz após rebelião (Foto: Divulgação/PM)
Com entrada dos policiais, presos desceram dos telhados dos pavilhões.
Penitenciária foi palco de rebelião que durou 14 horas e deixou 26 mortos.
Do G1
Policiais militares e agentes penitenciários negociam com detentos da Penitenciária de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, uma “rendição pacífica” dos presos do pavilhão 5 da unidade. A informação foi repassada por um oficial da PM, que pediu para ter a identidade preservada. Alcaçuz foi palco de uma matança de presos entre o sábado (14) e o domingo (15). Segundo o Governo do Estado, pelo menos 26 detentos foram mortos.
Os presos do pavilhão 5, segundo o Governo do Estado, foram os que invadiram o pavilhão 4 e fizeram a matança. Durante a manhã desta segunda (16), o clima voltou a ficar a tenso no presídio. Os PMs e os agentes do Grupo de Operações Especiais (GOE) só entraram na unidade às 11h50. Os detentos mostravam paus, pedras e facas, além de bandeiras com as siglas de facções criminosas
Neste fim de semana, 26 detentos de Alcaçuz morreram em uma rebelião que durou mais de 14 horas. A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) negou que o motim tenha sido retomado nesta segunda, mas disse que a situação ainda é tensa na unidade. Foi possível ouvir tiros no local. Depois, os detentos desceram dos telhados.
Em Alcaçuz, os presos ficam soltos dentro dos pavilhões, porque as grades das celas foram arrancadas em uma rebelião de 2015.
Nesta segunda-feira, o governo do estado confirmou que existe a suspeita de que haja mais corpos dentro da unidade e que o Corpo de Bombeiros fará a busca dentro da fossa. Um carro da Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern) chegou ao local por volta das 11h para esvaziar a fossa.
Uma revista para buscar armas na penitenciária estava marcada para esta manhã, mas um motim no Presídio Raimundo Nonato fez com que o GOE se deslocasse para aquela unidade.
O vereador Ivan Moraes (PSOL) denunciou que os jornalistas do Diario de Pernambuco estão em estado de greve desde sexta-feira, 23, devido à situação em que se encontram: os salários estão sendo pagos com atraso. A notícia foi publicada no site da Câmara do Recife. Segundo ele, até o pagamento do 13º, que por lei […]
O vereador Ivan Moraes (PSOL) denunciou que os jornalistas do Diario de Pernambuco estão em estado de greve desde sexta-feira, 23, devido à situação em que se encontram: os salários estão sendo pagos com atraso. A notícia foi publicada no site da Câmara do Recife.
Segundo ele, até o pagamento do 13º, que por lei deve ocorrer em dezembro, teria sido efetuado somente há duas semanas, desrespeitando a lei trabalhista atual que prevê o dia 20 de dezembro como último do prazo para quitação do 13º.
O desrespeito aos direitos do trabalhador não é novidade no Diario de Pernambuco, disse o vereador. “Há um ano a empresa de comunicação vem atrasando mensalmente o pagamento dos salários e os trabalhadores já não suportam continuar assim, tendo seus direitos desrespeitados”, afirmou.
Ele ressaltou que o jornal precisa garantir os direitos dos trabalhadores. A denúncia foi feita na tribuna da Câmara Municipal do Recife, durante a reunião ordinária desta segunda-feira, 26.
O Diario de Pernambuco é o jornal mais antigo em circulação na América Latina. “Com a decretação do estado de greve, os trabalhadores podem realizar uma assembleia e decidir pela paralisação total a qualquer instante. Se isso se confirmar, o jornal não irá para as bancas ou então os leitores passarão a receber um jornal fininho”, explicou.
Ivan Moraes afirmou, ainda, que além do atraso nos salários, o Diario também não estaria fazendo o repasse do recolhimento para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). “Há um descaso completo em relação aos trabalhadores, que precisam ser tratados com dignidade e respeito”, disse.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Protegido por um habeas corpus, o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel compareceu à CPI da Pandemia nesta quarta-feira (16), mas sua presença no colegiado durou cerca de 4 horas e 30 minutos e nem todos os senadores presentes puderam fazer perguntas. Durante o depoimento, Witzel insinuou que o presidente […]
Protegido por um habeas corpus, o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel compareceu à CPI da Pandemia nesta quarta-feira (16), mas sua presença no colegiado durou cerca de 4 horas e 30 minutos e nem todos os senadores presentes puderam fazer perguntas.
Durante o depoimento, Witzel insinuou que o presidente Jair Bolsonaro seria o responsável pelas mais de 450 mil mortes por covid-19. O governador cassado disse também que o governo federal criou uma narrativa para fragilizar os governadores por terem tomado medidas restritivas.
— Como é que você tem um país em que o presidente da República não dialoga com um governador de estado? E o presidente deixou os governadores à mercê da desgraça que viria. O único responsável pelos 450 mil mortos que estão aí tem nome, endereço e tem que ser responsabilizado aqui, no Tribunal Penal Internacional, pelos fatos que praticou.
Witzel acusou o governo federal de agir de caso pensado para deixar governos estaduais em situação de vulnerabilidade, sem condições de comprar insumos e respiradores.
— Os governos estaduais ficariam em situação de fragilidade, porque não teriam condições de comprar os insumos, respiradores e, inclusive, atender os seus pacientes no Sistema Único de Saúde, que, embora seja um excelente sistema para um país como o nosso, tem dificuldades. Como é que eu vou requisitar ao governo da China receber respirador? Isso é uma negociação internacional, e não foi feita — assinalou Witzel.
O intuito do Executivo, disse o ex-governador fluminense, foi se livrar das consequências econômicas da pandemia.
— A narrativa que foi criada foi a narrativa de que “os governadores vão destruir os empregos”, porque sabia o senhor presidente da República que o isolamento social traria consequências graves à economia.
Segundo Witzel, os governadores tentaram se reunir diversas vezes com o presidente Jair Bolsonaro para planejar uma ação conjunta durante a pandemia de covid-19, mas ficaram desamparados. Ele afirmou que o governo federal politizou a pandemia.
— Os governadores, prefeitos de grandes capitais, prefeitos de pequenas cidades, ficaram totalmente desamparados do apoio do governo federal. Isso é uma realidade inequívoca, que está documentada em várias cartas que nós encaminhamos ao presidente da República. Nas poucas reuniões (salvo engano foram duas reuniões que nós tivemos com o presidente), foram reuniões em que o que se percebeu foi a politização da pandemia, o governador Doria foi frontalmente atacado — apontou.
Para o senador Humberto Costa (PT-PE), o governo federal e o presidente da República são os responsáveis pela tragédia vivida pelo país.
— A gestão que esse governo deu teve o objetivo claro de descompromisso com a saúde da população — apontou.
Em resposta a Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Witzel criticou parlamentares ligados a Jair Bolsonaro que invadiram hospitais de campanha e comandaram carreatas e outras ações contra as medidas restritivas decretadas pelo governo do estado para reduzir a propagação da doença. Sobre os mais de 600 leitos fechados em hospitais federais no estado do Rio de Janeiro, ele relatou que pediu ao governo federal que cedesse a administração dos hospitais, com as respectivas verbas, mas não foi atendido.
— Não fui atendido e durante a pandemia também não fui atendido — disse Witzel, ao afirmar que a medida teria garantido mais leitos durante a crise sanitária e seria mais econômica do que construir hospitais de campanha.
Com base no habeas corpus, Witzel pediu para se retirar após sua declaração inicial e depois de responder o relator Renan Calheiros (MDB-AL) e a alguns dos senadores inscritos. Durante questionamentos de Eduardo Girão (Podemos-CE) sobre investigações de superfaturamento enquanto Witzel foi governador do Rio de Janeiro, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), comunicou o encerramento do depoimento a pedido do depoente.
O senador Jorginho Mello (PL-SC) criticou a retirada de Witzel: “Não contribuiu em nada”, apontou.
Candidatos do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao Governo do Estado e ao Senado Federal, Anderson Ferreira (PL) e Gilson Machado Neto comemoraram mais uma vinda de Bolsonaro a Pernambuco. Nesta terça-feira (27), o presidente e candidato a reeleição esteve participando de atos em Petrolina, Pernambuco, e Juazeiro, na Bahia. Essa foi a quinta vez que […]
Candidatos do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao Governo do Estado e ao Senado Federal, Anderson Ferreira (PL) e Gilson Machado Neto comemoraram mais uma vinda de Bolsonaro a Pernambuco.
Nesta terça-feira (27), o presidente e candidato a reeleição esteve participando de atos em Petrolina, Pernambuco, e Juazeiro, na Bahia.
Essa foi a quinta vez que o líder do Executivo Nacional veio a Pernambuco desde o início do período da pré-campanha para reforçar o alinhamento com Anderson e Gilson.
“Tivemos mais um grande encontro com o nosso presidente Jair Bolsonaro. Dessa vez, no Vale do São Francisco”, publicou Anderson Ferreira em redes sociais.
Gilson Machado, por sua vez, divulgou um vídeo no qual aparece ao lado de Bolsonaro tocando sanfona. A peça foi gravada no início da manhã, minutos antes do embarque para a cidade de Petrolina.
A Prefeitura de Tabira, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Mulher, participou do 25º Encontro Nacional do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas), realizado entre os dias 5 e 7 de novembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF). A secretária Ítala Jamábia representou o município no […]
A Prefeitura de Tabira, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Mulher, participou do 25º Encontro Nacional do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas), realizado entre os dias 5 e 7 de novembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF).
A secretária Ítala Jamábia representou o município no evento, que reuniu gestores municipais de todo o país, além de representantes estaduais, federais, pesquisadores e especialistas do setor. Tabira foi o único município do Sertão do Pajeú a marcar presença no encontro, reforçando o compromisso da gestão com o fortalecimento das políticas públicas de assistência social.
O evento, que celebrou os 25 anos de atuação do Congemas, teve como foco a definição de diretrizes estratégicas e prioridades do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) para 2025. A programação incluiu painéis, oficinas, debates temáticos e lançamentos de publicações, com temas voltados ao financiamento do SUAS, vigilância socioassistencial, gestão de emergências e governança interfederativa.
Ao final, será elaborado um documento nacional estratégico com propostas e demandas dos municípios, que será encaminhado ao Governo Federal, Congresso Nacional e ao Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS).
Segundo Ítala Jamábia, a participação de Tabira no encontro contribui diretamente para o aprimoramento das ações locais.
“Participar do Congemas é uma oportunidade de fortalecer nossa atuação no SUAS e trocar experiências com gestores de todo o país. Nosso objetivo é seguir ampliando e qualificando a rede de proteção social de Tabira”, afirmou a secretária.
Serra Talhada e Flores confirmaram óbitos nas últimas 24 horas. Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios da região nesta terça-feira (15.12), o Pajeú totaliza 13.386 casos confirmados de Covid-19. Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de […]
Serra Talhada e Flores confirmaram óbitos nas últimas 24 horas.
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios da região nesta terça-feira (15.12), o Pajeú totaliza 13.386 casos confirmados de Covid-19.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 5.294 confirmações, foram mais 28 casos nas últimas 24h. Logo em seguida, com 1.734 casos confirmados está Afogados da Ingazeira, foram mais 35 nas últimas 24h, Tabira confirmou mais 15 e conta com 1.493, São José do Egito confirmou mais 5 eestá com 1.055, Santa Terezinha não divulgou boletim e continua com 536, Carnaíba está com 498, o município registrou 2 novos casos e Triunfo confirmou mais 4 eestá com 427.
Itapetim registrou mais 9 e conta com 411, Flores confirmou mais 15 e chegou aos 400 casos, Brejinho registrou mais 19 e está com 273, Calumbi nãoregistou novos casos e permanece com 248, Iguaracy registrou mais 3 e está com 233, Tuparetama não divulgou boletim e conta com 217, Solidão informou mais 2 e conta com 179, Quixaba registrou mais 1 e conta com 164, Santa Cruz da Baixa Verde não divulgou boletim e está com124 e Ingazeira também não divulgou boletim e permanece com 100 confirmados.
Mortes – Com mais um óbito confirmado em Serra Talhada e outro em Flores, a região tem no total, 221 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada tem 69, Afogados da Ingazeira tem 20, Flores tem 17, São José do Egito tem 16, Carnaíba tem 15, Santa Terezinha e Tabira tem 14 óbitos cada, Triunfo tem 13 óbitos, Tuparetama tem 11, Iguaracy tem 10, Itapetim tem 8, Quixaba tem 4, Brejinho tem 3, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde e Solidão tem 2 cada e Ingazeira tem 1 óbito.
Detalhe do óbito
Serra Talhada – O paciente tinha 96 anos, era morador do bairro Bom Jesus e estava internado no Hospam, onde faleceu no último domingo (13).
Flores não deu detalhes sobre o óbito ocorrido no município.
Recuperados – A região conta agora com 12.394 recuperados. O que corresponde a 92,58% dos casos confirmados.
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