Placa da discórdia é retirada por prefeitura em Afogados
Por Nill Júnior
A retirada de uma placa de publicidade de um posto de gasolina deu assunto nesta sexta feira e até rendeu transmissão ao vivo da Rádio Pajeú.
A placa do posto Ipiranga, de responsabilidade do empresário afogadense Antônio Ângelo ficava na via lateral dos Correios, no lado inverso do posto de gasolina, entre a Gustavo Fittipaldi e o começo da rua Barão de Lucena na junção com a Avenida Rio Branco.
À época, a fixação da placa, para alguns desproporcional em relação à via, gerou até debate na Câmara de Vereadores do município. Vereador pelo PSL na legislatura 2012-2016, Zé Carlos da Fetape criticou, fez requerimento, tentou de tudo para retirar a placa, sob alegação de ser uma prova do poder econômico valer mais que o direito dos cidadãos, com uma placa enorme ocupando via pública. Não teve jeito e a placa se manteve.
Esta sexta, a placa foi finalmente retirada por conta da construção da requalificação da Praça Padre Carlos Cottart.
Segundo o repórter Marconi Pereira para a Rádio Pajeú, a retirada reuniu alguns curiosos. O empresário Antônio Ângelo não gostou e exigiu que a prefeitura arcasse com os custos da relocação na via inversa. Não se sabe se foi atendido.
As fortes chuvas que caíram nos últimos dias na bacia do São Francisco garantiram aos ribeirinhos um alívio diante dos efeitos de uma estiagem considerada a pior em 100 anos, abastecendo rios e riachos que se encontravam secos há muito tempo. Apesar da alegria gerada, as chuvas não alteraram, porém, os procedimentos de controle da vazão, tanto […]
As fortes chuvas que caíram nos últimos dias na bacia do São Francisco garantiram aos ribeirinhos um alívio diante dos efeitos de uma estiagem considerada a pior em 100 anos, abastecendo rios e riachos que se encontravam secos há muito tempo. Apesar da alegria gerada, as chuvas não alteraram, porém, os procedimentos de controle da vazão, tanto do lago de Sobradinho, na Bahia, quanto no de Três Marias, em Minas Gerais, que permanecerão adotando, respectivamente, 800 e 150 metros cúbicos por segundo.
“O nível estava muito baixo e, mesmo com as chuvas, o reservatório chegou a pouco mais de 5% da sua capacidade, o que ainda é muito pouco. As previsões meteorológicas não são animadoras e nada garante que esse regime de chuva irá perdurar. Por isso, o momento é de cautela e de acompanhamento diário antes de qualquer alteração de procedimento”, explica o superintendente de Operação e Contrato de Transmissão de Energia da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), Ruy Pinto.
Em Minas Gerais, a cachoeira da Casca D’Anta, primeira queda d´água do rio São Francisco após a nascente, elevou o seu volume de água em 200% devido às chuvas. “Até o dia 20 de janeiro, tivemos 330 milímetros de chuva acima da média, contra 109,6 milímetros para o mesmo período em 2015. Todas as nascentes estão jorrando água”, assegura Luiz Castanheira, chefe do Parque Nacional da Serra da Canastra, onde está a nascente principal do Velho Chico. A alta pluviosidade resultou positivamente também no centro-oeste do Estado, entorno do reservatório de Três Marias. A represa teve o seu volume útil duplicado na última semana, passando de 8,7% para 17,5%.
Já no nordeste do país, próxima às cidades de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), a usina de Sobradinho aumentou a sua capacidade hídrica, chegando a 5,5% no seu armazenamento. Número animador em relação ao 1% registrado no final de 2015. “Muitos rios e riachos que estavam sem água voltaram a contribuir para o São Francisco, como o Itapicuru, Ouro, Salitre, Algodões e Tatuí. Eles são responsáveis por abastecer as principais cidades do lago de Sobradinho, a exemplo de Pilão Arcado, Casa Nova, Sento Sé”, conta Ivan Aquino, presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Sobradinho.
Situação inversa – O trecho são-franciscano do oeste da Bahia alcançou uma média pluviométrica de 120 milímetros por dia, recuperando boa parte dos estoques pesqueiros da região, além de aumentar o desempenho nas atividades de agricultura e agropecuária. “Os institutos meteorológicos indicavam 2016 como um ano crítico, mas o que se aponta neste início de ano é o contrário; e isso é muito bom”, afirma Cláudio Pereira, coordenador da Câmara Consultiva Regional do Médio São Francisco, que integra o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco.
As chuvas reverteram ainda o quadro desolador do Baixo São Francisco, entre os estados de Alagoas e Sergipe. “As lagoas marginais, antes secas, voltaram a ficar submersas. Isso devido às fortes pancadas que caem em toda a bacia, em especial na barragem de Sobradinho, extremamente necessário para a regularização das vazões na região. Um fato raro nesses últimos anos, e muito bom para todos nós, sobretudo para os peixes”, diz Antônio Jackson, morador de Pão de Açúcar (AL) e membro do CBHSF. O ambientalista alerta, porém, que as chuvas, por serem momentâneas, não serão suficientes para sanar os grandes problemas do rio São Francisco, “que continua ameaçado e com sérias dificuldades”, pontua.
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) é um órgão colegiado, integrado pelo poder público, sociedade civil e empresas usuárias de água, que tem por finalidade realizar a gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos da bacia, na perspectiva de proteger os seus mananciais e contribuir para o seu desenvolvimento sustentável. A diversidade de representações e interesses torna o CBHSF uma das mais importantes experiências de gestão colegiada envolvendo Estado e sociedade no Brasil.
Por André Luis – Com informações do JC Online O IFPE campus Afogados da Ingazeira, ficou entre as dez escolas públicas de Pernambuco com maiores médias nas provas objetivas do Enem 2019. Média: 575,47, ficando na 1.728º posição no país. O Aplicação da UFPE ficou com 684,55. No Estado, a escola é a que teve […]
O IFPE campus Afogados da Ingazeira, ficou entre as dez escolas públicas de Pernambuco com maiores médias nas provas objetivas do Enem 2019. Média: 575,47, ficando na 1.728º posição no país.
O Aplicação da UFPE ficou com 684,55. No Estado, a escola é a que teve a melhor nota entre públicas e privadas.
Os microdados do Enem foram divulgados semana passada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A tabulação das informações foi feita pelo jornal Folha de S. Paulo e publicada nesta quinta-feira (02).
Levantamento realizado pela Folha de S.Paulo, a tabulação excluiu colégios com menos de dez participantes no exame e/ou aquelas em que menos de 50% do total de estudantes fez a prova. O jornal informa que a metodologia segue o mesmo critério que o MEC usava em anos anteriores.
Na rede particular, a escola pernambucana com maior nota foi o Colégio Cognitivo, com 668,24. Nacionalmente, está na 43º posição.
As 10 escolas públicas de Pernambuco com maiores médias nas provas objetivas – Enem 2019
1º Colégio de Aplicação da UFPE
Média: 684,55
Posição no País: 14º
2º Escola de Aplicação do Recife
Média: 650,31
Posição no País: 99º
3º Colégio Militar do Recife
Média: 618,36
Posição no País: 527º
4º Anexo 1 do Colégio da Polícia Militar de Petrolina
Média: 613,92
Posição no País: 618
5º IFPE Campus Recife
Média: 608,51
Posição no País:752º
6º Escola de Aplicação Professora Ivonita Alves Guerra
Os projetos de desenvolvimento dos assentamentos estaduais foram debatidos conjuntamente na Assembléia Legislativa, nesta quarta-feira (16), entre o presidente da instituição, Eriberto Medeiros; o presidente do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe), Henrique Queiroz; o secretário de Desenvolvimento Agrário do Estado (SDA), Claudiano Filho; o secretário executivo da Agricultura Familiar (Seaf), Humberto […]
Os projetos de desenvolvimento dos assentamentos estaduais foram debatidos conjuntamente na Assembléia Legislativa, nesta quarta-feira (16), entre o presidente da instituição, Eriberto Medeiros; o presidente do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe), Henrique Queiroz; o secretário de Desenvolvimento Agrário do Estado (SDA), Claudiano Filho; o secretário executivo da Agricultura Familiar (Seaf), Humberto Arraes; e a superintendente do Banco do Brasil em Pernambuco, Ana Paula Matos.
A pauta compõe parte do processo de articulação do Iterpe para viabilizar, neste caso, por meio de Acordo de Cooperação Técnica entre a Assembléia Legislativa, o Iterpe, a SDA, a SEAF e o Banco do Brasil, os projetos voltados à ampliar a infraestrutura dos assentamentos estaduais oriundos da Reforma Agrária em Pernambuco, que são assistidos pelo Iterpe, órgão vinculado à SDA.
Dentre os objetivos da parceria está a ampliação do apoio à agricultura familiar de Pernambuco, por meio de linhas de financiamento para atender as cadeias produtivas e fortalecer a produção de base familiar oriunda também da Reforma Agrária do Estado.
O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lucas Ramos, acompanhou na última semana o prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, o CEO do Fab Lab Recife, Edgar Andrade, e os secretários municipais de Saúde, Paulo Jucá, e Educação, Henrique Marinho, em uma visita técnica ao Armazém da Criatividade, em Caruaru. Johnny Laranjeira, gestor de Inovação […]
O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lucas Ramos, acompanhou na última semana o prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, o CEO do Fab Lab Recife, Edgar Andrade, e os secretários municipais de Saúde, Paulo Jucá, e Educação, Henrique Marinho, em uma visita técnica ao Armazém da Criatividade, em Caruaru.
Johnny Laranjeira, gestor de Inovação do Armazém da Criatividade, apresentou o conjunto de atividades desenvolvidas pelo equipamento, que ganhou novo fôlego em 2021, e que são referência na formação de pessoas, desenvolvimento de novas tecnologias e difusão da cultura inovadora no Agreste pernambucano.
Em São José do Egito, foi dado um passo importante nesse sentido com a implantação de um Espaço 4.0 na ETE Professora Célia Siqueira. Um FAB LAB é uma oficina que oferece fabricação digital, é geralmente equipado com um conjunto de ferramentas flexíveis controladas por computador que cobrem diversas escalas de tamanho e diversos materiais diferentes, com o objetivo de fazer “quase tudo.”
Já os espaços 4.0 podem oferecer cursos de desenho 2D, desenho e impressão 3D, introdução à programação web, desenvolvimento de aplicativos, montagem e manutenção de computadores e análise e interpretação de esquemas elétricos de notebook, por exemplo. Além disso, os jovens podem ser capacitados em instalação e configuração de redes de computadores, eletrônica básica e robótica educacional.
Em termos nominais, o aumento é de 24,55%. Portal de Prefeitura Os municípios brasileiros recebem na próxima sexta-feira (09/03/2018), R$ 2.950.487.916,72 (dois bilhões novecentos e cinquenta milhões quatrocentos e oitenta e sete mil novecentos e dezesseis reais e doze centavos), referente ao 1º decêndio deste mês de março do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). […]
Os municípios brasileiros recebem na próxima sexta-feira (09/03/2018), R$ 2.950.487.916,72 (dois bilhões novecentos e cinquenta milhões quatrocentos e oitenta e sete mil novecentos e dezesseis reais e doze centavos), referente ao 1º decêndio deste mês de março do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Referido montante já vem com os descontos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB).
Em valores brutos, já incluído o FUNDEB, o valor é de R$ 3.688.109.895,90 (três bilhões seiscentos e oitenta e oito milhões cento e nove mil oitocentos e noventa e cinco reais e noventa centavos), representando um aumento de 24,55%, em relação ao mesmo decêndio do ano passado.
Já o valor deflacionado, segundo informações do Tesouro Nacional, do repasse do 1º decêndio de março em relação ao mesmo período do ano passado, apresentou um aumento de 21,80%.
Ainda, ao considerar o valor acumulado do ano, temos que o FPM cresceu 7,78% em relação ao mesmo período do ano passado, passando de R$ 20.717.870.693,53, para, R$ 22.329.797.286,46.
Por fim, a Confederação Nacional dos Municípios, reitera, e alerta junto aos gestores municipais, que os mesmos se planejem e fiquem atentos quanto a gestão dos recursos municipais nos primeiros meses do ano, uma vez que, historicamente, os recursos do FPM do primeiro semestre são superiores aos do segundo semestre, sendo necessário, um amplo planejamento estratégico, com o intuito de afastar surpresas futuras.
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