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PGR apresenta novas denúncias contra envolvidos nos atos antidemocráticos

Por André Luis

Ao todo, já foram denunciadas 937 pessoas, sendo 24 apenas nesta quarta-feira (8)

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou nesta quarta-feira (8), denúncias contra 24 pessoas acusadas de incitar os atos de vandalismo à sede dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro. 

As petições foram protocoladas no inquérito 4.921, que apura a participação de incitadores dos atos. Também foi apresentada denúncia contra uma pessoa acusada de invadir o Palácio do Planalto. 

Nesse caso, a petição foi protocolada na última sexta-feira (3), no âmbito do Inquérito 4.922 (núcleo dos executores). O número total de denunciados pelo Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos chegou a 937.

Os denunciados nessa quarta-feira foram acusados pelos crimes de incitação equiparada pela animosidade das Forças Armadas contra os Poderes Constitucionais e associação criminosa (art. 286, parágrafo único, e art. 288, ambos do CP), cuja pena máxima, em caso de condenação, pode atingir 3 anos e 3 meses de reclusão. 

Como a sanção possível em caso de condenação não alcança o patamar de quatro anos, previsto no art. 313, I, do CPP como um dos requisitos para prisão preventiva, houve manifestação pela revogação das prisões preventivas.

Quanto ao acusado por execução dos atos – crimes graves – , praticados com violência e grave ameaça, cujas penas máximas podem superar 20 anos de reclusão, o MPF requereu a manutenção da prisão cautelar. As denúncias são assinadas pelo coordenador do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos, Carlos Frederico Santos.

Levantamento – De forma paralela à apresentação das denúncias, o Grupo Estratégico tem atuado para identificar todos os envolvidos nos atos, soltos após decisão judicial. Esse grupo conta com 458 pessoas que foram detidas em flagrante no dia 8 de janeiro e liberadas posteriormente mediante aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. O objetivo é analisar a situação de cada uma delas e, dependendo dos elementos de prova reunidos, apresentar as respectivas denúncias.

Outras Notícias

Três suspeitos de tentar fraude em provas da UFPB são concursados em Pernambuco

Três das quatro pessoas presas suspeitas de fraudar o concurso da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) são concursadas em órgãos de Pernambuco, como o Samu, a Universidade Federal de Pernambuco e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em entrevista coletiva, o delegado Fábio Maia, da Polícia Federal, informou que os suspeitos agiam com […]

Três das quatro pessoas presas suspeitas de fraudar o concurso da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) são concursadas em órgãos de Pernambuco, como o Samu, a Universidade Federal de Pernambuco e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em entrevista coletiva, o delegado Fábio Maia, da Polícia Federal, informou que os suspeitos agiam com uso de equipamentos eletrônicos e aguardavam o gabarito das provas serem repassados por terceiros.

“A primeira prisão foi na parte da manhã no campus da UFPB em Rio Tinto. Nossos policiais estavam procurando a princípio um indivíduo que seria o alvo. Ele chegou acompanhado de outros dois indivíduos. Os três foram para a mesma sala, onde os policiais viram eles em comportamento estranho, já que os outros candidatos estavam lendo as provas e eles aparentaram estar esperando algo. Saíram diversas vezes para o banheiro e demoravam muito. Os policiais chegaram a acompanhar a saída para o banheiro e provavelmente eles estavam recebendo respostas da prova por algum meio externo”, contou o delegado.

Após serem flagrados, os suspeitos tentaram se livrar dos equipamentos jogando-os nos vasos sanitários e nas caixas de descarga. Porém os equipamentos foram recuperados e vão ser periciados.

Além dos presos em Rio Tinto, um homem também foi preso em João Pessoa ao tentar entrar no local de prova utilizando um ponto eletrônico.

Os quatro presos vão passar por audiência de custódia, mas a PF já comunicou que eles serão indiciados por organização criminosa e fraude em concurso público, o que pode resultar em uma condenação de 14 anos de prisão.

Investigador do atentado a Bolsonaro diz que agressor agiu sozinho

G1 O delegado Rodrigo Morais que comanda as investigações sobre o atentado sofrido pelo candidato Jair Bolsonaro (PSL) afirmou, em entrevista à TV Globo, que todas as informações e dados colhidos até o momento sustentam que o agressor Adélio Bispo de Oliveira não teve ajuda para executar o crime. O candidato do PSL à Presidência da […]

G1

O delegado Rodrigo Morais que comanda as investigações sobre o atentado sofrido pelo candidato Jair Bolsonaro (PSL) afirmou, em entrevista à TV Globo, que todas as informações e dados colhidos até o momento sustentam que o agressor Adélio Bispo de Oliveira não teve ajuda para executar o crime.

O candidato do PSL à Presidência da República levou uma facada no início do mês, quando fazia campanha em Juiz de Fora (MG).

“Em relação à execução do crime propriamente dito, na data do atentado, o indiciado que agora se encontra preso, nós estamos convictos que ele não contou com a colaboração de ninguém”, disse o delegado Rodrigo Morais à TV Globo.

“Nós analisamos diversas imagens, outros dados, elementos colhidos que refutam a participação de terceiros na execução do atentado em si ali, seja tentando em meio à multidão dar acesso a ele, facilitar o acesso a ele ao candidato. Seja antes mesmo do evento ali, em Juiz de Fora, tentando convencê-lo ou incentivando a praticar o crime”, afirmou.

Segundo a Polícia Federal (PF), três dias antes do ataque, Adélio viu um cartaz anunciando que Bolsonaro faria campanha em Juiz de Fora e começou a acompanhar com atenção o noticiário sobre o candidato.

Melhores do Ano MV4 2023 tem pesquisa iniciada em Afogados

Nesta quarta-feira (18), a Agência MV4, organizadora do Prêmio Melhores do Ano MV4, deu início à pesquisa referente ao ano de 2023 em Afogados da Ingazeira. Neste ano, os Melhores do Ano MV4 celebram uma década de Credibilidade e Transparência. Nesta Edição Especial, uma nova estrutura e muitas novidades serão apresentadas. A pesquisa consiste em […]

Nesta quarta-feira (18), a Agência MV4, organizadora do Prêmio Melhores do Ano MV4, deu início à pesquisa referente ao ano de 2023 em Afogados da Ingazeira.

Neste ano, os Melhores do Ano MV4 celebram uma década de Credibilidade e Transparência. Nesta Edição Especial, uma nova estrutura e muitas novidades serão apresentadas.

A pesquisa consiste em 200 questionários distribuídos proporcionalmente pelo centro, bairros e zona rural de Afogados da Ingazeira.

O resultado oficial da pesquisa será divulgado em 31 de outubro nas redes sociais dos Melhores do Ano e ao vivo nas Rádios Pajeú em Afogados FM.

A Agência MV4 conta com a parceria da CDL Afogados.

Encurralados, jornalistas do Diario de Pernambuco precisam escolher entre redução de salários ou demissões

Do Marco Zero Conteúdo Em estado de greve e de tensão, os jornalistas do Diario de Pernambuco estão diante de uma escolha que nenhum profissional deveria ser obrigado a fazer. Para salvar o jornal de uma grave crise financeira, acentuada no ano passado, seus gestores apresentaram as seguintes opções: a demissão de aproximadamente 30 das […]

Foto: Júlio Jacobina

Do Marco Zero Conteúdo

Em estado de greve e de tensão, os jornalistas do Diario de Pernambuco estão diante de uma escolha que nenhum profissional deveria ser obrigado a fazer. Para salvar o jornal de uma grave crise financeira, acentuada no ano passado, seus gestores apresentaram as seguintes opções: a demissão de aproximadamente 30 das 90 pessoas que trabalham atualmente na redação, sem o pagamento dos direitos trabalhistas, ou um acordo coletivo para a redução temporária dos salários de toda a redação com garantia da manutenção de empregos, mas não de pagamentos em dia. A última e mais drástica seria o fechamento definitivo do mais antigo jornal em circulação da América Latina.

“Ou a gente quebra, ou a gente corta”, disse taxativo Alexandre Rands, presidente do Diário de Pernambuco desde 2015, durante mesa de negociação com os trabalhadores e o sindicato da categoria, na última sexta-feira (16), no Ministério Público do Trabalho de Pernambuco (MPT-PE). Demonstrando um bem-estar desconcertante que contrastava com o ambiente carregado de apreensão, o empresário apresentou ao procurador do MPT-PE Marcelo Crisanto, condutor da reunião, sua síntese do desequilíbrio financeiro da companhia.

Várias vezes, em seu discurso, Rands defendeu o fechamento do jornal como melhor alternativa. Disse estar “totalmente arrependido” de ter entrado no negócio, no qual já teria colocado mais de R$ 20 milhões do próprio bolso. A calma superficial do gestor experiente só foi quebrada quando um dos diretores do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco (Sinjope) questionou a possibilidade de os profissionais terem acesso às contas da empresa, na tentativa de buscar soluções.  Visivelmente irritado e dizendo que se sentia agredido, Rands disparou: “Vou abrir tudo pra você. Se você descobrir que eu não roubei nenhum tostão daquele jornal, aí você me acha um comprador para aquela porcaria!”

Presidente do Diário de Pernambuco, Alexandre Rands teve que dar explicações ao MPT-PE sobre o recorrente descumprimento de direitos trabalhistas pela empresa. Foto: Júlio Jacobina

Enquanto fundava seu discurso em números, contudo, o empresário mostrava indiferença ao  drama dos seus empregados, que sofrem com salários atrasados. Até agora, apenas 50% da segunda quinzena de fevereiro foi paga. Recolhimentos do FGTS e do INSS também estão retidos e, agora, não restam mais perspectivas nem de recebimento dos direitos trabalhistas acumulados ao longo dos anos. “Não sei se o senhor faz 50% da sua feira ou atrasa 50% do colégio do seu filho. O jornal acabou de contratar um novo executivo. Ele ganha salário ou é voluntário?”, provocou uma trabalhadora, lembrando a nomeação recente de Pierre Lucena como vice-presidente comercial da empresa.

“Existem pessoas aqui com mais de 20 anos de jornal. Todos construímos juntos a empresa, é o nosso patrimônio e nossa casa. É como se derrubassem a nossa casa e nós não tivéssemos nem a casa do vizinho para nos acolher”, definiu Cláudia Eloi, diretora do Sinjope.

Contas que não fecham

No ano passado, informou o presidente Alexandre Rands, o Diario de Pernambuco gerou um prejuízo mensal de mais de R$ 1 milhão. Quando assumiu, o empresário disse já ter encontrado o jornal sob ameaça de fechamento. Na época, iniciou um plano de recuperação baseado no enxugamento de 38% dos custos e manutenção dos ganhos. Os cortes de despesas foram sentidos, é claro, pelos trabalhadores. Doze jornalistas foram demitidos no começo do ano passado e muitos deles ainda não receberam a totalidade de suas rescisões trabalhistas. esmo com sacrifício dos profissionais as contas não voltaram ao azul, porque “a receita caiu mais do que o esperado”, justificou o empresário.

A queda da receita tem origens na crise geral dos jornais, além da redução de investimentos do setores público e privado. No ano passado, o Governo do Estado teria deixado de pagar R$ 6 milhões ao Diario e, este ano, mesmo com eleições, já anunciou uma frustração de faturamento de outros R$ 195 mil. O Governo Federal também teria um débito de R$ 700 mil com a empresa imersa em débitos trabalhistas e junto a fornecedores. Este ano, a previsão de prejuízo do jornal já chega a R$ 895 mil. “A gente tem dívidas de energia, de papel, de tinta. Em 2015, o rombo acumulado já era de R$ 12 milhões”, detalhou Rands, explicando que a venda do único bem, o parque gráfico, não seria uma alternativa economicamente viável para sanar as contas porque geraria um encarecimento da operação, que precisaria recorrer a uma gráfica terceirizada.

Demitir 30 profissionais da redação, entre o fim deste mês e começo do próximo, seria uma opção para reduzir folha salarial em até R$ 475 mil. Ainda assim a empresa continuaria com um prejuízo mensal de R$ 125 mil. Além disso, os profissionais seriam dispensados sem pagamento da multa de 40% e do FGTS. “Não temos dinheiro para pagar as verbas rescisórias, cuja soma é de R$ 3,5 milhões”, enfatizou o presidente da empresa. No caso do fechamento do jornal, o montante das rescisões seria de R$ 11 milhões.

O presidente do Diario chegou a propor a emissão de debêntures (títulos de dívida emitidos por empresas privadas) para que as pessoas possam receber daqui a dois anos. A alternativa foi rechaçada imediatamente pelo procurador do trabalho Marcelo Crisanto. “Não há amparo legal para essa proposta”, salientou.

Jornalistas sem esperança

A falta de avanço nas negociações deixou os jornalistas sem esperança. No fim da reunião, o procurador do MPT levantou a possibilidade de um acordo coletivo para a redução temporária dos salários com garantia de manutenção dos empregos e a administração do Diario sugeriu reduções transversais, proporcionais ao salário – perde mais quem ganha mais. “Eles (os gestores) vão apresentar o plano detalhado na próxima segunda-feira (19) ao sindicato. Para valer, entretanto, o acordo precisa ser aprovado pela categoria em assembleia”, lembrou o presidente do Sinjope, Juliano Domingues.

Encurralados, os jornalistas do Diário podem até aceitar ganhar menos temporariamente para manterem os empregos, mas isso não garantirá salários pagos em dia. Uma decisão neste sentido também não afastaria totalmente a possibilidade de demissões antes da assinatura do acordo ou depois dele, sequer garante a sobrevivência do jornal que é um patrimônio de Pernambuco e parte importante da história do jornalismo no Brasil.

Serra: pesquisa Múltipla repercute e gera inúmeras análises. Algumas merecem contraponto. Leia:

Como é natural, a pesquisa blog/Múltipla parou Serra Talhada na manhã e tarde deste sábado.  Todos queriam saber como largaram os candidatos na corrida à Capital do Xaxado. A pesquisa estimulada mostrou Márcia Conrado com 43%, contra 19% de Victor Oliveira, 11% de Socorro Brito e 9% de Marquinhos Dantas. Na análise, destacou que Socorro Brito […]

Como é natural, a pesquisa blog/Múltipla parou Serra Talhada na manhã e tarde deste sábado.  Todos queriam saber como largaram os candidatos na corrida à Capital do Xaxado.

A pesquisa estimulada mostrou Márcia Conrado com 43%, contra 19% de Victor Oliveira, 11% de Socorro Brito e 9% de Marquinhos Dantas.

Na análise, destacou que Socorro Brito com apenas duas semanas de campanha já largou com 11% e que Victor, com recall da última eleição teve bom desempenho, assim como Marquinhos Dantas. Com bom tempo de exposição, nome lançado primeiro e apoio de Luciano Duque, Márcia largou bem com 43%.

O número de identificação da pesquisa é o PE-09807/2020. O período de realização da coleta – dias 08 e 09/09/2020. A margem de erro, de 5,7% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. Foram entrevistadas  300 pessoas.

Nome da entidade que realizou a pesquisa: Maria Edna de B C Falabella & CIA LTDA – nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla. Nome do contratante: Maria Edna de B C Falabella & CIA LTDA – nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla.

A divulgação da pesquisa na Cultura FM  repercute até hoje em todos os veículos de imprensa e gerou várias leituras. É o assunto mais comentado do fim de semana na Capital do Xaxado.

Como sempre ocorre desde o início dos levantamentos, quem estava na frente comemorou e quem estava atrás, mesmo que internamente faça uma leitura sensata e use os dados para planejamento e estratégia de crescimento, tentou confundir para satisfazer a militância.  Normal.

Márcia Conrado (PT) e Marquinhos Dantas (PRTB) se mostraram os mais satisfeitos com os números.

Victor Oliveira (PL) tentou gerar dúvidas sobre sua contratação e disse que pesquisas causam confusão na opinião pública. Normal do jogo.

A decisão pela pesquisa da largada eleitoral em Serra Talhada foi por mero interesse jornalístico e de audiência, tomada dia 4/9.  Os custos, assumidos pela parceria Blog/Múltipla. O Blog poderia divulgar na sexta, mas definiu o sábado para mobilizar audiência na Revista da Cultura.

Já Socorro Brito (AVANTE) disse ao Farol de Notícias que o Múltipla havia errado o resultado em 2016, também no seu papel e direito. Mas não é uma verdade absoluta. Pelo contrário.

Em 2016, o Múltipla acertou a vitória de Luciano Duque, mas não fez nenhum levantamento às vésperas da eleição.  O último levantamento foi feito uma semana antes do dia do pleito . Ou seja, a pesquisa indicou o retrato do momento, inclusive com a margem de erro.

O próprio instituto provou que Victor cresceu em média 1,9% dia até o 2 de outubro, o que por consequência fez Duque cair 0,7% de sua votação.

À época, era sabido, a vitória de Duque era tão confortável que houve um relaxamento típico do já ganhou. Em resumo, no dia da pesquisa, considerando a margem de erro, o Instituto acertou assim como nos demais levantamentos.

Em 2012, por exemplo, cravou a vitória de Luciano Duque sobre Sebastião Oliveira. Acertou todos os levantamentos às vésperas da eleição nas cidades escolhidas até hoje, desde o início da parceria.

Interessante é que outros institutos davam a mesma margem, mas por conveniência, não são lembrados.

No mesmo ciclo de pesquisas daquele ano, o Instituto Opinião deu 34 pontos de vantagem para Luciano sobre Victor. Duque apareceu com 57% dos votos contra 23,5% do republicano, enquanto Otoni Cantarelli, do PCdoB, ficou com apenas 0,8%. Brancos somam 4,3% e indecisos 14,4%.

Em parceria com o Instituto de Pesquisas Científicas de Pernambucano (IPEC), de Arcoverde, o próprio Farol de Notícias divulgou em 21 de setembro, cinco dias apenas de diferença do levantamento do Múltipla: no cenário estimulado – quando os nomes dos postulantes são apresentados aos entrevistados – o candidato à reeleição Luciano Duque, do PT, tem 56% das intenções de voto contra 30% do candidato Victor Oliveira, do PR. Em terceiro lugar, Otoni Cantarelli, do PCdoB, soma 3%. Brancos e nulos são 7%. Não sabem ou não responderam são 4%.

Assim, fica evidente que a leitura feita por Socorro, que tem em tese potencial de crescimento por conta do alinhamento de palanque e número de lideranças, unindo Carlos Evandro e Sebastião Oliveira, dentre outros nomes, é parte do discurso que tem e deve usar para manter atenta e aguerrida sua base.

Curioso é que na fala, ela também comemora os números.  “Minha candidatura foi decidida há quinze dias , eu comecei uma pré campanha fez oito dias na sexta-feira. Então, se eu já  apareço com 11% se somar, ela tem 43%. Isso significa dizer que mais de 50% da população desaprova esse governo e essa candidatura dela”.

No mais, todos costumam trabalhar com pesquisas internas. Ninguém registra os levantamentos que tem justamente para não evidenciar forças ou fragilidades. O Blog divulgaria todos como divulgará os que forem feitos por outros institutos e veículos, pelo mesmo critério de audiência e interesse jornalístico.

Da mesma forma,  mantém sua disposição e determinação de fazer jornalismo independente, sem amarras a Márcia, Socorro, Victor ou Marquinhos.  Faz jornalismo para o leitor e ouvinte no caso das radios que ocupa, ouvindo e respeitando a todos.

Segue o jogo. Tudo normal no Reino da Politicolândia…