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Ministro da Saúde defende adiar eleições

Por Nill Júnior

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, defendeu neste domingo (22) que as eleições municipais deste ano sejam adiadas para que ações “políticas” não prejudiquem as medidas que estão sendo adotadas para o enfrentamento da epidemia de coronavírus.

Em teleconferência com prefeitos de capitais, ele também informou que está sendo estudada a possibilidade de antecipar a formatura de estudantes de medicina para permitir que eles ajudem no tratamento aos doentes durante a crise.

“Eu faço até uma sugestão para você discutirem. Está na hora de olhar e falar assim: ‘ó, adia, faz um mandato tampão desses vereadores, desses prefeitos’. Eleição no meio do ano é uma tragédia, vai todo mundo querer fazer ação política”, disse Mandetta.

O ministro deu a declaração em meio a conversa com o prefeito de Belém (PA), Zenaldo Coutinho, que reclamou da dificuldade de contato com a secretaria estadual de Saúde do Pará.

Outras Notícias

CCJ do Senado aprova reeleição de Rodrigo Janot por 26 votos a 1

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta quarta-feira (26) indicação para a recondução do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao cargo. Janot foi aprovado por 26 votos a favor e 1 contra. Agora, a indicação de Janot será votada pelo Plenário do Senado. Para ter a indicação aprovada, o procurador precisa […]

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A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta quarta-feira (26) indicação para a recondução

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta quarta-feira (26) indicação para a recondução do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao cargo. Janot foi aprovado por 26 votos a favor e 1 contra. Agora, a indicação de Janot será votada pelo Plenário do Senado. Para ter a indicação aprovada, o procurador precisa do voto favorável de 41 dos 81 senadores.

A sabatina de Rodrigo Janot foi marcada por um clima de aparente tranquilidade quebrada apenas pela participação do senador Fernando Collor (PTB-AL), desafeto de Janot. Ao longo da sabatina, o principal tema foi a operação Lava Jato, que investiga desvios de recursos da Petrobras.

Janot negou a existência de um “acordão” com o governo para proteger políticos suspeitos de envolvimento no esquema da Lava Jato. Entre os supostos protegidos estaria o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), investigado no STF (Supremo Tribunal Federal) por seu possível envolvimento na Lava Jato.

“Eu nego veementemente a possibilidade de qualquer acordo que possa interferir nas investigações”, afirmou Janot.

O procurador-geral também foi questionado sobre a validade das delações premiadas que servem de base para parte das investigações da operação Lava Jato.

Ele disse que as delações, por si só, precisam ser acompanhadas de evidências dos crimes denunciados. Janot defendeu as delações e disse que os delatores, entre eles os doleiros Alberto Youssef, não são “X-9”.

“O colaborador não é um dedo-duro. Não é um X-9”, disse Janot.

O embate com o senador Fernando Collor foi o momento mais tenso da sabatina. Na última segunda-feira (24), Collor usou a tribuna do Senado para criticar Janot e chama-lo de “fascista”. Na semana passada, a PGE denunciou o senador ao STF por seu suposto envolvimento no esquema da Lava Jato.

Collor questionou Janot sobre contratos firmados pela PGR com empresas de mídia e sobre a suposta proteção que Janot deu a seu irmão nos anos 1990, procurado à época pela Interpol, e o acusou de ser um “catedrático” em promover vazamentos de informações das investigações da operação Lava Jato.

Janot chegou a levantar a voz contra Collor quando o senador tentou lhe interromper. “Queria ter meu direito de manifestação assegurado”, disse Janot sobre os vazamentos.

Ao falar dos contratos com a empresa de mídia Oficina da Palavra, que segundo Collor, seriam irregulares, Janot negou que a contratação seja ilegal.

Ao falar sobre o irmão procurado pela Interpol, Janot se mostrou irritado. “Eu não vou me referir a esse episódio em respeito aos mortos. Não participarei dessa exumação pública que se quer fazer de um homem quem nem sequer pode se defender”, afirmou.

Outro investigado pela operação Lava Jato, Lindbergh Farias (PT-RJ), questionou o procurador-geral da República sobre os motivos que, segundo ele, investigações contra o PSDB não tinham o mesmo tratamento que aquelas contra o PT.

Janot refutou a tese de Lindbergh. “Não temos nenhum preconceito ou ideia pré-ordenada de investigar um e não investigar outro. O que se procura aqui é o saneamento da corrupção no Brasil”, disse Janot. (Do Uol)

Márcia descarta mudar vice e credencia críticas por Faeca à oposição 

Na noite desta sexta-feira (19), a prefeita de Serra Talhada e pré-candidata à reeleição,  Márcia Conrado,  falou ao Farol de Notícias em entrevista a Paulo César Gomes e Manu Silva (assista ao final da matéria) e se posicionou sobre a polêmica em meio à escolha do empresário Faeca Melo como pré-candidato a vice. Márcia disse […]

Na noite desta sexta-feira (19), a prefeita de Serra Talhada e pré-candidata à reeleição,  Márcia Conrado,  falou ao Farol de Notícias em entrevista a Paulo César Gomes e Manu Silva (assista ao final da matéria) e se posicionou sobre a polêmica em meio à escolha do empresário Faeca Melo como pré-candidato a vice.

Márcia disse que não admitiria imposição e que a construção foi coletiva. Que, sem citá-lo, só tinha restrição a um nome por questões familiares e que os nomes colocados tinham condições de agregar à chapa.

Mas defendeu Faeca por sua experiência e por ter sido vereador.  Também que o mais importante é “não regredir”, praticamente descartando qualquer possibilidade de mudar o nome. Em resumo, a chapa está consolidada.

Quanto às críticas nas redes, disse também ter visto elogios e creditou os questionamentos à oposição. “Qualquer nome seria criticado (pelo bloco oposicionista)”, disse.

 

III V-Strom na Veia vai movimentar o Sertão

Por Fátima Miranda  Nos dias vinte e sete (27) e vinte e oito (28) de janeiro, a cidade de Serra Talhada vai tremer com os roncos de centenas de motos que farão o esplendor da terceira edição do Encontro V-Strom na Veia no Arena Pub ST. Organizado pelo também motociclista Zé Carlos Pereira, o encontro […]

Por Fátima Miranda 

Nos dias vinte e sete (27) e vinte e oito (28) de janeiro, a cidade de Serra Talhada vai tremer com os roncos de centenas de motos que farão o esplendor da terceira edição do Encontro V-Strom na Veia no Arena Pub ST.

Organizado pelo também motociclista Zé Carlos Pereira, o encontro promete ser um evento para ficar na lembrança dos participantes e dos curiosos que admiram as máquinas de duas rodas, afinal, cada encontro é único, por sua finalidade primordial, que é reunir amigos amantes do motociclismo de várias regiões do país para uma confraternização e estreitamento de amizades, consolidando e incentivando assim, a prática do motociclismo para as futuras gerações, bem como cooperar para fazer girar a economia da cidade.

Apesar de trazer o nome de uma linha da Suzuki, o evento é de caráter inclusivo, abrindo o espaço para todo e qualquer tipo de moto participar. Quem ama o motociclismo está convidado a participar dessa grande festa, independente de qual seja a marca da sua moto.

Este é considerado um dos maiores eventos de motociclismo do sertão pernambucano com uma perspectiva de mais ou menos mil participantes, tendo garantida a participação de motociclistas do sexo feminino, o que garantirá mais brilho, beleza e inclusão ao espetáculo.

Renato Marinho, Tiago Souza, e OUDTAPE, além de uma atração surpresa se encarregarão de fazer a alegria musical do público.

Esse ano o festival apresentará algumas novidades inéditas como: área interna de shows e a área externa com telão. Haverá a apresentação de duas atrações musicais por noite, ou seja, duas na sexta, 27/01 e duas no sábado, 28/01.

Quanto aos espaços que vão receber os participantes, serão liberados patrocínios diretamente aos motociclistas através de descontos nas diárias dos hotéis, indo na contramão de outros lugares, que na maioria das vezes aumentam esses valores.

Já quanto a alimentação, terão barracas de lanches, além de um hotel que fechou parceria para fornecer alimentação com preços acessíveis.

O evento conta com pouquíssimos patrocinadores, dentre eles a prefeitura municipal.

Toda a programação está sendo feita com muito carinho, amor ao motociclismo e expectativa de que todos curtam e se divirtam bastante. Sejam todos bem vindos!

Informações e Contato:

(87) 9-9606-7058

Zé Carlos

Patriota solicita inclusão do Emília Câmara no Programa Cuida PE Mulher

O deputado estadual José Patriota (PSB) realizou uma indicação na Assembleia Legislativa de Pernambuco, solicitando que o Governo do Estado inclua o Hospital Regional Emília Câmara, na primeira fase do Programa Cuida PE Mulher. O programa tem como objetivo ampliar a oferta de serviços de saúde para as mulheres na rede pública de saúde de […]

O deputado estadual José Patriota (PSB) realizou uma indicação na Assembleia Legislativa de Pernambuco, solicitando que o Governo do Estado inclua o Hospital Regional Emília Câmara, na primeira fase do Programa Cuida PE Mulher.

O programa tem como objetivo ampliar a oferta de serviços de saúde para as mulheres na rede pública de saúde de Pernambuco, como tratamento cirúrgico, e deve reduzir a fila de espera por procedimentos ginecológicos.

O hospital possui inúmeras especialidades médicas, sendo uma das principais unidades de saúde do Pajeú, a exemplo da Ginecologia e Obstetrícia.

Atende os moradores de Tabira, Carnaíba, Itapetim, Solidão, Ingazeira, Iguaraci, Quixaba, Brejinho, Santa Terezinha, São José do Egito e Tuparetama, cuja população da região corresponde a cerca de 184 mil habitantes.

“A inclusão do Hospital Regional Emília Câmara no programa irá contribuir significativamente com a qualidade dos serviços de assistência à saúde prestados pela unidade, beneficiando inúmeras mulheres do Pajeú que serão atendidas em menor tempo”, afirmou o deputado.

Sérgio Moro: o juiz das ruas e sua decisão polêmica

No domingo, Sérgio Moro foi o herói das manifestações. Na quarta-feira, jogou gasolina na fogueira dos protestos ao tornar públicos os áudios de Lula De Época Às 16h21 da quarta-feira, dia 16 de março, o juiz Sergio Moro tomou uma decisão que inflamou o país. Na véspera do aniversário de dois anos da Lava Jato, operação da […]

No domingo, Sérgio Moro foi o herói das manifestações. Na quarta-feira, jogou gasolina na fogueira dos protestos ao tornar públicos os áudios de Lula

De Época

rtsdpmÀs 16h21 da quarta-feira, dia 16 de março, o juiz Sergio Moro tomou uma decisão que inflamou o país. Na véspera do aniversário de dois anos da Lava Jato, operação da qual se tornou símbolo, Moro escolheu suspender o sigilo da parte mais recente da investigação.

Com isso, tornaram-se públicas, entre milhares de outros documentos, as gravações que registraram conversas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a cúpula do poder petista e com seus assessores e advogados. Horas antes, a presidente Dilma Rousseff anunciara que Lula seria, como se especulava havia semanas, seu novo ministro.

Escolhera a Casa Civil. Os indignados com a nomeação de Lula encontraram, nos diálogos divulgados por Moro, o combustível para sua ira. Os que consideram que os integrantes da força-tarefa da Lava Jato e o próprio juiz Moro ultrapassam os limites legais de suas atribuições também.

Em poucos minutos, conforme a imprensa noticiava o conteúdo das conversas de Lula – algumas extremamente graves, outras galhofeiras –, panelas começaram a bater.

A frente do Palácio do Planalto foi tomada por manifestantes que pediam a renúncia de Dilma. Gritos de “Renúncia, renúncia!” também ressoaram no Congresso. Do lado dos governistas e também de alguns juristas respeitados, argumentou-se que Moro agira ilegalmente.

Leia a reportagem completa, clicando aqui.