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Petrolina: prefeitura fará Audiência Pública para discutir LDO

Por Nill Júnior

As metas da Prefeitura de Petrolina para o ano de 2020 serão apresentadas na próxima terça-feira (27) na Câmara Municipal onde a prefeitura fará uma audiência pública sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

O encontro tem como objetivo promover a discussão entre Poder Legislativo, Poder Executivo e a sociedade acerca das metas e prioridades da Administração Municipal.

A LDO dispõe sobre as prioridades da administração pública e inclui as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente, ou seja, de 2020, orientando a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA); orçamento fiscal e investimentos. A audiência pública será apresentada pela Secretaria de Planejamento e Gestão e acontece, a partir das 9h.

A realização da audiência pública tem por objetivo assegurar a transparência administrativa no processo de elaboração e discussão das diretrizes orçamentárias do município. A ideia é que a população também possa participar opinando e dando sugestões sobre as prioridades a serem adotadas na Administração Municipal.

Outras Notícias

Número de brasileiros com fome dispara e atinge 33,1 milhões, diz pesquisa

A fome avança cada vez mais rápido pelo Brasil. Um levantamento divulgado nesta quarta-feira (8) mostra que o país soma atualmente cerca de 33,1 milhões de pessoas sem ter o que comer diariamente, quase o dobro do contingente em situação de fome estimado em 2020. Em números absolutos, são 14 milhões de pessoas a mais […]

A fome avança cada vez mais rápido pelo Brasil. Um levantamento divulgado nesta quarta-feira (8) mostra que o país soma atualmente cerca de 33,1 milhões de pessoas sem ter o que comer diariamente, quase o dobro do contingente em situação de fome estimado em 2020.

Em números absolutos, são 14 milhões de pessoas a mais passando fome no país.

Os dados são do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN).

O 1º inquérito, divulgado em abril do ano passado, estimava em 19 milhões o total de brasileiros que não tinham nada para comer em 2020, cerca de 9 milhões a mais que em 2018, quando essa população somava 10,3 milhões de pessoas.

A crise provocada pela pandemia do coronavírus está diretamente relacionada ao avanço, ainda maior, da fome nos últimos dois anos.

“A pandemia surge neste contexto de aumento da pobreza e da miséria, e traz ainda mais desamparo e sofrimento. Os caminhos escolhidos para a política econômica e a gestão inconsequente da pandemia só poderiam levar ao aumento ainda mais escandaloso da desigualdade social e da fome no nosso país”, apontou Ana Maria Segall, médica epidemiologista e pesquisadora da Rede PENSSAN.

‘Quadro perverso’: três décadas de retrocesso

“O país regrediu para um patamar equivalente ao da década de 1990”, destacou a rede PENSSAN ao divulgar o resultado de seu segundo inquérito. O levantamento anterior havia apontado que o cenário da fome no país remontava ao que era observado em 2004.

“A continuidade do desmonte de políticas públicas, a piora no cenário econômico, o acirramento das desigualdades sociais e o segundo ano da pandemia da Covid-19 tornaram o quadro desta segunda pesquisa ainda mais perverso”, enfatizou a entidade.

De acordo com a rede PENSSAN, a pesquisa foi realizada entre novembro de 2021 e abril de 2022, a partir de entrevistas feitas em 12.745 domicílios, distribuídos em áreas urbanas e rurais de 577 municípios das 27 unidades da federação – 26 estados mais o Distrito Federal.

A metodologia da pesquisa considerou a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia), a mesma utilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para mapear a fome no país.

A Ebia classifica a segurança alimentar como sendo o acesso pleno e regular aos alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais. Já a insegurança alimentar é classificada em três níveis – leve, moderada e grave – da seguinte maneira:

Insegurança alimentar leve: há preocupação ou incerteza quanto acesso aos alimentos no futuro, além de queda na qualidade adequada dos alimentos resultante de estratégias que visam não comprometer a quantidade de alimentação consumida.

Insegurança alimentar moderada: há redução quantitativa no consumo de alimentos entre os adultos e/ou ruptura nos padrões de alimentação.

Insegurança alimentar grave: há redução quantitativa de alimentos também entre as crianças, ou seja, ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimentos entre todos os moradores do domicílio. Nessa situação, a fome passa a ser uma experiência vivida no lar.

Insegurança alimentar

A pesquisa mostrou que 125,2 milhões de brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar, número que corresponde a mais da metade (58,7%) da população do país.

Na comparação com 2020, a insegurança alimentar aumentou em 7,2%. Já em relação a 2018, o avanço chega a 60%.

De acordo com o coordenador da Rede PENSSAN, a perda da segurança alimentar no Brasil está diretamente relacionada à atuação governamental.

“As medidas tomadas pelo governo para contenção da fome hoje são isoladas e insuficientes, diante de um cenário de alta da inflação, sobretudo dos alimentos, do desemprego e da queda de renda da população, com maior intensidade nos segmentos mais vulnerabilizados”, apontou.

Maluf enfatizou que as políticas públicas de combate à extrema pobreza desenvolvidas entre 2004 e 2013 restringiram a fome a apenas 4,2% dos domicílios brasileiros.

Retrato da fome no Brasil

De acordo com a pesquisa, na média, cerca de 15% das famílias brasileiras enfrentam a fome atualmente. Fatores regionais e sociais, no entanto, agravam a situação.

As estatísticas apontam que a fome: é mais presente entre as famílias que vivem no Norte (25,7%) e no Nordeste (21%); é maior nas áreas rurais, onde atinge 18,6% dos domicílios; é realidade na casa de 21,8% de agricultores e pequenos produtores; saltou de 10,4% em 2020 para 18,1% em 2022 entre os lares comandados por pretos e pardos; atinge 19,3% dos lares sustentados por mulheres e 11,9% dos chefiados por homens; em relação a 2020, mais que dobrou entre os domicílios com crianças menores de 10 anos de idade; é maior nos domicílios em que a pessoa responsável está desempregada (36,1%); saltou de 14,9% para 22,3% nos domicílios sustentados por pessoa com baixa escolaridade.

Sociedade egipciense brinda bodas de ouro do casal Alcir e Maria Lúcia

Completar 50 anos de casados não é para qualquer um. Justamente por conta disso, o casal Alcir e Maria Lúcia resolveu tornar a comemoração das suas bodas de ouro mais do que especial: ela se preparou durante três anos para recriar o álbum completo de casamento dela. Para um relacionamento durar tanto tempo, Alcir brinca […]

Completar 50 anos de casados não é para qualquer um.

Justamente por conta disso, o casal Alcir e Maria Lúcia resolveu tornar a comemoração das suas bodas de ouro mais do que especial: ela se preparou durante três anos para recriar o álbum completo de casamento dela.

Para um relacionamento durar tanto tempo, Alcir brinca que aprendeu a responder “sim, querida”.

“Encontramos uma maneira de superar e aproveitar a parte boa”.

Hoje, eles têm dois filhos: Fredson da Perfil e Franklin. E cinco netos : Lorena , Maria Eduarda , Mateus , Camile e lis.

A Cerimonia foi no Clube Hotel, um tradicional reduto de grandes festas na Capital da Poesia, lá onde Alcir realizou festanças para a sociedade egipciense e região. A Super Oara abrilhantou o evento.

Estavam presentes além de amigos da família, empresários e políticos. Dentre eles o deputado Waldemar Borges, o prefeito de Tuparetama Sávio Torres, o ex-prefeito Dr. Romério Guimarães.

Não compareceram João de Maria e Zé Marcos, mas justificaram ausência e parabenizaram o casal.

Veja imagens:

Tabira: TCE aprova contratações temporárias realizadas em 2013

A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado – TCE, julgou na manhã desta terça-feira (25), legais 340 contratações temporárias realizadas pela Prefeitura de Tabira no ano de 2013 na gestão do atual prefeito Sebastião Dias. Origem: Prefeitura Municipal de Tabira Relator: Auditor Luiz Arcoverde Filho, Conselheiro em Exercício Órgão Julgador: 2a. Câmara Processo: 13027517 – Admissão […]

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A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado – TCE, julgou na manhã desta terça-feira (25), legais 340 contratações temporárias realizadas pela Prefeitura de Tabira no ano de 2013 na gestão do atual prefeito Sebastião Dias.

Origem: Prefeitura Municipal de Tabira

Relator: Auditor Luiz Arcoverde Filho, Conselheiro em Exercício

Órgão Julgador: 2a. Câmara

Processo: 13027517 – Admissão de Pessoal referente a 340 contratações temporárias, realizada pela Prefeitura Municipal de Tabira no exercício de 2013, para diversa funções, de responsabilidade do Sr. Sebastião Dias Filho, Prefeito do referido município. (Vinculado ao Conselheiro Dirceu Rodolfo)

Prefeito assina convênio para asfaltar principais ruas de Ouro Velho

O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares (DEM), informou ao blog que assinou ontem em João Pessoa o convênio de adesão ao Programa Travessia Urbana. Ele permite que sejam asfaltadas as principais ruas de Ouro Velho. Serão mais de R$ 663 mil em investimentos. Os recursos tem parceria com o Governo da Paraíba. No bojo do […]

O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares (DEM), informou ao blog que assinou ontem em João Pessoa o convênio de adesão ao Programa Travessia Urbana.

Ele permite que sejam asfaltadas as principais ruas de Ouro Velho. Serão mais de R$ 663 mil em investimentos.

Os recursos tem parceria com o Governo da Paraíba. No bojo do projeto assinado também pelo governador João Azevêdo, foram licitados para a construção de travessias urbanas 13 municípios paraibanos.

Além de Ouro Velho, apenas Sousa, Assunção, Caaporã, Mari, Mulungu, Olivedos, Pirpirituba, Salgadinho, Serra Redonda, Soledade, São José de Piranhas e Esperança serão contemplados nessa etapa. O governador, Augusto e outros prefeitos estiveram no ato de assinatura do convênio.

No feriado, Dilma reúne ministros da articulação política no Alvorada

Ministros do núcleo político do governo estiveram na manhã desta segunda-feira (12) – feriado de Nossa Senhora Aparecida – no Palácio da Alvorada para uma reunião com a presidente Dilma Rousseff. Foram chamados à residência oficial da Presidência os ministros Jaques Wagner (Casa Civil), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), além […]

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Ministros do núcleo político do governo estiveram na manhã desta segunda-feira (12) – feriado de Nossa Senhora Aparecida – no Palácio da Alvorada para uma reunião com a presidente Dilma Rousseff. Foram chamados à residência oficial da Presidência os ministros Jaques Wagner (Casa Civil), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), além do assessor especial Giles Azevedo.

A reunião não estava prevista na agenda oficial e o tema não foi informado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência. Segundo informações da GloboNews, o encontro foi marcado para discutir a possibilidade de reação a pedidos de impeachment contra a presidente que podem voltar à ser analisados na Câmara nesta semana.

Há uma expectativa que o pedido com o maior apoio da oposição, assinado pelos juristas Hélio Bicudo, Janaína Paschoal e Miguel Reale Jr., venha a ser apreciado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ainda nesta terça (13).

O plano inicial dos oposicionistas é apresentar um recurso tão logo Cunha rejeite esse pedido, como fez com vários outros. Assim, bastará maioria dos votos em plenário (257 dos 513 deputados) para que seja instalada uma comissão especial dar um parecer sobre o pedido de impeachment, que, depois, seria novamente submetido a plenário para a efetiva abertura do processo, que depende do voto de 342 deputados.

Segundo o Blog do Camarotti, o Palácio do Planalto, no entanto, já cogita da possibilidade de Cunha – acossado pela recente revelação de que teria contas secretas na Suíça –, aceitar diretamente esse pedido, sem necessidade de aprovação pelo plenário, para iniciar os trabalhos da comissão.

No âmbito jurídicos, parlamentares e juristas ligados ao PT também se articulam para barrar eventuais tentativas de abertura do impeachment. No fim de semana, os deputados Wadih Damous (PT-RJ), Rubens Pereira Júnior (PC do B-MA) e Paulo Teixeira (PT-SP) questionaram no Supremo Tribunal Federal (STF) a forma como foi definido – em setembro, pelo próprio Eduardo Cunha –, o rito de tramitação dos pedidos de impeachment.

Para os parlamentares, o presidente da Câmara não poderia ter estabelecido a forma como devem tramitar os processos. Nas ações, pediram decisão liminar (provisória) que impeça a análise de qualquer novo pedido por parte da presidência da Câmara. A decisão de acolher ou rejeitar o pleito no STF caberá aos ministros Teori Zavascki ou Rosa Weber.

No campo jurídico, advogados que defendem a presidente Dilma Rousseff em ações de cassação no TSE receberam nos últimos dias parecer assinado pelos juristas Celso Antônio Bandeira de Mello e Fabio Konder Comparato que rechaça a possibilidade de impeachment com base em conclusão do Tribunal de Contas da União (TCU) que recomendou a desaprovação das contas do governo no ano passado