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PEC pretende transformar Caatinga e Cerrado em patrimônios nacionais

Por Nill Júnior

Faltam cinco dias para o lançamento oficial da campanha “Cerrado e Caatinga, patrimônios do Brasil: riqueza presente, herança futura”.

Ele defende a aprovação da PEC 504. O Diretor de Combate à Desertificação da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (SNPCT/MMA), Alexandre Pires, manifestou seu apoio a esse movimento nacional.

Em  vídeo de defesa da campanha, Pires fala da importância da aprovação da PEC 504, que transforma a Caatinga e Cerrado em patrimônios nacionais, e convida toda a sociedade a se somar a esta luta pela proteção da sociobiodiversidade dessas duas regiões ecológicas.

É passo fundamental juntamente com as organizações apoiar a campanha, com apoio da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA). O lançamento oficial da campanha pela PEC 504 ocorre no próximo dia 11 de setembro, Dia do Cerrado.

Veja Nota Técnica: Cerrado e Caatinga como Patrimônio do Brasil

Outras Notícias

O grande encontro

O blogueiro Júnior Finfa cedeu fotos do encontro entre os candidatos ao governo Danilo Cabral e Marília Arraes em Brasília, em jantar oferecido pela AMUPE na Marcha dos Prefeitos, promovida pela Confederação Nacional dos Municípios. O jantar reuniu mais de 350 convidados. Dos pré-candidatos ao governo, estiveram Miguel Coelho, Danilo Cabral e Marília Arraes. Finfa […]

O blogueiro Júnior Finfa cedeu fotos do encontro entre os candidatos ao governo Danilo Cabral e Marília Arraes em Brasília, em jantar oferecido pela AMUPE na Marcha dos Prefeitos, promovida pela Confederação Nacional dos Municípios.

O jantar reuniu mais de 350 convidados. Dos pré-candidatos ao governo, estiveram Miguel Coelho, Danilo Cabral e Marília Arraes. Finfa também deu detalhes do encontro ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Como se percebe  nas fotos, o socialista Danilo Cabral até dialoga com os demais presentes à mesa. Dentre eles, o ex-deputado Federal Sílvio Costa e prefeitos como o de Lagoa Grande, Vilmar Capellaro. Mas Marília ficou a maior parte do tempo voltada para o prato que acabara de montar, sem dar muita atenção.

Assim, Danilo e Marília até se cumprimentaram, mas não rolou papo como pregam os políticos sobre “o bom ambiente republicano”. No mesmo dia, Marília disse por exemplo que é a candidata de lula e Danilo, de Paulo Câmara. “O PSB quando é conveniente, está junto com o PT. Quando não, esculhamba”.

Já Danilo tratou como naturais as movimentações do PSD de André de Paula e do PT. “O PSD está se movimentando legitimamente, apresentando como alternativa (para o Senado) o nome do André (de Paula), que é um quadro que tem toda uma trajetória de vida pública e política que legitima essa aspiração dele”, pontuou Danilo Cabral. “Outros partidos também estão apresentando alternativas. A gente viu que, alguns dias atrás, o PT também apresentou a alternativa do Carlos Veras, a da própria Teresa Leitão. Ou seja, é um processo e esse processo está em curso”, completou o pré-candidato ao Governo do Estado.

SJE: empossado, Fredson Brito promete acabar com as filas da regulação de Saúde

Após tomar posse como prefeito de São José do Egito nesta quarta-feira, 1º de janeiro de 2025, Fredson Brito concedeu sua primeira entrevista à Rádio Gazeta FM. O encontro, realizado na sede da prefeitura, marcou o início oficial de seu mandato ao lado do vice-prefeito, Zé Marcos. Durante a conversa, Fredson Brito expressou o sentimento […]

Após tomar posse como prefeito de São José do Egito nesta quarta-feira, 1º de janeiro de 2025, Fredson Brito concedeu sua primeira entrevista à Rádio Gazeta FM. O encontro, realizado na sede da prefeitura, marcou o início oficial de seu mandato ao lado do vice-prefeito, Zé Marcos.

Durante a conversa, Fredson Brito expressou o sentimento que marca o início de sua gestão. “É um sentimento de muito orgulho em trabalhar pelo meu povo. Estou emocionado e confiante na crença que a população depositou em nosso projeto. De mãos dadas com o povo, transformaremos São José do Egito,” declarou.

Prioridade: fim das filas de madrugada

Questionado sobre as metas para os primeiros três meses de governo, Fredson destacou um dos compromissos mais aguardados pela população: o fim das filas de madrugada para regulação de saúde.

“Prometi à população diminuir o sofrimento com a regulação, e nosso objetivo é acabar com essas filas em até 90 dias. Já em janeiro, vamos avançar nesse trabalho para tentar cessar completamente esse problema no menor tempo possível,” afirmou o prefeito.

Gratidão e compromisso

O prefeito agradeceu à população de São José do Egito pela confiança e à Rádio Gazeta FM pela parceria. “Agradeço pelo voto de confiança e reafirmo meu compromisso de estar sempre de mãos dadas com o povo. Estou feliz e grato por essa oportunidade e trabalharei incansavelmente por nossa cidade,” concluiu Fredson Brito.

Em nota, Lucas Ramos comenta posição de Câmara sobre Impeachment

Logo que foi publicada pela Câmara Federal a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma, o governo federal tratou de buscar apoio dos governadores do Nordeste em uma clara tentativa de dividir o Brasil em duas partes: os que apoiam o impeachment e os que são contra esse processo de afastamento da presidente. Alguns […]

Lucas-Ramos.-Foto-Roberto-Soares

Logo que foi publicada pela Câmara Federal a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma, o governo federal tratou de buscar apoio dos governadores do Nordeste em uma clara tentativa de dividir o Brasil em duas partes: os que apoiam o impeachment e os que são contra esse processo de afastamento da presidente.

Alguns governadores assinaram um manifesto em apoio à Dilma Rousseff. Fez diferente o nosso governador Paulo Câmara, que cuidou em esclarecer que o processo é de competência restrita do Congresso Nacional e que o mais importante é encaminhar uma solução definitiva para o grave momento político que passa nosso país.

Como vice-líder do governo na Assembléia Legislativa de Pernambuco, militante há mais de 10 anos do Partido Socialista Brasileiro (PSB), venho prestar apoio irrestrito ao posicionamento do nosso governador e reagir a essa atitude desrespeitosa do governo federal, que fratura a unidade que o povo brasileiro precisa ter para, juntos, sairmos dessa crise profunda que esse governo nos levou e colocarmos o país de volta ao rumo do desenvolvimento.

Tenho absoluta certeza de que o grande governador Eduardo Campos, se aqui estivesse, teria reagido a essa atitude divisionista com o povo brasileiro. Esperamos do Congresso uma decisão absolutamente isenta, com vistas exclusivamente a retirar o país desse caos.

Lucas Ramos, deputado estadual.

Gennedy Patriota participa da eleição da nova diretoria da Asserpe

Nesta quinta-feira (23), na sede da Asserpe – Associação de Rádio e Televisão de Pernambuco, em Recife, o diretor da Rede Brasil de Comunicações, Gennedy Patriota, participou de evento representando as rádios comerciais do sistema, a Salgueiro FM, Sertânia FM e Lagoa Grande FM. Na ocasião, o radialista Nill Júnior, diretor de jornalismo da Rádio […]

Nill Júnior, Ceo Niceas e Gennedy Patriota

Nesta quinta-feira (23), na sede da Asserpe – Associação de Rádio e Televisão de Pernambuco, em Recife, o diretor da Rede Brasil de Comunicações, Gennedy Patriota, participou de evento representando as rádios comerciais do sistema, a Salgueiro FM, Sertânia FM e Lagoa Grande FM.

Na ocasião, o radialista Nill Júnior, diretor de jornalismo da Rádio Pajeú FM, foi aclamado novo presidente.

A Asserpe tem por objetivo integrar as rádios e TV’s comerciais do Estado, com os poderes públicos e empresas privadas, na divulgação de mídias de interesse coletivo destes entes.

Para Gennedy Patriota, a ascensão de um sertanejo à presidência de tão importante associação, certamente trará bons frutos e aumentará ainda mais a visibilidade e aproximação das emissoras pernambucanas.

“Tenho convicção de que o amigo Nill Júnior fará um excelente trabalho à frente da Asserpe, e me coloquei à disposição para fazermos todas as parcerias possíveis e necessárias objetivando potencializar, ainda mais, a execução de tudo aquilo que ele esboçou para melhorar ainda mais a atuação da Asserpe”, finalizou Gennedy.

Lula rejeita sancionar aumento de deputados

Correio Brasiliense O presidente Lula (PT) deverá evitar sancionar o projeto de lei que aumenta o número de deputados federais, aprovado pelo Congresso na semana passada, segundo integrantes do governo e parlamentares governistas. Lula tem até o dia 16 para sancionar o texto, mas aliados dizem que hoje essa possibilidade está descartada. De acordo com […]

Correio Brasiliense

O presidente Lula (PT) deverá evitar sancionar o projeto de lei que aumenta o número de deputados federais, aprovado pelo Congresso na semana passada, segundo integrantes do governo e parlamentares governistas.

Lula tem até o dia 16 para sancionar o texto, mas aliados dizem que hoje essa possibilidade está descartada. De acordo com os relatos, são discutidos dois cenários: ele não se pronunciar a respeito da proposta, e o Congresso promulgar o texto; ou o veto presidencial à medida.

Lula não descarta vetar a proposta, segundo auxiliares, o que ocorreria em meio à queda de braço com o Legislativo após a derrubada do decreto do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Apesar disso, há um movimento no entorno do petista para que nenhuma decisão seja tomada no calor dos eventos recentes.

Aliados ressaltam a impopularidade do projeto que aumentou o número de deputados e dizem que, por ser iniciativa dos parlamentares, não haveria motivos para que o governo se envolva com o tema —sob o risco de, ao sancionar o texto, ser alvo de críticas pela opinião pública num momento de baixa popularidade.

Pesquisa Datafolha divulgada no último dia 17 mostrou que 76% dos brasileiros são contra o aumento de deputados e apenas 20% são a favor.

O cenário mais provável neste momento é que Lula não sancione nem vete a proposta. Assim, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), terá de promulgar o texto.

Apesar de recomendações pelo veto, há um grupo de auxiliares do presidente que desaconselham esse movimento por causa do risco de acirramento ainda maior na tensão entre Palácio do Planalto e Congresso.

Um auxiliar de Lula disse à reportagem que, ao não se manifestar sobre o projeto, o governo evita ser acusado de interferir numa questão interna da Câmara.

Aliados reconhecem, no entanto, que vetos são prerrogativa do presidente da República, assim como o Legislativo pode derrubá-los. Assim, a avaliação do cenário nos próximos dias pode ser decisiva, ainda segundo esses interlocutores.

O projeto de lei complementar aumenta o número de deputados de 513 para 531, com impacto anual estimado por deputados de cerca de R$ 65 milhões com os custos da criação das novas vagas, incluindo salários, benefícios e estrutura para novos congressistas.

A proposta sofreu críticas até mesmo de parlamentares e foi aprovada por senadores num placar apertado. O texto voltou à Câmara e no mesmo dia foi aprovado a jato por deputados, seguindo para a sanção presidencial.

Aliados de Lula lembram que o governo poderá ser cobrado por sancionar a proposta num momento em que é discutida a revisão de gastos e em que integrantes do Planalto e parlamentares aliados têm reforçado a retórica da luta entre pobres e ricos.

Quem defende que o petista não sancione a proposta afirma que a atitude poderia ser uma sinalização da insatisfação do Planalto com os parlamentares após a derrubada do decreto do IOF e uma demonstração de que o Executivo não ficará inerte nesse embate com os congressistas —mas sem gerar grande crise com o Legislativo.

Um vice-líder do governo, por sua vez, diz que o melhor cenário seria se Lula sancionasse a medida, numa sinalização ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que foi um dos principais articuladores do projeto. Na avaliação desse deputado, o presidente mostraria que atendeu a um pedido caro de Motta.

A tensão com o Congresso aumentou após o Legislativo derrubar do decreto do IOF e o governo entrar com ação no STF (Supremo Tribunal Federal) para tentar reverter a medida. Nesta quarta (2), na Bahia, Lula defendeu a iniciativa e classificou como “absurda” a decisão de Motta colocar o tema em votação, alegando que houve descumprimento de acordo.

“O erro, na minha opinião, foi o descumprimento de um acordo, que tinha sido feito no domingo [8 de junho] à meia-noite na casa do presidente Hugo Motta. Lá estavam vários ministros, deputados, o ministro [Fernando] Haddad com sua equipe e, quando chega na terça-feira, o presidente da Câmara tomou uma decisão que eu considerei absurda”, acrescentou o petista.

O projeto que aumenta o número de cadeiras na Câmara foi articulado pela Casa em reação a uma determinação do STF para que o número de deputados, que varia de estado para estado, fosse proporcional ao número de habitantes medido pelo Censo de 2022.

Em vez de redistribuir as 513 cadeiras entre os estados e o Distrito Federal, o que levaria parte das unidades federativas a perder representantes, a Câmara decidiu criar mais 18, contemplando aqueles que tiveram aumento populacional. Com isso, evitou-se que a bancada da Paraíba, estado de Motta, diminuísse de tamanho, por exemplo.

Com a mudança aprovada no Congresso, devem ganhar mais vagas na Câmara em 2027 os estados de Pará e Santa Catarina (quatro cada um), Amazonas, Mato Grosso e Rio Grande do Norte (duas cada), Goiás, Ceará, Paraná e Minas Gerais (uma cada).