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O grande encontro

Por André Luis

O blogueiro Júnior Finfa cedeu fotos do encontro entre os candidatos ao governo Danilo Cabral e Marília Arraes em Brasília, em jantar oferecido pela AMUPE na Marcha dos Prefeitos, promovida pela Confederação Nacional dos Municípios.

O jantar reuniu mais de 350 convidados. Dos pré-candidatos ao governo, estiveram Miguel Coelho, Danilo Cabral e Marília Arraes. Finfa também deu detalhes do encontro ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Como se percebe  nas fotos, o socialista Danilo Cabral até dialoga com os demais presentes à mesa. Dentre eles, o ex-deputado Federal Sílvio Costa e prefeitos como o de Lagoa Grande, Vilmar Capellaro. Mas Marília ficou a maior parte do tempo voltada para o prato que acabara de montar, sem dar muita atenção.

Assim, Danilo e Marília até se cumprimentaram, mas não rolou papo como pregam os políticos sobre “o bom ambiente republicano”. No mesmo dia, Marília disse por exemplo que é a candidata de lula e Danilo, de Paulo Câmara. “O PSB quando é conveniente, está junto com o PT. Quando não, esculhamba”.

Já Danilo tratou como naturais as movimentações do PSD de André de Paula e do PT. “O PSD está se movimentando legitimamente, apresentando como alternativa (para o Senado) o nome do André (de Paula), que é um quadro que tem toda uma trajetória de vida pública e política que legitima essa aspiração dele”, pontuou Danilo Cabral. “Outros partidos também estão apresentando alternativas. A gente viu que, alguns dias atrás, o PT também apresentou a alternativa do Carlos Veras, a da própria Teresa Leitão. Ou seja, é um processo e esse processo está em curso”, completou o pré-candidato ao Governo do Estado.

Outras Notícias

PT deve lançar Lula como candidato no primeiro semestre de 2017

O PT pretende lançar a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República ainda no primeiro semestre do ano que vem, entre fevereiro e abril. A estratégia tem dois objetivos. O primeiro é aproveitar politicamente a baixa popularidade do governo Michel Temer. O segundo é reforçar a defesa jurídica de Lula, […]

thumbnail_lulaO PT pretende lançar a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República ainda no primeiro semestre do ano que vem, entre fevereiro e abril.

A estratégia tem dois objetivos. O primeiro é aproveitar politicamente a baixa popularidade do governo Michel Temer. O segundo é reforçar a defesa jurídica de Lula, réu em cinco processos penais, quatro deles provenientes da Operação Lava Jato e seus desdobramentos.

A informação foi confirmada reservadamente por integrantes da direção petista e também do Instituto Lula.

O PT defende formalmente a antecipação da eleição presidencial em caso decassação da chapa Dilma Rousseff-Temer pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Parte dos líderes petistas defende que Lula seja lançado candidato logo no começo do ano, em fevereiro, para se antecipar a possíveis condenações na Justiça que possam barrar sua candidatura ou até levar o ex-presidente à prisão em 2017.

A pré-candidatura de Lula reforçaria o discurso do PT, que acusa a Lava Jato de querer criminalizar as ações de seu líder máximo e do partido. Segundo os defensores da ideia, ao se colocar publicamente como candidato, o ex-presidente poderá se blindar parcialmente da força-tarefa em Curitiba.

Conforme esse raciocínio, com a pré-candidatura na rua seria mais fácil difundir a tese de que está em curso uma tentativa de interditar judicialmente a possibilidade de Lula disputar um terceiro mandato no Planalto. O bom desempenho do petista nas pesquisas de opinião reforça a estratégia.

“A necessidade de condenar Lula cresce na medida em que ele assume protagonismo nas eleições de 2018. Ao que parece a população começa a fazer a comparação entre os projetos”, disse o coordenador do setorial jurídico do PT, Marco Aurélio de Carvalho.

Outro grupo defende que a candidatura seja lançada durante o 6º Congresso Nacional do PT, marcado para abril, mas que pode ser adiado para maio.

Tsunami mata mais de duzentos na Indonésia

Um tsunami atingiu as ilhas de Sumatra e Java na noite de sábado (22) e deixou 222 mortos e 843 feridos, de acordo com o último balanço divulgado pela Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB) da Indonésia. As operações de buscas continuam e, até o momento, não há registro de vítimas estrangeiras. O fenômeno não […]

Um tsunami atingiu as ilhas de Sumatra e Java na noite de sábado (22) e deixou 222 mortos e 843 feridos, de acordo com o último balanço divulgado pela Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB) da Indonésia. As operações de buscas continuam e, até o momento, não há registro de vítimas estrangeiras.

O fenômeno não foi precedido por um terremoto, o que normalmente dá às autoridades tempo para transmitir um alerta e preparar a população. As ondas gigantes teriam sido provocadas por deslizamentos sob a água causados por erupções do vulcão Anak Krakatoa, que fica em uma ilha.

Os socorristas e ambulâncias têm encontrado dificuldades para alcançar as áreas afetadas, porque algumas estradas estavam bloqueadas por detritos de casas danificadas, carros virados e árvores caídas.

“O número de vítimas pode aumentar, pois não nos chegaram informações de todas as áreas afetadas”, afirmou em comunicado o porta-voz da BNPB, Sutopo Purwo Nugroho. O Itamaraty informou ao G1 que está monitorando a situação, mas não tem notícias de brasileiros na região.

Por volta das 21h30 de sábado (12h, no horário de Brasília), ao menos duas ondas gigantes devastaram boa parte das regiões de Pandeglang, South Lampung, Serang e Tanggamus, no estreito de Sunda. De acordo com testemunhas, a segunda onda foi muito maior e mais forte do que a primeira.

Silas Malafaia é indiciado pela PF na Operação Timóteo

Do Estadão O pastor Silas Malafaia, da Associação Vitória em Cristo, ligada à Assembleia de Deus, foi indiciado pela Polícia Federal na Operação Timóteo por lavagem de dinheiro. A informação foi dada nesta sexta-feira, 24, pela Polícia Federal. Em 16 de dezembro do ano passado, o pastor foi alvo de mandado de condução coercitiva – […]

O pastor Silas Malafaia chega para depor na sede da Polícia Federal da Lapa onde é alvo de investigação na Operação Timóteo, deflagrada em 16 de dezembro. Foto: JF Diorio/Estadão

Do Estadão

O pastor Silas Malafaia, da Associação Vitória em Cristo, ligada à Assembleia de Deus, foi indiciado pela Polícia Federal na Operação Timóteo por lavagem de dinheiro. A informação foi dada nesta sexta-feira, 24, pela Polícia Federal.

Em 16 de dezembro do ano passado, o pastor foi alvo de mandado de condução coercitiva – quando o investigado é levado a depor e liberado.

A Operação Timóteo investiga um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral (65% da chamada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais – CFEM – tem como destino os municípios).

Malafaia é suspeito de apoiar na lavagem do dinheiro do esquema, que recebeu valores do principal escritório de advocacia investigado. A suspeita a ser esclarecida pelos policiais é que este líder religioso pode ter “emprestado” contas correntes de uma instituição religiosa sob sua influência com a intenção de ocultar a origem ilícita dos valores.

O mandado de condução coercitiva na Operação Timóteo provocou a ira do pastor Silas Malafaia. No dia da condução coercitiva, em seu Twitter, colérico, o pastor publicou mensagens, áudio e vídeo negando as suspeitas da investigação que mira em um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral.

“Eu sei o poder das trevas”, afirmou em áudio.

O nome da operação é referência a uma passagem do livro Timóteo, integrante da Bíblia Cristã: 9 Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da Associação Vitória em Cristo. O espaço está aberto para Silas Malafaia.

Ataque a hospital em Gaza mata ao menos 500; Israel nega autoria

Um ataque a um hospital na Faixa de Gaza deixou ao menos 500 mortos, afirmou em comunicado o Ministério da Saúde local, administrado pelo Hamas. O grupo extremista acusou Israel e chamou o ato de “genocídio”. Israel, por sua vez, disse que informações de inteligência apontam que o bombardeio ocorreu após um ataque mal sucedido […]

Um ataque a um hospital na Faixa de Gaza deixou ao menos 500 mortos, afirmou em comunicado o Ministério da Saúde local, administrado pelo Hamas.

O grupo extremista acusou Israel e chamou o ato de “genocídio”.

Israel, por sua vez, disse que informações de inteligência apontam que o bombardeio ocorreu após um ataque mal sucedido do grupo Jihad Islâmica, também combatido pelo país na região. O grupo chamou a acusação de “mentira” e disse que Israel tenta “encobrir o massacre que cometeram contra civis”.

A maioria das vítimas é composta por mulheres e crianças, afirmou o Ministério da Saúde. O governo que administra a Faixa de Gaza atribuiu o ataque a Israel e chamou o ato de “crime de guerra”, segundo nota obtida pela CNN.

Um médico que atua em Gaza afirmou que as pessoas foram ao hospital por considerarem o local como seguro frente os ataques da última semana à região, disse Ziad Shehadah à emissora Al Jazeera.

As pessoas deixaram suas casas pensando que eram mais perigosas e se mudaram para nossas escolas e hospitais para ficarem seguras. E, em um minuto, todas elas foram mortas em um hospital. O número de mortos neste momento é de mais de 500, mas acreditamos que esse número chegará a mais de 1.000. É um massacre”.

Segundo Israel, houve um disparo em massa de foguetes da Jihad Islâmica em direção a Israel no momento do ataque ao hospital. Na rede social X, antigo Twitter, o porta-voz do Exército diz que as informações são da inteligência de Israel e de “diversas fontes do que dispomos”. À Reuters, o porta-voz da Jihad Islâmica chamou a acusação de “mentira” e “invenção”.

Presos suspeitos de explosão contra CEF de Sertânia

Policiais Militares conseguiram prender dois suspeitos de participação na explosão e furto a agência da Caixa Econômica Federal de Sertânia. Foi no Sítio Cachoeirinha, em Sertânia. Dois veículos usados na operação criminosa um Corsa Classic prata sem placa e um Honda Civic verde, placas NNO 7186 também foram localizados. Os nomes completos ainda não foram […]

Policiais Militares conseguiram prender dois suspeitos de participação na explosão e furto a agência da Caixa Econômica Federal de Sertânia. Foi no Sítio Cachoeirinha, em Sertânia.

Dois veículos usados na operação criminosa um Corsa Classic prata sem placa e um Honda Civic verde, placas NNO 7186 também foram localizados.

Os nomes completos ainda não foram informados. Um deles tem 41 anos e disse que o Corsa havia sido alugado em Monteiro dia 20 de novembro. Já o Honda Civic pertencia a um homem de 26 anos, identificado apenas por Léo.

Com eles, a PM encontrou pouco mais de R$ 4 mil em dinheiro, além de dois aparelhos celulares. Eles foram levados para a Delegacia de Arcoverde. De lá, para a sede da PF  em Caruaru.