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Paulo Veras: o que é e qual o futuro do bolsonarismo?

Por André Luis
Foto: Dhavid Normando/Futura Press/Estadão Conteúdo

O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão evangélicos, jovens liberais, ruralistas, policiais e militares

Por Paulo Veras/JC Online

Wilson Lapa já foi eleitor de Lula (PT). Presidente da associação de moradores de Brasília Teimosa, comunidade que recebeu muita atenção dos petistas nos primeiros dias após o partido assumir a presidência, este ano ele fez campanha intensiva por Jair Bolsonaro (PSL), eleito presidente no último dia 28 com 55% dos votos válidos.

“Eu dizia que ia ser convidado para ser o ministro das Comunicações. Eu não parava de fazer campanha pelo WhatsApp. No segundo turno, eu conversava com o grupo que era contra. Quando eles botavam dez mensagens, eu botava vinte”, ele conta.

Aos 59 anos, foi seduzido ao bolsonarismo pelo discurso em “defesa da família” e da “moralização das escolas”. É evangélico e, nos últimos anos, se entristeceu com o PT. “Eu honrei o PT, quando foi preciso honrar. Mas o PT vem decepcionando a gente. Usou Brasília Teimosa como um marketing. Se aproveitou e depois sumiu”, se ressente.

O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão os evangélicos, preocupados com a família “tradicional”, contra o casamento gay e o aborto; jovens liberais confiantes nas promessas de um Estado enxuto; movimentos pró-impeachment, como o Vem Pra Rua e o MBL, identificados com a pauta anticorrupção e a defesa da Operação Lava Jato; ruralistas, que defendem uma reação rigorosa a ocupação de terras; policiais e militares, que veem na liberação da posse de armas de fogo um caminho para combater a violência; e, até, uma ala minoritária de saudosistas da ditadura militar.

Todos eles se unem no apoio ao “mito” Bolsonaro como líder popular do mesmo jeito que um robusto grupo de sindicatos, sem terras, movimentos feministas e LGBTs e nordestinos veneram Lula.

Juntos, os bolsonaristas conseguiram galgar degraus na política brasileira só então atingidos pelo lulismo. Produziram uma adesão espontânea, com pessoas que compravam camisetas do “mito” Bolsonaro por até R$ 20 nos camelôs, e um grupo de manifestantes organizados, com estética, discursos e dinâmicas próprios, tirando da esquerda a prevalência sobre as ruas. Nesse ponto, o bolsonarismo é o pós-lulismo.

“O bolsonarismo é um fenômeno vasto. Algumas pessoas aderiram desde o seu núcleo originário. Pessoas mais religiosas, que têm expectativa de um ideário de costumes conservadores, e outras de uma nostalgia equivocada com relação ao período militar. O que juntou muita gente ao redor do Bolsonaro foi o anti-petismo. O PT saiu da ditadura como a grande expectativa de transformação da política do País. E se revelou um partido tão corrupto quanto os outros. E o PT não fez a autocrítica que tinha que fazer. Talvez, se não tivesse ficado preso na obsessão pelo Lula, com um caráter quase sectário, Haddad (Fernando) teria sido eleito. Toda uma gama de pensamento mais liberal de centro-direita acabou se juntando ao Bolsonaro – não ao bolsonarismo – para que o PT não voltasse ao poder”, avalia o filósofo Luiz Felipe Pondé.

Discurso bolsonarista

Para Pio Guerra Júnior, presidente da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), os produtores rurais aderiram à campanha de Bolsonaro por causa de promessas de melhorar a segurança pública e de proteção à propriedade privada.

“Ele reconhecia o agronegócio brasileiro, que tem sustentado esse País por centenas de anos. Não apoiamos por interesses próprios. A gente defende pautas que são inerentes a todos os brasileiros. Se não resolver o problema das invasões de terra no meio urbano ou rural, você não resolve a violência. Se você não permitir que o cidadão tenha uma arma para defender sua casa, na cidade e no campo, você está abandonando o Brasil. Ninguém representava a renovação mais do que Bolsonaro. Não estou dizendo que ele é um santo”, explica.

O discurso de Bolsonaro foi importante para ele ganhar outro público expressivo: os evangélicos. “Eles aderiram à campanha de Bolsonaro porque ele usa a linguagem religiosa para falar com esse público. E tem uma pauta para a qual esse público é muito sensível, da manutenção dos costumes. São coisas relacionadas à sexualidade, movimento LGBT, modelo de família e aborto. Além disso, uma boa parte da população da periferia é evangélica”, lembra Edin Sued Abumanssur, professor de Sociologia em Ciência da Religião da PUC São Paulo.

Na visão de Maria Dulce Sampario, coordenadora do movimento Vem Pra Rua no Recife, ainda que este grupo político não tenha apoiado oficialmente Bolsonaro, os componentes podem fazer protestos para defender a implementação de uma série de pautas do novo governo.

“Acho que, se acontecer algum bloqueio do Congresso, um veto às políticas dele, nós iremos protestar. A gente vai para ajudar. E também se a gente vir que tem algo de ruim para o País que possa ser implementado”, explica. Na campanha, o Vem Pra Rua defendeu o voto “PT Não”.

Outras Notícias

Pernambuco autoriza uso da Coronavac em crianças

Pernambuco autorizou o início da imunização contra a Covid-19 em crianças de 6 a 11 anos com a vacina da Coronavac/Butantan, liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e incorporada pelo Ministério da Saúde ao Plano Nacional de Operacionalização (PNO).  Ficou definido que os municípios que possuem estoque do imunizante já podem iniciar a […]

Pernambuco autorizou o início da imunização contra a Covid-19 em crianças de 6 a 11 anos com a vacina da Coronavac/Butantan, liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e incorporada pelo Ministério da Saúde ao Plano Nacional de Operacionalização (PNO). 

Ficou definido que os municípios que possuem estoque do imunizante já podem iniciar a vacinação das crianças nessa faixa etária enquanto o Estado aguarda envio de novas doses pelo Governo Federal.

A apresentação da Coronavac é a mesma tanto para os adultos como para as crianças e o intervalo de aplicação entre a primeira e a segunda dose é de 28 dias. 

De acordo com a pactuação, poderão receber a vacina Coronavac as crianças de 6 a 11 anos, exceto as imunossuprimidas, que devem receber a vacina da Pfizer. 

Como já pactuado, crianças de 5 a 11 anos podem receber a vacina Pfizer – vale destacar que as de 5 anos só podem receber a Pfizer.

Também nesta segunda, o Comitê Técnico Estadual para Acompanhamento da Vacinação recomendou a ampliação da imunização com a vacina pediátrica da Pfizer para todas as faixas etárias autorizadas. 

“Os municípios pernambucanos também estão liberados a vacinar todos os grupos etários dos 5 a 11 anos com a vacina da Pfizer, de acordo com o quantitativo em estoque. O objetivo é dar mais celeridade à vacinação das crianças nos próximos dias”, pontuou o secretário estadual de Saúde, André Longo.

Coluna do domingão

É hoje O domingo é de eleições em todo o país. Em Pernambuco, olhares se voltam para os maiores centros e para importantes cidades sertanejas. No Recife, maior vitrine, olhares já se voltam para o segundo turno entre Geraldo Júlio e João Paulo. Em Petrolina, todos os prognósticos indicam vitória de Miguel Coelho. Em Caruaru, […]

b789bdba-c19f-447e-91f6-7cd5ace53bcaÉ hoje

O domingo é de eleições em todo o país. Em Pernambuco, olhares se voltam para os maiores centros e para importantes cidades sertanejas. No Recife, maior vitrine, olhares já se voltam para o segundo turno entre Geraldo Júlio e João Paulo.

Em Petrolina, todos os prognósticos indicam vitória de Miguel Coelho. Em Caruaru, emoção para saber quem vai ao segundo turno, se o Delegado Erick Lessa ou se Raquel Lira. Se conseguir ir ao segundo turno, o Delegado pode dar trabalho por ser o novo, contra nomes que estão há muito tempo se revezando no poder.

No Pajeú, é fácil cravar os pleitos tidos como mais equilibrados: São José do Egito (Romério x Evandro), Tuparetama (Dêva x Sávio), Flores (Soraya x Marconi), Quixaba (Jailson da Paixão x Tião de Gaudêncio), Santa Cruz da Baixa Verde (Dra Ildete x Tássio) e Iguaracy (Dessoles x Zeinha).  Nessas cidades, atenção especial das autoridades e da militância para que tudo comece e termine bem. Quem agradece é a democracia.

Quem leva na Ingazeira?

Em Ingazeira, os dois blocos, de Mário Viana e Lino Morais cantam vitória. Os dois blocos, de Lino Morais e Mário Viana, dizem ter  pesquisas internas favoráveis. Os dois blocos, de Mário Viana e Lino Morais garantem que fizeram os maiores eventos. Em Ingazeira, só um deles, Lino Morais ou Mário Viana, ganhará a eleição e assumirá a prefeitura. Naquela cadeirinha, só cabe um.

Ameaça

Circula em Tabira o vídeo de Zé Amaral, candidato a vice na chapa de Sebastião Dias em Tabira, ameaçando a candidata a vice na chapa de Nicinha de Dinca,  Genedy Brito. Segundo o blog apurou o filho de Zé, Amaro, bateu no carro de Genedy e teria ouvido algo que soara como ameaça. No dia seguinte, Zé encontrou Genedy e a intimidou. Tudo lamentável.

Imprevisível

Mesmo com os prognósticos pró Nicinha, ninguém pode cravar o resultado em Tabira. Há quatro anos, Dinca era favorito e caiu do cavalo, perdendo para Sebastião Dias. Isso porque depois da última pesquisa Múltipla (Nicinha 37,7%; Sebastião 30,8% e Zé de Bira 16%), ninguém sabe como o eleitor de movimentou. Há quem acredite que votos de Zé migraram para Sebastião para evitar vitória de Dinca. Outros, que parte virou voto útil de Nicinha. Não dá para cravar nada também pelos indecisos, 12%, que podem migrar até para o socialista, cansados de um e de outro. Certeza:  o vencedor não terá aceitação sequer de metade do eleitorado. Só não dá para culpar o instituto e o blog: mudar de voto sob essa alegação é cretinice política.

Tiro no pé

O calor do processo eleitoral cega e gera passos em falso, principalmente quando  se fala de pesquisas no interior. Quem está atrás nunca aceita e descredencia o resultado, quando não tenta a todo custo evitar a divulgação de um segundo levantamento. Em 2012, o Múltipla havia cravado a eleição de Luciano Duque, mas a primeira pesquisa divulgada deu vantagem de Sebastião Oliveira. O Jurídico de Duque tentou impedir a divulgação da última pesquisa via liminar, mas não conseguiu. Melhor pra ele: o instituto cravou o resultado e ele pôde ser divulgado.

Tiro no pé 2

E um cenário tão apertado como o de São José do Egito, a coligação de Romério ingressou com liminar e conseguiu evitar a divulgação da pesquisa Múltipla desta semana. Instituto e Blog vão querer divulgar resultado mesmo após a eleição, para mostrar que, a se considerar o incrível resultado e impressionante variação e equilíbrio dos números entre o petista e Evandro, atestou que a eleição da Terra da Poesia será decidida nos detalhes. Também que não quis favorecer ou prejudicar um ou outro.

JpegEstratégia abafa

Foi clara a estratégia dos vereadores que aprovaram aumento nos vencimentos do legislativo em Afogados da Ingazeira em uma verdadeira operação secreta: evitar que a questão vazasse para a imprensa e sociedade antes das eleições, causando desgaste aos que disputam a reeleição. Foi pior. A notícia na véspera fez com que muitos tivessem que se explicar. Ter debatido o tema com a sociedade teria sido mais republicano e menos desgastante.

Frase da semana :

“No próximo mandato, os vereadores receberão R$ 7.535,00, que corresponde à correção da inflação nos últimos quatro anos”. De um vereador à fonte do blog, que pediu sigilo, mas comprovou a conversa, revelando o aumento de salários para 2017 sem consulta à sociedade.

Auditoria vai avaliar ações de combate à desertificação no Semiárido

O TCE deu início aos trabalhos da Auditoria Operacional em Políticas de Combate à Desertificação do Semiárido, com a condução da pesquisa eletrônica de análise nos municípios das ações relacionadas ao tema. A definição dos trabalhos a serem desenvolvidos pela equipe do TCE-PE foi tratada nos últimos dias 17, 18 e 19 de agosto, no […]

O TCE deu início aos trabalhos da Auditoria Operacional em Políticas de Combate à Desertificação do Semiárido, com a condução da pesquisa eletrônica de análise nos municípios das ações relacionadas ao tema.

A definição dos trabalhos a serem desenvolvidos pela equipe do TCE-PE foi tratada nos últimos dias 17, 18 e 19 de agosto, no encontro ‘Políticas Públicas de Combate à Desertificação do Semiárido, realizado no TCE-PB, com a participação dos servidores Arnóbio Borba e André Viana, da Gerência de Auditoria de Desempenho e Estatísticas Públicas (GEAP), e Márcio Penante, da Inspetoria Regional de Petrolina (IRPE).

Na ocasião ficou definido que a auditoria vai analisar a implantação da Política Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (Lei nº 13.153/2015) no Estado; a existência de monitoramento e avaliação da Política Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (Lei nº 14.091/2010); e como têm ocorrido, no território municipal, as ações relacionadas à temática da desertificação, desde a elaboração do Programa Estadual de Combate à Desertificação – PAE e/ou da respectiva política estadual.

Outro enfoque vai verificar se as ações estaduais relativas às Unidades de Conservação contemplam o bioma Caatinga; e por fim, que ações são realizadas pelo Estado, a partir de 2019, que enfocam o combate à desertificação e mitigação dos efeitos da seca, em especial com relação à pequena produção familiar e comunitária e ao uso de tecnologias sociais hídricas, a exemplo de cisternas, barragens superficiais e subterrâneas, dessalinizadores, poços artesianos, entre outros.

Além das discussões das etapas da auditoria e validação do planejamento (Matriz de Planejamento) para executá-la, também foi realizado um Painel de Referência, reunião que aconteceu na manhã da sexta-feira (19), de forma híbrida, onde foram ouvidos especialistas sobre o tema.

O gerente de Auditoria de Desempenho e Estatísticas Públicas, João Antônio Robalinho, ressaltou a importância do trabalho. “As discussões das matrizes de planejamento e dos painéis de referências com especialistas, realizadas pelas auditorias operacionais coordenadas (controle de qualidade) a partir das oficinas com os tribunais de contas participantes, contribuem para  um melhor entendimento dos principais problemas, abordagens e soluções para melhorias das políticas públicas”, ele disse.

O relatório final será apresentado durante um seminário programado para acontecer em novembro, também no TCE-PB, retratando a realidade de cada estado participante. 

A auditoria está sendo coordenada pelo Tribunal de Contas da Paraíba com a participação dos Tribunais de Contas dos Estados de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e de Sergipe, com apoio do Núcleo de Supervisão de Auditorias do Tribunal de Contas da União.

DESERTIFICAÇÃO

É o processo de degradação da terra nas regiões áridas, semiáridas e subúmidas secas, resultante de diferentes fatores, entre eles as variações climáticas e as atividades humanas. Em Pernambuco existe a Lei 14.091, que institui Política Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca.

PSB de Pernambuco reafirma apoio a Haddad

A Executiva Estadual do Partido Socialista Brasileiro reafirmou, nesta segunda-feira (15), apoio ao candidato à presidente da República Fernando Haddad (PT) durante o segundo turno das eleições 2018. Durante reunião realizada no Recife Praia Hotel, que contou com a presença do governador e vice-presidente nacional do PSB Paulo Câmara, os membros da Executiva aprovaram, por unanimidade […]

A Executiva Estadual do Partido Socialista Brasileiro reafirmou, nesta segunda-feira (15), apoio ao candidato à presidente da República Fernando Haddad (PT) durante o segundo turno das eleições 2018.

Durante reunião realizada no Recife Praia Hotel, que contou com a presença do governador e vice-presidente nacional do PSB Paulo Câmara, os membros da Executiva aprovaram, por unanimidade dos presentes, resolução indicando o apoio irrestrito ao petista.

No encontro, também foi feita uma avaliação do resultado das eleições em Pernambuco. O senador reeleito Humberto Costa (PT) também esteve presente no ato.

Antes de iniciar a votação, o governador Paulo Câmara agradeceu a participação da militância nas eleições, que contribuiu para a eleição estadual no primeiro turno, e falou sobre a responsabilidade dos socialistas na disputa presidencial.

“Temos pouco mais de 10 dias para o segundo turno. Temos uma responsabilidade grande. O cenário que se apresenta é difícil, mas é possível uma reversão. Temos que fazer o dever de casa, multiplicar a eleição de Fernando Haddad porque vamos precisar do governo de Haddad. O Brasil precisa de pessoa com ideias fundamentadas na democracia e no olhar para os mais pobres. E é essa mensagem que a gente precisa levar ao povo pernambucano”, destacou Paulo.

Vice-presidente nacional socialista, Paulo também destacou que o resultado das eleições mais uma vez mostrou a força da legenda no Estado e seu peso no PSB nacional. O governador foi o candidatomajoritário em 149 municípios e ganhou em todas as regiões do Estado, além de ter o maior número de eleitos entre os diretórios estaduais.

“Vamos seguir para 16 anos (na gestão), mostrando que estamos no caminho certo. Eu fiz questão de estar aqui hoje paraagradecer a vocês, pedir empenho nesse segundo turno e nos colocar à disposição porque temos muito o que fazer. É importante a vitória de Haddad em Pernambuco e ajudá-lo a ganhar em nível federal também”, enfatizou Paulo.

O presidente estadual Sileno Guedes, por sua vez, mostrou o quadro do PSB em Pernambuco, que elegeu as maiores bancadas de deputados estaduais e federais, além de ter eleito os parlamentares maisvotados do Estado.

“O PSB se apresenta como uma força importante e o que a gente trouxe aqui ratifica o que foi discutido na Executiva nacional na semana passada. É importante estarmos unidos para reforçarmos o nosso irrestrito apoio à Haddad no segundo turno”, declarou. O dirigente também comunicou a realização de um encontro com prefeitos da Frente Popular na próxima sexta-feira (19), em Gravatá, em prol da candidatura de Fernando Haddad.

Acompanhado de Dilson Peixoto, o senador Humberto Costa agradeceu o empenho da Frente Popular no primeiro turno e falou sobre a necessidade de vencer o candidato da oposição no segundo turno presidencial.

“Nossa vitória é fundamental para barrar caminho até a barbárie e para retomarmos um projeto que seja capaz de promover igualdade e inclusão para o povo brasileiro”, comentou.

Além da Executiva Estadual, o ato também contou com a participação de prefeitos da Região Metropolitana e da Mata Norte, além de deputados eleitos em 2018.

Arcoverde: gestão Wellington Maciel dá bola fora na educação

A educação do município de Arcoverde anda mal das pernas. Além de ser acusada de maquiar e reformas mal feitas nas escolas, o Prefeito Wellington Maciel tem mostrado desprezo pelo segmento. Desde o início da gestão, e mesmo após o seu retorno, em junho deste ano, com o fim do afastamento decretado pelo Tribunal Regional […]

A educação do município de Arcoverde anda mal das pernas.

Além de ser acusada de maquiar e reformas mal feitas nas escolas, o Prefeito Wellington Maciel tem mostrado desprezo pelo segmento.

Desde o início da gestão, e mesmo após o seu retorno, em junho deste ano, com o fim do afastamento decretado pelo Tribunal Regional Eleitoral, a gestão LW não tem feito o repasse de 25% do orçamento municipal para a pasta da Educação, acumulando um passivo de aproximadamente R$ 8 milhões.

Até dezembro deste ano, o município precisa investir R$ 8 milhões na Educação, em virtude da obrigatoriedade prevista na Constituição Federal. Wellington tem sido acusado de fazer da Prefeitura um “puxadinho”, economizando até mesmo onde a lei obriga investir.

O Secretário de Educação Antônio Rodrigues chegou a ser comparado com o personagem de TV Roberto Justus, por sua fixação em demitir e exonerar. Nos bastidores,  comenta-se a interferência e gestão paralela da Primeira-Dama, Rejane Maciel.

A ausência de aplicação do mínimo constitucional na educação, quais sejam, os 25% do orçamento local, pode resultar em responsabilização do prefeito e do Secretário Municipal por ato de improbidade administrativa e crime de responsabilidade.