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Paulo Jucá diz acreditar em Raquel, mas afirma que governo está “engatinhando”

Por Nill Júnior

Paulo Jucá (PSB), ex-candidato a deputado estadual e secretário de Planejamento e Saúde de São José do Egito falou em entrevista à Rede Pernambuco de Rádios e ao Blog do Alberes Xavier que Pernambuco não pode ficar muito tempo com um governo inoperante.

Para ele, a gestão da governadora Raquel Lyra (PSDB) ainda “está engatinhando” e necessita apresentar demandas mais concretas para a população.

“É um governo que ainda está engatinhando. Precisa de algumas ações mais concretas, mas a governadora Raquel Lyra é uma pessoa muito dedicada, séria, honesta e correta. Eu acredito que o governo vai se organizando e vai se desenvolvendo ao longo desse tempo. Pernambuco precisa e não pode ficar com um governo inoperante. A gente precisa de um governo operativo para que a gente consiga tirar do papel as ações e os serviços públicos que são tão importantes para os pernambucanos”

O grupo político que Paulo integra em São José do Egito tem com principal liderança o prefeito Evandro Valadares, que está em seu quarto mandato. No primeiro turno eles estiveram apoiando Danilo Cabral e no segundo turno embarcaram no projeto apresentado por Raquel, declarando apoio a tucana. A liderança deles na ragião do Pajéu ajudou muito a governadora no pleito estadual.

Ao comentar sobre a chegada de Danilo Cabral como novo superintendente da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Paulo Jucá falou que Danilo deve conseguir dar uma nova dimensão a relevância que o órgão tem.

“Danilo vai redimensionar a importância que a Sudene tem para o desenvolvimento de toda a Região. Ele, sendo um pernambucano que ama o estado, como é o caso, é claro que dará uma importância muito grande para que Pernambuco retome esse protagonismo não só no Nordeste, mas em todo o Brasil”, falou Paulo Jucá.

Outras Notícias

Grupo Ferreira formaliza rompimento com Paulo Câmara

Nota Há alguns meses o nosso grupo vem dialogando com vários segmentos da sociedade sobre a necessidade do Estado de Pernambuco iniciar um novo ciclo de mudança. A este Governo falta diálogo, capacidade administrativa e, principalmente, liderança. Hoje a sociedade cobra coragem nas posições políticas. Nós temos essa coragem e fazemos política por convicção. Não […]

Lula vai assumir Casa Civil, diz líder do PT na Câmara

Da Agência Brasil O líder do PT na Câmara, deputado Afonso Florence (BA), anunciou há pouco que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai assumir a Casa Civil da Presidência da República, no lugar de Jaques Wagner. Ontem (15), Lula se reuniu, no Palácio da Alvorada, por mais de quatro horas com a presidenta […]

luladilma_vnuH4YeDa Agência Brasil

O líder do PT na Câmara, deputado Afonso Florence (BA), anunciou há pouco que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai assumir a Casa Civil da Presidência da República, no lugar de Jaques Wagner.

Ontem (15), Lula se reuniu, no Palácio da Alvorada, por mais de quatro horas com a presidenta Dilma Rousseff e na manhã de hoje voltou ao palácio, por volta das 9h. Também estão no Alvorada os ministros da Casa Civil, Jaques Wagner, da Fazenda, Nelson Barbosa, e da Educação, Aloizio Mercadante.

Desde ontem, a possibilidade de Lula ser nomeado ministro de Dilma repercute entre deputados favoráveis e contrários ao governo. Os petistas apoiam a iniciativa por conta da habilidade política do ex-presidente, enquanto os oposicionistas classificam a hipótese como tentativa de blindá-lo das investigações da Operação Lava Jato.

Quaest: Pesquisa revela que 89% reprovam atos golpistas de 8 de janeiro

Um ano após os eventos que marcaram os atos golpistas de 8 de janeiro, uma pesquisa conduzida pela Genial/Quaest revelou que 89% dos entrevistados condenam veementemente as ações ocorridas naquele dia. Essa cifra indica uma queda de cinco pontos percentuais em relação a fevereiro do ano passado, quando a reprovação atingiu o pico de 94%. […]

Um ano após os eventos que marcaram os atos golpistas de 8 de janeiro, uma pesquisa conduzida pela Genial/Quaest revelou que 89% dos entrevistados condenam veementemente as ações ocorridas naquele dia. Essa cifra indica uma queda de cinco pontos percentuais em relação a fevereiro do ano passado, quando a reprovação atingiu o pico de 94%.

O levantamento, realizado entre os dias 14 e 18 de dezembro, envolveu 2.012 entrevistas presenciais, contemplando brasileiros com 16 anos ou mais em todos os estados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Os dados demonstram que apenas 6% dos entrevistados aprovam os atos golpistas, um leve aumento em comparação com os 4% registrados em fevereiro de 2023. A pesquisa evidencia uma opinião pública majoritariamente desfavorável aos eventos do último 8 de janeiro.

O percentual de reprovação é uniforme em todas as regiões do país, com números expressivos: Nordeste (91%), Sudeste (89%), Sul (87%), e Centro-Oeste e Norte (90%). Essa tendência se mantém consistente nos recortes por escolaridade, renda e faixa etária, com cerca de 90% de desaprovação.

Quando analisados os dados em relação às preferências políticas, 85% dos eleitores de Jair Bolsonaro (PL) desaprovam os acontecimentos, enquanto apenas 11% os aprovam. Por outro lado, entre os que votaram em Lula (PT) no segundo turno, a reprovação é ainda mais acentuada, atingindo 94%, com apenas 4% de aprovação.

A pesquisa também abordou a percepção sobre a influência de Jair Bolsonaro na organização dos atos golpistas. Os resultados indicam uma divisão entre os entrevistados, com 47% acreditando que o ex-presidente teve alguma influência, enquanto 43% discordam dessa afirmação. Em fevereiro do ano passado, esses números eram de 51% e 38%, respectivamente. A análise por voto no segundo turno revela que 76% dos eleitores de Lula acreditam na influência de Bolsonaro, contrastando com 81% dos que votaram no ex-presidente e negam tal influência.

A pesquisa também questionou se os participantes da invasão são percebidos como radicais ou representantes dos eleitores de Bolsonaro. A maioria esmagadora (51%) acredita que são radicais e não representam a base do ex-presidente, enquanto 37% pensam o contrário, considerando que os responsáveis pelos atos representam os eleitores de Bolsonaro.

Em suma, a pesquisa revela uma ampla reprovação dos atos golpistas ocorridos em 8 de janeiro do ano passado, destacando a discordância da maioria da população em relação a tais eventos.

Processo de licitação para gerenciamento da folha da Prefeitura de Tabira termina sem propostas

Por André Luis A Prefeitura de Tabira enfrenta dificuldades na contratação de serviços de processamento e gerenciamento da folha de servidores ativos, inativos, comissionados, estagiários, agentes políticos, pensionistas e fornecedores municipais. O processo de licitação encerrou-se em 9 de junho de 2023 sem nenhuma resposta por parte das instituições financeiras, sejam elas públicas ou privadas. […]

Por André Luis

A Prefeitura de Tabira enfrenta dificuldades na contratação de serviços de processamento e gerenciamento da folha de servidores ativos, inativos, comissionados, estagiários, agentes políticos, pensionistas e fornecedores municipais. O processo de licitação encerrou-se em 9 de junho de 2023 sem nenhuma resposta por parte das instituições financeiras, sejam elas públicas ou privadas.

O edital de convocação para a prestação do serviço foi publicado no dia 2 de junho de 2023, com o objetivo de selecionar uma instituição responsável pelo processamento e gerenciamento da folha de pagamento dos servidores e fornecedores da prefeitura. No entanto, segundo uma fonte em contato com o blog, nenhuma proposta foi submetida dentro do prazo estipulado.

Essa situação tem gerado polêmica e preocupação, especialmente entre os setores do comércio e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Tabira. Esses segmentos expressaram suas preocupações sobre possíveis prejuízos caso a população precise buscar agências bancárias em Afogados da Ingazeira e São José do Egito para receber seus pagamentos.

Diante dessas preocupações, a prefeitura argumenta que a possibilidade de portabilidade bancária permitirá que os servidores e fornecedores municipais escolham livremente a instituição financeira onde desejam receber seus pagamentos. No entanto, essa versão é questionada pelos setores econômicos de Tabira, que argumentam que a falta de um banco local poderia prejudicar a atividade econômica da cidade.

A ausência de propostas por parte das instituições financeiras revela uma dificuldade no interesse do mercado em assumir essa responsabilidade.

Enquanto isso, o diálogo entre a prefeitura, os setores econômicos locais e as instituições financeiras será fundamental para encontrar uma solução que atenda às necessidades dos servidores e da comunidade tabirense, evitando possíveis impactos negativos para a economia local. A transparência e a participação de todas as partes envolvidas serão essenciais para superar esse impasse e garantir o cumprimento das obrigações salariais e contratuais da prefeitura.

Farol de Notícias diz ter sido hackeado e fala em “motivação política”

Editores do Farol de Notícias, de Serra Talhada, informaram em nota que iniciaram mais um dia sem poder levar ao ar às últimas informações no site. “Até a manhã de ontem (terça-feira, 2) acreditávamos que o abalo era simples e que brevemente os técnicos resolveriam o problema. No entanto, após 48 horas, se fortalece a […]

Editores do Farol de Notícias, de Serra Talhada, informaram em nota que iniciaram mais um dia sem poder levar ao ar às últimas informações no site.

“Até a manhã de ontem (terça-feira, 2) acreditávamos que o abalo era simples e que brevemente os técnicos resolveriam o problema. No entanto, após 48 horas, se fortalece a hipótese de que o sistema foi rackeado e com fortes indícios de motivação política para tal crime”, diz o texto.

“Se confirmado o ataque, além de procurarmos a polícia para investigar o caso, emitiremos uma nota a toda imprensa do estado informando de quem e onde tem partido xingamentos e ameaças sofridas aos jornalistas e colaboradores do jornal no período de campanha eleitoral”, segue a nota.

E concluem: “Não iremos tolerar e silenciar diante esse tipo de censura à imprensa, visto que o FAROL sempre primou pela liberdade de expressão”.