Paulo Câmara faz caminhada em Abreu e Lima ao lado dos filhos de Eduardo Campos
Por Nill Júnior
Na tarde desta terça-feira (9), em Caetés I, no município de Abreu e Lima, o candidato ao Governo do Estado Paulo Câmara (PSB), participou de uma caminhada em baixo de chuva ao lado dos seus companheiros de chapa, Raul Henry (PMDB/vice) e Fernando Bezerra Coelho (PSB/senador), do prefeito Pastor Marcos José, que é filiado ao oposicionista PT, e dos filhos do ex-governador Eduardo Campos, João e Pedro.
“Vamos, cada vez mais juntos, continuar esse trabalho iniciado pelo nosso líder. Pernambuco quer continuar esse processo de transformações”, falou Paulo.
A aposentada Puranci Fragoso de França, 65 anos, revelou que ficou impressionada com o acúmulo de experiência pública na trajetória de Paulo. “Ele é muito novo e já fez tanta coisa. Fiquei feliz quando soube disso no guia eleitoral”, confessou. Além de passagens pelas secretarias de Administração, Turismo e da Fazenda, Paulo também traz no seu currículo atuação no Tribunal de Contas do Estado (TCE) e no Banco do Brasil.
Anfitrião, o prefeito Pastor Marcos José afirmou que Paulo Câmara passa a certeza de que o Estado seguirá no bom caminho a partir de 2015. “Miro nos teus olhos e enxergo o grande líder”, bradou o petista, em referência ao ex-governador Eduardo Campos. “Ele entregou em tuas mãos o desejo e o compromisso com Pernambuco”, completou.
Estação Notícias Internado no Hospital Unimed, em Caruaru, deste a ultima sexta-feira (29), o prefeito do Brejo da Madre de Deus, Hilário Paulo, teve nas últimas horas uma piora no quadro clínico. Ele precisou ser levado para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). De acordo com informações extra oficiais repassadas, nesta terça-feira (02) o prefeito […]
Internado no Hospital Unimed, em Caruaru, deste a ultima sexta-feira (29), o prefeito do Brejo da Madre de Deus, Hilário Paulo, teve nas últimas horas uma piora no quadro clínico.
Ele precisou ser levado para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).
De acordo com informações extra oficiais repassadas, nesta terça-feira (02) o prefeito foi entubado devido ao comprometimento pulmonar.
Familiares e amigos mais próximos da família confirmaram a informação de que o estado de saúde do prefeito é crítico e pediram oração para que Hilário possa sair dessa o mais rápido possível.
O prefeito é do grupo de risco e contraiu o coronavírus há pouco mais de uma semana.
Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (27) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB). Para 5% a gestão é ótima ou boa. Já 21% acham a gestão regular. Um total de 70% acham o governo ruim ou péssimo. Não sabem ou não responderam, 3%. Segundo o Ibope, a […]
Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (27) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB).
Para 5% a gestão é ótima ou boa. Já 21% acham a gestão regular. Um total de 70% acham o governo ruim ou péssimo. Não sabem ou não responderam, 3%.
Segundo o Ibope, a aprovação de 5% é o menor índice desde o início da série histórica do instituto, que teve início em março de 1986. Antes do resultado de Temer, o pior havia sido o do ex-presidente José Sarney, que em junho/julho de 1989 teve 7% de ótimo/bom.
O instituto de pesquisa ressaltou que, por conta da margem de erro da pesquisa de dois pontos percentuais para mais e para menos, tecnicamente Temer e Sarney estariam empatados.
O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 13 e 16 de julho e ouviu 2 mil pessoas em 125 municípios.
O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta quarta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
Lista de vacinados tem que ser publicada e atualizada. Quem furar a fila será exonerado A Prefeitura Municipal de Ouro Velho, na Paraíba, divulgou Decreto Municipal pelo qual proíbe que o prefeito, vice-prefeito, secretários municipais, vereadores e demais agentes políticos tomem as vacinas de combate ao COVID-19 até que todos os casos prioritários sejam vacinados. […]
Lista de vacinados tem que ser publicada e atualizada. Quem furar a fila será exonerado
A Prefeitura Municipal de Ouro Velho, na Paraíba, divulgou Decreto Municipal pelo qual proíbe que o prefeito, vice-prefeito, secretários municipais, vereadores e demais agentes políticos tomem as vacinas de combate ao COVID-19 até que todos os casos prioritários sejam vacinados.
O Decreto, assinado pelo prefeito Augusto Valadares, considera a Recomendação nº 001/2021 do Ministério Público do Estado da Paraíba, a necessidade de disciplinar e normatizar o uso e a devida aplicação de vacinas no combate ao COVID-19, inclusive com proibições e plano de aplicação imediata e o fato de que o município recebeu na 5ª Gerência Regional de Saúde apenas doze doses da vacina.
Pelo decreto, a Secretaria de Saúde deverá seguir, rigorosamente, todas as listas prioritárias de vacinação do Plano Nacional ao combate ao COVID-19, conforme etapas definidas pelo Governo Federal e Estadual. “É obrigatória a publicidade, em todos os meios necessários, das listas das pessoas que forem vacinadas, com nome e cargo exercido, visando assim oferecer a todos uma maior transparência do Plano de Vacinação nesta cidade”.
Os servidores municipais que descumprirem os termos do Decreto, caso sejam comissionados e/ou contratados, serão imediatamente exonerados e/ou terão contratos rescindidos, sendo servidor efetivo, será aberto, processo administrativo disciplinar para apuração dos atos praticados.
A lista pode ser conferida no portal da Prefeitura de Ouro Velho. Pelo que se tem notícia, é a primeira prefeitura no estado a tomar essa decisão, evitando qualquer possibilidade da tentativa de furar fila no município, como tem se visto no país com ampla repercussão. Clique aqui e confira o decreto.
A encenação deste ano conta com várias novidades, entre elas, a participação de atores autistas Por Sebastião Araújo – Especial para o blog “A emoção fica à flor da pele”. É este o sentimento do ator Bosco Araújo, que interpreta Jesus Cristo no Drama da Paixão encenado em Triunfo, no Sertão do Pajeú. O espetáculo […]
A encenação deste ano conta com várias novidades, entre elas, a participação de atores autistas
Por Sebastião Araújo – Especial para o blog
“A emoção fica à flor da pele”. É este o sentimento do ator Bosco Araújo, que interpreta Jesus Cristo no Drama da Paixão encenado em Triunfo, no Sertão do Pajeú. O espetáculo representado pela Companhia de Teatro Nós em Cena, e com coordenação geral de Bruno Alves, pode ser visto nesta quinta-feira (28) e amanhã (29), de graça, no Parque Iaiá Medeiros Gastão, conhecido como Via Verde, na região central da cidade, às 19 horas.
Com um elenco de mais de 70 participantes, entre elenco e técnicos, a montagem, tida como a segunda mais antiga de Pernambuco, traz muitas novidades, sendo uma das principais, o trabalho com atores autistas. Além disso, o espetáculo ganhou duas novas cenas, ficando 17 ao todo, com a introdução do Sepultamento e a Ressurreição de Jesus Cristo. Dois novos personagens também foram inseridos, José de Arimateia e Nicodemos. O Drama da Paixão de Cristo de Triunfo ainda conta com intérprete de libras e rampa de acessibilidade para cadeirantes.
A questão inter-racial ganha ênfase na montagem através do papel de Maria, mãe de Jesus Cristo, que é desempenhado por uma atriz negra, Ana Oliveira, no segundo ano de atuação consecutiva. “Num primeiro momento, as pessoas ficaram impactadas porque sempre conceberam Maria como uma mulher branca. Porém, depois de assistirem ao espetáculo, demonstraram entendimento e o acolhimento para como o meu desempenho e o personagem. Me senti gratificada por fazer as pessoas refletirem sobre a questão das relações inter-raciais”, revela a responsável por um dos principais papeis da Paixão.
A cada ano são feitas interferências contemporâneas na encenação sem deturpar a história original. As 17 cenas da atual montagem trazem os tumultos que a presença de Cristo causou ao redor do Templo sagrado, os atritos com os fariseus, a Última Ceia, a traição, prisão, julgamento, flagelação, Crucificação, Sepultamento e Ressurreição. A estrutura cenográfica natural da Via Verde permite que o público acompanhe a peça naquele que é considerado o primeiro teatro ao ar livre do Sertão pernambucano.
O Nós em Cena já tem um tempinho de estrada. Foi fundado em 2012, com a montagem da peça “O rico avarento” de Ariano Suassuna. De lá para cá, não parou mais, sendo o espetáculo da Paixão atualmente o seu carro-chefe. O grupo também monta, a cada ano, no Natal, o musical “Jesus, o Messias esperado”, de Teco de Agamenon, com direção geral de Bruno Alves.
O Drama da Paixão tem patrocínio da Prefeitura Municipal de Triunfo, através da Secretaria de Turismo, Desenvolvimento e Lazer e Fundarpe. A cidade ainda programou para a Semana Santa a quarta edição do Festival de Queijos, Vinhos e Delícias de Triunfo. O evento acontece a partir desta quinta-feira e se estende até o sábado, todas as noites, no Pátio de Eventos Maestro Madureira, contando, inclusive, com a participação de 21 expositores, entre eles, viticultores da região do Tejo, em Portugal.
A presidente Dilma Rousseff obteve nesta quinta-feira uma vitória importante no Supremo Tribunal Federal (STF) com o reconhecimento da autonomia do Senado para barrar o impeachment contra a petista, mesmo após eventual aprovação do processo na Câmara. Oito dos onze ministros da Corte admitiram a tese governista de que os deputados apenas autorizam o andamento […]
A presidente Dilma Rousseff obteve nesta quinta-feira uma vitória importante no Supremo Tribunal Federal (STF) com o reconhecimento da autonomia do Senado para barrar o impeachment contra a petista, mesmo após eventual aprovação do processo na Câmara.
Oito dos onze ministros da Corte admitiram a tese governista de que os deputados apenas autorizam o andamento do processo, mas a decisão não vincula a instauração do impeachment no Senado. Pela decisão, somente aprovação por maioria simples dos senadores instaura o procedimento o que geraria afastamento de Dilma do cargo por 180 dias.
Antes mesmo do final do julgamento, com o indicativo favorável, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, já comemorava o resultado: “O trem entrou nos trilhos. E os trilhos são retos e não tortos”, afirmou o ministro. O advogado do PT, Flávio Caetano, disse que o STF definiu as regras do jogo e invalidou “atos arbitrários” do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Para o governo, deixar nas mãos do Senado a definição sobre o impeachment traz um alívio inicial no processo porque joga para o futuro o eventual afastamento de Dilma – decisão mais drástica e considerada praticamente irreversível – e ainda deixa espaço para discussões políticas na Casa.
Até o momento, o Senado tem base aliada mais fiel do que a da Câmara dos Deputados, conduzida pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rompido com o governo.
O julgamento de hoje dividiu o Tribunal em duas linhas. A maioria seguiu proposta do ministro Luís Roberto Barroso, que abriu a divergência com a decisão do relator, ministro Luiz Edson Fachin. O voto de Fachin, apresentado em plenário na quarta-feira, 16, foi desfavorável ao governo.
Ao discutir o papel do Senado, Barroso afirmou que a Casa não é um “carimbador de papeis da Câmara”. “Não tem sentido, numa matéria de tamanha relevância, estabelecer relação de subordinação institucional do Senado à Câmara”, concordou o decano do Tribunal, Celso de Mello.
Ficaram vencidos na discussão os ministros Fachin, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Os três entendiam que a decisão dos deputados vinculava a instauração do processo de impeachment pelo Senado.
Comissão
Também por maioria, os ministros derrubaram a eleição da comissão especial do impeachment formada na Câmara na semana passada. Em votação secreta, os deputados elegeram 39 integrantes para o grupo oriundos de chapa formada por oposicionistas e dissidentes da base.
Os ministros da Corte entenderam, no entanto, que não são admitidas candidaturas avulsas e que a eleição deveria ter sido realizada de forma aberta, e não secreta. Pelo voto de Barroso, a comissão especial fica anulada.
“Mistério, segredo e democracia não combinam”, disse o ministro Luiz Fux em voto, ao seguir Barroso. Sem a candidatura avulsa, cada deputado que quiser se eleger deverá ser indicado pelo líder partidário o que inviabiliza o voto em dissidentes. A eleição para homologar a escolha dos líderes, pela definição do Supremo, deve ser secreta.
No julgamento, os ministros ratificaram o rito que já foi seguido no impeachment do ex-presidente e hoje senador Fernando Collor (PTB-AL) e rejeitaram, por exemplo, a exigência de defesa prévia da presidente Dilma antes da abertura do processo de impeachment.
O argumento era usado pela base governista para alegar que o ato do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de receber a denúncia de impedimento de Dilma deveria ser anulado. O próprio governo já admitia que este seria um dos pontos mais difíceis de obter indicação favorável no Supremo.
O ministro Gilmar Mendes, um dos vencidos na discussão, adotou posicionamento duro na Corte ao sugerir que o Tribunal estava interferindo no processo do impeachment. Ele usou seu pronunciamento para fazer críticas à situação atual do País. “Estamos de ladeira abaixo, sem governo, sem condições de governar”, disse Mendes.
Nesta sexta-feira, na sessão de encerramento do Judiciário, os ministros ainda devem revisar os votos.
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