Em sessão ordinária desta segunda-feira (22), os vereadores realizaram a segunda votação do parecer Nº 009/2017, de autoria dos vereadores Antônio de Antenor, Jaime Inácio, Vera Gama, Gilson Pereira e Rosimério de Cuca, que modifica o Art. 33 da Lei Orgânica – o fim do recesso parlamentar de 60 dias.
Foram 10 (dez) votos favoráveis pela mudança à Lei Orgânica. Ou seja, 10 votos pela redução do recesso e 6 (seis) votos contra. Eram necessários 11 votos, para assegurar a emenda, que reduzia o recesso de 60 dias para 30 dias, que acabou sendo derrotada.
Segundo o blogueiro Júnior Campos, o vereador Paulo Melo que faltou na primeira votação estava presente na sessão ordinária desta segunda-feira (22) e votou contra a emenda. Jaime Inácio que votou na primeira votação pela redução do recesso não compareceu a sessão. Então por um voto, a emenda foi derrubada.
Em Serra Talhada, os vereadores vão continuar com 60 dias de férias no ano. A decisão, claro, repercutiu negativamente na Capital do Xaxado, onde a maioria dos mortais , quando tem, só chegam a 30 dias de férias. Registre-se, a Câmara de Serra só tem uma sessão por ano.
O prefeito Djalma Alves (PSB), de Solidão, no Sertão do Pajeú, interior de Pernambuco, esteve cumprindo agenda na zona rural do município. O chefe do executivo esteve visitando as obras da construção da praça do povoado de Pelo Sinal e a passagem molhada que está sendo construída no sítio Oítis. No povoado o gestor esteve […]
O prefeito Djalma Alves (PSB), de Solidão, no Sertão do Pajeú, interior de Pernambuco, esteve cumprindo agenda na zona rural do município.
O chefe do executivo esteve visitando as obras da construção da praça do povoado de Pelo Sinal e a passagem molhada que está sendo construída no sítio Oítis.
No povoado o gestor esteve acompanhado da equipe de Engenharia. Na oportunidade os técnicos aprovaram o trabalho que está tendo o cronograma cumprido.
Já na comunidade do sítio Oítis, Djalma esteve com o engenheiro André Silva, vistoriando os trabalhos da passagem molhada, atendendo uma reivindicação dos moradores, que utilizam o local para se locomover no dia a dia.
O Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco (DER-PE) rebateu as acusações feitas pelo prefeito de Carnaíba, Berg Gomes, e informou os motivos que levaram ao recolhimento dos equipamentos cedidos ao município. Segundo o órgão, a medida seguiu critérios técnicos e legais, sem qualquer motivação política. A cessão dos bens — um rolo compactador, dois […]
O Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco (DER-PE) rebateu as acusações feitas pelo prefeito de Carnaíba, Berg Gomes, e informou os motivos que levaram ao recolhimento dos equipamentos cedidos ao município. Segundo o órgão, a medida seguiu critérios técnicos e legais, sem qualquer motivação política.
A cessão dos bens — um rolo compactador, dois caminhões caçamba e um caminhão F-4000 — foi firmada em março de 2021 por prazo de 12 meses. De acordo com o DER-PE, o período expirou há mais de três anos, o que por si só já justificaria a solicitação de devolução. No entanto, uma vistoria realizada em setembro de 2025 agravou o cenário: dois dos equipamentos foram encontrados em estado de sucateamento, e os demais apresentavam condições consideradas precárias.
Ainda em setembro, a prefeitura pediu um prazo adicional de 60 dias para organizar a entrega dos veículos que ainda funcionavam, mas o período expirou sem que todos os bens fossem devolvidos. Os caminhões F-4000 e F-14000 só foram recolhidos no dia 5 de dezembro. O DER-PE afirma que aguarda a entrega dos demais equipamentos e as justificativas formais da gestão municipal sobre os danos identificados.
O departamento reforça que a ação visa proteger o patrimônio público estadual e que, após o encerramento do processo de devolução, será realizada uma avaliação técnica detalhada para apurar eventuais prejuízos e responsabilidades. Segundo o órgão, o procedimento é padrão e segue as normas de fiscalização do uso de bens cedidos a prefeituras.
A solicitação de devolução ganhou repercussão após declarações públicas de Berg Gomes, que classificou a ação como “mesquinha” e direcionada pela governadora Raquel Lyra. O DER-PE nega qualquer motivação política e afirma que a decisão está amparada exclusivamente em critérios administrativos e na defesa do erário. Leia abaixo a íntegra da nota:
O Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco (DER-PE) esclarece que a devolução dos equipamentos cedidos ao município de Carnaíba foi solicitada devido ao vencimento do prazo de cessão e ao estado de deterioração identificado em vistoria.
A cessão, firmada em março de 2021 por 12 meses, incluía um rolo compactador, dois caminhões caçamba e um caminhão F-4000. Em setembro de 2025, o órgão pediu a devolução após constatar que dois equipamentos estavam sucateados e os demais em condição precária.
Em setembro, a prefeitura solicitou 60 dias para organizar a entrega dos bens que ainda funcionavam, prazo já prescrito. Os caminhões F-4000 e F-14000 foram recolhidos em 5 de dezembro. O DER-PE ainda aguarda a devolução dos demais equipamentos e as justificativas formais sobre os danos identificados.
O DER-PE reforça que a medida visa exclusivamente proteger o patrimônio público. Após concluída a devolução, será realizada avaliação técnica para apurar possíveis prejuízos e responsabilidades.
Congresso em Foco Um bate-boca marcou a sessão dessa sexta-feira (31) do Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF). Enquanto o conselheiro Nicolao Dino fazia críticas às declarações do procurador-geral da República, Augusto Aras, sobre a operação Lava Jato, o PGR interrompeu o colega. “Vossa Excelência, com o peso da autoridade do cargo que exerce, […]
Um bate-boca marcou a sessão dessa sexta-feira (31) do Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF). Enquanto o conselheiro Nicolao Dino fazia críticas às declarações do procurador-geral da República, Augusto Aras, sobre a operação Lava Jato, o PGR interrompeu o colega.
“Vossa Excelência, com o peso da autoridade do cargo que exerce, e evocando o pretexto de corrigir rumos ante os supostos desvios das forças-tarefas fez graves afirmações em relação ao funcionamento do Ministério Público Federal em debate com advogados”, disse o subprocurador Nicolao Dino.
“Conselheiro Nicolao Dino, essa sessão é para o orçamento. Solicito a Vossa Excelência que reserve suas manifestações pessoais e de seus colegas, meus colegas, para após a sessão”, disse Aras.
As manifestações foram seguidas por um bate-boca entre as partes. “O regimento interno me faculta o uso da palavra”, apontou Nicolao Dino. “Não faz sentido que se cerceie o uso da palavra por parte de um membro desse conselho. Isso nunca aconteceu nesse colegiado”.
Aras disse que daria a palavra ao conselheiro após a votação do orçamento. Disse ainda que ia “replicar os pretextos” “com a documentação que disponho em mãos”. Ao que Nicolao Dino insistiu. “O regimento interno me assegura a palavra no início da sessão.”
“Não aceitarei ato político em uma sessão de orçamento. Depois do orçamento teremos a manifestação da sessão ordinária e vossa excelência poderá falar à vontade”, rebateu Aras.
Os subprocuradores Luiza Frischeisen e José Adonis Callou de Araújo Sá intercederam a favor de Nicolao Dino. “Acho importante que todos se manifestem nesse colegiado. Que possamos debater com Vossa Excelência como Vossa Excelência tem debatido com outros profissionais de direito”, defendeu Luiza.
Já José Adonis disse não ver “qualquer impedimento a que o conselheiro manifeste sua opinião sobre temas caros à instituição e que estão na pauta, que foram objeto da manifestação pública de vossa excelência em debates com outras instâncias”. “Os debates sobre outros assuntos podem ocorrer no âmbito do Conselho Superior do MPF”.
Aras encerrou a discussão dizendo que não faltaria tempo para o debate, mas sugeriu que sessão iniciasse pela análise do orçamento. “Sobrará tempo suficiente para todos nós nos manifestarmos. Eu pondero a todos que a palavra será amplamente aberta”, disse.
No fim da tarde, os subprocuradores emitiram uma carta aberta endereçada a Aras onde repudiam a atitude do PGR.
A A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) manifestou solidariedade aos subprocuradores após a discussão desta tarde. “O respeito ao MPF e a manutenção do decoro em seu órgão máximo, o Conselho Superior, devem ser observados por todos os membros da instituição e, principalmente, o PGR. Exatamente por isso, as falas registradas no início da noite desta sexta-feira são inaceitáveis”, diz a nota.
A ANPR diz ainda que “os conselheiros superiores do MPF constituem o mais alto colegiado, eleitos por seus pares como representantes de toda a classe. A agressão a qualquer deles é, assim, uma agressão a todas as procuradoras e procuradores da República e à própria instituição. A respeitosa convivência diante de divergências de pensamento é a tradução do regime democrático que deve se pautar igualmente pela observância da urbanidade e da igualdade de gênero”.
Na terça-feira Aras disse que sua gestão busca uma unidade para o Ministério Público Federal (MPF). O procurador-geral também aproveitou a ocasião para fazer críticas à força-tarefa da Operação Lava Jato. “Agora é a hora de corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure”, afirmou.
O Ministério Público Federal (MPF) afirmou na quarta-feira (29) que as informações prestadas pelo PGR são objeto de investigação que corre em sigilo na Corregedoria MPF. Diferentes políticos repudiaram a fala de Aras, bem como a própria força-tarefa e A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR).
Prefeitos das cidades sertanejas que tem polo carnavalesco estão aguardando posição do estado para segui-lo integralmente. Cidades como Triunfo, Arcoverde, Pesqueira, Afogados, Petrolina e Salgueiro só autorizarão a festa se o estado disser sim. A informação foi da Coluna do Domingão com base em depoimentos de prefeitos e assessores. Hoje, há vários motivos que explicam […]
Prefeitos das cidades sertanejas que tem polo carnavalesco estão aguardando posição do estado para segui-lo integralmente. Cidades como Triunfo, Arcoverde, Pesqueira, Afogados, Petrolina e Salgueiro só autorizarão a festa se o estado disser sim.
A informação foi da Coluna do Domingão com base em depoimentos de prefeitos e assessores.
Hoje, há vários motivos que explicam porque, se tivessem que tomar a decisão hoje, Paulo Câmara, André Longo e cia estariam decididos a não realizar a festa de momo.
O primeiro é sanitário e epidemiológico. Há um número importante de pessoas que não tomaram a segunda dose, praticamente 600 mil pessoas em Pernambuco, grande parte no público alvo que costuma participar da festa de momo.
Como um dos maiores polos de folia do mundo, Pernambuco costuma atrair milhares de turistas de outros estados e de fora, inclusive países europeus, alguns no foco da chamada quarta onda. A notícia da chegada de uma nova variante africana, ainda mais transmissível, é o que se pode chamar de pá de cal no desejo e na esperança de quem vive ou participa de alguma forma da festa.
O que falta é uma declaração mais incisiva de Paulo Câmara, como já fizeram Rui Costa na Bahia e Camilo Santana, no Ceará. Aqui, pressionado pelo setor de eventos, o governador ainda não bateu o pé. Deveria.
Faltou só explicar o fator político, também presente na decisão: 2022 é ano eleitoral. O staff do governo avalia que não vale a pena correr o risco de, após a festa, administrar um novo surto em virtude das aglomerações e pagar um preço eleitoral em outubro.
Nesta segunda na sessão da Câmara de Arcoverde, o presidente Luciano Pacheco reacendeu o debate sobre a volta da representação de Arcoverde na ALEPE. Pacheco destacou que em tempos de eleição candidatos aparecem em Arcoverde apenas para angariar votos e que depois de eleitos, somem da cidade sem mandar nenhuma emenda para o município, que […]
Nesta segunda na sessão da Câmara de Arcoverde, o presidente Luciano Pacheco reacendeu o debate sobre a volta da representação de Arcoverde na ALEPE.
Pacheco destacou que em tempos de eleição candidatos aparecem em Arcoverde apenas para angariar votos e que depois de eleitos, somem da cidade sem mandar nenhuma emenda para o município, que perde prestígio e não tem a quem cobrar, e também chamou a atenção para o fato de o atual prefeito, Zeca Cavalcanti, já ter manifestado apoio a nomes como Gustavo e Marcelo Gouveia, de Carpina, para deputados nas próximas eleições.
Sem contestar a decisão do chefe do Executivo, segundo o Olha Aqui Notícias, o presidente da Câmara sugeriu que o tema seja debatido de forma mais ampla, considerando os interesses e o fortalecimento político de Arcoverde.
Luciano disse respeitar a decisão do prefeito, mas acredita que o momento que Arcoverde vive é ímpar, estando com os 10 vereadores unidos, um governo municipal bem avaliado e com grande prestígio, uma força política que não se via há tempos, e que este cenário precisa ser aproveitado. Ele deixou claro não ser candidato.
No LW Cast
Nesta quinta, o LW Cast, da TV LW, com retransmissão da Itapuama FM, recebe o vereador e Presidente da Câmara. Nas redes sociais, a fala de Luciano vem dando o que falar. Você concorda ou não com Luciano? Nesta quinta, 7 da noite participe do LW Cast, com Luciano Pacheco. Acompanhe na TV LW On Line no YouTube e na Itapuama FM, 92,7.
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