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Pajeú realiza sabatinas com candidatos à Prefeitura de Afogados dias 29 e 30

Por Nill Júnior

A Rádio Pajeú FM formalizou os convites para realizar a primeira série de entrevistas com candidatos à Prefeitura de Afogados da Ingazeira.

As entrevistas ocorrerão nos dias 29 e 30 de agosto, quinta e sexta-feira, sempre começando às 10h, com uma hora e trinta de duração, e tempo líquido menor, abstraído o intervalo comercial.

No primeiro bloco, perguntas do comunicador Nill Júnior, das 10h00 às 10h20.

No bloco 2, perguntas dos ouvintes, até as 10h50. Só serão permitidas perguntas por escrito no WhatsApp da Rádio Pajeú.

No bloco 3,das 10h40 às 11h15:

Perguntas dos jornalistas e blogueiros Micael Lima (PanoramaPE), Marcelo Patriota, Romero Moraes (Mais Pajeú) e Júnior Finfa (Blog do Finfa).

Por fim, no bloco 4, candidato pergunta a candidato. A pergunta deve ser enviada à emissora e comunicador Nill Júnior pelos telefones (87) 9-9956-1213- e (87) 9-9606-3543 até cinco minutos antes da realização do debate. A emissora se reservará ao direito de só revelar a pergunta ao vivo.

Observações:

O sorteio com a ordem de participação será realizado quarta-feira, 28, às 10h30, ao vivo, no programa Manhã Total, com a possibilidade de presença de assessores dos dois candidatos (um de cada);

Em todo o debate, não serão permitidas perguntas que atinjam a honra dos candidatos. O mediador garantirá a condução responsável, sem agressões pessoais.

Questionamentos no âmbito político e do debate administrativo serão possíveis, serem respeitando o limite do bom ambiente democrático.

Caso o roteiro seja esgotado sem que se alcance o tempo total até 11h30, a emissora poderá acrescentar novas perguntas dos ouvintes e do comunicador Nill Júnior, até chegar o tempo pactuado.

Agenda de sabatinas e debates 

A primeira série de entrevistas com os candidatos a vices está programada para os dias 4 e 5 de setembro, sempre por ordem de sorteio e com regras similares.

Quanto aos debates, o primeiro será dia 12 de setembro, às 10 horas, nos estúdios da Pajeú. O último, dia 3 de outubro, também às 10 horas no mesmo local. Haverá também o debate com os candidatos a vice, dia 16 de setembro.

Na região, com as mesmas regras e local, estão programados os debates com os candidatos de Carnaíba (17 de setembro),Iguaracy (18 de setembro), Ingazeira (24 de setembro), Tabira (26 de setembro), Tuparetama (1 de outubro) e São José do Egito (dia 2 de outubro).

Outras Notícias

PF vai abrir inquérito sobre monitoramento a secretário de João Campos

Investigação ocorre após decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF  A Polícia Federal vai abrir um inquérito para investigar suposta arapongagem praticada por agentes da Polícia Civil de Pernambuco contra integrantes da prefeitura de Recife. No fim de janeiro, o ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou que a corporação analisasse a “existência de elementos mínimos […]

Investigação ocorre após decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF 

A Polícia Federal vai abrir um inquérito para investigar suposta arapongagem praticada por agentes da Polícia Civil de Pernambuco contra integrantes da prefeitura de Recife.

No fim de janeiro, o ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou que a corporação analisasse a “existência de elementos mínimos que indiquem a possível prática de infrações penais”. Agora, a decisão foi por formalizar um inquérito.

A determinação de Gilmar ocorreu devido a uma denúncia de que o secretário de Articulação Política e Social, Gustavo Queiroz Monteiro, estaria sendo alvo de rastreamento pela Polícia Civil.

As suspeitas aqueceram a pré-campanha no estado, já que o prefeito João Campos (PSB) deve concorrer contra a atual governadora, Raquel Lyra (PSD). A informação é da VEJA.

João Gomes se apresenta nesta quinta-feira na Festa de Novembro em Ouro Velho

Festa também terá apresentações de Jackson Monteiro & Pedro Neto, Marcynho Sensação e Felipe Amorim Por André Luis Nesta quinta-feira (03/10), acontece em Ouro Velho, na Paraíba, a primeira edição da Festa de Novembro.  Segundo o prefeito, Augusto Valadares, esta será a primeira vez que a festa será realizada, mas pretende incluí-la no calendário oficial […]

Festa também terá apresentações de Jackson Monteiro & Pedro Neto, Marcynho Sensação e Felipe Amorim

Por André Luis

Nesta quinta-feira (03/10), acontece em Ouro Velho, na Paraíba, a primeira edição da Festa de Novembro. 

Segundo o prefeito, Augusto Valadares, esta será a primeira vez que a festa será realizada, mas pretende incluí-la no calendário oficial de festividades do município.

“Novembro é o mês em que se comemora a padroeira de Ouro Velho, Nossa Senhora das Graças. Vamos fazer com que esta festa faça parte da tradição da cidade”. Informou Augusto.

A festa será realizada no Estádio Municipal da cidade, que tem capacidade para 34 mil pessoas. “A estrutura  será ainda melhor que a do Arraiá do Doutor”, afirmou.

Além de João Gomes que está previsto para se apresentar à 1h da madrugada, o evento terá ainda os shows de Jackson Monteiro & Pedro Neto, previsto para subir ao palco às 20h, Marcynho Sensação, que deve se apresentar às 21h e Felipe Amorim com horário previsto de subir ao palco às 23h.

O prefeito Augusto Valadares informou sobre algumas orientações para o público que irá prestigiar a festa. 

“A entrada é gratuita, mas pedimos para que quem puder leve 2kg de alimentos não perecível. E vale lembrar que a entrada de recipientes de vidro está proibida”, lembrou Augusto. 

Sobre a estrutura da festa, Augusto disse que contará com 125 pessoas na segurança do evento. Sendo 38 policiais militares, 6 policiais civis, 65 seguranças privados, 10 bombeiros civis e 6 bombeiros militares. 

Ainda segundo o prefeito, o sistema de identificação facial que permitiu precisar com 

com exatidão o público presente no Arraiá do Doutor, voltará a ser usado.

A festa contará ainda com 12 bares, 40 banheiros químicos, 2 banheiros com acessibilidade, praça de alimentação e o piso Easyfloor. 

O estacionamento privado, ao lado do Estádio Municipal, tem capacidade para 700 carros e mil motos, todo cercado e contará com seguranças.

Pernambuco confirma cinco casos da variante P.1 do coronavírus, mostra estudo da Fiocruz

Resultados positivos para a variante foram identificados em quatro mulheres e um homem, com idades entre 21 e 70 anos Cinco amostras biológicas de pernambucanos com Covid-19 tiveram resultados confirmados para a variante P.1, originária do Amazonas. O resultado do sequenciamento genético foi divulgado nesta quinta-feira (25) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O trabalho foi […]

Resultados positivos para a variante foram identificados em quatro mulheres e um homem, com idades entre 21 e 70 anos

Cinco amostras biológicas de pernambucanos com Covid-19 tiveram resultados confirmados para a variante P.1, originária do Amazonas. O resultado do sequenciamento genético foi divulgado nesta quinta-feira (25) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O trabalho foi realizado pelo Instituto Aggeu Magalhães, vinculado à Fiocruz no Estado. Os resultados positivos para a variante foram identificados em quatro mulheres e um homem, com idades entre 21 e 70 anos.

De acordo com a Fiocruz, os pacientes são residentes do Recife (3), Jaboatão dos Guararapes (1) e Petrolina (1). Todos adoeceram entre janeiro e março deste ano.

Ao todo, foram submetidas 90 amostras a pedido da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE). No entanto, apenas 45 tiveram condições de finalização do processo.

Das 90, 80 foram encaminhadas ao Aggeu Magalhães pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen-PE). As amostras foram escolhidas de forma aleatória e contemplando todas as regiões do Estado. Outras dez foram de funcionários do próprio instituto. 

Todo o trabalho foi feito no laboratório de nível de biossegurança 3 (NB3) e na central de sequenciamento dessa unidade da Fiocruz. O processo para preparo das amostras, extração do RNA e posterior sequenciamento e análise dos dados leva, em média, duas semanas.

“Nosso resultado corrobora que a variante P.1 é a que domina a pandemia em Pernambuco, conforme já havia sido apontado em comunicado técnico do Observatório Covid-19 da Fiocruz. Até o momento, analisamos poucas sequências dos meses de fevereiro e março, porém esse trabalho prossegue e aumentará o volume de informações disponíveis”, destaca o pesquisador da Fiocruz Pernambuco Gabriel Wallau.

Já o secretário estadual de Saúde, André Longo, diz que esse achado científica era esperado pela circulação da P.1 em diversos estados e a constante circulação de pessoas em Pernambuco. 

“É importante ter essa confirmação, mas nosso trabalho contra a Covid-19 continua sendo através do uso correto da máscara, da higienização das mãos e do distanciamento e isolamento social, além da vacinação. Só com o seguimento correto de todas as medidas sanitárias conseguiremos superar essa grave crise de saúde pública e evitar ainda mais mortes de entes queridos”, afirmou.

Histórico

Além das amostras com resultados confirmados nesta quinta, o Aggeu Magalhães havia identificado dois casos da P.1 em pacientes de Manaus que vieram receber atendimento hospitalar em Pernambuco.

Na época, foram analisadas 44 amostras biológicas que tinham confirmação para a Covid-19. Desse total, quatro eram de pacientes do Amazonas e duas foram confirmadas com a nova variante.

Outras 36 – todas negativas para a P.1, mas com outras linhagens que circulavam previamente do Brasil – foram escolhidas de forma aleatória e contemplaram pernambucanos de todas as 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres), inclusive do arquipélago de Fernando de Noronha. 

Em outras quatro, também de pernambucanos, não foi possível realizar o trabalho devido às condições das amostras.

Investigações revelam quadrilhas e ganho milionário por trás do desmate

Alguns dos casos investigados pela força-tarefa envolvem altas somas nos mais variados crimes ambientais Estadão conteúdo Corrupção, formação de quadrilha, trabalho escravo, violência, grilagem, roubo de madeira. O desmatamento ilegal da Amazônia se insere em um conjunto de crimes que vai muito além do ambiental e envolve custos – e ganhos – milionários. Investigações da […]

Foto: João Laet / AFP

Alguns dos casos investigados pela força-tarefa envolvem altas somas nos mais variados crimes ambientais

Estadão conteúdo

Corrupção, formação de quadrilha, trabalho escravo, violência, grilagem, roubo de madeira. O desmatamento ilegal da Amazônia se insere em um conjunto de crimes que vai muito além do ambiental e envolve custos – e ganhos – milionários. Investigações da força-tarefa Amazônia, do Ministério Público Federal, demonstram que há elaboradas organizações criminosas por trás do problema. Nesse processo, as queimadas são apenas a sua face mais visível.

“Não vou ignorar que existe sim o desmatamento da pobreza, que é para fins de subsistência, mas o que realmente dá volume, o desmatamento de grandes proporções, que é o objeto de preocupação, é outro. No sul do Amazonas vimos cortes de 200, 500, 1 mil hectares (cada hectare equivale a cerca de um campo de futebol) de uma só vez. E isso quem faz é o fazendeiro já com rebanho considerável que quer expandir para uma área que não é dele. É o grileiro que invade uma terra pública. Não tem nada a ver com pobreza”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo o procurador Joel Bogo, no Amazonas.

O custo para fazer um desmatamento desses é alto. Segundo ele, é de no mínimo R$ 800 por hectare, mas pode chegar a R$ 2 mil. “Depende das condições. Se tem muitas motosserras, por exemplo, ou se usa correntão. Um trator esteira, para abrir os ramais (estradas), custa centenas de milhares de reais. Em um desmate no Acre de 180 hectares, o Ibama encontrou 35 pessoas trabalhando ao mesmo tempo. Em condições análogas à escravidão”, relata.

Em pouco mais de um ano, o esforço da Procuradoria, que envolveu o trabalho de 15 procuradores em Amazonas, Rondônia, Amapá, Acre e Pará, resultou em seis operações com ações penais já ajuizadas Só no Amazonas, 33 pessoas foram denunciadas criminalmente.

Alguns dos casos investigados pela força-tarefa envolvem altas somas nos mais variados crimes ambientais. Um caso é o de uma família denunciada por extrair ilegalmente ouro ao longo de quase dez anos em garimpo no Amapá. A Polícia Federal estimou que o grupo tenha lucrado cerca de R$ 19 milhões. Em outro caso, de extração de madeira na terra indígena Karipuna, em Rondônia, o dano ambiental foi calculado em mais de R$ 22 milhões.

Nove pessoas e duas empresas foram denunciadas por invadir e lotear a terra indígena. Laudo da Política Federal descreveu grandes áreas desmatadas e construções sendo feitas para ocupação humana, sob a falsa promessa de regularização da área. A operação descreve que o desmate no local saltou de 1.195,34 hectares (de 2016 a 2017) para 4.191,37 hectares no ano seguinte.

Para Bogo, um dos casos mais exemplares foi o da Operação Ojuara, na qual o MPF denunciou 22 pessoas por corrupção, constituição de milícia privada, divulgação de informações sigilosas, lavagem de dinheiro e associação criminosa, em um processo que ocorria há anos no Acre e no Amazonas.

“Para levar a cabo o desmatamento e a grilagem (apropriação de terra pública e falsificação de documentos para, ilegalmente, tomar posse dessa terra), alguns fazendeiros tinham ramificação até em órgãos públicos”, diz Bogo. Segundo ele, havia crimes como falsidade em cartório e corrupção de servidor público. “Era um grupo organizado, que atuava até com georreferenciamento. Havia toda uma divisão de tarefas que leva à conclusão de que se tratava de crime feito de modo organizado.”

Grilagem

O desmate para especulação imobiliária é outra face do problema. A floresta é derrubada apenas para poder ser vendida. “Com floresta em pé, a terra vale pouco. O que valoriza é a derrubada Área pronta para pasto é muito mais cara”, resume Bogo.

Estudo publicado em junho na revista Environmental Research Letters mostra que grande parte dos lucros da grilagem se dá com estímulos da própria legislação. O trabalho avaliou o impacto de uma lei de 2017 que facilitou a regularização fundiária de terras da União ocupadas na Amazônia. A justificativa era dar título de terra para os mais pobres e reparar injustiças históricas com pessoas que ocuparam a região após chamado do governo federal na década de 1970 e nunca tiveram sua situação legalizada. Para ambientalistas, isso favoreceria grileiros.

“Além de usar a terra de graça por muitos anos, grileiros podem comprá-la por preços abaixo do mercado”, diz o pesquisador Paulo Barreto, da ONG Imazon, que conduziu o estudo. O trabalho avaliou perdas de receita que poderiam ocorrer com 32.490 terrenos – que somam 8,6 milhões de hectares -, e já estão no processo de receber o título de terra. “A perda de curto prazo varia de US$ 5 bilhões (cerca de R$ 20,7 bilhões) a US$ 8 bilhões (R$ 33,2 bilhões)”, calcula. Isso tem potencial de aumentar ainda mais o desmate, acrescenta, uma vez que estimula ocupações futuras com a esperança de regularizar a posse.