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O ginecologista e obstetra Túlio Carvalho tem utilizado as redes sociais para abordar temas ligados à saúde feminina, sexualidade e intimidade em uma linguagem mais acessível. Ao lado da enfermeira obstetra Mariana Farias, sua esposa, ele apresenta o quadro “Sem Vergonha de Perguntar”. A proposta do quadro é responder dúvidas sobre assuntos que muitas mulheres […]

O ginecologista e obstetra Túlio Carvalho tem utilizado as redes sociais para abordar temas ligados à saúde feminina, sexualidade e intimidade em uma linguagem mais acessível. Ao lado da enfermeira obstetra Mariana Farias, sua esposa, ele apresenta o quadro “Sem Vergonha de Perguntar”.

A proposta do quadro é responder dúvidas sobre assuntos que muitas mulheres ainda encontram dificuldade ou constrangimento para discutir em consultas e no cotidiano. Entre os temas abordados estão libido feminina, sexualidade, intimidade e outras questões relacionadas à saúde da mulher.

Nos vídeos, Túlio e Mariana recorrem ao diálogo e ao bom humor para tratar das perguntas enviadas e apresentar informações sobre os diferentes assuntos. A iniciativa busca aproximar conteúdos de saúde do público sem deixar de abordar questões que costumam ser cercadas por tabus.

Além da produção de conteúdo nas redes sociais, Túlio realiza atendimentos em Itapetim e São José do Egito, no Sertão do Pajeú. Segundo as informações divulgadas por sua assessoria, a atuação inclui acompanhamento ginecológico, atendimento de pacientes com condições como endometriose e assistência durante a gestação.

Na área obstétrica, Mariana também participa do acompanhamento profissional, com atuação voltada especialmente aos cuidados relacionados ao pós-parto.

O quadro “Sem Vergonha de Perguntar” integra os conteúdos publicados pelos profissionais nas redes sociais. Túlio mantém o perfil @drtuliogo, enquanto Mariana publica no @marianamedeirosf.

Imagem: Frame/Reprodução

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O resultado das eleições de 2026 manteve representantes de famílias com longa trajetória na política pernambucana em cargos no Executivo e no Legislativo. Sobrenomes como Lyra, Arraes, Campos, Ferreira, Coelho, Oliveira e Vasconcelos seguirão presentes em diferentes espaços de poder a partir de 2027. A continuidade aparece tanto na reeleição de políticos que já exerciam […]

O resultado das eleições de 2026 manteve representantes de famílias com longa trajetória na política pernambucana em cargos no Executivo e no Legislativo. Sobrenomes como Lyra, Arraes, Campos, Ferreira, Coelho, Oliveira e Vasconcelos seguirão presentes em diferentes espaços de poder a partir de 2027.

A continuidade aparece tanto na reeleição de políticos que já exerciam mandato quanto na chegada de outros integrantes dessas famílias a novos cargos. Pernambuco escolheu no domingo (4) governador, dois senadores, 25 deputados federais e 49 deputados estaduais.

Raquel Lyra (PSD) foi reeleita governadora no primeiro turno, com 53,27% dos votos válidos. Ela é filha do ex-governador João Lyra Neto, neta do ex-prefeito de Caruaru João Lyra Filho e sobrinha do ex-ministro da Justiça e ex-deputado federal Fernando Lyra.

Entre as famílias Campos e Arraes, Pedro Campos (PSB) foi reeleito deputado federal e terminou como o candidato mais votado para a Câmara em Pernambuco, com 261.555 votos. Marília Arraes (PDT), neta do ex-governador Miguel Arraes, foi eleita senadora, enquanto sua irmã Maria Arraes (PSB) conquistou uma cadeira na Assembleia Legislativa.

O grupo também tem João Campos (PSB), irmão de Pedro e bisneto de Miguel Arraes, que deixou a Prefeitura do Recife para disputar o Governo do Estado e terminou a eleição em segundo lugar.

Os irmãos Anderson e André Ferreira também permanecerão em cargos eletivos. Anderson Ferreira (PL) foi eleito deputado federal com 185.429 votos. André Ferreira (PL), que atualmente exerce mandato na Câmara, foi eleito deputado estadual com 118.868 votos.

No Sertão, a família Coelho manteve representantes nas duas Casas Legislativas. Fernando Filho (União Brasil) foi reeleito deputado federal, enquanto o irmão Antonio Coelho (União Brasil) garantiu novo mandato na Alepe. Os dois são filhos do ex-senador Fernando Bezerra Coelho e irmãos do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho.

Outra continuidade ocorre com Lula da Fonte (PP), reeleito deputado federal. Ele é filho de Eduardo da Fonte, que deixou a disputa pela Câmara para concorrer ao Senado, sem ser eleito. Lula da Fonte também é neto do ex-governador Carlos Wilson.

Na Região Metropolitana, João de Nadegi (PV) foi reeleito deputado estadual. Ele é filho da prefeita de Camaragibe, Doutora Nadegi. A família também tem Flávia de Nadegi, eleita vereadora do Recife em 2024.

A família Costa também seguirá representada. João Paulo Costa (PT) foi reeleito deputado estadual e Silvio Costa Filho (Republicanos), seu irmão, conquistou novo mandato de deputado federal. Ambos são filhos do ex-deputado federal Silvio Costa.

No Sertão do Pajeú, Waldemar Oliveira (Avante) foi reeleito deputado federal, enquanto seu irmão Sebastião Oliveira voltou à Assembleia Legislativa. O grupo político tem como principal referência histórica o ex-deputado federal Inocêncio Oliveira, que exerceu dez mandatos consecutivos na Câmara.

Guilherme Uchoa Junior (PSD), filho do ex-presidente da Assembleia Legislativa Guilherme Uchoa, foi eleito deputado federal. Jarbas Filho (PSD), filho do ex-governador, ex-prefeito do Recife e ex-senador Jarbas Vasconcelos, foi reeleito deputado estadual.

Em Vitória de Santo Antão, Joaquim Lira (PV), filho do ex-prefeito e ex-deputado estadual Elias Lira, também garantiu novo mandato na Alepe.

Já em Garanhuns, Cayo Albino (PSB), filho do prefeito Sivaldo Albino, foi eleito deputado estadual. O grupo familiar também inclui o vereador Johny Albino, irmão do prefeito.

O resultado mostra que, mesmo com renovação de parte das cadeiras, grupos familiares que acumulam décadas de atuação política continuam presentes na representação de Pernambuco no Governo do Estado, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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A Justiça de Pernambuco manteve nessa quinta-feira (8) a decisão que rejeitou o pedido de R$ 50 mil de indenização feito por Sari Corte Real contra Luana Piovani. O TJPE entendeu, por unanimidade, que as manifestações da atriz sobre o caso Miguel estavam protegidas pela liberdade de expressão. A Terceira Câmara Cível do Tribunal de […]

A Justiça de Pernambuco manteve nessa quinta-feira (8) a decisão que rejeitou o pedido de R$ 50 mil de indenização feito por Sari Corte Real contra Luana Piovani. O TJPE entendeu, por unanimidade, que as manifestações da atriz sobre o caso Miguel estavam protegidas pela liberdade de expressão.

A Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Pernambuco rejeitou o recurso apresentado pela empresária e confirmou a sentença de primeira instância, que já havia julgado improcedente o pedido por danos morais.

A ação foi motivada por publicações feitas por Luana Piovani nas redes sociais sobre a morte de Miguel Otávio Santana da Silva, de 5 anos, ocorrida em 2020. Sari alegava que as manifestações da atriz teriam causado danos à sua imagem.

Relatora do processo, a desembargadora Valéria Wanderley considerou que as publicações estavam inseridas em um debate de interesse público e não justificavam a responsabilização civil de Piovani. Os desembargadores Gabriel Cavalcanti e Dario Rodrigues Oliveira acompanharam o voto.

No entendimento da relatora, o desgaste da imagem de Sari decorreu da repercussão do episódio que resultou na morte de Miguel, e não especificamente das declarações feitas pela atriz.

Após o julgamento, Luana Piovani comemorou a decisão nas redes sociais e voltou a comentar a condenação criminal de Sari.

A ação cível contra a atriz é independente do processo criminal envolvendo a morte de Miguel. Também nessa quinta-feira, a Seção Criminal do TJPE rejeitou, por unanimidade, embargos de declaração apresentados pela defesa de Sari e manteve a condenação a sete anos de reclusão, em regime inicial fechado, por abandono de incapaz com resultado morte.

Segundo o TJPE, ainda cabe recurso dessa decisão criminal. Sari permanece em liberdade até o trânsito em julgado.

Miguel morreu em 2 de junho de 2020, após cair do nono andar do edifício Pier Maurício de Nassau, no bairro de São José, área central do Recife. Naquele dia, sua mãe, Mirtes Renata Santana, trabalhava no apartamento de Sari e havia saído para passear com a cadela dos patrões.

A criança entrou no elevador enquanto estava sob os cuidados de Sari, chegou ao nono andar e caiu de uma altura de aproximadamente 35 metros. Em 2022, Sari foi condenada inicialmente a oito anos e seis meses de prisão. A pena foi posteriormente reduzida pelo TJPE para sete anos.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nessa quinta-feira (8), em decisões liminares, a retirada de publicações de Lula, Janja e dos deputados André Janones e Lindbergh Farias contra Flávio Bolsonaro. Os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça apontaram falta de elementos mínimos para sustentar parte das afirmações feitas nos conteúdos. As ordens foram dadas […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nessa quinta-feira (8), em decisões liminares, a retirada de publicações de Lula, Janja e dos deputados André Janones e Lindbergh Farias contra Flávio Bolsonaro. Os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça apontaram falta de elementos mínimos para sustentar parte das afirmações feitas nos conteúdos.

As ordens foram dadas em quatro processos apresentados por Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno da Presidência contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As decisões ainda serão submetidas ao plenário do TSE.

No caso da primeira-dama Janja, Nunes Marques determinou a retirada, em até 24 horas, de um vídeo publicado no Instagram. A gravação afirmava, entre outros pontos, que Flávio queria trabalhadores atuando sete dias por semana, acabaria com o Farmácia Popular e que, caso fosse eleito, o crime organizado dominaria o país.

O ministro considerou que algumas passagens estavam protegidas pela liberdade de expressão, incluindo críticas genéricas sobre direitos das mulheres e política de armas. Para Nunes Marques, porém, outras afirmações apresentavam como fatos certos consequências sem respaldo mínimo em declarações ou propostas do candidato.

Janja também deverá se abster de republicar o mesmo conteúdo ou versões substancialmente equivalentes com as afirmações alcançadas pela decisão.

Em outro processo, André Mendonça determinou a retirada de uma publicação no perfil de Lula sobre os efeitos do chamado “tesouraço” defendido por Flávio para redução das despesas públicas.

No vídeo, Lula afirmava que os cortes atingiriam programas como Pé-de-Meia, Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, merenda escolar e Gás do Povo, além de impedir aumento real do salário mínimo para trabalhadores e aposentados.

Mendonça entendeu que a peça atribuía ao candidato do PL uma intenção definida de cortar programas específicos sem apresentar declaração, entrevista ou documento que sustentasse a afirmação. O ministro observou ainda que o plano de governo registrado por Flávio prevê a manutenção dos programas sociais existentes.

A decisão determinou a retirada integral da publicação e proibiu sua republicação, sob pena de multa de R$ 10 mil por novo conteúdo divulgado em descumprimento da ordem. O pedido de direito de resposta formulado por Flávio ainda será analisado após a apresentação das defesas e manifestação da Procuradoria-Geral Eleitoral.

Mendonça também mandou retirar outra propaganda publicada no perfil oficial de Lula com o bordão “Se Flávio vence, você perde”. O conteúdo relacionava uma eventual vitória do candidato à perda de medicamentos gratuitos, aposentadoria, salário mínimo e acesso à casa própria, além de fazer referências à violência contra mulheres, crianças e milícias.

Para o ministro, o vídeo apresentava essas consequências como certas, e não como críticas, possibilidades ou projeções políticas. A ordem de retirada deverá ser cumprida em até três horas após a ciência da decisão.

A quarta decisão atingiu publicações dos deputados André Janones (Rede-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) no Instagram, Facebook e YouTube.

Nos vídeos, os parlamentares atribuíram a Flávio propostas como elevar a idade mínima de aposentadoria para 70 anos entre homens e 65 entre mulheres, desvincular benefícios previdenciários do salário mínimo, acabar com a política de valorização real do mínimo, estabelecer jornada de 12 horas por dia durante sete dias por semana e privatizar a Petrobras.

Mendonça avaliou que os elementos apresentados no processo não davam respaldo mínimo para que essas medidas fossem atribuídas como propostas específicas do candidato. O ministro determinou a retirada de cinco publicações em até três horas e fixou multa de R$ 10 mil, por dia ou publicação, em caso de descumprimento.

As quatro determinações são liminares e ainda deverão ser analisadas pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral.

Fonte: G1
Foto: Jornal Nacional/Reprodução

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O ministro Alexandre de Moraes, determinou nessa quinta-feira (8) a expedição de mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. A medida foi tomada após o trânsito em julgado da condenação a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. Moraes também determinou o cancelamento dos passaportes brasileiros de […]

O ministro Alexandre de Moraes, determinou nessa quinta-feira (8) a expedição de mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. A medida foi tomada após o trânsito em julgado da condenação a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo.

Moraes também determinou o cancelamento dos passaportes brasileiros de Eduardo. O ex-deputado está nos Estados Unidos desde o ano passado.

A condenação foi imposta por unanimidade pela Primeira Turma do STF em junho. O colegiado entendeu que Eduardo atuou para tentar interferir no julgamento do processo em que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado por tentativa de golpe de Estado.

Segundo o entendimento do Supremo, o então parlamentar participou de articulações para a imposição de sanções dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras e de medidas econômicas contra o Brasil com o objetivo de pressionar a Corte.

Eduardo foi condenado pelo crime de coação no curso do processo a quatro anos e dois meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, além do pagamento de multa.

No mês passado, a Primeira Turma rejeitou recurso apresentado pela Defensoria Pública da União (DPU), que representou Eduardo no processo. Com o encerramento das possibilidades de recurso, Moraes declarou o trânsito em julgado e determinou o início da execução da pena.

A permanência de Eduardo nos Estados Unidos, no entanto, interfere no cumprimento imediato da ordem em território brasileiro. A eventual adoção de medidas de cooperação internacional ou extradição dependeria de procedimentos próprios.

Eduardo deixou o Brasil em 2025 e posteriormente perdeu o mandato de deputado federal por faltas às sessões da Câmara.

A condenação também resultou na declaração de inelegibilidade e na perda do cargo público de escrivão da Polícia Federal. Em setembro, o Ministério da Justiça formalizou a demissão do cargo após processo administrativo que apontou abandono da função.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Mandel Ngan

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Escala 6×1 vira tema de propaganda de Lula com participação de senadores aliados

Senadores aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participaram de uma gravação da campanha à reeleição, em Brasília, para uma peça eleitoral sobre a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. A gravação ocorreu nessa quinta-feira (8), no Lago Sul, e reuniu parlamentares que apoiam a candidatura de Lula no […]

Senadores aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participaram de uma gravação da campanha à reeleição, em Brasília, para uma peça eleitoral sobre a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1.

A gravação ocorreu nessa quinta-feira (8), no Lago Sul, e reuniu parlamentares que apoiam a candidatura de Lula no segundo turno da eleição presidencial.

Participaram da agenda os senadores Camilo Santana (PT-CE), Luany Lemos (PSB-DF) e Paulo Paim (PT-RS). A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), também participou das gravações. A deputada federal Natália Bonavides (PT-RN) esteve no local.

O tema escolhido para a peça eleitoral é a Proposta de Emenda à Constituição que prevê mudanças na jornada semanal e pode extinguir a escala 6×1. A discussão ganhou espaço na campanha presidencial ao mesmo tempo em que a matéria avança no Senado.

Nesta semana, a PEC 221/2019 chegou à terceira das cinco sessões de discussão exigidas antes da votação em primeiro turno. Caso seja aprovada nessa etapa, ainda terá de passar por outras três sessões de debate antes da votação em segundo turno.

A movimentação dos aliados de Lula ocorre às vésperas do início da propaganda eleitoral gratuita do segundo turno no rádio e na televisão, nesta sexta-feira (9).

Lula e Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno da Presidência, terão o mesmo tempo destinado à propaganda eleitoral. O debate sobre a escala 6×1 passou a integrar a disputa entre as duas campanhas nos últimos dias, enquanto governo e oposição divergem sobre o ritmo de tramitação da proposta no Senado.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert

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Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teria encomendado um ataque hacker enquanto cumpria prisão domiciliar, em janeiro, para tentar apagar informações armazenadas no iCloud de um celular apreendido pela Polícia Federal. A ação, segundo a investigação, não teve sucesso. As informações foram publicadas inicialmente pela revista piauí e confirmadas pelo Estadão. O caso foi relatado […]

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teria encomendado um ataque hacker enquanto cumpria prisão domiciliar, em janeiro, para tentar apagar informações armazenadas no iCloud de um celular apreendido pela Polícia Federal. A ação, segundo a investigação, não teve sucesso.

As informações foram publicadas inicialmente pela revista piauí e confirmadas pelo Estadão. O caso foi relatado à Polícia Federal por Thiago Santos, especialista em segurança cibernética apontado como participante da tentativa de acesso às contas.

Segundo a apuração, Vorcaro teria acionado Thiago Miranda, intermediário do empresário em negócios ligados ao setor de comunicação, para buscar a invasão da conta no iCloud. O serviço da Apple armazena na nuvem informações como mensagens, fotografias e outros arquivos vinculados aos aparelhos.

Naquele momento, a força-tarefa da Operação Compliance Zero estava com o celular de Vorcaro havia cerca de dois meses. Relatórios produzidos pela PF posteriormente incluíram diálogos encontrados no aparelho, indicando que os investigadores conseguiram preservar e acessar os dados.

A tentativa também teria como alvo a conta de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e apontado nas investigações como seu operador financeiro. O celular de Zettel havia sido apreendido pela PF depois de sua prisão no Aeroporto de Guarulhos, em janeiro. Ele foi solto no mesmo dia.

De acordo com a investigação, Thiago Miranda teria procurado Thiago Santos para executar o acesso às contas. Santos teria conseguido entrar no iCloud de Vorcaro, mas a movimentação foi identificada pelos policiais antes que os dados fossem apagados.

A Polícia Federal também investiga outras atividades atribuídas ao grupo, entre elas monitoramentos e tentativas de retirar da internet reportagens consideradas negativas por Vorcaro. Miranda também é investigado por suspeita de intermediar ações de influenciadores contra o Banco Central após a liquidação do Banco Master.

Vorcaro é investigado por suspeitas relacionadas a fraudes no sistema financeiro, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, ocultação de bens e corrupção. Ele foi preso em novembro de 2025, passou posteriormente para prisão domiciliar e voltou a ser preso em março deste ano. Atualmente, permanece detido em Brasília.

À revista piauí, a defesa de Thiago Miranda afirmou a “absoluta legalidade” dos atos praticados por ele e negou irregularidades. Thiago Santos também negou ter realizado atividade ilegal e disse ter comparecido espontaneamente à PF para prestar esclarecimentos. A defesa de Vorcaro não respondeu à publicação. O Estadão informou ainda ter procurado as defesas de Vorcaro e Miranda.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Divulgação

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 298 novas ações relacionadas à propaganda entre 20 de setembro e o primeiro turno, em 4 de outubro. O volume levou a Corte a reforçar a estrutura responsável por analisar esse tipo de processo durante a segunda etapa da eleição. O número registrado em apenas 15 dias chama atenção […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 298 novas ações relacionadas à propaganda entre 20 de setembro e o primeiro turno, em 4 de outubro. O volume levou a Corte a reforçar a estrutura responsável por analisar esse tipo de processo durante a segunda etapa da eleição.

O número registrado em apenas 15 dias chama atenção quando comparado à eleição de 2022, quando o TSE recebeu 610 processos relacionados à propaganda durante todo o período eleitoral.

Diante do aumento da demanda, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, ampliou nesta semana o grupo responsável pela análise das questões de propaganda eleitoral no segundo turno. O juiz substituto Marco Aurélio Bellizze foi incluído na equipe.

A mudança ocorre em meio ao acúmulo de representações apresentadas principalmente pelas campanhas que disputam a Presidência. Segundo a assessoria do tribunal, o represamento de ações protocoladas por PT e PL esteve entre as razões para o reforço da estrutura.

Nunes Marques também deve convocar sessões plenárias diárias para acelerar a análise dos processos. A determinação prevê ainda que decisões sobre pedidos liminares em matéria de propaganda, incluindo direitos de resposta, sejam submetidas imediatamente ao plenário, inclusive por meio de sessões virtuais.

A tramitação dessas ações ganhou atenção dentro e fora do TSE durante a reta final do primeiro turno. Integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) chegaram a fazer críticas à demora na apreciação colegiada de processos eleitorais.

De acordo com o TSE, o acúmulo estava concentrado justamente nas ações relacionadas à propaganda antes da decisão individual dos magistrados. A Corte sustenta que os processos que já haviam recebido decisão foram posteriormente submetidos ao plenário.

Entre as disputas levadas à Justiça Eleitoral estão pedidos de retirada de conteúdos, direitos de resposta, questionamentos sobre impulsionamento de publicações e acusações de divulgação de informações falsas ou descontextualizadas.

Na reta final do primeiro turno, o Ministério Público Eleitoral também apresentou ações contra as campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) por suposto uso de sites, perfis e outros canais nas redes sociais que não teriam sido previamente informados à Justiça Eleitoral.

Com o início do segundo turno, a estrutura reforçada pelo TSE terá de analisar novas contestações relacionadas à propaganda das duas campanhas até a votação marcada para 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Leobark Rodrigues/TSE

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Eduardo Paes (PSD) desistiu nessa quinta-feira (8) de tentar garantir na Justiça um segundo turno na eleição para o Governo do Rio de Janeiro, após o ministro Cristiano Zanin, do STF, negar recurso contra a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos). Paes reconheceu o fim da disputa, embora tenha reafirmado discordância da decisão. A […]

Eduardo Paes (PSD) desistiu nessa quinta-feira (8) de tentar garantir na Justiça um segundo turno na eleição para o Governo do Rio de Janeiro, após o ministro Cristiano Zanin, do STF, negar recurso contra a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos). Paes reconheceu o fim da disputa, embora tenha reafirmado discordância da decisão.

A manifestação foi divulgada por Paes depois que Zanin rejeitou o pedido apresentado ao Supremo para suspender os efeitos da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ex-prefeito do Rio afirmou que não adotará novas medidas judiciais para tentar levar a eleição ao segundo turno.

“Decisão judicial a gente respeita. É assim que funciona a democracia”, afirmou Paes. Ele sustentou, no entanto, que a maioria dos eleitores fluminenses havia votado para que a disputa fosse decidida em uma segunda etapa.

O recurso ao STF foi apresentado depois que o TSE determinou, por 5 votos a 2, a anulação dos votos recebidos por Anthony Garotinho no primeiro turno. O tribunal manteve o indeferimento do registro da candidatura e ordenou a retotalização da eleição para governador.

Garotinho recebeu cerca de 274 mil votos. Com a exclusão desse total da base de votos válidos, Douglas Ruas (PL), que havia registrado 49,27% na apuração original, deve superar os 50% necessários para encerrar a eleição no primeiro turno. A formalização do novo resultado depende da retotalização pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

Paes terminou a votação originalmente contabilizada com 42,76% dos votos válidos e defendia que o segundo turno fosse realizado. Sua coligação argumentou que a decisão do TSE produziria efeito irreversível ao impedir a continuidade da disputa.

Zanin não analisou o mérito da controvérsia eleitoral. O ministro entendeu que o STF ainda não poderia apreciar o pedido porque as possibilidades de recurso no próprio TSE não haviam sido esgotadas.

Ao anunciar que não prosseguiria com a disputa judicial, Paes evitou citar Douglas Ruas nominalmente. Disse que continuará atuando politicamente no estado e que seu grupo seguirá acompanhando o próximo governo.

O TSE também rejeitou o pedido apresentado por Garotinho para desistir do recurso que discutia seu registro de candidatura. A Corte entendeu que, depois da realização da eleição, uma desistência com potencial para alterar o resultado não poderia produzir automaticamente esse efeito.

A retotalização dos votos pelo TRE-RJ definirá oficialmente o resultado da eleição para o Governo do Rio de Janeiro.

Fonte: O Globo
Foto: Marcelo Theobald/Agência O Globo

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A tramitação da proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 entrou na disputa política do segundo turno da eleição presidencial. Enquanto o governo tenta concluir a análise no Senado antes da votação de 25 de outubro, integrantes da oposição defendem o cumprimento dos prazos regimentais e trabalham para que a decisão fique para […]

A tramitação da proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 entrou na disputa política do segundo turno da eleição presidencial. Enquanto o governo tenta concluir a análise no Senado antes da votação de 25 de outubro, integrantes da oposição defendem o cumprimento dos prazos regimentais e trabalham para que a decisão fique para depois da eleição.

O Senado concluiu nesta quinta-feira (8) a terceira das cinco sessões de discussão exigidas antes da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 em primeiro turno. As duas etapas restantes devem ocorrer na próxima semana, quando o texto poderá ser submetido à primeira votação no plenário.

A PEC reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal e estabelece dois dias de descanso por semana, sem redução salarial. O texto prevê uma transição: a jornada cairia inicialmente para 42 horas e, posteriormente, chegaria às 40 horas semanais.

Depois de uma eventual aprovação em primeiro turno, o regimento prevê mais três sessões de discussão antes da votação definitiva. Para encurtar esse período, a liderança do governo articula um requerimento de calendário especial.

É justamente nessa etapa que governo e oposição passaram a divergir. O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), defende que os prazos sejam cumpridos normalmente e critica a votação da proposta durante o segundo turno da eleição presidencial. Marinho também atua na campanha de Flávio Bolsonaro.

Flávio, candidato do PL à Presidência, afirmou nesta semana que a bancada de seu partido deve defender que a votação ocorra somente depois da eleição. Ele acusa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, de utilizar a proposta com objetivo eleitoral.

Lula, por sua vez, passou a explorar a posição do adversário durante a campanha. Em encontro com parlamentares, o presidente cobrou publicamente que Flávio vote a favor da PEC e que oriente os senadores do PL a fazerem o mesmo.

“Eu quero ver como é que o Flávio Bolsonaro vai votar. Eu desafio ele a votar favoravelmente. E desafio ele a pedir para o PL votar favoravelmente”, afirmou Lula.

A movimentação transforma o calendário legislativo em mais um ponto de confronto entre as duas campanhas. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que seguirá o rito previsto e que uma eventual aceleração dependerá de requerimento submetido ao plenário.

A votação em primeiro turno é esperada para a próxima semana. Para ser aprovada, a PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis, equivalentes a três quintos dos 81 senadores, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula 48% dos votos válidos no segundo turno

A primeira pesquisa Datafolha realizada após o primeiro turno das eleições presidenciais aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% das intenções de voto válidas, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (8) e mostra uma diferença de quatro pontos percentuais entre os candidatos, no limite da margem […]

A primeira pesquisa Datafolha realizada após o primeiro turno das eleições presidenciais aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% das intenções de voto válidas, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (8) e mostra uma diferença de quatro pontos percentuais entre os candidatos, no limite da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

Considerando os votos totais, que incluem eleitores indecisos e aqueles que pretendem votar em branco ou anular o voto, Flávio Bolsonaro aparece com 49%, enquanto Lula registra 45%. Os votos brancos e nulos representam 5%, e os indecisos somam 1%.

O resultado indica empate técnico no limite da margem de erro, embora o candidato do PL apareça numericamente à frente. A pesquisa foi realizada depois da votação de domingo (4), quando Flávio Bolsonaro recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula obteve 45,16%.

Na última pesquisa Datafolha anterior ao primeiro turno, divulgada em 4 de outubro, a simulação de segundo turno mostrava Lula com 47% e Flávio Bolsonaro com 46% dos votos totais. No levantamento divulgado nesta quinta-feira, o senador registra 49%, enquanto o presidente aparece com 45%.

O Datafolha entrevistou 2.520 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026.

O segundo turno das eleições presidenciais será realizado no dia 25 de outubro.

Fonte: Datafolha/Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta que 46% dos eleitores que votaram em Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) no primeiro turno pretendem votar em Flávio Bolsonaro (PL) na segunda etapa da eleição presidencial. Outros 32% declaram intenção de voto no presidente Luiz Inácio Lula da […]

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta que 46% dos eleitores que votaram em Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) no primeiro turno pretendem votar em Flávio Bolsonaro (PL) na segunda etapa da eleição presidencial. Outros 32% declaram intenção de voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os percentuais consideram conjuntamente os eleitores dos quatro candidatos que ficaram fora da disputa presidencial após a votação de domingo (4). A diferença entre as intenções de voto destinadas aos dois finalistas é de 14 pontos percentuais nesse grupo.

O levantamento indica que o eleitorado das candidaturas alternativas ao PT e ao PL não apresenta um comportamento uniforme no segundo turno. Embora uma parcela maior declare intenção de votar em Flávio Bolsonaro, parte dos entrevistados manifesta preferência por Lula.

Os números também precisam ser considerados dentro do tamanho desse segmento do eleitorado. Os 46% e 32% representam as preferências entre os eleitores dos quatro candidatos derrotados, e não percentuais referentes ao conjunto de todos os brasileiros.

Em setembro, levantamento anterior do Datafolha já havia identificado uma distribuição semelhante entre os eleitores dessas candidaturas. Na ocasião, Flávio Bolsonaro registrava 43% das intenções de voto nesse grupo, enquanto Lula aparecia com 30%. Outros 26% declaravam intenção de votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos dois.

A nova pesquisa foi divulgada no mesmo dia em que o escritor Augusto Cury acertou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. O entendimento ocorreu após uma conversa entre os dois e envolveu a apresentação de compromissos relacionados à educação, saúde e outras áreas.

No cenário geral do segundo turno, o Datafolha aponta Flávio Bolsonaro com 49% das intenções de voto totais e Lula com 45%. Os votos brancos e nulos representam 5%, enquanto os indecisos somam 1%.

Quando considerados apenas os votos válidos, Flávio registra 52% e Lula, 48%. A diferença está no limite da margem de erro geral do levantamento.

O Datafolha entrevistou 2.520 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026.

O segundo turno das eleições presidenciais está marcado para 25 de outubro.

Fonte: O Globo/Datafolha
Foto: Reprodução

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A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta que 48% dos brasileiros aprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 49% desaprovam a gestão. Outros 2% dos entrevistados não souberam responder. A diferença de um ponto percentual entre os dois índices está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, […]

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta que 48% dos brasileiros aprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 49% desaprovam a gestão. Outros 2% dos entrevistados não souberam responder.

A diferença de um ponto percentual entre os dois índices está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, configurando empate técnico entre aprovação e desaprovação.

O levantamento é o primeiro realizado após o primeiro turno das eleições presidenciais, ocorrido no domingo (4). Os dados mostram a avaliação do governo federal no momento em que Lula disputa a reeleição contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Os percentuais de aprovação e desaprovação são indicadores distintos da intenção de voto. Enquanto a avaliação do governo mede a percepção dos entrevistados sobre a administração federal, a pesquisa eleitoral identifica as preferências dos eleitores na disputa presidencial.

O Datafolha entrevistou 2.520 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026.

Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução

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O escritor e ex-candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) decidiu apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A decisão foi tomada após uma conversa de mais de uma hora entre os dois, na qual foram discutidos compromissos políticos e propostas defendidas por Cury durante a campanha. […]

O escritor e ex-candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) decidiu apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A decisão foi tomada após uma conversa de mais de uma hora entre os dois, na qual foram discutidos compromissos políticos e propostas defendidas por Cury durante a campanha.

Terceiro colocado no primeiro turno, com 2,89% dos votos válidos, o escritor vinha sendo procurado por representantes das candidaturas que avançaram à etapa decisiva da eleição. O apoio foi acertado nesta quinta-feira (8), segundo informações publicadas pela Folha de S.Paulo.

Durante a negociação, Cury apresentou uma carta com compromissos que deveriam ser assumidos por Flávio Bolsonaro. O documento foi assinado pelo candidato do PL e reúne propostas relacionadas à educação, saúde, economia e políticas sociais.

Entre os pontos apresentados estão a valorização dos professores, melhorias na educação, fortalecimento do cooperativismo e das microempresas, ampliação da telemedicina, proteção às mulheres e medidas voltadas à pacificação nacional.

Segundo a reportagem, o acordo estabelece que o apoio não envolve distribuição de cargos nem concessão de benefícios pessoais. Cury, que está fora do Brasil, também prepara um vídeo para comunicar publicamente sua decisão, com divulgação prevista até sexta-feira (9).

A mudança de posicionamento ocorre depois de o escritor ter anunciado que permaneceria em silêncio sobre o segundo turno. No domingo (4), após a divulgação dos resultados, Cury afirmou que não autorizava integrantes de sua campanha a negociar ou anunciar apoio em seu nome.

Na ocasião, ele também declarou que pretendia deixar a vida político-partidária e defendeu que as propostas apresentadas pelos candidatos derrotados fossem consideradas pelo futuro presidente, independentemente do resultado da disputa.

A decisão de apoiar Flávio Bolsonaro representa uma mudança em relação às declarações feitas durante a campanha. Em setembro, Cury havia afirmado que não apoiaria nenhum dos dois candidatos em um eventual segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro.

Com o acerto, o escritor passa a integrar o grupo de ex-presidenciáveis que decidiram apoiar o candidato do PL. Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) também anunciaram apoio ao senador após o primeiro turno.

O segundo turno está marcado para 25 de outubro, quando Lula e Flávio Bolsonaro disputarão a Presidência da República.

Fonte: Folha de S.Paulo

Foto: Reprodução

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As prefeituras brasileiras recebem nesta sexta-feira (9) o primeiro repasse de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), serão distribuídos R$ 5,4 bilhões no país, já descontada a retenção do Fundeb. Em Pernambuco, o montante fica em aproximadamente R$ 265,5 milhões. O valor corresponde ao primeiro decêndio […]

As prefeituras brasileiras recebem nesta sexta-feira (9) o primeiro repasse de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), serão distribuídos R$ 5,4 bilhões no país, já descontada a retenção do Fundeb. Em Pernambuco, o montante fica em aproximadamente R$ 265,5 milhões.

O valor corresponde ao primeiro decêndio do mês e será creditado diretamente nas contas das prefeituras. Antes da retenção para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), a CNM havia estimado um repasse bruto de aproximadamente R$ 6,2 bilhões.

Em Pernambuco, os municípios receberão, juntos, aproximadamente R$ 265,5 milhões neste primeiro decêndio. O montante considera os recursos destinados aos municípios do interior, a parcela de Recife como capital e a chamada Reserva do FPM, destinada a cidades de maior população.

A Confederação aproveitou a divulgação dos valores para alertar os gestores sobre o planejamento financeiro durante o segundo semestre.

Segundo a entidade, historicamente essa parte do ano pode registrar desaceleração da atividade econômica e, consequentemente, redução da arrecadação tributária, com impacto nas receitas transferidas aos municípios.

A nota técnica divulgada pela CNM apresenta estimativas dos repasses divididas por estado e permite comparar os valores entre os diferentes decêndios do FPM.

O documento também detalha os efeitos da Lei Complementar 198/2023 para municípios que tiveram redução de coeficiente populacional.

A legislação estabeleceu uma transição para evitar queda imediata dos recursos recebidos pelas cidades que perderam faixas de participação no Fundo.

De acordo com a CNM, 550 municípios estão sujeitos ao redutor por perda de quotas. A entidade disponibilizou uma relação dessas cidades e orienta os gestores a observarem, além do coeficiente atual, a quantidade de quotas que seriam perdidas sem a regra de transição.

O FPM é uma das principais fontes de receita, especialmente para municípios de pequeno porte, e os depósitos são realizados em três parcelas ao longo de cada mês.

Foto: Reprodução

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O presidente da Câmara de Sertânia, Vando do Caroá, afirmou nesta quinta-feira (8) que mantém sua candidatura à reeleição para o comando do Legislativo e contestou informações de que a sucessão na Casa já estaria definida. Segundo ele, as articulações entre os 13 vereadores continuam em andamento. A manifestação ocorreu após a divulgação de informações […]

O presidente da Câmara de Sertânia, Vando do Caroá, afirmou nesta quinta-feira (8) que mantém sua candidatura à reeleição para o comando do Legislativo e contestou informações de que a sucessão na Casa já estaria definida. Segundo ele, as articulações entre os 13 vereadores continuam em andamento.

A manifestação ocorreu após a divulgação de informações sobre a eleição da Mesa Diretora da Câmara e uma possível candidatura de Junhão Lins à presidência.

Vando afirmou que não recebeu da prefeita Pollyanna Abreu qualquer comunicação indicando apoio a Junhão. Segundo o presidente, quando assumiu o Legislativo, ficou acordado que a definição sobre o comando da Casa no segundo biênio seria discutida posteriormente.

Ele defendeu que o resultado não seja tratado como definido antes da votação e disse que continua conversando com os demais vereadores em busca de apoio para permanecer na presidência.

Na nota divulgada à imprensa, Vando também apresentou um balanço de sua gestão. Segundo ele, durante o período foram adotadas medidas como digitalização de serviços legislativos, ampliação da estrutura de apoio aos vereadores e criação de cargos de assessoramento e chefia de gabinete.

O presidente também atribuiu à atual gestão a conclusão do prédio destinado à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que estava inacabado. De acordo com a nota, o espaço já está em funcionamento.

Outra ação citada foi a realização de serviços de emissão de documentos para moradores da zona urbana e rural, incluindo atendimentos destinados a pessoas com deficiência, doentes ou com dificuldade de locomoção.

Vando também destacou a convocação de aprovados em concurso público realizado pela Câmara e informou que a gestão aguarda a divulgação de um novo reconhecimento relacionado à transparência pública.

Para um eventual novo período à frente da Casa, disse que estão em estudo a reforma do prédio da Câmara e a construção de um estacionamento.

“Uma casa forte precisa de uma pessoa com pulso, confiança e, acima de tudo, honestidade”, afirmou.

Ao final, Vando reiterou que permanece candidato e que considera a definição do próximo presidente uma decisão a ser tomada pelos vereadores no processo de eleição da Mesa Diretora.

Foto: Divulgação

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A coligação de Eduardo Paes (PSD) anunciou nesta quinta-feira (8) que recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do TSE que anulou os votos de Anthony Garotinho (Republicanos). O grupo também pretende pedir uma medida cautelar para tentar garantir a realização do segundo turno para o Governo do Rio de Janeiro. A reação […]

A coligação de Eduardo Paes (PSD) anunciou nesta quinta-feira (8) que recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do TSE que anulou os votos de Anthony Garotinho (Republicanos). O grupo também pretende pedir uma medida cautelar para tentar garantir a realização do segundo turno para o Governo do Rio de Janeiro.

A reação ocorreu depois de o Tribunal Superior Eleitoral decidir, por 5 votos a 2, retirar da totalização os 274.411 votos recebidos por Garotinho no primeiro turno.

Com a exclusão, Douglas Ruas (PL), que havia terminado a apuração com 49,27% dos votos válidos, passa para cerca de 50,9%, percentual suficiente para ser considerado vencedor no primeiro turno. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) ainda deverá realizar a retotalização e proclamar formalmente o novo resultado.

Eduardo Paes havia terminado em segundo lugar, com 3.706.984 votos, ou 42,76% dos válidos na totalização realizada antes do julgamento desta quinta.

Em nota, a coligação de Paes informou que recorrerá ao Supremo com base nos dois votos divergentes apresentados durante o julgamento. Esses ministros concordaram com o indeferimento da candidatura de Garotinho, mas defenderam que os votos recebidos por ele permanecessem no cálculo do resultado da eleição.

A coligação também anunciou que pretende apresentar um pedido de medida cautelar para tentar assegurar a realização do segundo turno entre Paes e Douglas Ruas, inicialmente previsto para 25 de outubro.

O TSE foi unânime ao manter o indeferimento do registro de Garotinho. A divergência ocorreu sobre o destino dos votos recebidos pelo ex-governador.

Por maioria de cinco votos, prevaleceu o entendimento de que, diante da invalidade da candidatura, os votos também deveriam ser excluídos da base utilizada para calcular os percentuais dos demais candidatos.

Garotinho estava com o registro indeferido por causa da suspensão de seus direitos políticos decorrente de condenação por improbidade administrativa.

O recurso anunciado por Paes abre uma nova frente judicial na disputa pelo Governo do Rio. Enquanto não houver eventual decisão do STF em sentido contrário, permanece válida a determinação do TSE para que os votos sejam retotalizados sem os atribuídos a Garotinho.

Fonte: Estadão Conteúdo
Foto: Reprodução

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Apoio a Flávio Marques para presidir CIMPAJEU chega a 14 prefeitos

A articulação do prefeito de Tabira, Flávio Marques, pela presidência do CIMPAJEÚ avançou, segundo informações repassadas sobre a disputa, ele já reúne o apoio de gestores de 14 dos 20 municípios que integram o consórcio, o equivalente a 70% dos associados. O número amplia o grupo de prefeitos que vinha sendo formado em torno da […]

A articulação do prefeito de Tabira, Flávio Marques, pela presidência do CIMPAJEÚ avançou, segundo informações repassadas sobre a disputa, ele já reúne o apoio de gestores de 14 dos 20 municípios que integram o consórcio, o equivalente a 70% dos associados.

O número amplia o grupo de prefeitos que vinha sendo formado em torno da candidatura de Flávio Marques e reforça a movimentação nos bastidores para a escolha do próximo comando do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú.

A relação atual reúne prefeitos de diferentes áreas do Sertão e inclui municípios de peso político e populacional na região.

Estão entre os apoios apontados:

Afogados da Ingazeira: Sandrinho Palmeira;
Carnaíba: Berg Gomes;
Ingazeira: Luciano Torres;
Itapetim: Aline Karina;
Serra Talhada: Márcia Conrado;
Solidão: Mayco da Farmácia;
Betânia: Bebe Água;
Santa Terezinha: Delson Lustosa;
Quixaba: Zé Pretinho;
Triunfo: Luciano Bonfim;
Custódia: Manoel Messias;
Flores: Giba Ribeiro;
Brejinho: Gilson Bento;
Tabira: Flávio Marques.

Com 14 municípios alinhados à candidatura, o grupo representa 70% dos 20 integrantes do CIMPAJEÚ.

A relação de apoios ainda poderá sofrer alterações até a definição do novo comando do consórcio.

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A campanha presidencial entra em uma nova etapa nesta sexta-feira (9), com a retomada do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) terão tempos iguais, enquanto a TV Globo definiu entrevistas individuais para os dias 15 e 16 e confirmou o último debate antes da eleição para 23 […]

A campanha presidencial entra em uma nova etapa nesta sexta-feira (9), com a retomada do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) terão tempos iguais, enquanto a TV Globo definiu entrevistas individuais para os dias 15 e 16 e confirmou o último debate antes da eleição para 23 de outubro.

O horário eleitoral do segundo turno será exibido até 23 de outubro, dois dias antes da votação que definirá o próximo presidente da República.

De acordo com o plano aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula e Flávio terão cinco minutos cada em cada bloco de propaganda em rede. A divisão é diferente do primeiro turno, quando o tempo variava de acordo com a representação partidária.

No rádio, os programas serão exibidos de segunda-feira a sábado, das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10. Na televisão, os horários serão das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40.

Além dos blocos, serão reservados diariamente 25 minutos para inserções da disputa presidencial, divididos igualmente entre as duas candidaturas: 12 minutos e 30 segundos para cada uma.

Por ter terminado o primeiro turno na primeira colocação, Flávio Bolsonaro abrirá a primeira exibição. A partir daí, a ordem será alternada entre os candidatos.

Entrevistas e debates

A TV Globo também definiu a programação dedicada aos dois presidenciáveis nesta reta final da campanha.

Lula será entrevistado ao vivo na quinta-feira, 15 de outubro. Flávio participará no dia seguinte, sexta-feira (16). As duas entrevistas serão exibidas depois do Jornal Nacional e conduzidas pela jornalista Renata Lo Prete.

A ordem das entrevistas foi definida por sorteio.

A emissora também confirmou para 23 de outubro, uma sexta-feira, o debate entre Lula e Flávio. O encontro será mediado pelo jornalista César Tralli e ocorrerá dois dias antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Antes do confronto na Globo, os candidatos têm outros dois debates previstos. O primeiro será realizado pela Record no domingo (11). A Band marcou o seu encontro para o dia 18.

Com o início do horário eleitoral e a sequência de entrevistas e debates, Lula e Flávio entram nas semanas decisivas da campanha com maior exposição no rádio e na televisão.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert e Charles Vieira

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Flávio considera limitar reajuste de aposentadorias e BPC

A equipe econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) avalia mudanças que poderiam limitar à inflação os reajustes de aposentadorias e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), retirando o ganho real vinculado ao salário mínimo. Após a divulgação das informações nesta quinta-feira (8), o candidato negou que pretenda adotar a medida caso seja eleito. As […]

A equipe econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) avalia mudanças que poderiam limitar à inflação os reajustes de aposentadorias e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), retirando o ganho real vinculado ao salário mínimo. Após a divulgação das informações nesta quinta-feira (8), o candidato negou que pretenda adotar a medida caso seja eleito.

As discussões fazem parte de um conjunto de propostas analisadas por integrantes da área econômica da campanha para reduzir despesas obrigatórias do governo federal em cerca de R$ 250 bilhões, valor equivalente a aproximadamente 2% do Produto Interno Bruto (PIB).

Pelo modelo em estudo, aposentadorias e benefícios assistenciais deixariam de incorporar automaticamente eventuais aumentos do salário mínimo acima da inflação. A correção seria feita apenas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Na prática, os benefícios manteriam a reposição das perdas inflacionárias, mas não acompanhariam os ganhos reais concedidos ao piso nacional.

Atualmente, aproximadamente 70% dos mais de 41 milhões de benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) correspondem ao salário mínimo. O BPC, destinado a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda que atendam aos critérios do programa, também tem o piso nacional como referência.

As informações foram publicadas inicialmente pela Folha de S.Paulo e reproduzidas pelo Estado de Minas. Segundo a reportagem, integrantes da equipe econômica apresentaram essas e outras ideias em conversas com empresários e representantes do mercado financeiro.

Outra medida em avaliação seria modificar os pisos constitucionais de saúde e educação. Atualmente, os gastos mínimos nessas áreas estão vinculados à arrecadação federal. A proposta discutida faria com que os valores passassem a ser corrigidos apenas pela inflação.

A campanha de Flávio Bolsonaro afirmou que essas discussões não representam posições oficiais da candidatura e destacou que as medidas não constam no programa de governo registrado.

Horas depois da divulgação da reportagem, o próprio candidato negou que pretenda limitar os reajustes.

Flávio afirmou que, se eleito, pretende manter aumentos das aposentadorias acima da inflação e declarou que não fará ajuste fiscal “às custas” da população de menor renda.

O coordenador econômico da campanha, Adolfo Sachsida, também afirmou que o ajuste das contas públicas pretendido pelo grupo deverá se concentrar no que classificou como excessos de gastos do governo.

As propostas atribuídas à equipe econômica seguem, portanto, em discussão e não integram oficialmente o plano de governo apresentado pela candidatura.

Fonte: Estado de Minas
Foto: Divulgação

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TSE anula votos de Garotinho, e Douglas Ruas vence governo do Rio no 1º turno

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (8), por 5 votos a 2, anular os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos) na eleição para o Governo do Rio de Janeiro. Com a exclusão desses votos da totalização, Douglas Ruas (PL) supera 50% dos válidos e passa a ser considerado eleito no primeiro turno, embora […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (8), por 5 votos a 2, anular os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos) na eleição para o Governo do Rio de Janeiro. Com a exclusão desses votos da totalização, Douglas Ruas (PL) supera 50% dos válidos e passa a ser considerado eleito no primeiro turno, embora a declaração formal do novo resultado ainda dependa do TRE-RJ.

A decisão modifica o cenário divulgado pela Justiça Eleitoral após a votação de domingo (4), quando Douglas Ruas aparecia com 49,27% dos votos válidos e teria de disputar o segundo turno contra Eduardo Paes (PSD).

Ruas recebeu 4.271.199 votos. Paes ficou em segundo lugar, com 3.706.984, equivalentes a 42,76% dos válidos na totalização realizada antes do julgamento desta quinta.

Garotinho havia recebido 274.411 votos. Com a decisão do TSE de retirá-los do cálculo dos votos válidos, Douglas passa a superar a marca de 50% por cerca de 74 mil votos.

A proclamação oficial do novo resultado, contudo, ainda precisa ser realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), responsável pela retotalização.

O julgamento terminou com cinco votos favoráveis à anulação dos votos de Garotinho e dois pela manutenção deles no cálculo da eleição.

Prevaleceu o entendimento do relator, ministro Floriano de Azevedo Marques. Segundo ele, Garotinho estava com os direitos políticos suspensos quando se filiou ao Republicanos, em razão de condenação por improbidade administrativa enquadrada na Lei da Ficha Limpa.

Para o relator, a situação tornava a filiação partidária inválida e impedia a candidatura. O entendimento foi acompanhado pelos ministros André Mendonça, Dias Toffoli, Nunes Marques e Estela Aranha.

“O mesmo voto não pode ser nulo em relação ao candidato e válido para o cálculo do resultado da eleição”, afirmou o presidente do TSE, Nunes Marques, durante o julgamento.

Os ministros Ricardo Villas Bôas Cueva e Sebastião Reis Júnior também votaram contra o registro de Garotinho, mas divergiram sobre os efeitos da decisão. Para eles, os votos dados ao candidato deveriam permanecer na totalização, o que manteria a realização do segundo turno entre Douglas Ruas e Eduardo Paes.

O caso chegou ao TSE após recurso de Garotinho contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral que havia indeferido sua candidatura.

Na sexta-feira (2), antes da eleição, Floriano de Azevedo Marques havia determinado que os votos destinados a Garotinho fossem considerados anulados sub judice. No domingo (4), porém, Nunes Marques decidiu que eles deveriam ser contabilizados provisoriamente até a análise do recurso pelo plenário.

Um dia depois da eleição, Garotinho desistiu do recurso. O TSE, entretanto, rejeitou por unanimidade o pedido de desistência e decidiu analisar o mérito nesta quinta-feira.

Com a decisão, caberá agora ao TRE-RJ realizar a nova totalização e formalizar o resultado da eleição para governador.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Reitor da UFPE estima em cerca de R$ 100 milhões prejuízo causado por incêndio

O reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, estimou em cerca de R$ 100 milhões os prejuízos provocados pelo incêndio que atingiu um prédio do campus Recife na noite dessa quarta-feira (7). Além de equipamentos e insumos, pesquisas desenvolvidas ao longo de duas décadas foram atingidas. A estimativa foi apresentada por Alfredo Gomes […]

O reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, estimou em cerca de R$ 100 milhões os prejuízos provocados pelo incêndio que atingiu um prédio do campus Recife na noite dessa quarta-feira (7). Além de equipamentos e insumos, pesquisas desenvolvidas ao longo de duas décadas foram atingidas.

A estimativa foi apresentada por Alfredo Gomes durante entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (8). O prédio atingido abrigava laboratórios de pesquisa nas áreas de fármacos, genética e informática, além de espaços utilizados por outras unidades da universidade.

“Nós perdemos o andar superior completamente. Estimamos, em termos de equipamentos, insumos e material, de uma maneira geral, algo próximo a R$ 100 milhões”, afirmou o reitor.

O valor ainda é preliminar. Segundo Alfredo Gomes, a universidade deverá se reunir com as equipes responsáveis pelos projetos que funcionavam no local para calcular com maior precisão a dimensão das perdas.

Além do prejuízo financeiro, o reitor destacou o impacto sobre as pesquisas acadêmicas. De acordo com ele, cerca de 80 dissertações e teses de doutorado estavam relacionadas aos grupos que atuavam nos laboratórios atingidos.

“É uma perda irreparável porque são dados de 20 anos de pesquisa que também eram guardados nos espaços”, declarou.

A UFPE também fará uma avaliação da estrutura do imóvel para verificar os danos provocados pelo fogo. Segundo o reitor, a universidade deverá buscar outro prédio para acomodar temporariamente as unidades, pesquisas e atividades que funcionavam no local.

A Polícia Federal informou nesta quinta-feira que instaurará inquérito para investigar o incêndio e apurar as circunstâncias e possíveis causas da ocorrência.

Peritos federais foram encaminhados ao campus da UFPE para examinar a área atingida. A PF também informou que manteve contato com a reitoria e com o comando do Corpo de Bombeiros.

Até o momento, não há conclusão sobre a origem do incêndio.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

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Augusto Cury diz que anunciará em breve apoio no segundo turno

Terceiro colocado na eleição presidencial, Augusto Cury (Avante) afirmou nessa quarta-feira (7) que ainda não decidiu quem apoiará no segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O escritor disse que pretende conversar com os candidatos antes de anunciar sua posição. Em vídeo publicado nas redes sociais, Cury pediu paciência aos eleitores e afirmou […]

Terceiro colocado na eleição presidencial, Augusto Cury (Avante) afirmou nessa quarta-feira (7) que ainda não decidiu quem apoiará no segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O escritor disse que pretende conversar com os candidatos antes de anunciar sua posição.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Cury pediu paciência aos eleitores e afirmou que optou pelo silêncio após o primeiro turno para ouvir diferentes posições antes de tomar uma decisão.

“Eu preciso conversar olho no olho com quem eu tenho de conversar. E será breve. Eu falarei sobre pautas importantes, inclusive para pacificar esse país tão dividido, tão dilacerado”, declarou.

O candidato do Avante terminou o primeiro turno na terceira colocação, com mais de 3 milhões de votos, e ainda não declarou apoio a nenhum dos dois nomes que avançaram para a votação de 25 de outubro.

Cury afirmou que pretende considerar, nas conversas antes de definir seu posicionamento, temas relacionados à educação, crianças, mulheres, saúde e ao que classificou como necessidade de pacificação do país.

“Quem não é amigo da paciência, não é amigo da sabedoria. Quem não é amigo da sabedoria toma atitudes precipitadas e inadequadas. Em breve, eu me pronunciarei e, por favor, aguardem”, disse.

Após o primeiro turno, o escritor também divulgou uma publicação com as propostas que apresentou durante a campanha presidencial.

A manifestação de Cury é acompanhada pelas campanhas de Lula e Flávio em meio às articulações para conquistar os votos dos candidatos que ficaram fora do segundo turno.

Fonte: Estadão Conteúdo
Foto: Reprodução

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Após Deltan ser eleito ao Senado pelo Paraná, TSE julga se candidatura é válida

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga nesta quinta-feira (8) o registro da candidatura de Deltan Dallagnol (Novo), eleito senador pelo Paraná no primeiro turno. A decisão poderá definir se o ex-procurador poderá assumir o mandato e se os votos recebidos por sua chapa continuarão válidos. O processo chegou ao plenário depois de uma sequência de […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga nesta quinta-feira (8) o registro da candidatura de Deltan Dallagnol (Novo), eleito senador pelo Paraná no primeiro turno. A decisão poderá definir se o ex-procurador poderá assumir o mandato e se os votos recebidos por sua chapa continuarão válidos.

O processo chegou ao plenário depois de uma sequência de decisões diferentes às vésperas da eleição. O caso está na pauta da sessão desta quinta, iniciada às 10h, e tem como relator o ministro Floriano de Azevedo Marques.

Deltan disputou a eleição com o registro questionado judicialmente e terminou entre os eleitos para o Senado no Paraná, com 25,14% dos votos válidos.

A controvérsia remonta à saída dele do Ministério Público Federal, em 2021. Em 2023, o TSE indeferiu seu registro como deputado federal nas eleições de 2022 ao entender que a exoneração do cargo de procurador ocorreu enquanto havia procedimentos disciplinares pendentes e teria evitado uma possível causa de inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa.

Para a eleição de 2026, entretanto, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) decidiu, por 4 votos a 3, permitir a candidatura ao Senado. O entendimento foi de que fatos posteriores, entre eles o arquivamento de procedimentos disciplinares, alteraram o quadro analisado anteriormente.

A decisão do TRE-PR foi contestada pela coligação Paraná Para Todos, que recorreu ao TSE pedindo o indeferimento do registro e a nulidade dos votos atribuídos à chapa.

A Procuradoria-Geral Eleitoral se manifestou em sentido contrário ao recurso e defendeu a manutenção da candidatura. Para o órgão, as condições de inelegibilidade devem ser analisadas em cada eleição e os fatos posteriores precisam ser considerados.

No sábado (3), véspera da eleição, o relator Floriano de Azevedo Marques decidiu individualmente pelo indeferimento do registro e determinou que os votos destinados a Deltan fossem considerados nulos.

No domingo (4), dia da votação, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, suspendeu os efeitos da decisão. Ele considerou que uma definição com consequências sobre a candidatura e os votos deveria ser tomada pelo colegiado e restabeleceu a situação de “deferido com recurso”.

Com isso, os votos foram contabilizados e Deltan apareceu entre os eleitos para o Senado, mas o resultado permaneceu condicionado à decisão definitiva da Justiça Eleitoral.

Agora, o plenário deverá decidir se mantém o entendimento do TRE-PR e permite que Deltan assuma o mandato ou se acolhe o recurso contra o registro. Em caso de indeferimento, a validade dos votos e os efeitos sobre a vaga no Senado também terão de ser definidos pela Justiça Eleitoral.

Fonte: O Globo
Foto:  Brenno Carvalho

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A governadora Raquel Lyra (PSD) se manifestou nesta quinta-feira (8) sobre o incêndio que atingiu instalações da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife. Ela prestou solidariedade à comunidade acadêmica e afirmou que o Governo do Estado está à disposição para colaborar com a investigação conduzida pela Polícia Federal. A manifestação foi publicada nas redes […]

A governadora Raquel Lyra (PSD) se manifestou nesta quinta-feira (8) sobre o incêndio que atingiu instalações da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife. Ela prestou solidariedade à comunidade acadêmica e afirmou que o Governo do Estado está à disposição para colaborar com a investigação conduzida pela Polícia Federal.

A manifestação foi publicada nas redes sociais da governadora após o incêndio registrado na noite dessa quarta-feira (7), em um prédio da universidade na Cidade Universitária.

“A minha solidariedade a toda a comunidade acadêmica da Universidade Federal de Pernambuco em virtude do incêndio que atingiu suas instalações na noite de ontem”, escreveu Raquel.

A governadora também destacou a atuação do Corpo de Bombeiros de Pernambuco, que foi acionado para combater as chamas.

“Acompanhei, desde o primeiro momento, a atuação do Corpo de Bombeiros, que foi mobilizado imediatamente para atender à ocorrência”, afirmou.

Raquel acrescentou que o Estado poderá contribuir com a apuração das circunstâncias do incêndio. “Estamos à disposição para colaborar com a investigação da Polícia Federal no que for necessário”, declarou.

O fogo atingiu o prédio onde funcionava a Diretoria de Inovação e Empreendedorismo da UFPE e laboratórios das áreas de fármacos, informática e genética. Não houve registro de vítimas.

A universidade ainda avalia a dimensão dos prejuízos. O reitor Alfredo Gomes informou que equipamentos, materiais e trabalhos de pesquisa foram atingidos.

A Polícia Federal participa da apuração das causas do incêndio. Até o momento, não há conclusão sobre a origem das chamas nem confirmação de eventual ação criminosa.

O episódio foi o terceiro registro de incêndio em instalações da UFPE em um intervalo de pouco mais de uma semana, circunstância que também deverá ser considerada durante a apuração.

Foto: Reprodução/Redes sociais

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A Faculdade Vale do Pajeú (FVP) decretou luto institucional e suspendeu as atividades acadêmicas nesta quinta-feira (8) após a morte do empresário e estudante de Direito Fredy William. Em nota, a instituição lamentou o homicídio e pediu uma investigação rigorosa sobre o caso, incluindo a apuração de uma eventual motivação política. Fredy William morreu após […]

A Faculdade Vale do Pajeú (FVP) decretou luto institucional e suspendeu as atividades acadêmicas nesta quinta-feira (8) após a morte do empresário e estudante de Direito Fredy William. Em nota, a instituição lamentou o homicídio e pediu uma investigação rigorosa sobre o caso, incluindo a apuração de uma eventual motivação política.

Fredy William morreu após ser atingido por disparos de arma de fogo na noite dessa quarta-feira (7), na PE-275, quando seguia de motocicleta entre São José do Egito e Tuparetama, no Sertão do Pajeú.

Segundo as informações apuradas até o momento, ele foi interceptado por volta das 21h e atingido por três disparos. Fredy chegou a ser levado para o Hospital de Tuparetama, mas não resistiu.

O empresário cursava Direito na Faculdade Vale do Pajeú, em São José do Egito. Nesta quinta-feira (8), a instituição divulgou uma nota de pesar e repúdio.

“A Faculdade Vale do Pajeú manifesta seu mais profundo pesar e sua indignação diante do brutal assassinato de Fred Williams, aluno do curso de Direito desta instituição”, diz a nota.

A FVP afirmou que nenhuma divergência política, ideológica, religiosa ou de pensamento pode justificar a violência e defendeu o respeito às liberdades de expressão, consciência, crença e manifestação política.

A instituição também cobrou das autoridades uma investigação “rigorosa, célere e transparente”, com a apuração de todas as possíveis motivações, “inclusive a política”. A Polícia investiga o caso, e as circunstâncias e a autoria do crime ainda precisam ser esclarecidas.

Em razão da morte do estudante, a Faculdade Vale do Pajeú decretou luto institucional e suspendeu todas as atividades acadêmicas nesta quinta-feira (8).

Ainda não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento.

Confira abaixo a nota da Faculdade Vale do Pajeú na íntegra:

NOTA OFICIAL DE PESAR E REPÚDIO

FACULDADE VALE DO PAJEÚ – FVP

A Faculdade Vale do Pajeú manifesta seu mais profundo pesar e sua indignação diante do brutal assassinato de Fred Williams, aluno do curso de Direito desta instituição, cidadão respeitado, estudante exemplar e pessoa querida em toda a região do Pajeú.

Sua morte, provocada por disparos de arma de fogo, representa uma perda irreparável para seus familiares, amigos, colegas e para toda a nossa comunidade acadêmica.

Nenhuma divergência política, ideológica, religiosa ou de pensamento pode justificar a violência ou a retirada de uma vida.

A liberdade de expressão, de consciência, de crença e de manifestação política é um direito constitucional que deve ser respeitado, independentemente das convicções de cada cidadão.

A FVP repudia veementemente esse crime e cobra das autoridades uma investigação rigorosa, célere e transparente, com a devida apuração de todas as possíveis motivações, inclusive a política.

Não podemos permitir que a violência silencie vozes, destrua famílias e ameace os princípios fundamentais da democracia.

Em respeito à memória de Fred Williams, a Faculdade Vale do Pajeú decreta luto institucional e suspende todas as atividades acadêmicas nesta quinta-feira, 8 de outubro de 2026.

Neste momento de profunda dor, solidarizamo-nos com seus familiares e amigos, rogando a Deus que lhes conceda força e conforto.

Fred Williams, sua memória permanecerá viva entre nós. Que sua morte não seja esquecida e que a justiça seja feita!

FACULDADE VALE DO PAJEÚ – FVP

FUTURO. VISÃO. PROPÓSITO.

Foto: Reprodução

Pais e estudantes da EREM Monsenhor Antônio de Pádua Santos, em Afogados da Ingazeira, relatam problemas com a climatização e a realização de serviços de pintura durante o período de aulas. Após as reclamações e manifestação da GRE do Alto Pajeú, a gestão da escola divulgou nota com sua versão sobre as condições da unidade […]

Pais e estudantes da EREM Monsenhor Antônio de Pádua Santos, em Afogados da Ingazeira, relatam problemas com a climatização e a realização de serviços de pintura durante o período de aulas. Após as reclamações e manifestação da GRE do Alto Pajeú, a gestão da escola divulgou nota com sua versão sobre as condições da unidade e as providências adotadas.

Um documento apresentado à Gerência Regional de Educação (GRE) do Alto Pajeú pelo advogado Andricélio Cleanto Marques Moreira, pai de uma estudante do 3º ano do Ensino Médio, afirma que os problemas de climatização já durariam mais de três semanas.

Entre as reclamações está a existência de aparelhos de ar-condicionado antigos que estariam sem funcionar. A representação afirma ainda que novos equipamentos já teriam sido destinados e entregues à escola, mas permaneceriam armazenados sem instalação.

A situação ocorre em um período de temperaturas elevadas e baixa umidade na região.

Outro ponto questionado é a realização da pintura das salas durante o horário letivo. De acordo com os relatos apresentados, estudantes teriam permanecido próximos aos ambientes onde os serviços estavam sendo executados. Alunos relataram dores de cabeça, náuseas e desconforto respiratório.

A denúncia também menciona paralisação de estudantes em razão das condições apontadas. A gestão escolar, entretanto, afirma que as aulas estão acontecendo normalmente e que as atividades pedagógicas, incluindo a recepção dos alunos, seguem de forma habitual.

O QUE DIZ A GRE

À Rádio Pajeú, a GRE do Alto Pajeú informou que a Secretaria de Educação iniciou, no começo do ano, processo de licitação para contratar uma empresa responsável pela manutenção dos aparelhos de ar-condicionado, mas o procedimento foi alvo de uma medida cautelar do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Segundo a Gerência Regional, a medida foi revertida em setembro e a contratação da empresa já foi efetivada.

“A partir de 10 de outubro, estaremos com uma empresa atendendo a manutenção das escolas”, informou a GRE, acrescentando que a EREMAPS será tratada como prioridade e que os trabalhos devem começar na próxima semana.

A Gerência Regional também afirmou que o processo de manutenção não impede que a própria escola substitua aparelhos antigos por novos equipamentos de mesma potência.

“Estamos aguardando que a gestora tome essas providências e também estabeleça diálogo com os estudantes”, informou.

Sobre a pintura, a GRE explicou que os serviços não puderam ser realizados em todas as unidades durante o mês de janeiro. Como a situação da EREMAPS era considerada precária nesse aspecto, a intervenção foi iniciada durante o período letivo.

“Cabe à escola fazer o remanejamento de salas para evitar que os estudantes estejam próximos ao local com tinta fresca”, afirmou a Gerência Regional.

O QUE DIZ A GESTÃO DA ESCOLA

Após a repercussão das reclamações, a gestão da EREM Monsenhor Antônio de Pádua Santos divulgou nota assinada pela gestora Nadja Patrícia da Silva.

No documento, a direção afirma que as providências consideradas possíveis dentro das atribuições da escola estão sendo adotadas e que as demandas dos estudantes vêm sendo tratadas internamente, com diálogo entre a gestão, os alunos e a intermediação do Grêmio Estudantil.

A escola sustenta que as aulas estão ocorrendo normalmente e que mantém o funcionamento regular das atividades pedagógicas.

Em relação à manutenção e às condições estruturais, a gestão afirma que acompanha os serviços e mantém diálogo com os órgãos responsáveis. A nota cita informação da GRE de que uma Ordem de Serviço já foi assinada, contemplando intervenções como adequação da rede elétrica e substituição de aparelhos de ar-condicionado.

Sobre a pintura durante o período letivo, a direção explica que o serviço foi iniciado após a chegada da empresa responsável e devido à necessidade de cumprimento do cronograma e das determinações estabelecidas pela Rede Estadual de Ensino e pela GRE.

A gestão afirma ainda que acompanha a execução dos trabalhos e adota, dentro de suas possibilidades, medidas para minimizar eventuais impactos sobre os estudantes.

A nota também explica que a escola trabalha com salas temáticas e que eventuais remanejamentos de turmas e espaços são realizados de forma planejada, quando necessários, para conciliar os serviços com a continuidade das atividades pedagógicas.

A direção sustenta que não se omitiu diante das situações apresentadas e afirma manter diálogo com estudantes, Grêmio Estudantil, GRE e demais responsáveis.

“A gestão da EREM Monsenhor Antônio de Pádua Santos permanece à disposição para os esclarecimentos necessários e continuará acompanhando a execução das providências até a conclusão dos serviços”, conclui a nota.

 

 

Foto: Reprodução

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A programação da 56ª Festa dos Romeiros de Solidão sofreu uma alteração para o dia 18 de outubro. Fernandinha adiou a apresentação por motivos de saúde e Claudio Ney e Juliana foram confirmados para a data. A mudança foi comunicada após a própria Fernandinha informar, por meio de um vídeo encaminhado ao município, que não […]

A programação da 56ª Festa dos Romeiros de Solidão sofreu uma alteração para o dia 18 de outubro. Fernandinha adiou a apresentação por motivos de saúde e Claudio Ney e Juliana foram confirmados para a data.

A mudança foi comunicada após a própria Fernandinha informar, por meio de um vídeo encaminhado ao município, que não poderá se apresentar na data inicialmente prevista.

O show da cantora foi remarcado para 20 de dezembro, quando Solidão terá programação alusiva aos 63 anos de emancipação política.

Com o adiamento, Claudio Ney e Juliana passam a integrar a programação da 56ª Festa dos Romeiros no dia 18 de outubro. A dupla também confirmou a participação no evento por meio de mensagem direcionada ao público.

O prefeito Mayco Araújo divulgou a atualização da programação, segundo a Prefeitura de Solidão, as demais atividades previstas para a Festa dos Romeiros estão mantidas.

Foto: Divulgação

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O prefeito de Tabira, Flávio Marques (PT), vai disputar em dezembro a presidência do CIMPAJEÚ para o biênio 2027-2028 e já reúne apoios de onze prefeitos. Entre eles está Luciano Torres (PSB), atual presidente do consórcio e prefeito de Ingazeira. A eleição está prevista para dezembro, e a nova Mesa Diretora assumirá a condução da […]

O prefeito de Tabira, Flávio Marques (PT), vai disputar em dezembro a presidência do CIMPAJEÚ para o biênio 2027-2028 e já reúne apoios de onze prefeitos. Entre eles está Luciano Torres (PSB), atual presidente do consórcio e prefeito de Ingazeira.

A eleição está prevista para dezembro, e a nova Mesa Diretora assumirá a condução da entidade a partir de janeiro de 2027.

Além do atual presidente do CIMPAJEÚ, já confirmaram apoio a Flávio os prefeitos Mayco da Farmácia, de Solidão; Berg Gomes, de Carnaíba; Delson Lustosa, de Santa Terezinha; Márcia Conrado, de Serra Talhada; Sandrinho Palmeira, de Afogados da Ingazeira; Zé Pretinho, de Quixaba; Aline Karina, de Itapetim; Gilson Bento, de Brejinho; Luciano Bonfim, de Triunfo; e Manoel Messias, de Custódia.

A articulação também recebeu o apoio de Giba, atual secretário-executivo do CIMPAJEÚ, que declarou apoio à candidatura de Flávio Marques para a presidência do consórcio.

As conversas com os demais integrantes do consórcio continuam. Esse período que antecede a eleição costuma concentrar a formação de blocos e as negociações em busca de uma composição que reúna maioria entre os municípios consorciados.

Flávio é filiado ao PT, mas mantém interlocução com prefeitos de diferentes partidos e campos políticos. Apoiou a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD) e tem diálogo com gestores ligados ao grupo da governadora, além de prefeitos socialistas da região.

Outro ponto considerado na articulação é a localização de Tabira. O município está em uma área central do Pajeú, favorecendo a interlocução com gestores do Alto, Médio e Baixo Pajeú.

A prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu, também colocou seu nome à disposição e trabalha na possibilidade de apresentar uma chapa para a eleição de dezembro.

O consórcio reúne municípios do Pajeú, Sertânia e Custódia, que também integram a entidade para atuação conjunta em áreas e serviços de interesse regional.

Foto: Reprodução

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A derrota na disputa pelo Senado em 2026 levou Mendonça Filho (PL) à sexta eleição majoritária sem vitória como candidato titular em Pernambuco. O ex-governador terminou em terceiro lugar, atrás de Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT), e passou a concentrar o maior número de derrotas desse tipo no estado desde a redemocratização. Mendonça […]

A derrota na disputa pelo Senado em 2026 levou Mendonça Filho (PL) à sexta eleição majoritária sem vitória como candidato titular em Pernambuco. O ex-governador terminou em terceiro lugar, atrás de Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT), e passou a concentrar o maior número de derrotas desse tipo no estado desde a redemocratização.

Mendonça recebeu 1.728.587 votos na eleição de domingo (4), equivalentes a 18,57% dos votos válidos para o Senado. Humberto Costa e Marília Arraes ficaram com as duas vagas em disputa.

A eleição de 2026 se soma a outras cinco derrotas de Mendonça em disputas majoritárias como titular. A primeira ocorreu em 2006, quando, já no exercício do Governo de Pernambuco, tentou permanecer no cargo por meio das urnas. Ele chegou ao segundo turno, mas foi derrotado por Eduardo Campos (PSB).

Depois, concorreu à Prefeitura do Recife em 2008 e terminou na segunda colocação. Voltou a disputar o comando da capital em 2012, quando ficou em quarto lugar.

Em 2018, Mendonça tentou pela primeira vez uma vaga no Senado. Terminou em terceiro, atrás de Humberto Costa e Jarbas Vasconcelos, então eleitos.

Dois anos depois, voltou à disputa pela Prefeitura do Recife. Em 2020, ficou novamente em terceiro lugar, fora do segundo turno vencido posteriormente por João Campos.

Com a nova tentativa ao Senado em 2026, Mendonça chegou à sexta derrota em eleição majoritária como candidato titular: 2006, 2008, 2012, 2018, 2020 e 2026.

A contagem não significa que o político não tenha vencido eleições ao longo da carreira. Mendonça foi eleito deputado federal em diferentes ocasiões e também venceu duas eleições como vice-governador, em 1998 e 2002, nas chapas lideradas por Jarbas Vasconcelos.

Ele assumiu o Governo de Pernambuco em 2006, depois que Jarbas deixou o cargo para disputar o Senado. A chegada ao Palácio do Campo das Princesas, portanto, ocorreu como consequência do mandato de vice-governador, e não de uma eleição em que Mendonça tenha sido o cabeça da chapa.

O levantamento da reportagem aponta ainda que Humberto Costa também acumula seis derrotas eleitorais ao longo da carreira. A diferença é que o petista venceu disputas majoritárias para o Senado em 2010, 2018 e novamente em 2026.

Além das passagens pelo Governo de Pernambuco e pela Câmara dos Deputados, Mendonça Filho foi ministro da Educação durante o governo Michel Temer, entre 2016 e 2018.

Fonte: g1
Foto: Rafael Souza

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