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O Senado Federal tem votação prevista para esta terça-feira (3) da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A análise do texto, uma das prioridades do governo Lula, reacende o impasse entre governistas e oposição sobre a redução da maioridade penal, que pode provocar alterações na proposta e atrasar sua aprovação definitiva. A […]

O Senado Federal tem votação prevista para esta terça-feira (3) da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A análise do texto, uma das prioridades do governo Lula, reacende o impasse entre governistas e oposição sobre a redução da maioridade penal, que pode provocar alterações na proposta e atrasar sua aprovação definitiva.

A votação foi incluída na pauta pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), após ter sido adiada antes do segundo turno das eleições presidenciais. O governo pretende aprovar a proposta sem mudanças em relação ao texto da Câmara dos Deputados, permitindo sua promulgação e abrindo caminho para a criação do Ministério da Segurança Pública.

A oposição, que apoiou a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), defende uma emenda para reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos nos crimes comuns e para 14 anos nos crimes hediondos. A iniciativa conta com o apoio de 37 senadores.

Durante as discussões anteriores à eleição, o então líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), apresentou uma proposta alternativa para permitir a responsabilização penal a partir dos 16 anos exclusivamente em casos de crimes hediondos.

A iniciativa provocou divergências dentro da própria base governista. A senadora pernambucana Teresa Leitão (PT), líder do governo no Senado, defendeu que o assunto seja discutido separadamente e criticou a tentativa de incluir a mudança na PEC da Segurança Pública.

O presidente Lula também se manifestou favoravelmente à redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos durante uma sabatina realizada pela TV Globo antes do segundo turno.

Mesmo assim, uma ala do governo considera que a prioridade deve ser a aprovação do texto já votado pela Câmara. O relator no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE), manteve a proposta sem alterações de mérito.

O líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), afirmou que pretende manter o destaque para que a emenda apresentada por Camilo Santana seja analisada separadamente. A medida pode obrigar os senadores a se posicionarem sobre a redução da maioridade penal.

Além das discussões sobre responsabilização criminal de adolescentes, a PEC prevê mudanças na organização da segurança pública brasileira.

Entre os principais pontos estão a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, a ampliação das competências da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal no combate às organizações criminosas e regras mais rígidas para lideranças de facções.

A proposta também estabelece que a União distribua 50% dos recursos de determinados fundos de segurança pública a estados e municípios, independentemente da celebração de convênios. Outra medida permite a criação de polícias municipais para atividades de policiamento ostensivo e comunitário.

A redução da maioridade penal havia sido retirada do texto durante a tramitação na Câmara dos Deputados, em março, após um acordo que previa a discussão do assunto em uma proposta separada.

Caso o Senado aprove mudanças no conteúdo da PEC, o texto precisará retornar à Câmara para nova análise. Se for aprovado sem alterações, poderá seguir diretamente para promulgação.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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Os Estados Unidos realizam nesta terça-feira (3) as eleições legislativas que definirão o controle do Congresso durante os dois últimos anos do segundo mandato do presidente Donald Trump. Mais de 57 milhões de norte-americanos já haviam votado antecipadamente até segunda-feira (2), enquanto democratas manifestam preocupação com a possibilidade de o presidente contestar resultados desfavoráveis ao […]

Os Estados Unidos realizam nesta terça-feira (3) as eleições legislativas que definirão o controle do Congresso durante os dois últimos anos do segundo mandato do presidente Donald Trump. Mais de 57 milhões de norte-americanos já haviam votado antecipadamente até segunda-feira (2), enquanto democratas manifestam preocupação com a possibilidade de o presidente contestar resultados desfavoráveis ao Partido Republicano.

O volume de votos antecipados supera os cerca de 46 milhões registrados nas eleições de meio de mandato de 2022. Os dados são do laboratório eleitoral da Universidade da Flórida e incluem votos presenciais antecipados e cédulas enviadas pelo correio.

A disputa renovará todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes e parte do Senado. Os eleitores também escolherão governadores e outros representantes estaduais e locais.

Atualmente, o Partido Republicano controla as duas Casas do Congresso. Uma mudança nessa composição poderá alterar a relação de forças em Washington, com efeitos sobre a aprovação de projetos, o orçamento federal e a fiscalização das ações do governo.

Temor de contestação

A possibilidade de questionamentos sobre o resultado eleitoral tornou-se uma preocupação entre democratas e organizações que acompanham o processo de votação.

O receio está relacionado às declarações de Trump sobre a segurança das eleições e ao histórico de acusações infundadas de fraude feitas pelo presidente após sua derrota para Joe Biden em 2020.

Naquele ano, Trump contestou o resultado da eleição presidencial, embora não tenham sido apresentadas provas de fraude capaz de alterar o resultado. Suas alegações foram rejeitadas em diferentes processos judiciais.

Na atual disputa, declarações do presidente e iniciativas de seu governo relacionadas à administração das eleições voltaram a provocar questionamentos. Nos Estados Unidos, a organização da votação é responsabilidade dos estados, que possuem regras próprias para o registro dos eleitores, a apuração e a certificação dos resultados.

A presença de observadores, a atuação de autoridades federais e eventuais disputas judiciais estão entre os pontos acompanhados pelas organizações responsáveis pelo monitoramento eleitoral.

Participação antecipada

O crescimento da votação antecipada demonstra uma mobilização expressiva dos eleitores antes da abertura das urnas nesta terça-feira.

Até segunda-feira, aproximadamente 32 milhões de pessoas haviam votado presencialmente e mais de 25 milhões tinham encaminhado seus votos pelo correio.

Os números, porém, não permitem identificar antecipadamente qual partido vencerá. Em alguns estados, os registros indicam a filiação partidária dos eleitores, mas essa informação não revela em quem cada cidadão votou.

A apuração poderá se estender além do dia da eleição, especialmente em disputas equilibradas e nos estados que recebem grande quantidade de votos pelo correio.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Partidos do Centrão articulam a ampliação de sua participação no quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e tentam reduzir a influência do PT na condução das negociações políticas. Além de ministérios, as legendas buscam espaço em funções de liderança responsáveis pela relação entre o Executivo e o Congresso Nacional. As movimentações […]

Partidos do Centrão articulam a ampliação de sua participação no quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e tentam reduzir a influência do PT na condução das negociações políticas. Além de ministérios, as legendas buscam espaço em funções de liderança responsáveis pela relação entre o Executivo e o Congresso Nacional.

As movimentações ocorrem em meio às discussões sobre a composição do governo que terá início em janeiro de 2027. Um dos principais interesses do grupo é a Secretaria de Relações Institucionais (SRI), responsável pela articulação do Palácio do Planalto com deputados e senadores.

Atualmente comandada pelo ministro José Guimarães (PT-CE), a secretaria participa diretamente das negociações de projetos legislativos e da interlocução sobre emendas parlamentares, o que torna seu comando estratégico para os partidos.

Entre as legendas interessadas na pasta está o Republicanos, partido do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. Um dos nomes mencionados para assumir a função é o deputado federal pernambucano Silvio Costa Filho, que comandou o Ministério de Portos e Aeroportos durante o terceiro mandato de Lula.

A possibilidade, entretanto, enfrenta resistência entre integrantes do Palácio do Planalto. Auxiliares do presidente avaliam que transferir a Secretaria de Relações Institucionais ao Centrão ampliaria o controle dessas legendas sobre uma área considerada estratégica para o funcionamento do governo.

Durante o terceiro mandato, a articulação política permaneceu sob responsabilidade de integrantes do PT. Antes de José Guimarães, a pasta foi comandada por Alexandre Padilha e Gleisi Hoffmann.

Além da disputa pela secretaria, representantes de partidos de centro procuram ampliar sua participação na Esplanada dos Ministérios e nas funções de liderança política. A movimentação ocorre diante da necessidade de Lula construir uma base parlamentar para enfrentar uma oposição numericamente fortalecida após as eleições.

As negociações também envolvem o MDB, o PSD e a Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP. Parte dessas legendas ocupou ministérios no atual governo, embora tenha adotado posições divergentes em votações do Congresso e durante a disputa presidencial.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, foi escolhido para iniciar as conversas com as direções partidárias a partir desta terça-feira (3). A orientação do Planalto é ouvir as propostas das legendas antes de definir os espaços que poderão ocupar no próximo mandato.

Do lado governista, a intenção é condicionar a distribuição de cargos a compromissos mais claros de apoio às propostas do Executivo. Lula pretende exigir dos partidos uma estimativa dos votos que poderão assegurar nas principais votações da Câmara e do Senado.

O ministro José Guimarães já defendeu que a participação das legendas no governo seja acompanhada de maior fidelidade parlamentar. A avaliação é que a ocupação de ministérios não deve ocorrer sem compromisso com as pautas da administração federal.

As negociações ainda estão em fase inicial. Não existe decisão anunciada sobre a substituição de Guimarães, a transferência da articulação política para o Centrão ou a distribuição das funções de liderança no próximo governo.

Fonte: O Globo
Foto: Juan Barreto

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Douglas Ruas, que sequer assumiu como governador, quer tirar site crítico do ar

O governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), tenta retirar do ar um site com conteúdo crítico à sua atuação política antes mesmo de assumir o comando do estado. A informação foi divulgada pelo jornalista Ancelmo Gois, em sua coluna no jornal O Globo. A iniciativa coloca novamente em discussão os limites entre […]

O governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), tenta retirar do ar um site com conteúdo crítico à sua atuação política antes mesmo de assumir o comando do estado. A informação foi divulgada pelo jornalista Ancelmo Gois, em sua coluna no jornal O Globo.

A iniciativa coloca novamente em discussão os limites entre a proteção da imagem de agentes públicos e o direito à crítica política. A reportagem informa a tentativa de retirada da página, mas não foi possível confirmar, a partir das informações acessíveis, os detalhes do novo pedido ou a existência de uma decisão judicial sobre ele.

Durante a campanha eleitoral, Ruas já havia recorrido à Justiça Eleitoral contra publicações críticas. Em outubro, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) determinou a retirada de um site divulgado durante a disputa pelo governo estadual. Na ocasião, a decisão considerou a existência de propaganda eleitoral negativa e irregularidade na hospedagem da página no exterior.

O episódio anterior, entretanto, não permite concluir que a atual tentativa de retirada tenha os mesmos fundamentos ou envolva o mesmo endereço eletrônico.

Douglas Ruas foi declarado governador eleito do Rio de Janeiro após a retotalização dos votos do primeiro turno, realizada pela Justiça Eleitoral em outubro. A mudança ocorreu depois da anulação dos votos atribuídos ao ex-governador Anthony Garotinho, permitindo que o candidato do PL ultrapassasse 50% dos votos válidos.

Ruas ainda não assumiu o governo estadual. A tentativa de retirada do site, relatada pela coluna, ocorre antes do início de seu mandato.

Fonte: O Globo, coluna de Ancelmo Gois
Foto: Reprodução

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O deputado federal André Janones (Rede-MG) se reuniu nesta segunda-feira (2), em Buenos Aires, com a ex-presidente argentina Cristina Kirchner para discutir o apoio à oposição ao presidente Javier Milei nas eleições de 2027. O parlamentar brasileiro participou de encontros com lideranças peronistas para apresentar estratégias de mobilização digital utilizadas na campanha de reeleição do […]

O deputado federal André Janones (Rede-MG) se reuniu nesta segunda-feira (2), em Buenos Aires, com a ex-presidente argentina Cristina Kirchner para discutir o apoio à oposição ao presidente Javier Milei nas eleições de 2027. O parlamentar brasileiro participou de encontros com lideranças peronistas para apresentar estratégias de mobilização digital utilizadas na campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Antes da conversa com Cristina Kirchner, Janones se encontrou com o ex-ministro da Fazenda Sergio Massa, derrotado por Milei nas eleições presidenciais de 2023. Massa pretende disputar novamente a Presidência argentina, mas enfrenta a concorrência interna de Axel Kicillof, atual governador da província de Buenos Aires, que também busca representar a oposição.

As eleições presidenciais argentinas estão previstas para outubro de 2027.

Participaram da reunião com Massa os publicitários Rafael Marroquim e Chico Kertesz, que integraram a equipe de comunicação da campanha de Lula em 2026. Os dois também já foram sócios do ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira.

Durante o encontro, os participantes discutiram a possibilidade de adaptar à realidade argentina o modelo de mobilização digital utilizado na eleição brasileira, especialmente a atuação organizada de apoiadores nas redes sociais e em aplicativos de mensagens.

Janones ganhou projeção com a criação do canal de WhatsApp “Exército de Lula”, que reuniu mais de 10,5 milhões de seguidores durante a disputa presidencial. A ferramenta foi utilizada para distribuir conteúdos e coordenar a participação de apoiadores nas plataformas digitais.

A experiência brasileira passou a despertar interesse de grupos políticos de outros países, incluindo movimentos de oposição ao governo argentino. O objetivo das conversas é avaliar como esse modelo poderia ser utilizado nas eleições de 2027.

Apesar das articulações, ainda não há confirmação de que Janones ou os publicitários brasileiros integrarão oficialmente a campanha presidencial argentina.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Divulgação

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A proposta de mudança no sistema eleitoral brasileiro voltou à pauta da Câmara dos Deputados, mas sem a participação direta dos eleitores nas discussões. A ausência de um debate público mais amplo é criticada pela jornalista Dora Kramer, em coluna publicada nesta segunda-feira (2), na Folha de S.Paulo. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), […]

A proposta de mudança no sistema eleitoral brasileiro voltou à pauta da Câmara dos Deputados, mas sem a participação direta dos eleitores nas discussões. A ausência de um debate público mais amplo é criticada pela jornalista Dora Kramer, em coluna publicada nesta segunda-feira (2), na Folha de S.Paulo.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pretende avançar ainda neste ano na discussão sobre a adoção do voto distrital misto, modelo que modificaria a forma de eleição de deputados e vereadores. A proposta vem sendo negociada com dirigentes partidários e enfrenta divergências entre as bancadas.

Na avaliação de Dora Kramer, a discussão é necessária para aperfeiçoar o sistema político brasileiro, mas não deveria ocorrer de maneira apressada ou ficar restrita às lideranças do Congresso.

A jornalista questiona a intenção de aprovar uma alteração de grande alcance em menos de dois meses, antes do encerramento dos trabalhos legislativos deste ano. Para ela, o prazo reduzido indica a possibilidade de um acordo entre as cúpulas partidárias, sem que a população compreenda adequadamente as consequências da mudança.

Atualmente, o Brasil utiliza o sistema proporcional de lista aberta para eleger deputados federais, estaduais, distritais e vereadores. Nesse modelo, os votos recebidos pelos candidatos e pelas legendas influenciam a distribuição das vagas entre os partidos.

O voto distrital misto combina duas formas de escolha. Uma parte dos parlamentares seria eleita diretamente em distritos geográficos, enquanto as demais vagas seriam preenchidas conforme a votação dos partidos, por meio de listas.

Hugo Motta defende que o novo sistema seja implementado em 2034, com uma etapa de transição nas eleições de 2030. A proposta ainda depende de negociações e não existe consenso sobre todos os detalhes de sua aplicação.

A discussão ganhou força depois das eleições de outubro, quando candidatos com votações expressivas contribuíram para ampliar as bancadas de seus partidos. A mudança poderia alterar esse mecanismo de distribuição de cadeiras.

Segundo Dora Kramer, a reação ao desempenho eleitoral de determinados candidatos levanta dúvidas sobre as motivações da reforma. A jornalista considera que a pressa para modificar as regras pode indicar uma tentativa de adequar o sistema aos interesses políticos das legendas.

A proposta também encontra resistência entre parlamentares de diferentes partidos, incluindo PL e PT. As divergências envolvem o modelo de votação, o peso das listas partidárias e os possíveis efeitos sobre a representação política.

Entre os argumentos favoráveis ao voto distrital misto está a possibilidade de aproximar deputados e eleitores, permitindo uma relação mais direta entre representantes e comunidades. Por outro lado, existem preocupações sobre a concentração de poder nas direções partidárias e a representação de grupos que não possuem eleitorado concentrado em determinadas regiões.

Dora Kramer chama atenção para o fato de que as mudanças atingirão diretamente a maneira como os brasileiros escolherão seus representantes, embora não haja, nas articulações apresentadas, uma proposta de participação da população no debate.

A jornalista defende que uma reforma dessa dimensão seja discutida com tempo suficiente, transparência e participação dos eleitores, antes de qualquer decisão definitiva.

Fonte: Folha de S.Paulo, coluna de Dora Kramer
Foto: Reprodução

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Morre Adalberto Farias Cabral, pai de Danilo Cabral e ex-presidente do TCE-PE

Morreu nesta segunda-feira (2), aos 91 anos, Adalberto Farias Cabral, ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) e pai do ex-deputado federal Danilo Cabral. O falecimento foi lamentado pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), que divulgou uma nota de pesar. Natural de Surubim, no Agreste pernambucano, Adalberto nasceu em 15 de fevereiro […]

Morreu nesta segunda-feira (2), aos 91 anos, Adalberto Farias Cabral, ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) e pai do ex-deputado federal Danilo Cabral. O falecimento foi lamentado pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), que divulgou uma nota de pesar.

Natural de Surubim, no Agreste pernambucano, Adalberto nasceu em 15 de fevereiro de 1935. Engenheiro agrônomo formado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), construiu sua trajetória profissional na política e na administração pública.

Foi deputado estadual a partir de 1979 e ocupou cargos na Prefeitura do Recife, incluindo as secretarias de Serviços Públicos e de Abastecimento. Também presidiu a Companhia de Transportes Urbanos (CTU).

Em agosto de 1988, ingressou no Tribunal de Contas de Pernambuco como conselheiro, após nomeação pelo então governador Miguel Arraes.

Presidiu o TCE-PE em dois períodos, de 1992 a 1993 e de 2000 a 2001. Também exerceu as funções de vice-presidente, corregedor-geral, ouvidor-geral e presidente da Primeira Câmara. Sua aposentadoria ocorreu em fevereiro de 2005.

Adalberto era pai de Danilo Cabral, ex-deputado federal e ex-superintendente da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

Alepe divulga nota de pesar

A Assembleia Legislativa de Pernambuco divulgou uma nota assinada pelo presidente da Casa, deputado Álvaro Porto, lamentando o falecimento de Adalberto Farias Cabral.

No comunicado, a Alepe destacou a trajetória do ex-parlamentar, sua passagem pelo Tribunal de Contas e os cargos que ocupou na administração municipal do Recife.

A Assembleia também manifestou condolências e solidariedade aos familiares e amigos neste momento de despedida.

O velório e o sepultamento serão realizados no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, entre as 9h e 11h da manhã desta terça feira (3).

O Blog manifesta pesar pelo falecimento de Adalberto Farias Cabral e se solidariza com seus familiares e amigos.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Reprodução

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O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou que não aceitará assumir um ministério no quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, exibida nesse domingo (1º), e reforçada em uma publicação na rede social X. “Eu não vou aceitar nenhum ministério. Está […]

O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou que não aceitará assumir um ministério no quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, exibida nesse domingo (1º), e reforçada em uma publicação na rede social X.

“Eu não vou aceitar nenhum ministério. Está cravado”, declarou o parlamentar, que confirmou sua intenção de permanecer na Câmara dos Deputados.

A declaração ocorre após o nome de Janones ser mencionado nas articulações para a formação do próximo governo, especialmente diante da possibilidade de criação de um Ministério da Comunicação Digital.

O deputado ganhou destaque durante o segundo turno das eleições presidenciais ao organizar o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que ultrapassou 10 milhões de participantes. O espaço foi utilizado para mobilizar apoiadores e coordenar o compartilhamento de conteúdos favoráveis à reeleição do presidente.

Após a entrevista, Janones utilizou a rede social X para explicar os motivos da decisão. Segundo ele, assumir uma função no Executivo poderia limitar a liberdade de atuação política que pretende manter no Congresso.

“Porque não posso ter as amarras da liturgia de um cargo nem ficar preso em compromissos burocráticos!”, escreveu.

O deputado também afirmou que considera a Câmara o espaço mais adequado para continuar desenvolvendo o trabalho de mobilização realizado durante a campanha eleitoral.

“Um ministério seria minha zona de conforto”, declarou, ao defender a continuidade de sua atuação parlamentar e digital.

Em um áudio encaminhado aos integrantes do “Exército do Lula”, Janones também explicou que pretende utilizar a estrutura de mobilização para acompanhar e apoiar propostas do governo no Congresso Nacional.

Durante a entrevista ao Fantástico, o parlamentar reconheceu que o modelo de organização adotado no canal, centralizado em suas orientações, não representa uma forma plena de participação democrática. Segundo ele, o formato foi utilizado como uma estratégia temporária durante a disputa eleitoral.

Janones também confirmou que permanecerá na Rede Sustentabilidade. O deputado justificou a decisão pela independência que afirma encontrar na legenda e pela relação de lealdade que mantém com o partido.

A possibilidade de sua participação no Executivo ganhou espaço após Lula agradecer publicamente sua atuação durante a campanha e destacar a importância da comunicação digital para o próximo mandato.

O presidente recebeu Janones no Palácio da Alvorada na quinta-feira (29), quando os dois conversaram sobre a mobilização nas redes sociais.

Apesar das especulações envolvendo uma possível pasta de Comunicação Digital, a criação do ministério ainda não foi oficializada pelo governo federal.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, recorreu à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) para tentar reverter sua prisão preventiva. A iniciativa, divulgada nesta segunda-feira (2), aponta supostas violações de direitos e questiona a demora do Supremo Tribunal Federal (STF) em analisar um pedido de liberdade apresentado em setembro. Os advogados […]

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, recorreu à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) para tentar reverter sua prisão preventiva. A iniciativa, divulgada nesta segunda-feira (2), aponta supostas violações de direitos e questiona a demora do Supremo Tribunal Federal (STF) em analisar um pedido de liberdade apresentado em setembro.

Os advogados acionaram o órgão internacional, vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA), argumentando que o empresário permanece preso sem uma decisão sobre a solicitação de soltura protocolada em 18 de setembro.

Vorcaro está preso preventivamente desde março, por determinação do ministro André Mendonça. A defesa sustenta que a manutenção da prisão, sem a apreciação do pedido mais recente, compromete garantias relacionadas ao devido processo legal e ao direito de receber uma decisão judicial em prazo razoável.

No documento encaminhado à comissão, os advogados apresentam sete alegações de violações de direitos. Entre elas estão questionamentos sobre as condições de detenção, a divulgação de conversas privadas extraídas do celular apreendido pela Polícia Federal e a ausência de resposta ao pedido de liberdade.

A defesa também questiona a integridade de provas digitais reunidas durante a investigação e solicita a preservação dos arquivos originais, além do acesso ao material.

Segundo os representantes do empresário, o objetivo é que o Estado brasileiro adote providências para restabelecer sua liberdade mediante medidas cautelares ou assegure a análise do pedido de soltura por um magistrado competente no prazo de cinco dias.

Os advogados argumentam que Vorcaro colaborou com as investigações e respondeu aos questionamentos apresentados pela Polícia Federal em quatro depoimentos, sem exercer o direito ao silêncio.

Impasse no STF

A tramitação do caso sofreu mudanças após as investigações envolvendo o Banco Master alcançarem informações relacionadas a integrantes do Supremo.

Em setembro, os procedimentos da Operação Compliance Zero foram encaminhados à Presidência do STF. Na quinta-feira (29), Edson Fachin decidiu manter provisoriamente os processos sob sua responsabilidade por até 90 dias, contados a partir de 12 de setembro, incluindo a possibilidade de analisar pedidos urgentes.

Apesar da medida, a defesa afirma que a solicitação de liberdade apresentada em setembro continua sem decisão.

Os advogados também solicitaram uma audiência com Fachin, prevista para esta terça-feira (3), para tratar da situação processual do empresário.

A Comissão Interamericana pode examinar denúncias de violações de direitos humanos e solicitar providências aos Estados. O órgão, entretanto, não funciona como instância recursal do STF e não tem competência para determinar diretamente a soltura de Vorcaro.

Investigação sobre o Banco Master

Na semana passada, a Polícia Federal concluiu um dos inquéritos relacionados ao Banco Master e indiciou Vorcaro e outras 14 pessoas por suspeitas de crimes contra o sistema financeiro nacional.

A investigação envolve operações financeiras relacionadas à negociação de carteiras de crédito com o Banco de Brasília (BRB).

O relatório deverá ser analisado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), responsável por avaliar a apresentação de eventual denúncia à Justiça.

O indiciamento não representa condenação nem transforma automaticamente o investigado em réu.

Em depoimento à Polícia Federal, Vorcaro negou ter cometido crimes e afirmou que não provocou prejuízos ao BRB. Sua defesa também contestou as conclusões do relatório policial.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução/PF

O PT pretende iniciar, nesta terça-feira (3), conversas com todos os partidos do Centrão para discutir a composição do quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O presidente nacional da legenda, Edinho Silva, foi escolhido para conduzir as primeiras negociações. Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles nesta segunda-feira (2), a orientação do Palácio […]

O PT pretende iniciar, nesta terça-feira (3), conversas com todos os partidos do Centrão para discutir a composição do quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O presidente nacional da legenda, Edinho Silva, foi escolhido para conduzir as primeiras negociações.

Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles nesta segunda-feira (2), a orientação do Palácio do Planalto é ouvir as lideranças partidárias antes de definir a distribuição de ministérios e outros espaços na administração federal a partir de janeiro de 2027.

Diferentemente das negociações realizadas no terceiro mandato, Lula pretende estabelecer critérios mais rigorosos para a participação das legendas no governo. A principal exigência será o compromisso de apoio às propostas do Executivo nas votações do Congresso Nacional.

De acordo com a reportagem, o presidente deverá solicitar aos partidos uma estimativa do número de votos que poderão garantir para projetos considerados prioritários. A medida busca reduzir as dificuldades enfrentadas pelo governo em votações nas quais partidos da base apoiaram propostas contrárias aos interesses do Planalto.

Além de Edinho Silva, outros interlocutores políticos e o próprio Lula poderão participar das reuniões com representantes do Centrão.

As articulações também envolvem partidos que apoiaram Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. Entre eles estão o Republicanos, o MDB e a Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP. O PSD, por sua vez, manteve posição de neutralidade na disputa.

Parte dessas legendas ocupou ministérios durante o terceiro mandato de Lula, apesar das divergências políticas e eleitorais registradas ao longo do período.

A intenção do governo é reconstruir sua base de apoio para a próxima legislatura, especialmente diante do fortalecimento da oposição no Senado e na Câmara dos Deputados.

As conversas ainda estão em fase inicial. Não foram anunciados acordos sobre a distribuição de ministérios nem compromissos formais de apoio das legendas que participarão das negociações.

Fonte: Metrópoles
Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles

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Luto: morre Girlândia Cachoeira, esposa do cantor César Amaral

Tristeza Foi confirmada a morte de Girlânia Cachoeira, 52 anos, esposa do cantor e compositor sertaniense César Amaral. Girlânia encontrava-se internada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave de saúde. César Amaral chegou a anunciar nesta segunda-feira (02/11), nas redes sociais, o cancelamento temporário do evento de gravação do seu audiovisual “No Canto […]

Tristeza

Foi confirmada a morte de Girlânia Cachoeira, 52 anos, esposa do cantor e compositor sertaniense César Amaral. Girlânia encontrava-se internada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave de saúde.

César Amaral chegou a anunciar nesta segunda-feira (02/11), nas redes sociais, o cancelamento temporário do evento de gravação do seu audiovisual “No Canto do Forró”, com participações confirmadas de Flávio José, Flávio Leandro, Juarez entre outros artistas que seriam divulgados ao longo do período do evento. O motivo era o agravamento da saúde da esposa.

O novo audiovisual estava programado para acontecer no dia 27 de novembro, no município de Sertânia.

“A gravação do meu audiovisual em Sertânia é um sonho, mas neste momento a prioridade absoluta é a saúde da minha esposa, que se encontra na UTI. O projeto será remarcado em breve, assim que possível”, declarou o cantor.

A música Jeito Louco era uma das preferidas de Girlândia, usada para homenagear o marido em seu aniversário. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.

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A jovem Nathalia Gadelha Filgueiras, de 20 anos, filha de brasileiros, era copilota do avião que caiu nesse domingo (1º), na Flórida, nos Estados Unidos, deixando nove mortos. A identidade da jovem foi confirmada pela família nesta segunda-feira (2). Nathalia vivia nos Estados Unidos com a família e trabalhava como piloto comercial. Ainda não há […]

A jovem Nathalia Gadelha Filgueiras, de 20 anos, filha de brasileiros, era copilota do avião que caiu nesse domingo (1º), na Flórida, nos Estados Unidos, deixando nove mortos. A identidade da jovem foi confirmada pela família nesta segunda-feira (2).

Nathalia vivia nos Estados Unidos com a família e trabalhava como piloto comercial. Ainda não há confirmação se ela nasceu no Brasil ou em território norte-americano.

A jovem começou a se interessar pela aviação ainda na adolescência. Aos 17 anos, em outubro de 2023, conquistou sua licença de piloto privado, antes mesmo de obter a carteira de motorista.

Durante o ensino médio, Nathalia participou de um programa de formação aeronáutica na West Boca Raton High School, na Flórida. O interesse pela profissão também foi incentivado pelo pai, que praticava aviação como hobby.

Segundo informações divulgadas pela imprensa norte-americana, a copilota acumulava aproximadamente 1.300 horas de voo e trabalhava como piloto comercial havia nove meses. Ela pretendia construir carreira na aviação, pilotando aeronaves comerciais ou jatos particulares.

O acidente aconteceu quando um jato executivo Learjet 60, que havia decolado de Austin, no Texas, com destino às Bahamas, caiu em uma área residencial do condado de Palm Beach.

A aeronave perdeu altitude rapidamente antes de atingir o solo e explodir. Todas as nove pessoas que estavam a bordo morreram.

Antes da queda, a tripulação informou aos controladores de tráfego aéreo que enfrentava turbulência, formação de gelo e condições meteorológicas adversas. Pouco depois, declarou emergência ao comunicar uma descida acentuada.

A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) e o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) investigam as circunstâncias do acidente.

A causa da queda ainda não foi determinada. As autoridades norte-americanas também não haviam divulgado oficialmente a identidade de todas as vítimas.

Fonte: G1
Foto: Reprodução/Redes sociais

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Novos detalhes sobre a saída de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil foram divulgados nesse domingo (1º), trazendo informações sobre registros migratórios contraditórios, uma agência de turismo não localizada no endereço cadastrado e a presença de um ex-integrante da inteligência de Israel entre as pessoas que cruzaram a fronteira com a Argentina. A apuração teve acesso […]

Novos detalhes sobre a saída de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil foram divulgados nesse domingo (1º), trazendo informações sobre registros migratórios contraditórios, uma agência de turismo não localizada no endereço cadastrado e a presença de um ex-integrante da inteligência de Israel entre as pessoas que cruzaram a fronteira com a Argentina.

A apuração teve acesso a documentos do sistema de imigração argentino que ajudam a reconstruir os deslocamentos do senador e de seus familiares. As informações levantam novos questionamentos sobre a organização da viagem que levou Flávio aos Estados Unidos, após a imposição de restrições judiciais à sua saída do território brasileiro.

Segundo a reportagem, Flávio deixou Brasília na terça-feira (27) em um avião particular com destino à região de Buenos Aires. Posteriormente, seguiu para Puerto Iguazú, na Argentina, de onde embarcou para os Estados Unidos.

A esposa do senador, Fernanda Bolsonaro, e as duas filhas fizeram outro trajeto. Elas viajaram de avião até Cascavel, no Paraná, e seguiram em uma van vinculada à empresa Iguaçu Dallas Travel Turismo Ltda.

Ao verificar o endereço registrado pela empresa na Receita Federal, a equipe do Fantástico encontrou um estacionamento. Pessoas que trabalham no local afirmaram que a agência nunca funcionou naquele endereço.

Em nota, a Dallas Turismo negou ter transportado Flávio Bolsonaro.

Os documentos argentinos também mostram três registros de entrada do senador no país em um intervalo de aproximadamente 40 minutos. O primeiro ocorreu às 22h37, com passaporte italiano. Outros dois registros, realizados com carteira de motorista e passaporte brasileiro, foram posteriormente cancelados.

Apenas a entrada com o documento italiano permaneceu válida. Os registros aparecem associados a uma van, embora a reportagem aponte que Flávio teria chegado a Puerto Iguazú por via aérea, vindo da região de Buenos Aires.

Ex-agente israelense aparece nos registros

Outro ponto da investigação envolve Menachem Booky Halevy, identificado pela reportagem como ex-integrante do serviço de inteligência de Israel.

O israelense aparece nos registros de uma segunda van que cruzou a fronteira naquela noite. No veículo também estava Roberto Jorge Alexandre, advogado que já atuou na defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Halevy possui registros de viagens ao Brasil e aparece em fotografias ao lado de autoridades israelenses, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

A presença do israelense nos registros migratórios, entretanto, não comprova que ele tenha participado da organização da viagem de Flávio Bolsonaro.

O motorista Neri Luiz Dala Corte confirmou que foi contratado para realizar um deslocamento entre Foz do Iguaçu e o aeroporto de Puerto Iguazú, mas negou ter transportado integrantes da família Bolsonaro.

As circunstâncias da operação passaram a ser questionadas na Argentina. A Justiça do país determinou a preservação de imagens de segurança do aeroporto e da região de fronteira para auxiliar na apuração dos deslocamentos.

A deputada argentina Marcela Pagano também solicitou esclarecimentos sobre possíveis irregularidades nos controles migratórios e relatos de utilização de escolta policial e veículos diplomáticos.

Viagem aos Estados Unidos

A etapa final da viagem foi realizada em um jato particular operado pela empresa argentina Baires Fly. Segundo as informações divulgadas, o voo custou aproximadamente US$ 150 mil e teria sido pago por um intermediário norte-americano.

Reportagens da imprensa internacional apontaram que Jason Miller, assessor ligado ao presidente Donald Trump, teria participado da organização da aeronave.

O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, negou que o governo dos Estados Unidos tenha participado da operação para retirar Flávio do Brasil. O senador, entretanto, recebeu autorização temporária de entrada no país, concedida por determinação de Trump.

O advogado Frederick Wassef, que representa Flávio, contestou a caracterização da viagem como fuga e afirmou que as informações divulgadas sobre o trajeto não estavam oficialmente confirmadas.

A assessoria do advogado Willer Tomaz também negou que aeronaves pertencentes a ele ou a empresas de sua família tenham sido utilizadas pelo senador.

Flávio deixou o Brasil após uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringiu sua saída do território nacional e ordenou a entrega de seus passaportes. As circunstâncias da viagem continuam sob investigação.

Fonte: TV Globo
Foto: Ricardo Arduengo/AFP

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O aumento do ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha, previsto para fevereiro de 2027, provocou uma troca de críticas entre integrantes do governo Lula (PT) e aliados do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A disputa ganhou força nas redes sociais nesse domingo (1º), após manifestações do ministro Guilherme Boulos (PSOL). […]

O aumento do ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha, previsto para fevereiro de 2027, provocou uma troca de críticas entre integrantes do governo Lula (PT) e aliados do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A disputa ganhou força nas redes sociais nesse domingo (1º), após manifestações do ministro Guilherme Boulos (PSOL).

O reajuste foi aprovado por unanimidade pelos 26 estados e pelo Distrito Federal, durante reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), realizada em 27 de outubro. As novas alíquotas foram publicadas no Diário Oficial da União na quarta-feira (28).

O maior aumento será aplicado ao diesel, cujo imposto passará de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro, uma elevação de 11,1%. Na gasolina, a cobrança subirá de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro, alta de 4,5%. Já no gás de cozinha, o ICMS passará de R$ 1,47 para R$ 1,54 por quilo, reajuste de 4,8%.

A discussão política começou quando Boulos publicou um vídeo criticando Tarcísio pela aprovação do aumento. O ministro afirmou que a medida contraria o discurso adotado por aliados do governador durante a campanha eleitoral, quando criticavam a elevação de impostos.

Boulos também argumentou que o reajuste sobre o diesel ocorre enquanto o governo federal mantém medidas para conter o preço do combustível. Segundo ele, a elevação da tributação estadual poderá afetar os custos do transporte de mercadorias e, consequentemente, os preços dos alimentos.

Tarcísio respondeu por meio de uma nota, acusando o ministro de utilizar informações distorcidas para fazer ataques políticos. O governador ressaltou que a decisão não foi tomada exclusivamente por São Paulo, mas pelo conjunto dos estados, incluindo aqueles administrados pelo PT.

Na manifestação, Tarcísio citou os governos da Bahia, do Ceará e do Piauí, que também concordaram com o reajuste. Ele afirmou ainda que São Paulo manteve a alíquota geral do ICMS em 18% nos últimos quatro anos, enquanto outros estados promoveram aumentos.

Boulos voltou às redes sociais para rebater o governador. O ministro reconheceu que a decisão foi coletiva, mas sustentou que a participação de outros estados não elimina, em sua avaliação, a contradição entre o posicionamento de Tarcísio durante a campanha e sua concordância com o reajuste.

Parlamentares aliados do governador também participaram da discussão. Os deputados estaduais Tomé Abduch (PL) e Danilo Campetti (Republicanos) divulgaram vídeos ressaltando que o aumento foi aprovado por todos os estados.

O reajuste segue a metodologia prevista na legislação federal para a tributação dos combustíveis. O cálculo considera a variação dos preços médios registrados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), comparando períodos equivalentes de anos anteriores.

As novas alíquotas entrarão em vigor em 1º de fevereiro de 2027. Os percentuais anunciados correspondem ao aumento do imposto cobrado sobre os produtos, não necessariamente à variação final dos preços nos postos e pontos de venda.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Em meu comentário das 12h desta segunda-feira (2) falo sobre a expectativa das eleições de meio de mandato (midterms) nos Estados Unidos e por que Donald Trump deve ser o grande derrotado no pleito. Com mais de 52 milhões de eleitores antecipando seus votos, destaco uma corrida às urnas inédita, impulsionada pela alta rejeição do […]

Em meu comentário das 12h desta segunda-feira (2) falo sobre a expectativa das eleições de meio de mandato (midterms) nos Estados Unidos e por que Donald Trump deve ser o grande derrotado no pleito.

Com mais de 52 milhões de eleitores antecipando seus votos, destaco uma corrida às urnas inédita, impulsionada pela alta rejeição do presidente americano que beira os 70%.

O cenário reflete a frustração da população com a política econômica e internacional do governo Trump

Diante disso, pesquisas indicam a possibilidade de uma virada democrata até mesmo em estados tradicionalmente republicanos como Texas (onde a maioria democrata não ocorre desde 1988), Kansas (desde 1932), além de Ohio, Michigan e Carolina do Norte.

Derrotar a maioria republicana na Câmara e no Senado é visto pela oposição como a única forma de impor um

“freio de arrumação” às pretensões hegemônicas de Trump, que já sinaliza contestar os resultados e alegar fraude caso a oposição vença.

Confira clicando no link abaixo

Morre em João Pessoa a enfermeira egipciense Helenice Andrade

A enfermeira Helenice Andrade, de São José do Egito, no Sertão do Pajeú, faleceu nesse domingo (1º), em João Pessoa, na Paraíba. A causa da morte não foi informada pela família. Helenice era filha do conhecido taxista Doutor da Praça, já falecido. O corpo será trasladado para São José do Egito, onde o velório acontecerá […]

A enfermeira Helenice Andrade, de São José do Egito, no Sertão do Pajeú, faleceu nesse domingo (1º), em João Pessoa, na Paraíba. A causa da morte não foi informada pela família.

Helenice era filha do conhecido taxista Doutor da Praça, já falecido.

O corpo será trasladado para São José do Egito, onde o velório acontecerá na Central de Velórios do PASC.

Os familiares ainda não divulgaram informações relacionadas ao sepultamento.

O Blog manifesta pesar pelo falecimento de Helenice Andrade e se solidariza com seus familiares e amigos neste momento de dor.

Informações: Gilberto Lopes
Foto: Reprodução

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Em São José do Egito, homem morre ao cair e bater cabeça em base de bandeira

Estava na festa da vitória  A morte de Epaminondas Celso da Silva, o Nondas, em São José do Egito, chamou atenção pela fatalidade. O eletricista, bastante conhecido, com passagem pela Neoenergia e proprietário da Climatização Silva, de instalação e manutenção de aparelhos de ar-condicionado. No dia 25, ele estava na Rua da Baixa, comemorando a […]

Estava na festa da vitória 

A morte de Epaminondas Celso da Silva, o Nondas, em São José do Egito, chamou atenção pela fatalidade.

O eletricista, bastante conhecido, com passagem pela Neoenergia e proprietário da Climatização Silva, de instalação e manutenção de aparelhos de ar-condicionado.

No dia 25, ele estava na Rua da Baixa, comemorando a vitória de Lula. Ele se desequilibrou e bateu a cabeça. Desacordado, foi socorrido, levado ao Hospital Maria Rafael de Siqueira e em seguida para Recife, onde faleceu no hospital Alpha.

Nondas teve melhoras, mas na noite desse domingo teve uma parada cardíaca e faleceu. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.

  Uma gravação das comunicações de um avião com os controladores de tráfego aéreo revelou os momentos que antecederam a queda de um jato na Flórida, nos Estados Unidos, nesse domingo (1º). O acidente deixou nove mortos, e o áudio registra pedidos de socorro da tripulação diante da rápida perda de altitude. A gravação, divulgada […]

 

Uma gravação das comunicações de um avião com os controladores de tráfego aéreo revelou os momentos que antecederam a queda de um jato na Flórida, nos Estados Unidos, nesse domingo (1º). O acidente deixou nove mortos, e o áudio registra pedidos de socorro da tripulação diante da rápida perda de altitude.

A gravação, divulgada pela plataforma LiveATC, que monitora comunicações aeronáuticas, mostra que a tripulação enfrentava condições meteorológicas adversas antes do acidente.

O avião, um Learjet 60, havia decolado de Austin, no Texas, com destino às Bahamas. Durante o percurso, uma pessoa na cabine informou aos controladores que a aeronave estava a aproximadamente 35 mil pés de altitude e enfrentava turbulência moderada, formação de gelo e precipitação.

A tripulação solicitou autorização para subir, mas, pouco depois, comunicou uma descida acelerada e declarou emergência.

“Mayday, mayday”, disse uma voz da cabine, utilizando o código internacional de pedido de socorro.

Na sequência, a pessoa relatou que o avião perdia altitude a uma velocidade de aproximadamente 10 mil pés por minuto. Segundos depois, a taxa de descida chegou a 20 mil pés por minuto.

“Vamos bater no chão”, afirmou a voz durante a comunicação com os controladores.

Entre as últimas frases registradas está “Estamos sem tempo”, pronunciada pouco antes da interrupção da transmissão.

A aeronave caiu por volta das 12h50, no horário local, em uma área residencial do condado de Palm Beach, próximo à comunidade de Cresthaven.

Imagens registradas por testemunhas mostram o jato descendo em alta velocidade antes de atingir o solo e provocar uma explosão. O impacto deixou uma cratera próxima a uma rodovia movimentada e espalhou destroços pela região.

O secretário de Transportes dos Estados Unidos, Sean Duffy, confirmou que as nove pessoas que estavam a bordo morreram. As identidades das vítimas não haviam sido divulgadas.

O governador da Flórida, Ron DeSantis, esteve nas proximidades do local e informou que não havia registros imediatos de mortos ou feridos em solo.

A Administração Federal de Aviação (FAA) e o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) investigam as circunstâncias do acidente.

Embora a gravação registre relatos de turbulência, gelo e perda acelerada de altitude, as autoridades ainda não determinaram a causa da queda.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Reprodução/AFP

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou de um culto evangélico nesse domingo (1º), em Fort Lauderdale, na Flórida, nos Estados Unidos. Acompanhado da esposa, Fernanda, e do irmão Eduardo Bolsonaro, o parlamentar fez sua primeira aparição pública registrada após deixar o Brasil na semana passada. A celebração aconteceu na igreja Celeiro House of Prayer, que […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou de um culto evangélico nesse domingo (1º), em Fort Lauderdale, na Flórida, nos Estados Unidos. Acompanhado da esposa, Fernanda, e do irmão Eduardo Bolsonaro, o parlamentar fez sua primeira aparição pública registrada após deixar o Brasil na semana passada.

A celebração aconteceu na igreja Celeiro House of Prayer, que divulgou fotografias e vídeos da presença da família Bolsonaro em seu perfil nas redes sociais.

Além de Flávio e Fernanda, participaram do culto Eduardo Bolsonaro e sua esposa, Heloísa. Os quatro aparecem em registros publicados pela congregação, acompanhados dos pastores José Maurício Fernandes e Alice Fernandes.

Durante a celebração, o pastor José Maurício dirigiu palavras ao senador, fazendo referência ao resultado da eleição presidencial. Em um dos vídeos, afirmou que, independentemente de ganhar ou perder uma disputa, a fé deveria orientar sua trajetória.

A participação no encontro religioso ocorreu cinco dias depois da chegada de Flávio aos Estados Unidos, na quarta-feira (28). O senador deixou o Brasil após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais.

A viagem aconteceu apesar das restrições determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia ordenado a entrega dos passaportes do parlamentar e proibido sua saída do território nacional.

Flávio afirmou anteriormente que decidiu viajar após conversar com a esposa e manifestou receio de novas medidas judiciais. A Polícia Federal investiga as circunstâncias de sua saída do país. Não há mandado de prisão expedido contra o senador.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução/Instagram

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), intensificou as articulações com partidos governistas e de oposição para tentar permanecer no comando da Casa a partir de fevereiro de 2027. O senador já conta com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas busca ampliar sua base diante do crescimento da direita […]

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), intensificou as articulações com partidos governistas e de oposição para tentar permanecer no comando da Casa a partir de fevereiro de 2027. O senador já conta com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas busca ampliar sua base diante do crescimento da direita no Congresso Nacional.

A Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, anunciou apoio à recondução de Alcolumbre na última terça-feira (27). A decisão foi formalizada pelos presidentes das duas legendas, Antonio Rueda e Ciro Nogueira, mas enfrenta resistência de parlamentares que defendem uma candidatura alternativa.

A eleição para a presidência do Senado está marcada para 1º de fevereiro de 2027. Como a votação é secreta, o apoio das direções partidárias não garante automaticamente os votos de todos os integrantes das bancadas.

Entre os possíveis adversários de Alcolumbre estão o senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, e a senadora Tereza Cristina (PP-MS). Ambos têm buscado apoio para disputar o comando da Casa.

O PL terá a maior bancada do Senado na próxima legislatura e pretende utilizar sua representação para ampliar a influência sobre a pauta legislativa. Uma das principais reivindicações de setores da oposição é a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Nas articulações para conquistar votos da direita, aliados de Alcolumbre relatam que ele avalia discutir alternativas de indulto ou anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pela participação na tentativa de golpe de Estado.

A possibilidade envolveria uma negociação com o governo Lula e parlamentares de oposição. Entretanto, não existe proposta formalizada ou acordo confirmado, e integrantes da direita já manifestaram resistência à ideia de apoiar Alcolumbre em troca de medidas relacionadas à situação judicial do ex-presidente.

O presidente do Senado também busca aproximação com o senador eleito Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara dos Deputados. A expectativa de aliados é que Lira possa contribuir para reduzir resistências entre parlamentares de centro-direita.

Nos bastidores, o nome de Lira também aparece em conversas sobre o comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e uma possível candidatura à presidência do Senado em 2029. Não há acordo oficial sobre essas possibilidades.

Do lado governista, Lula sinalizou apoio à recondução de Alcolumbre durante encontro realizado no Palácio da Alvorada, no dia 26 de outubro. O presidente também manifestou apoio à permanência de Hugo Motta (Republicanos-PB) na presidência da Câmara dos Deputados.

Para o governo, a manutenção dos atuais presidentes das duas Casas integra as negociações para construir uma base parlamentar no quarto mandato. Já Alcolumbre procura reunir votos de diferentes campos políticos, incluindo integrantes de partidos que fizeram oposição a Lula nas eleições.

A disputa permanece aberta. Para conquistar a presidência do Senado, o candidato precisará obter a maioria absoluta dos votos dos 81 senadores, equivalente a pelo menos 41 votos.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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O empresário Elon Musk destinou quase meio bilhão de dólares para apoiar candidatos republicanos nas eleições legislativas dos Estados Unidos, marcadas para esta terça-feira (3). Os investimentos colocam o bilionário entre os principais financiadores políticos da história recente do país. Um levantamento divulgado nesta segunda-feira (2) aponta que as contribuições de Musk chegaram a aproximadamente […]

O empresário Elon Musk destinou quase meio bilhão de dólares para apoiar candidatos republicanos nas eleições legislativas dos Estados Unidos, marcadas para esta terça-feira (3). Os investimentos colocam o bilionário entre os principais financiadores políticos da história recente do país.

Um levantamento divulgado nesta segunda-feira (2) aponta que as contribuições de Musk chegaram a aproximadamente US$ 483 milhões no ciclo eleitoral de 2026. Um balanço anterior, baseado em registros da Comissão Eleitoral Federal disponíveis até 29 de outubro, contabilizava pelo menos US$ 445,7 milhões.

Grande parte dos recursos foi destinada a comitês de ação política, conhecidos como PACs, que podem financiar publicidade e outras atividades eleitorais. Diferentemente das campanhas tradicionais, essas organizações atuam por meio de despesas independentes em apoio ou oposição a candidatos.

O principal instrumento utilizado pelo empresário é o America PAC, organização que recebeu aproximadamente US$ 216 milhões de Musk e participa de ações eleitorais em 43 disputas pela Câmara dos Representantes e pelo Senado.

Os recursos financiam anúncios na televisão, campanhas digitais, mensagens enviadas aos eleitores e atividades de mobilização para estimular o comparecimento às urnas.

Uma das principais prioridades do empresário é o Texas, onde o republicano Ken Paxton disputa uma vaga no Senado contra o democrata James Talarico.

O America PAC já destinou mais de US$ 33 milhões a ações favoráveis a Paxton. Musk também realizou contribuições a outros comitês republicanos, incluindo o Senate Leadership Fund, que atua em disputas pelo Senado.

A campanha de Talarico tem criticado a dimensão dos investimentos do bilionário. O democrata acusa Musk de tentar influenciar o resultado da eleição por meio de seu poder financeiro, enquanto representantes republicanos defendem as contribuições como parte das estratégias de mobilização eleitoral.

Além do financiamento, Musk utiliza a rede social X, da qual é proprietário, para divulgar críticas a candidatos democratas e ampliar a circulação de conteúdos políticos.

Diferentemente da campanha presidencial de 2024, quando participou de eventos ao lado de Donald Trump, o empresário manteve uma presença pública mais discreta neste ciclo eleitoral, apesar do aumento das contribuições financeiras.

O financiamento ocorre em uma disputa pelo controle do Congresso norte-americano. Atualmente, os republicanos possuem maioria na Câmara e no Senado, mas os democratas buscam conquistar cadeiras suficientes para assumir o comando das duas Casas.

O resultado terá consequências para a segunda metade do mandato de Donald Trump, uma vez que a composição do Congresso influencia a aprovação de propostas legislativas, o orçamento federal e a fiscalização das ações do Executivo.

O volume de recursos empregados por Musk também reacendeu o debate sobre a influência de grandes fortunas no processo eleitoral norte-americano. Embora as contribuições estejam registradas nos órgãos competentes, o montante efetivamente convertido em votos só poderá ser avaliado após a eleição.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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No meu comentário desta segunda-feira (2) para o Jornal Itapuama, repercuti as críticas do deputado federal Pedro Campos sobre a prorrogação da concessão dos serviços de água e esgoto pelo governo Raquel Lyra às empresas vencedoras do processo. Segundo o parlamentar, a privatização trará um aumento superior a 10% na tarita de água e de […]

No meu comentário desta segunda-feira (2) para o Jornal Itapuama, repercuti as críticas do deputado federal Pedro Campos sobre a prorrogação da concessão dos serviços de água e esgoto pelo governo Raquel Lyra às empresas vencedoras do processo.

Segundo o parlamentar, a privatização trará um aumento superior a 10% na tarita de água e de mais de 600% na tabela de serviços. Além disso, aponta que a parte pública da Compesa terá um prejuízo estimado em R$ 3 bilhões.

O ponto de alerta destacado pelo deputado refere-se às empresas Aqua Pernambuco e Vita Sertão, que estariam exigindo que servidores da Compesa prestem serviços à estrutura privada proposta encaminhada ao Conselho de Administração da estatal.

Me preocupa o modelo de atendimento ao cidadão e com o canal de diálogo com a imprensa regional. Será se as novas concessionárias resolverão os problemas apresentados ou se direcionarão as demandas para centrais telefônicas, robôs e inteligência artificial.

Apesar da previsão do projeto de garantir 95% de água nas torneiras e 90% de saneamento básico até 2030 no estado, o governo de Pernambuco ainda não se manifestou oficialmente sobre os pontos levantados pela oposição.

Confira o meu comentário clicando no link que está logo abaixo.

 

Gastos com candidaturas ultrapassam R$ 11 bilhões nas eleições de 2026

As despesas declaradas por candidatos nas eleições de 2026 chegaram a R$ 11,03 bilhões, segundo dados disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até sexta-feira (30). O valor é R$ 2,36 bilhões inferior ao registrado nas eleições gerais de 2022, mas ainda pode aumentar com a conclusão das prestações de contas. O levantamento considera as despesas […]

As despesas declaradas por candidatos nas eleições de 2026 chegaram a R$ 11,03 bilhões, segundo dados disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até sexta-feira (30). O valor é R$ 2,36 bilhões inferior ao registrado nas eleições gerais de 2022, mas ainda pode aumentar com a conclusão das prestações de contas.

O levantamento considera as despesas informadas por candidatos à Presidência da República, ao Senado, à Câmara dos Deputados, às assembleias legislativas e à Câmara Legislativa do Distrito Federal.

A maior parcela dos recursos declarados, aproximadamente 52% do total, corresponde a transferências financeiras entre candidatos e partidos políticos. Esses repasses somaram R$ 5,72 bilhões e representam a movimentação de recursos entre campanhas, não necessariamente pagamentos diretos a fornecedores.

Entre as despesas destinadas à contratação de produtos e serviços, a publicidade em materiais impressos, como panfletos e cartazes, movimentou R$ 976 milhões. Os serviços prestados por terceiros somaram R$ 795 milhões, enquanto as atividades de militância e mobilização de rua chegaram a R$ 662 milhões.

As campanhas também declararam R$ 538 milhões em despesas com pessoal, R$ 302 milhões em serviços advocatícios e R$ 282 milhões na produção de programas de rádio, televisão e vídeos.

Redes sociais receberam investimentos milionários

O impulsionamento de conteúdos nas plataformas digitais respondeu por R$ 488 milhões das despesas declaradas pelas candidaturas.

Entre as empresas de tecnologia, o Facebook, pertencente à Meta, liderou os recebimentos relacionados à publicidade eleitoral, com R$ 352 milhões distribuídos em aproximadamente 28,6 mil contratos.

Nas eleições de 2022, os valores destinados à plataforma haviam somado R$ 129 milhões, em cerca de 19,4 mil contratos. Os números mostram o crescimento dos investimentos das campanhas na divulgação paga de conteúdos nas redes sociais.

O professor de Direito da Universidade de Brasília (UnB), Murilo Borsio Bataglia, avalia que a distribuição dos recursos eleitorais acompanha as mudanças nas estratégias de comunicação política, com maior utilização das plataformas digitais para alcançar os eleitores.

Recursos públicos e prestação de contas

Uma das principais fontes de financiamento das campanhas é o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como fundo eleitoral, que disponibilizou R$ 4,91 bilhões para as eleições de 2026.

Entre os partidos, o PL recebeu R$ 882 milhões, o PT ficou com R$ 615 milhões e o União Brasil contou com R$ 526 milhões em recursos do fundo.

As campanhas também utilizaram transferências entre partidos e candidatos, doações de pessoas físicas e recursos próprios dos concorrentes.

Apesar de os gastos declarados até 30 de outubro serem inferiores aos registrados em 2022, os números ainda não são definitivos.

De acordo com o calendário do TSE, candidatos e partidos que participaram apenas do primeiro turno têm até terça-feira (3) para apresentar suas prestações de contas. Já os que disputaram o segundo turno têm prazo até 14 de novembro.

Com a entrega das informações restantes, o volume total de despesas declaradas nas eleições de 2026 poderá ser atualizado.

Fonte: CNN Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Lula avalia criar Ministério da Comunicação Digital para o quarto mandato

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia criar um Ministério da Comunicação Digital para seu quarto mandato, que começa em janeiro de 2027. A proposta ganhou espaço nas discussões sobre a composição do novo governo após a atuação das redes sociais na campanha presidencial. A estrutura em estudo reuniria secretarias atualmente vinculadas a […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia criar um Ministério da Comunicação Digital para seu quarto mandato, que começa em janeiro de 2027. A proposta ganhou espaço nas discussões sobre a composição do novo governo após a atuação das redes sociais na campanha presidencial.

A estrutura em estudo reuniria secretarias atualmente vinculadas a diferentes ministérios e teria autonomia em relação à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), comandada por Sidônio Palmeira.

Entre os órgãos que poderiam integrar a nova pasta estão a Secretaria de Direitos Digitais, atualmente no Ministério da Justiça e Segurança Pública, e as secretarias de Políticas Digitais e de Estratégias e Redes, vinculadas à Secom.

Uma das atribuições previstas seria a coordenação de políticas relacionadas à regulamentação das plataformas digitais, tema defendido por Lula após sua reeleição.

A possibilidade de criação do ministério ganhou força após a mobilização digital organizada durante o segundo turno pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), responsável pelo canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que ultrapassou 10,5 milhões de inscritos.

O nome de Janones chegou a ser mencionado por aliados como possível responsável pela nova estrutura. Entretanto, em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, exibida nesse domingo (1º), o parlamentar descartou assumir qualquer ministério no próximo governo.

“Eu não vou aceitar nenhum ministério. Está cravado. Não vou ser ministro do governo Lula. Vou continuar na Câmara dos Deputados representando o povo”, declarou.

Nesta segunda-feira (2), Janones voltou a justificar sua decisão em uma publicação na rede social X. Segundo o deputado, assumir um cargo ministerial poderia limitar sua atuação política.

“Porque não posso ter as amarras da liturgia de um cargo nem ficar preso em compromissos burocráticos!”, escreveu.

O parlamentar também afirmou que considera a Câmara dos Deputados o espaço mais adequado para continuar colaborando com Lula por meio da mobilização digital. Na publicação, classificou um ministério como sua “zona de conforto” e declarou que pretende manter o trabalho desenvolvido com o chamado “Exército do Lula”.

Na quinta-feira (29), Lula recebeu Janones para um almoço no Palácio da Alvorada. Durante o encontro, o presidente gravou uma mensagem para os participantes do canal de WhatsApp e anunciou a intenção de realizar uma transmissão ao vivo com o deputado.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que ainda não existe decisão sobre a criação do ministério. Segundo ele, Lula considera necessário ampliar a presença do governo nas redes sociais, mas a organização administrativa do próximo mandato permanece em discussão.

Durante o discurso de vitória, em 25 de outubro, Lula já havia anunciado que a comunicação digital teria maior importância em sua próxima gestão.

A proposta de regulamentação das plataformas enfrentou dificuldades para avançar no Congresso durante o atual mandato. Caso seja criado, o novo ministério poderá concentrar parte dessas discussões, mas suas competências e estrutura ainda dependem de definição.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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A formação do quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já movimenta articulações políticas em Brasília. Entre os nomes cotados para integrar a equipe ministerial de 2027 estão Rafael Fonteles, Camilo Santana, João Campos e o promotor de Justiça Lincoln Gakiya. As discussões envolvem mudanças em ministérios estratégicos, a possível criação de […]

A formação do quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já movimenta articulações políticas em Brasília. Entre os nomes cotados para integrar a equipe ministerial de 2027 estão Rafael Fonteles, Camilo Santana, João Campos e o promotor de Justiça Lincoln Gakiya.

As discussões envolvem mudanças em ministérios estratégicos, a possível criação de novas pastas e a participação de aliados que não conquistaram cargos nas eleições de outubro. Segundo interlocutores do presidente, as primeiras definições deverão ocorrer após 16 de novembro, quando Lula retornar de compromissos internacionais na Turquia e nas Filipinas.

Um dos nomes mencionados para o Ministério da Fazenda é o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT). O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) também aparece entre as possibilidades para comandar a área econômica.

Fonteles ganhou espaço nas articulações do presidente durante o segundo turno das eleições. Ex-secretário da Fazenda do Piauí, ele é citado por aliados como uma alternativa para assumir a condução da política econômica federal.

Outro nome presente nas discussões é o senador Camilo Santana (PT-CE), ex-ministro da Educação. Ele aparece entre os cotados para a Casa Civil, atualmente comandada por Rui Costa, e também para um eventual Ministério da Segurança Pública.

A criação de uma pasta exclusiva para a segurança pública é uma das propostas apresentadas por Lula durante a campanha. Entre os nomes avaliados para comandá-la está o promotor Lincoln Gakiya, conhecido por sua atuação em investigações contra o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Apesar das especulações, não há indicação formalizada para a nova estrutura, que ainda depende de definições sobre suas competências e organização.

João Campos também aparece nas articulações

Em Pernambuco, o nome do ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, é apontado por aliados como uma possibilidade para integrar o próximo governo federal.

Derrotado por Raquel Lyra (PSD) na disputa pelo Governo de Pernambuco, João deixou a prefeitura para concorrer às eleições e está sem mandato eletivo.

Uma das possibilidades discutidas envolve o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, atualmente comandado por Luciana Santos (PCdoB). A pasta já foi ocupada por Eduardo Campos, pai de João, durante o primeiro mandato de Lula.

A eventual indicação dependerá das negociações entre o presidente e a direção nacional do PSB, partido que também ocupa a Vice-Presidência da República com Geraldo Alckmin.

Outros nomes avaliados

Fernando Haddad (PT), derrotado na disputa pelo Governo de São Paulo, também está entre os nomes mencionados nas conversas sobre a próxima equipe. Uma das possibilidades seria o Ministério das Relações Exteriores.

Entretanto, pessoas próximas ao ex-ministro afirmam que ele considera retornar às atividades acadêmicas na Universidade de São Paulo (USP), sem assumir uma nova função no Executivo.

O deputado federal André Janones (Rede-MG), que participou da mobilização digital da campanha de Lula, também chegou a ser citado para uma função ligada à comunicação do governo.

A possibilidade, porém, foi descartada pelo próprio parlamentar. Em entrevista ao Fantástico, exibida nesse domingo (1º), Janones afirmou que não aceitará um ministério e permanecerá na Câmara dos Deputados.

Na área da Defesa, José Múcio Monteiro manifestou a intenção de deixar o cargo. Também são discutidas possíveis mudanças nos comandos das Forças Armadas, enquanto o general Tomás Paiva é mencionado como alternativa para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Por outro lado, integrantes da atual equipe, como Esther Dweck, Leonardo Barchini e Fernanda Machiaveli, aparecem entre os nomes que poderão permanecer no governo, ainda que em funções diferentes.

Lula também deverá negociar espaços com partidos do Centrão para ampliar sua base de apoio no Congresso Nacional. A composição definitiva do primeiro escalão ainda não foi anunciada.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou um comunicado nas redes sociais nesse domingo (1º), afirmando que não se arrepende de suas ações e criticando o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação ocorreu após o parlamentar deixar o Brasil e viajar para os Estados Unidos, contrariando restrições judiciais impostas depois de […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou um comunicado nas redes sociais nesse domingo (1º), afirmando que não se arrepende de suas ações e criticando o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação ocorreu após o parlamentar deixar o Brasil e viajar para os Estados Unidos, contrariando restrições judiciais impostas depois de sua derrota na eleição presidencial.

Na publicação, intitulada “Nota ao Brasil”, Flávio voltou a questionar as medidas cautelares determinadas pelo STF, incluindo a obrigação de entregar seus passaportes. O senador classificou as decisões como perseguição política e afirmou que sua saída do país foi motivada pela situação que enfrentava.

O parlamentar também relatou o momento em que recebeu a intimação da Polícia Federal, após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, a comunicação ocorreu cerca de 12 horas depois da definição do resultado eleitoral.

Flávio afirmou que enfrentou um sistema político contrário à sua candidatura e declarou: “Não me arrependo de absolutamente nada do que fiz”.

Em outro trecho, o senador criticou Moraes e alegou que agentes policiais teriam revirado pertences de suas filhas em sua residência. Entretanto, Flávio não foi alvo de uma operação de busca e apreensão, conforme esclarecido nas reportagens sobre o episódio.

O comunicado também apresentou críticas à imprensa. Flávio afirmou que recebeu um convite da TV Globo para uma entrevista exclusiva, mas que a emissora teria desistido após ele exigir a exibição integral da conversa, sem cortes ou restrições de assuntos.

O senador acusou a emissora de não oferecer espaço para sua versão em uma reportagem preparada para o Fantástico, exibida nesse domingo.

A reportagem do programa abordou as circunstâncias da saída de Flávio do Brasil e o trajeto realizado até os Estados Unidos. Ao final, apresentou o posicionamento de Frederick Wassef, advogado do parlamentar, que contestou a caracterização da viagem como fuga e afirmou que as informações sobre o deslocamento não haviam sido oficialmente confirmadas.

Flávio também reproduziu uma declaração de Cristiano Zanin, atual ministro do STF, feita em agosto de 2016, quando atuava na defesa de Luiz Inácio Lula da Silva. A frase tratava de supostas violações de direitos humanos no Brasil e foi utilizada pelo senador para sustentar suas críticas ao Judiciário.

Ao encerrar o comunicado, o parlamentar anunciou que pretende conceder entrevistas a veículos brasileiros e internacionais nos próximos dias, afirmando que deseja falar sem cortes ou filtros.

Flávio Bolsonaro chegou aos Estados Unidos na quarta-feira (28), depois de deixar o território brasileiro apesar das restrições determinadas por Moraes. As circunstâncias da viagem são investigadas pela Polícia Federal.

Fonte: Estadão Conteúdo
Foto: Reprodução/Instagram

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O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu incluir representantes dos ministérios da Saúde e da Justiça e Segurança Pública na audiência pública que discutirá a proibição das apostas online no Brasil. O encontro está marcado para esta terça-feira (3), a partir das 10h, em Brasília. A decisão foi tomada nesse domingo (1º), […]

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu incluir representantes dos ministérios da Saúde e da Justiça e Segurança Pública na audiência pública que discutirá a proibição das apostas online no Brasil. O encontro está marcado para esta terça-feira (3), a partir das 10h, em Brasília.

A decisão foi tomada nesse domingo (1º), após pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), que questionou a composição inicial da audiência por considerar que havia predominância de representantes de empresas de apostas e entidades esportivas.

Além dos dois ministérios, Fux convocou a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o Comitê Paralímpico do Brasil, a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf) e o Grêmio Futebol Clube. Com as inclusões, a audiência contará com 34 entidades, órgãos e associações.

O encontro discutirá os impactos da Medida Provisória nº 1.394/2026, editada pelo governo federal, que proibiu a exploração, oferta, intermediação e publicidade das plataformas de apostas online, conhecidas como bets, em todo o território nacional.

A discussão ocorre no âmbito de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 8027), apresentada pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (Anjl). A entidade questiona a constitucionalidade da medida provisória e solicita ao STF a suspensão da proibição.

Ao pedir a ampliação da lista de participantes, a AGU argumentou que a composição original poderia comprometer a diversidade de opiniões e a apresentação de informações técnicas. Dos 26 convidados inicialmente, 17 representavam clubes de futebol ou empresas de apostas favoráveis à retomada da atividade.

Em sua decisão, Fux lembrou que o STF já realizou duas audiências públicas sobre o tema, em novembro de 2024, quando entidades ligadas à saúde, à defesa do consumidor e à proteção de crianças e adolescentes apresentaram estudos sobre os impactos sociais das apostas.

Entre as organizações ouvidas naquela ocasião estavam a Associação Brasileira de Psiquiatria, o Instituto Alana e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Nenhuma delas integra a lista de participantes da audiência desta terça-feira.

O ministro reconheceu que os efeitos negativos das apostas sobre a saúde e a economia já foram discutidos pelo tribunal e considerados em julgamentos anteriores.

A audiência será transmitida pela TV Justiça, Rádio Justiça e pelo canal oficial do STF no YouTube. O encontro terá caráter informativo, destinado a reunir argumentos e dados para subsidiar a análise da ação judicial. A realização da audiência não representa uma decisão sobre a constitucionalidade da proibição das bets.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Victor Piemonte/STF

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Nove pessoas morreram após a queda de um jato particular em uma área residencial da Flórida, nos Estados Unidos, nesse domingo (1º). A aeronave caiu próximo a uma avenida movimentada, no condado de Palm Beach, e pegou fogo após atingir o solo. O avião, modelo Learjet 60, havia decolado de Austin, no Texas, com destino […]

Nove pessoas morreram após a queda de um jato particular em uma área residencial da Flórida, nos Estados Unidos, nesse domingo (1º). A aeronave caiu próximo a uma avenida movimentada, no condado de Palm Beach, e pegou fogo após atingir o solo.

O avião, modelo Learjet 60, havia decolado de Austin, no Texas, com destino ao aeroporto de North Eleuthera, nas Bahamas. Segundo a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA), o acidente ocorreu por volta das 12h50, no horário local, na região de Greenacres.

As nove pessoas que estavam a bordo morreram. As autoridades não haviam divulgado a identidade das vítimas nem informado quantas eram passageiros e tripulantes.

Imagens registradas por câmeras de veículos mostram a aeronave descendo rapidamente antes de atingir o chão e provocar uma explosão. O impacto abriu uma cratera no asfalto e espalhou destroços pela área, próxima a residências e veículos que trafegavam pela região.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa norte-americana, os pilotos relataram turbulência, formação de gelo e precipitação durante o voo. A tripulação solicitou autorização para ganhar altitude, mas, pouco depois, comunicou uma perda acentuada de altura e declarou emergência.

Os registros das conversas com os controladores de tráfego aéreo estão sendo analisados. Ainda não há conclusão oficial sobre as causas da queda, e as condições meteorológicas relatadas não podem ser consideradas, isoladamente, uma explicação para o acidente.

A ocorrência também afetou moradores de uma comunidade próxima. Segundo autoridades locais, aproximadamente 600 pessoas precisaram de assistência para conseguir abrigo temporário, enquanto equipes de emergência atuavam na região.

O secretário de Transportes dos Estados Unidos, Sean Duffy, lamentou as mortes e informou que a FAA prestará apoio à investigação conduzida pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB).

O governador da Flórida, Ron DeSantis, também comentou o acidente e destacou a dimensão dos danos provocados pelo impacto. Não havia confirmação de mortes entre pessoas que estavam em solo.

A investigação deverá examinar os dados do voo, as comunicações da tripulação, as condições meteorológicas e os destroços da aeronave para determinar as circunstâncias do acidente.

Fonte: g1
Foto: Reprodução

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Coluna do Domingão: direita já descartou Flávio

O vídeo gravado por Flávio Bolsonaro com teor golpista foi ignorado pelos grandes portais como UOL e G1. A exceção foi o Metrópoles, nenhuma surpresa considerando seu nível editorial. A leitura dos demais é de que não há porque dar espaço para declarações que afrontem o processo eleitoral no Brasil, que foi limpo e declarou […]

O vídeo gravado por Flávio Bolsonaro com teor golpista foi ignorado pelos grandes portais como UOL e G1.

A exceção foi o Metrópoles, nenhuma surpresa considerando seu nível editorial. A leitura dos demais é de que não há porque dar espaço para declarações que afrontem o processo eleitoral no Brasil, que foi limpo e declarou vencedor quem teve mais votos.

Antes, a carta já era chamada de “com teor golpista” e Flávio,  de “fugitivo”.

O Estadão publicou um editorial com o título “um golpista em Miami, um democrata em SP”. Outra frase explorada pelo The Guardian ridicularizou: “A carta de Flávio não vale a tinta deste jornal, mas não há como ignorar o constrangimento”.

Não existe almoço grátis. Como parte da imprensa hegemônica tem interesses muito evidentes e servem a setores como o mercado,  as grandes empresas,  os grandes empresários e suas apostas,  a ideia é ignorar Flávio para projetar um novo líder,  com o favorito Tarcísio de Freitas. Já entenderam que com os Bolsonaros, não dá mais.  À exceção de 2018, com Lula preso, não tem mais chances.

Outra leitura é do último ciclo Lula. A esquerda ainda não tem um nome competitivo. Assim, a equação é ignorar Flávio Bolsonaro,  projetar Tarcísio de Freitas e apostar no enfraquecimento do lulismo em 2030. É uma espécie de “passa rápido,  podemos aguentar”.

Certeza é de que para essa turma,  Flávio já foi descartado.

Tristeza

Muito triste a morte do jovem João Caio Pereira Rodrigues Melo, de 26 anos, filho do ex-prefeito de Triunfo, João Batista Rodrigues, e da ex-secretária de Saúde Tarciane Pereira Melo, que faleceu na madrugada deste sábado, 31 de outubro de 2026, tendo sido sepultado esta noite. Prova do carinho de Pernambuco pelo casal foi o volume de manifestações nessa hora tão difícil.

Modus operandi

Como em todos os episódios similares, o vídeo publicado por Gil Amaral,  a Gil da Padaria,  de Custódia,  recomendando não contratar petistas, a primeira reação foi tentar retirar o vídeo. Depois,  bem depois, fazer uma nota afirmando que “não foi bem assim” e pedindo desculpas.

Críticas à concessão 

O Deputado Federal Pedro Campos,  do PSB,  criticou a prorrogação da concessão dos serviços de água e esgoto pelo governo Raquel Lyra às empresas vencedoras. “O preço da privatização da COMPESA chegou! As empresas ainda não estão prontas para assumir os serviços e, como sempre, quem corre o risco de pagar essa conta duas vezes é o povo pernambucano!” – diz. Ele diz que a tarifa de água será aumentada em mais de 10% e a tabela de serviços, em mais de 600%.

Público x privado 

Pedro diz ainda que as empresas Aqua Pernambuco e Vita Sertão estariam exigindo que os trabalhadores do Estado sirvam à estrutura privada que já vai começar a cobrar as novas tarifas. A proposta,  diz,  foi apresentada no Conselho de Administração da Compesa. Outra denúncia é a de que a parte que ficou pública terá prejuízo de R$ 3 bi.

Uma coisa é uma coisa

A primeira dama de Tuparetama,  Roseane Gomes,  tem todo o direito de ser bolsonarista. O complicado é,  na defesa de sua posição,  usar uma fake news para descredibilizar o processo eleitoral. Importante lembrar, não há registros de questionamentos ao sistema quando seu marido,  o prefeito Diógenes Patriota,  foi eleito a dois anos.

O meme veio pronto

O vereador Luiz Abel, de Sertânia,  tinha certeza da vitória de Flávio Bolsonaro. No domingo da votação,  foi de verde e amarelo e com a bandeira do Brasil em punho. Não deu. Em Sertânia,  a maior obra de desenvolvimento em décadas é o campus da UFPE,  bancada pelo governo Lula. O bolsonarismo é crítico das universidades. Curiosa era a crítica de que o tempo de Lula já passou. Luiz Abel tem quase 70 anos.

Criador e criatura

Em Belo Jardim,  a derrota foi dobrada. Mendonça Filho alcançou mais um insucesso eleitoral. Perdeu pro Senado,  coordenou a eleição de Flávio em Pernambuco e perdeu. E o prefeito Gilvandro Estrela achou que na zoada faria Flávio majoritário em Belo Jardim. Lula teve  70,50% dos votos válidos, pouco mais que a média estadual, contra 29,50% de Flávio.

Racha a vista?

Em Venturosa,  ao que tudo indica,  pode haver racha entre o prefeito Kelvin Cavalcanti e o ex-prefeito Eudes Tenório,  o Doutor Eudes. Isso porque com aprovação acima dos 80%, Kelvin sinaliza que disputará a reeleição. E Dr Eudes quer voltar. O problema é que só pode um.

Reunião

A ASSERPE,  Associação de Rádio e TV de Pernambuco, realiza nesta quinta-feira pela manhã importante reunião setorial em Serra Talhada. Será no Auditório do SENAC. Uma das pautas vai tratar do rádio do futuro,  com Maria Claudia Santos, Diretora de jornalismo da Rádio Itatiaia, mais participações de Cristiano Stuanni, consultor e palestrante sobre Rádio e suas estratégias digitais,  CBN Recife e Sistema Jornal do Commercio.

Frase da semana:

“Eu devo essa eleição ao povo brasileiro”.

Do presidente reeleito,  Luiz Inácio Lula da Silva,  acrescentando que essa eleição “foi o povo que ganhou, foi a juventude que ganhou, foram as mulheres que ganharam, foram as pessoas idosas que foram votar”.

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ministro Alexandre de Moraes seja afastado da relatoria do inquérito que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o parlamentar e o advogado Willer Tomaz. Os advogados também solicitaram que o caso seja transferido ao ministro André Mendonça. Segundo reportagem […]

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ministro Alexandre de Moraes seja afastado da relatoria do inquérito que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o parlamentar e o advogado Willer Tomaz. Os advogados também solicitaram que o caso seja transferido ao ministro André Mendonça.

Segundo reportagem da jornalista Carolina Linhares, publicada pela Folha de S.Paulo neste domingo (1º), os pedidos foram apresentados na sexta-feira (30) ao presidente do STF, Edson Fachin. A defesa protocolou três petições, que também incluem a solicitação de revogação das medidas cautelares impostas ao senador.

A investigação apura a suspeita de que Flávio e Willer mantinham uma sociedade indireta utilizada para lavagem de dinheiro, inclusive por meio de uma empresa de apostas.

Um dos principais argumentos da defesa para solicitar o afastamento de Moraes envolve supostas conexões entre o ministro, sua esposa, Viviane Barci de Moraes, e empresas relacionadas ao advogado Willer Tomaz e ao empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

De acordo com a Folha, a Polícia Federal identificou uma viagem realizada em janeiro de 2025 por Flávio, sua esposa, duas filhas e Willer, em uma aeronave pertencente à empresa Fraction 024 Administração de Bem Próprio S.A.

A sociedade tinha participação de Willer Tomaz e de outras empresas, incluindo a Prime You, da qual Vorcaro foi sócio. Reportagens citadas pela defesa apontam que Moraes e sua esposa também utilizaram a mesma aeronave em viagens realizadas em 2025.

Os advogados argumentam que essas circunstâncias poderiam comprometer a imparcialidade do ministro, uma vez que a investigação poderá alcançar operações financeiras relacionadas a empresas com as quais ele e sua esposa teriam mantido vínculos.

A defesa solicita o reconhecimento do impedimento de Moraes ou, alternativamente, de sua suspeição. As alegações, entretanto, ainda dependem de análise judicial e não representam comprovação de irregularidade por parte do magistrado.

Outro argumento apresentado pelos advogados diz respeito à distribuição do inquérito. Segundo a defesa, a investigação deveria estar sob responsabilidade de André Mendonça porque parte das informações utilizadas na apuração teria origem em procedimentos relacionados às fraudes no INSS, dos quais o ministro já é relator.

Os representantes de Flávio sustentam que a conexão entre as investigações justificaria a redistribuição do processo, conforme as regras do STF.

A defesa também questiona a rapidez com que Moraes determinou medidas cautelares contra o senador após o segundo turno das eleições presidenciais, realizado em 25 de outubro.

Na ocasião, o ministro autorizou o cancelamento dos passaportes brasileiros de Flávio, determinou a entrega de seu passaporte italiano e proibiu o contato entre o parlamentar e Willer Tomaz.

Os advogados pedem a revogação dessas restrições, argumentando que as decisões devem ser reexaminadas caso seja reconhecido o impedimento ou a suspeição de Moraes.

Flávio não entregou os documentos exigidos e deixou o Brasil pela fronteira com a Argentina, seguindo posteriormente para os Estados Unidos.

Até a publicação da reportagem, não havia decisão divulgada pelo Supremo sobre os pedidos apresentados pela defesa. Alexandre de Moraes permanece responsável pelo inquérito.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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