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As prefeituras do Recife e de Fortaleza anunciaram, nessa terça-feira (3), o cancelamento das apresentações da dupla sertaneja Jorge & Mateus nas festas de Réveillon das duas capitais nordestinas. As decisões ocorreram após críticas nas redes sociais ao posicionamento político do cantor Jorge, que declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) durante a campanha presidencial de […]

As prefeituras do Recife e de Fortaleza anunciaram, nessa terça-feira (3), o cancelamento das apresentações da dupla sertaneja Jorge & Mateus nas festas de Réveillon das duas capitais nordestinas. As decisões ocorreram após críticas nas redes sociais ao posicionamento político do cantor Jorge, que declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) durante a campanha presidencial de 2026.

A controvérsia começou com a circulação de um vídeo gravado em 20 de outubro, durante um encontro de artistas sertanejos favoráveis à candidatura de Flávio. Na ocasião, Jorge afirmou: “Pode chorar, mas eu não voto no PT”. A declaração provocou reações de internautas, que passaram a cobrar das administrações municipais o cancelamento das apresentações.

Em Fortaleza, o prefeito Evandro Leitão (PT) confirmou a retirada da dupla da programação após negociações para o encerramento do contrato. Segundo o gestor, a contratação havia sido negociada meses antes da repercussão política.

Antes do anúncio oficial, Chagas Vieira, ex-secretário-chefe da Casa Civil do Ceará, havia defendido uma solução negociada para evitar possíveis manifestações durante a festa.

“A meu ver, bom senso mandaria ser feito acordo de cancelamento de contrato”, declarou Chagas, que também informou ter conversado com Evandro sobre o assunto.

Ao confirmar a decisão, o prefeito afirmou que a repercussão passou a desviar a atenção da proposta do evento. Segundo ele, o cancelamento foi realizado em comum acordo e dentro da legalidade.

A Prefeitura de Fortaleza informou ainda que os cachês dos artistas são custeados integralmente por patrocinadores privados, sem utilização de recursos municipais para essa finalidade. A administração não detalhou publicamente eventuais penalidades contratuais.

No Recife, o prefeito Victor Marques (PCdoB) também anunciou a exclusão da dupla da programação. O show estava previsto para 27 de dezembro, na Praia do Pina.

“E é justamente por esse motivo que não há mais clima para a apresentação da dupla Jorge & Mateus dentro da nossa programação”, declarou Victor, ao defender que a festa de fim de ano deve ser um momento de união e confraternização.

A decisão representou uma mudança de posicionamento do prefeito, que anteriormente havia defendido a manutenção do show e o respeito às diferenças políticas. Na segunda-feira (2), ele chegou a afirmar que o Brasil precisava superar as divisões provocadas pelas eleições.

Apesar dessa manifestação inicial, a continuidade das críticas levou a Prefeitura a retirar os artistas da programação.

O cancelamento das apresentações nas duas capitais ocorre em meio à repercussão do posicionamento político de Jorge. Não há confirmação de que Mateus tenha participado da declaração que motivou a controvérsia.

Até os anúncios das prefeituras, não havia manifestação conjunta da dupla sobre os cancelamentos. Também não foram divulgadas as atrações que substituirão os sertanejos nas programações de Réveillon do Recife e de Fortaleza.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na noite dessa terça-feira (3) que aceitará o resultado das eleições legislativas norte-americanas, nas quais o Partido Democrata conquistou a maioria na Câmara dos Representantes e no Senado. O republicano também sinalizou disposição para negociar com a oposição durante os dois últimos anos de seu mandato. A […]

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na noite dessa terça-feira (3) que aceitará o resultado das eleições legislativas norte-americanas, nas quais o Partido Democrata conquistou a maioria na Câmara dos Representantes e no Senado. O republicano também sinalizou disposição para negociar com a oposição durante os dois últimos anos de seu mandato.

A declaração foi dada em entrevista por telefone, enquanto Trump acompanhava a apuração dos votos na Casa Branca. Questionado sobre a possibilidade de reconhecer o resultado, o presidente respondeu que estava “absolutamente disposto a aceitar esses resultados”.

Em seguida, afirmou que pretende buscar entendimento com os democratas. “Vamos trabalhar com os democratas e esperamos trabalhar com eles. Provavelmente chegaremos a algum acordo”, declarou.

A manifestação ocorre após uma campanha marcada por questionamentos do presidente sobre a confiabilidade do sistema eleitoral norte-americano. Em outubro, Trump havia condicionado o reconhecimento dos resultados à realização de eleições que considerasse honestas.

A postura também contrasta com sua reação à derrota presidencial de 2020, quando contestou a vitória de Joe Biden e divulgou acusações de fraude eleitoral sem apresentar provas capazes de sustentar suas alegações.

Apesar de admitir o resultado desta eleição, Trump procurou se distanciar das derrotas sofridas pelo Partido Republicano. Em uma publicação na rede Truth Social, afirmou que a situação teria sido diferente caso estivesse pessoalmente na disputa.

O presidente também declarou que não se arrepende de ter apoiado candidatos republicanos derrotados, entre eles Ken Paxton, no Texas, e Darline Graham, na Carolina do Sul.

Durante a entrevista, Trump demonstrou surpresa com alguns resultados, especialmente com a derrota de Graham, que ocupava a cadeira anteriormente pertencente ao irmão, Lindsey Graham.

Embora tenha sinalizado disposição para negociar, o presidente também indicou que poderá utilizar seu poder de veto contra propostas aprovadas pela nova maioria democrata.

A vitória da oposição encerra o controle republicano das duas Casas do Congresso. A nova composição legislativa assumirá em janeiro de 2027, quando os democratas passarão a ter maior influência sobre a tramitação de projetos, o orçamento federal e a fiscalização das ações do governo.

Fonte: The New York Times e Reuters
Foto: Reprodução

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Eleições EUA: democratas conquistam Câmara e Senado e impõem derrota a Trump

O Partido Democrata conquistou a maioria na Câmara dos Representantes e no Senado dos Estados Unidos nas eleições legislativas realizadas nessa terça-feira (3). O resultado representa uma derrota política para o presidente Donald Trump, que perderá o controle republicano do Congresso na segunda metade de seu mandato. As projeções divulgadas na madrugada desta quarta-feira (4) […]

O Partido Democrata conquistou a maioria na Câmara dos Representantes e no Senado dos Estados Unidos nas eleições legislativas realizadas nessa terça-feira (3). O resultado representa uma derrota política para o presidente Donald Trump, que perderá o controle republicano do Congresso na segunda metade de seu mandato.

As projeções divulgadas na madrugada desta quarta-feira (4) confirmaram a vitória democrata nas duas Casas legislativas. O partido conseguiu reverter cadeiras anteriormente ocupadas pelos republicanos, inclusive em estados tradicionalmente conservadores.

No Senado, os democratas conquistaram pelo menos sete cadeiras republicanas, com vitórias no Texas, Kansas, Iowa, Ohio, Maine, Carolina do Norte e Carolina do Sul. Os resultados foram decisivos para a mudança na composição da Casa, que tinha maioria republicana.

Entre os destaques está a eleição de James Talarico no Texas, onde derrotou Ken Paxton, candidato apoiado por Trump. O estado não elegia um democrata para o Senado desde 1988.

No Kansas, Adam Hamilton venceu o senador republicano Roger Marshall, garantindo ao Partido Democrata sua primeira vitória para o Senado no estado desde 1932. Já na Carolina do Sul, Annie Andrews derrotou a republicana Darline Graham.

Na Câmara dos Representantes, os democratas também avançaram em distritos anteriormente controlados pelos republicanos, conquistando mais de duas dezenas de cadeiras. O resultado assegurou ao partido a maioria necessária para comandar a Casa.

As eleições legislativas norte-americanas, conhecidas como midterms, ocorrem na metade do mandato presidencial. Neste ano, estavam em disputa todas as 435 cadeiras da Câmara e 35 das 100 vagas do Senado.

A mudança na composição do Congresso terá consequências para o governo Trump. Com a maioria nas duas Casas, os democratas poderão dificultar a aprovação de propostas do Executivo, ampliar a fiscalização das ações presidenciais e abrir investigações sobre integrantes da administração federal.

No Senado, a nova maioria também terá influência direta sobre a confirmação de autoridades indicadas pelo presidente, incluindo integrantes do Judiciário federal.

A insatisfação dos eleitores com o custo de vida, a política econômica, a guerra com o Irã e a atuação do governo esteve entre os fatores apontados nas análises sobre o resultado eleitoral.

O novo Congresso tomará posse em janeiro de 2027. A partir daí, Trump terá de governar com maioria oposicionista na Câmara e no Senado durante os dois últimos anos de seu mandato.

Fonte: g1 e Associated Press
Foto: Reprodução

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Caso aconteceu na escola Rosete Bezerra O Juiz de Direito Substituto da 1ª Vara Cível da Comarca de Afogados da Ingazeira deferiu parcialmente o pedido de tutela de urgência em favor de um professor concursado em Iguaracy. O professor da Rosete Bezerra foi acusado de assédio contra adolescentes. Um pai o acusou dando detalhes. Ele […]

Caso aconteceu na escola Rosete Bezerra

O Juiz de Direito Substituto da 1ª Vara Cível da Comarca de Afogados da Ingazeira deferiu parcialmente o pedido de tutela de urgência em favor de um professor concursado em Iguaracy.

O professor da Rosete Bezerra foi acusado de assédio contra adolescentes. Um pai o acusou dando detalhes. Ele teria passado a mão em seios das menores. Houve outros relatos de Iguaracy e Afogados da Ingazeira.

Através de sua defesa, ele pediu que não houvesse exposição de seu nome ou de imagens que o identifiquem. Ainda a retirada de todas as matérias sobre o caso na imprensa, bem como comentários com xingamentos e ameaças à sua integridade física.

O juiz determinou desvincular a imagem do autor das notícias que relatam a apuração do evento. Ainda excluir comentários específicos de terceiros que permitam a identificação do professor e que contenham termos ofensivos graves como “vagabundo”, “bandido” e “tarado”. Por outro lado, defendeu que os conteúdos, respeitando o direito à presunção de inocência e da honra, podwm ser mantidos por serem fatos de interesse público, com direito a informar o andamento da apuração pelas autoridades.

Da redação

O blog não havia postado imagens que identificassem o professor. Havia um conteúdo com efeito de desfoque, que não permitia identificação, bem como ausência do nome de acusado. Mas, diante de comentários ofensivos que iam de encontro à decisão, o conteúdo foi temporariamente retirado até análise do mérito.

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (3) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que estabelece regras mais rígidas para integrantes de facções criminosas e milícias, amplia as atribuições das forças policiais e prevê maior integração entre União, estados e municípios. A redução da maioridade penal ficou fora do texto aprovado. A […]

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (3) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que estabelece regras mais rígidas para integrantes de facções criminosas e milícias, amplia as atribuições das forças policiais e prevê maior integração entre União, estados e municípios. A redução da maioridade penal ficou fora do texto aprovado.

A PEC 18/2025, apresentada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem como um dos principais objetivos reorganizar a atuação dos órgãos de segurança pública e ampliar a participação federal no enfrentamento ao crime organizado.

Entre as mudanças previstas está a criação de um regime penal mais rigoroso para lideranças e integrantes de organizações criminosas, com regras diferenciadas conforme a posição ocupada dentro desses grupos.

O texto estabelece medidas como cumprimento de pena em estabelecimentos de segurança máxima, restrições à progressão de regime e a determinados benefícios processuais, além da possibilidade de confisco de bens relacionados às atividades criminosas.

A proposta também amplia as competências da Polícia Federal, especialmente na investigação de crimes com repercussão interestadual ou internacional, e permite que a Polícia Rodoviária Federal atue no policiamento de ferrovias e hidrovias federais.

Outra mudança é a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição. O mecanismo prevê maior cooperação entre as forças policiais, compartilhamento de informações e realização de operações conjuntas.

Os municípios também poderão criar polícias municipais de natureza civil para atividades de policiamento ostensivo e comunitário, desde que cumpram os requisitos previstos na legislação.

A PEC estabelece ainda mecanismos de financiamento da segurança pública, com regras para distribuição de recursos federais e fortalecimento dos fundos destinados ao setor.

A redução da maioridade penal foi o principal ponto de divergência durante a tramitação no Senado. A oposição defendia a redução de 18 para 16 anos como regra geral e para 14 anos em determinados crimes graves.

Uma proposta alternativa, apresentada pelo senador Camilo Santana (PT-CE), previa a responsabilização penal a partir dos 16 anos exclusivamente em casos de crimes hediondos.

Por 38 votos a 36, os senadores aprovaram a separação das propostas sobre maioridade penal, que poderão ser discutidas em tramitação independente. Com isso, a idade mínima de responsabilização criminal permanece em 18 anos.

A aprovação da PEC também representa um avanço para os planos do governo Lula de criar o Ministério da Segurança Pública, anunciado como prioridade para o próximo mandato presidencial.

A criação da nova pasta, entretanto, dependerá de medidas administrativas e legislativas próprias. As mudanças constitucionais previstas na PEC também dependem da conclusão dos procedimentos necessários à sua promulgação.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convidou os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para acompanhá-lo em viagens oficiais à Turquia e às Filipinas, previstas para novembro. O convite ocorre em meio às articulações políticas para o próximo mandato presidencial e à disputa pelo […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convidou os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para acompanhá-lo em viagens oficiais à Turquia e às Filipinas, previstas para novembro. O convite ocorre em meio às articulações políticas para o próximo mandato presidencial e à disputa pelo comando do Congresso Nacional em 2027.

A proposta foi apresentada durante uma reunião no Palácio da Alvorada, em Brasília, no dia 26 de outubro, um dia após a vitória de Lula no segundo turno das eleições presidenciais. Motta e Alcolumbre ainda avaliam se participarão das agendas internacionais.

A primeira viagem será à Turquia, onde Lula participará da 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP31), na cidade de Antália. A presença do presidente brasileiro está prevista para os dias 11 e 12 de novembro.

Na sequência, Lula deverá seguir para Manila, nas Filipinas, onde participará, nos dias 14 e 15, da cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

O convite também representa um movimento de aproximação do Palácio do Planalto com as presidências das duas Casas legislativas. O governo busca ampliar o diálogo com o Congresso para avançar em propostas consideradas prioritárias antes do início da nova legislatura.

Entre os assuntos de interesse do Executivo estão a PEC da Segurança Pública, a indicação para a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) e projetos relacionados à regulamentação da inteligência artificial e das grandes plataformas digitais.

O cenário político também envolve as eleições para as presidências da Câmara e do Senado, marcadas para 1º de fevereiro de 2027. Lula já manifestou apoio à recondução de Hugo Motta e Davi Alcolumbre aos respectivos cargos.

Na Câmara, Motta conta com o apoio de lideranças do Centrão para permanecer na presidência. No Senado, Alcolumbre enfrenta a possibilidade de uma candidatura adversária do PL, partido que ampliou sua representação nas eleições deste ano.

Até o momento, os presidentes da Câmara e do Senado não confirmaram se integrarão a comitiva presidencial nas viagens.

Fonte: O Globo
Foto: Ricardo Stuckert

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O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), líder da maioria na Câmara dos Deputados, defendeu nesta terça-feira (3) que a criação do Ministério da Segurança Pública seja uma das prioridades do próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar também se posicionou favoravelmente à redução da maioridade penal de 18 para […]

O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), líder da maioria na Câmara dos Deputados, defendeu nesta terça-feira (3) que a criação do Ministério da Segurança Pública seja uma das prioridades do próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar também se posicionou favoravelmente à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, especialmente em casos de crimes hediondos.

A manifestação ocorre em meio às discussões sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que está na pauta de votação do Senado Federal. A proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pretende ampliar a integração entre as forças de segurança da União, dos estados e dos municípios.

Na avaliação de Silvio Costa Filho, o enfrentamento ao crime organizado exige maior participação do governo federal, fortalecimento da fiscalização das fronteiras e ampliação das ações conjuntas entre as polícias.

O parlamentar também defendeu mudanças na legislação penal, argumentando que organizações criminosas utilizam adolescentes para a prática de delitos. Para ele, a redução da maioridade penal permitiria ampliar a responsabilização de jovens envolvidos em crimes graves.

“Temos que avançar também na redução da maioridade penal de 18 para 16”, afirmou.

Atualmente, a Constituição estabelece que menores de 18 anos são penalmente inimputáveis, ficando sujeitos às medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A PEC da Segurança Pública prevê a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, a ampliação da cooperação entre os órgãos policiais e medidas mais rigorosas contra integrantes de facções criminosas e milícias.

O texto também permite a criação de polícias municipais para atividades de policiamento ostensivo e comunitário, além de ampliar as atribuições da Polícia Rodoviária Federal.

A redução da maioridade penal, entretanto, é um dos pontos de divergência no Senado. O governo federal defende que o assunto seja discutido separadamente, para evitar alterações na PEC que obriguem seu retorno à Câmara dos Deputados.

O presidente Lula já manifestou a intenção de criar o Ministério da Segurança Pública após a aprovação da proposta. A nova estrutura teria como objetivo ampliar a coordenação nacional das políticas de enfrentamento à violência e ao crime organizado.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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Raquel Lyra anuncia concurso da Polícia Penal com 700 vagas e provas em Arcoverde

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), anunciou nesta terça-feira (3), por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, que o edital do concurso público da Polícia Penal será divulgado nesta quarta-feira (4). A seleção oferecerá 700 vagas, com aplicação de provas em quatro municípios pernambucanos, incluindo Arcoverde, no Sertão do Moxotó. No vídeo, […]

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), anunciou nesta terça-feira (3), por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, que o edital do concurso público da Polícia Penal será divulgado nesta quarta-feira (4). A seleção oferecerá 700 vagas, com aplicação de provas em quatro municípios pernambucanos, incluindo Arcoverde, no Sertão do Moxotó.

No vídeo, a governadora informou que as inscrições começam no dia 12 de novembro e serão realizadas pelo site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), responsável pela organização do concurso.

De acordo com as informações divulgadas, o período de inscrições seguirá até 4 de janeiro de 2027. As provas estão previstas para o dia 21 de março de 2027, nos municípios de Recife, Caruaru, Arcoverde e Petrolina.

Durante o anúncio, Raquel Lyra destacou que a seleção é destinada a quem deseja atuar na segurança pública, no fortalecimento do sistema prisional e nas atividades de ressocialização.

O edital deverá apresentar os requisitos para participação, remuneração, etapas de avaliação, conteúdo programático e demais critérios da seleção.

Os interessados poderão acompanhar a divulgação do documento e realizar as inscrições pelo endereço www.cebraspe.org.br.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo em que a governadora Raquel Lyra anuncia o concurso.

Foto: Reprodução

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A Associação das Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco (Asserpe) realiza, nesta quinta-feira (5), uma reunião setorial em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. O encontro acontece a partir das 9h, no Senac, com debates sobre o futuro do rádio e a responsabilidade jornalística na cobertura da violência contra as mulheres. A abertura será […]

A Associação das Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco (Asserpe) realiza, nesta quinta-feira (5), uma reunião setorial em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. O encontro acontece a partir das 9h, no Senac, com debates sobre o futuro do rádio e a responsabilidade jornalística na cobertura da violência contra as mulheres.

A abertura será conduzida pelo presidente da Asserpe, Edmilson Boaviagem, que convida profissionais da comunicação, representantes de emissoras e integrantes do setor de radiodifusão a participarem da programação.

Um dos temas será “Rádio 3.0: a evolução do rádio e como ele ganha protagonismo”, apresentado por Maria Claudia Santos, diretora de Jornalismo da Rádio Itatiaia. O painel contará com a participação de Cristiano Stuani, da CBN Recife e Caruaru, e mediação do jornalista Nill Júnior.

A programação também inclui o debate “Cobertura jornalística da violência contra as mulheres: ética, responsabilidade e cuidado”, conduzido pela advogada Luciana Brasileiro, doutora em Direito Privado. A discussão abordará aspectos éticos e jurídicos relacionados à atuação da imprensa na divulgação de casos de violência contra mulheres.

O encontro será realizado no Senac de Serra Talhada, localizado na Avenida Waldemar Inácio de Oliveira, nº 325, no bairro Bom Jesus.

A reunião é organizada pela Asserpe, com apoio do Senac, e terá como objetivo discutir questões relacionadas à atividade jornalística e às transformações do setor de radiodifusão.

Fotos: Reprodução

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O ex-prefeito de Tabira, Dinca Brandino, ironizou a preocupação externada pela gestão Flávio Marques com o rombo que será deixado pela ação ganha de R$ 3,15 milhões ganha por ele e pelo ex-prefeito Edson Moura contra o município. A Prefeitura de Tabira anunciou oficialmente o cancelamento de toda a ornamentação e da programação natalina do […]

O ex-prefeito de Tabira, Dinca Brandino, ironizou a preocupação externada pela gestão Flávio Marques com o rombo que será deixado pela ação ganha de R$ 3,15 milhões ganha por ele e pelo ex-prefeito Edson Moura contra o município.

A Prefeitura de Tabira anunciou oficialmente o cancelamento de toda a ornamentação e da programação natalina do evento “Tabira Luz 2026”.

A medida drástica foi comunicada por meio de uma nota oficial emitida pelo governo municipal.

“A medida faz parte dos ajustes financeiros necessários diante da decisão judicial que determinou a retomada do pagamento de mais de R$ 3 milhões em precatórios aos ex-prefeitos Dinca Brandino e José Edson de Moura”, diz.

Dinca ironizou a decisão e disse que o dinheiro, que terá que ser pago logo por determinação da justiça, deveria ser usado na contratação do cantor Pablo e na execução da iluminação natalina. À Rádio Cabaça, Dinca ainda disse que “mandaria uma caixa de lenços” para Flávio Marques.

Clique no link abaixo e veja o vídeo.

A possível adoção do voto distrital misto no Brasil pode reduzir a influência de candidatos com grandes votações e forte presença nas redes sociais. A avaliação é do cientista político Felipe Ferreira Lima, que também aponta mudanças nas disputas eleitorais em Pernambuco caso a reforma seja aprovada pelo Congresso Nacional. Em entrevista ao programa Passando […]

A possível adoção do voto distrital misto no Brasil pode reduzir a influência de candidatos com grandes votações e forte presença nas redes sociais. A avaliação é do cientista político Felipe Ferreira Lima, que também aponta mudanças nas disputas eleitorais em Pernambuco caso a reforma seja aprovada pelo Congresso Nacional.

Em entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, nesta terça-feira (3), o especialista avaliou que a retomada da discussão representa uma reação de partidos tradicionais ao desempenho de influenciadores digitais nas eleições de 2026.

O debate ganhou força após as votações expressivas de Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), que receberam, respectivamente, 3.119.318 e 3.038.438 votos para deputado federal. Pelo sistema proporcional atualmente utilizado, os votos desses candidatos também contribuem para a eleição de outros integrantes de seus partidos.

Segundo uma simulação do Congresso em Foco, as votações dos dois parlamentares foram determinantes para a eleição de outros 15 deputados federais do PL, considerando um cenário em que os demais resultados permanecessem inalterados.

Felipe Ferreira Lima explicou que o voto distrital misto poderia limitar esse efeito ao dividir parte das cadeiras entre candidatos eleitos diretamente em regiões geográficas específicas. Nesse formato, influenciadores com eleitores espalhados por diferentes municípios precisariam concentrar suas campanhas em determinados distritos.

O modelo em discussão combina duas formas de escolha dos parlamentares. Uma parte das vagas seria preenchida por candidatos eleitos diretamente nos distritos, enquanto a outra seria distribuída proporcionalmente entre os partidos, de acordo com listas previamente estabelecidas.

O cientista político citou o sistema alemão como referência, no qual o eleitor dispõe de dois votos: um para escolher o representante de seu distrito e outro para uma lista partidária.

Em Pernambuco, a mudança poderia modificar a organização das campanhas para deputado federal, deputado estadual e vereador. Atualmente, candidatos podem receber votos em diferentes municípios, independentemente da localização de suas bases eleitorais.

Com a divisão territorial, parte das disputas passaria a ocorrer em regiões delimitadas, alterando as negociações entre prefeitos, governadores, deputados e outras lideranças políticas.

Felipe destacou que os impactos também seriam sentidos no interior do estado, onde candidatos frequentemente ampliam suas votações por meio de apoios em municípios distantes de suas principais bases.

O especialista considera que o modelo pode aproximar eleitores de seus representantes e reduzir custos de campanha. Por outro lado, aponta o risco de ampliar o poder das direções partidárias na definição das listas de candidatos.

A reforma é discutida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que anunciou a intenção de votar uma proposta ainda em 2026. A articulação prevê um período de transição em 2030 e a implantação integral do sistema em 2034.

A mudança, entretanto, ainda enfrenta resistências no Congresso, inclusive entre integrantes do PL e do PT. O formato definitivo, os critérios para a criação dos distritos e as regras de distribuição das vagas ainda não foram estabelecidos.

Fonte: Jornal do Commercio
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

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Festa de Jatiúca terá cinco atrações musicais nos dias 6 e 7 de novembro

A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde divulgou a programação da tradicional Festa de Jatiúca, marcada para esta sexta-feira (6) e sábado (7). O evento contará com cinco atrações musicais distribuídas entre os dois dias. Na sexta-feira (6), a programação terá apresentações de Cristiano Aboiador, Fábio Diniz e Michael Brocador. Já no sábado (7), […]

A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde divulgou a programação da tradicional Festa de Jatiúca, marcada para esta sexta-feira (6) e sábado (7). O evento contará com cinco atrações musicais distribuídas entre os dois dias.

Na sexta-feira (6), a programação terá apresentações de Cristiano Aboiador, Fábio Diniz e Michael Brocador.

Já no sábado (7), segundo dia da festa, as atrações confirmadas são Nataniel Lima e Eve Sandes.

Realizada no distrito de Jatiúca, a festividade integra o calendário de eventos da comunidade. A Prefeitura é responsável pela organização da programação deste ano.

Foto: Divulgação

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender a proibição das apostas online no Brasil e pediu maior participação da sociedade no debate sobre o futuro das bets. A manifestação ocorreu nesta terça-feira (3), dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) realiza uma audiência pública para discutir a medida provisória que […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender a proibição das apostas online no Brasil e pediu maior participação da sociedade no debate sobre o futuro das bets. A manifestação ocorreu nesta terça-feira (3), dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) realiza uma audiência pública para discutir a medida provisória que proibiu o funcionamento dessas plataformas no país.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Lula questionou a composição da audiência convocada pelo ministro Luiz Fux, relator de uma ação que contesta a constitucionalidade da proibição. Na avaliação do presidente, há uma presença maior de representantes interessados na continuidade das apostas do que de setores contrários à atividade.

“A sociedade civil não pode permitir a continuidade das bets”, afirmou Lula, reforçando sua posição favorável à manutenção da proibição.

O presidente também defendeu que a população acompanhe as discussões no Supremo, considerando que a decisão sobre o tema pode ter consequências para milhões de brasileiros.

A audiência foi convocada por Luiz Fux para discutir os impactos da Medida Provisória nº 1.394/2026, editada pelo governo federal em setembro. A norma proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas de quota fixa, incluindo apostas esportivas e jogos online.

O encontro reúne representantes do governo, clubes de futebol, organizações esportivas, entidades empresariais e associações ligadas ao setor de apostas. A discussão ocorre no âmbito de uma ação apresentada pela Associação Nacional de Jogos e Loterias, que questiona a constitucionalidade da medida provisória.

A proibição das bets foi uma das medidas adotadas por Lula durante a campanha de reeleição. O presidente relacionou a decisão aos impactos das apostas sobre o endividamento das famílias e aos problemas de saúde associados ao vício em jogos.

A audiência pública não representa um julgamento definitivo. O objetivo é reunir informações e argumentos que possam subsidiar a análise do Supremo sobre a validade da medida provisória.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Paul Ellis/AFP

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O influenciador e deputado estadual eleito Emerson Freitas (MDB) se pronunciou nesta terça-feira (3), após a revogação de sua prisão preventiva pela Justiça de Pernambuco. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele apareceu ao lado do advogado Weryd Simões para comentar a decisão e agradecer ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). “Agradecer primeiro a […]

O influenciador e deputado estadual eleito Emerson Freitas (MDB) se pronunciou nesta terça-feira (3), após a revogação de sua prisão preventiva pela Justiça de Pernambuco. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele apareceu ao lado do advogado Weryd Simões para comentar a decisão e agradecer ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

“Agradecer primeiro a Deus, ao povo do estado de Pernambuco e ao Tribunal de Justiça”, declarou Emerson durante a gravação.

Segundo a defesa, a revogação ocorreu após a apresentação de um habeas corpus. O advogado também informou que conseguiu acesso aos documentos do processo, que reúne aproximadamente 700 páginas, e teve sua habilitação como representante do deputado eleito reconhecida judicialmente.

Na sexta-feira (30), o TJPE já havia concedido uma liminar em mandado de segurança apresentado pela defesa, garantindo o acesso aos elementos da investigação. Na ocasião, entretanto, a decisão não havia suspendido nem revogado a prisão preventiva.

Com o novo desdobramento, Weryd Simões afirmou que Emerson permanece à disposição das autoridades e destacou que o parlamentar eleito compareceu voluntariamente para prestar esclarecimentos, mesmo sem ter sido intimado.

A prisão preventiva havia sido decretada na quinta-feira (29), pela 15ª Vara Criminal da Capital, em um processo relacionado à suspeita de extorsão. Desde então, Emerson era considerado foragido, pois não havia sido localizado para o cumprimento do mandado.

O deputado eleito é acusado pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) de envolvimento em uma suposta tentativa de extorsão contra uma mulher vítima de violência doméstica. Segundo a acusação, ele teria se apresentado como sargento da Polícia Militar e alegado possuir ligação com a Casa Civil do Governo de Pernambuco.

A influenciadora Rizelly da Silva Santos também é investigada no caso. A defesa de Emerson contesta as acusações e sustenta que existem irregularidades na investigação.

Eleito deputado estadual com 49.254 votos, Emerson Freitas deverá tomar posse na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) em fevereiro de 2027.

A revogação da prisão preventiva não representa absolvição nem encerra o processo criminal. As acusações continuam sujeitas à análise da Justiça.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, recebeu pareceres favoráveis do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) sobre as prestações de contas dos quatro anos de seu primeiro mandato, entre 2021 e 2024. A análise mais recente foi concluída na quinta-feira (29), com recomendação de aprovação das contas de 2024, com ressalvas. A decisão […]

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, recebeu pareceres favoráveis do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) sobre as prestações de contas dos quatro anos de seu primeiro mandato, entre 2021 e 2024. A análise mais recente foi concluída na quinta-feira (29), com recomendação de aprovação das contas de 2024, com ressalvas.

A decisão foi tomada por unanimidade pela Segunda Câmara do TCE-PE, durante a apreciação do processo nº 25100689-0, referente ao último exercício financeiro do primeiro mandato do prefeito.

Com o resultado, Gilson Bento passa a contabilizar pareceres favoráveis à aprovação das contas referentes a 2021, 2022, 2023 e 2024.

Ao comentar a decisão, o prefeito afirmou que o resultado está relacionado à política de controle das despesas e ao cumprimento das normas fiscais adotadas pela administração municipal.

“Recebo esse resultado com tranquilidade, pois temos trabalhado para manter o equilíbrio fiscal do município e aplicar todos os parâmetros preconizados pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, declarou.

A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece normas para a gestão dos recursos públicos, incluindo limites de despesas, transparência e controle das contas governamentais.

Embora os quatro exercícios tenham recebido pareceres favoráveis do TCE-PE, o julgamento definitivo das contas anuais do prefeito cabe à Câmara Municipal de Brejinho. As manifestações do Tribunal têm caráter de recomendação e são encaminhadas ao Legislativo para apreciação.

Foto: Reprodução

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Sertanejos bolsonaristas no Nordeste: o debate é muito mais profundo

No comentário das 12h desta terça-feira (3), faço uma analise da recente polêmica envolvendo a contratação de artistas sertanejos e alinhados ao bolsonarismo pelas prefeituras do Nordeste (como Recife e Fortaleza) para as festas de fim de ano. Sertanejos bolsonaristas no Nordeste: o debate é muito mais profundo do que a mera opção eleitoral e […]

No comentário das 12h desta terça-feira (3), faço uma analise da recente polêmica envolvendo a contratação de artistas sertanejos e alinhados ao bolsonarismo pelas prefeituras do Nordeste (como Recife e Fortaleza) para as festas de fim de ano.

Sertanejos bolsonaristas no Nordeste: o debate é muito mais profundo do que a mera opção eleitoral e as críticas à região.

Para além da revolta popular pelas críticas feitas por alguns desses artistas aos votos dos nordestinos, a questão central envolve uma grande indústria e a destinação de recursos públicos:

É preciso inverter essa lógica: eventos de grande porte devem buscar parcerias com a iniciativa privada.

Além disso, defendo uma legislação (como na Assembleia Legislativa) que garanta ao menos 60% de espaço e valorização para os artistas locais e regionais, além de limites fiscais técnicos para o gasto municipal com eventos.

No fim das contas, a sociedade precisa se impor e cobrar seriedade dos gestores contra a política do “pão e circo”.

Acompanhe o comentário completo clicando no link abaixo.

Sem citar Kassio, Gilmar Mendes critica condução do TSE nas eleições de 2026

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a condução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições presidenciais de 2026. Sem mencionar diretamente o presidente da Corte Eleitoral, Kassio Nunes Marques, o magistrado questionou a postura de quem esteve à frente do tribunal e afirmou que a atuação conjunta dos ministros foi […]

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a condução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições presidenciais de 2026. Sem mencionar diretamente o presidente da Corte Eleitoral, Kassio Nunes Marques, o magistrado questionou a postura de quem esteve à frente do tribunal e afirmou que a atuação conjunta dos ministros foi decisiva para assegurar o cumprimento das regras eleitorais.

As declarações foram publicadas na rede social X, nessa segunda-feira (2), pouco mais de uma semana após o segundo turno presidencial, disputado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Na publicação, Gilmar defendeu que dirigentes da Justiça Eleitoral devem agir com imparcialidade, mantendo a postura de um “árbitro equidistante” diante dos candidatos.

O ministro também alertou que “silêncios e hesitações não são neutros” na direção de instituições responsáveis pela organização das eleições. Segundo ele, a falta de respostas em momentos decisivos pode provocar decisões contraditórias, exigir a intervenção de outras instâncias judiciais e alimentar questionamentos contra o sistema eleitoral.

Gilmar atribuiu ao conjunto dos ministros do TSE a garantia de que a disputa presidencial transcorresse dentro das regras democráticas. Ressaltou, porém, que a segurança institucional não deveria depender exclusivamente da atuação coletiva para compensar dificuldades na condução do tribunal.

Críticas após o segundo turno

A manifestação ocorre após uma eleição marcada por questionamentos das campanhas sobre decisões da Justiça Eleitoral.

O principal episódio ocorreu em 25 de outubro, dia do segundo turno, quando as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro solicitaram a ampliação do horário de votação diante de relatos de dificuldades no transporte de eleitores.

Os pedidos não foram apreciados por Kassio Nunes Marques a tempo. Diante da situação, a questão chegou ao STF, onde o ministro Cristiano Zanin determinou a prorrogação da votação por duas horas, até as 19h.

A decisão foi tomada próximo ao encerramento do horário regular e comunicada quando diversas seções eleitorais já haviam concluído os trabalhos, o que provocou dificuldades para sua aplicação.

Posteriormente, Flávio Bolsonaro utilizou o episódio para questionar sua derrota em uma carta divulgada após deixar o Brasil.

As acusações de fraude apresentadas contra o resultado das eleições presidenciais de 2026 não foram acompanhadas de qualquer prova. O Tribunal Superior Eleitoral confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva e afastou a possibilidade de irregularidades capazes de alterar o resultado.

Segundo dados divulgados pela Justiça Eleitoral, cerca de 34 mil votos foram registrados depois das 17h, enquanto a diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro superou 4,4 milhões de votos.

Embora não tenha citado Kassio Nunes Marques ou André Mendonça, vice-presidente do TSE, Gilmar Mendes direcionou suas observações à responsabilidade de quem comanda o processo eleitoral, defendendo decisões tempestivas e uma atuação institucional capaz de preservar a confiança nas eleições.

Fonte: Diario de Pernambuco/Estadão Conteúdo
Foto: Victor Piemonte/STF

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A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a apreensão de seus passaportes e proibiu sua saída do Brasil. Os advogados também pedem o afastamento de Moraes da investigação e a transferência do caso para o ministro André […]

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a apreensão de seus passaportes e proibiu sua saída do Brasil. Os advogados também pedem o afastamento de Moraes da investigação e a transferência do caso para o ministro André Mendonça.

Os recursos foram apresentados após Flávio deixar o Brasil com a família, na terça-feira (27), apesar das restrições judiciais impostas dois dias antes. O senador seguiu para os Estados Unidos após passar pela Argentina, chegando ao destino na quarta-feira (28).

A determinação de Moraes atendeu a um pedido da Polícia Federal, que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o parlamentar e o advogado Willer Tomaz, amigo pessoal de Flávio.

Além da retenção dos documentos, o ministro proibiu o senador de deixar o território nacional e de manter contato com o advogado, também investigado.

Os advogados de Flávio contestam os elementos apresentados pela Polícia Federal para justificar as medidas cautelares. Segundo a defesa, a relação de amizade entre o senador e Willer Tomaz não comprova participação em operações financeiras irregulares.

Um dos pontos questionados envolve a suspeita de que Flávio teria acesso a uma conta bancária vinculada a uma empresa de Tomaz.

A defesa afirma que um documento do Banco Santander afastaria a existência de vínculo financeiro entre os dois. Os advogados também sustentam que o risco de saída do país foi apontado sem fundamentos suficientes para justificar as restrições.

A investigação envolve suspeitas de movimentações financeiras relacionadas a plataformas de apostas e empresas associadas ao advogado. Flávio e Tomaz negam envolvimento em atividades ilícitas.

Os representantes do senador também afirmam que ele está disposto a colaborar com as investigações e prestar esclarecimentos sempre que solicitado.

Em outra frente, a defesa solicita que Alexandre de Moraes seja declarado impedido ou suspeito para conduzir o inquérito.

Os advogados alegam a existência de possíveis conflitos de interesses relacionados a uma aeronave utilizada pelo ministro e por sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes.

Segundo a argumentação apresentada ao STF, uma empresa investigada possui ligação societária com outra responsável por um jato utilizado pelo magistrado e sua mulher.

A defesa sustenta que essas relações levantam questionamentos sobre a imparcialidade de Moraes. As alegações ainda dependem de análise judicial e não representam uma constatação de irregularidade praticada pelo ministro.

Os advogados também solicitam que o caso seja encaminhado a André Mendonça, responsável por investigações relacionadas a Willer Tomaz no âmbito da operação que apura fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Para a defesa, a existência de elementos comuns entre os procedimentos justificaria a transferência da relatoria.

As medidas contra Flávio Bolsonaro foram determinadas em 25 de outubro, após a Polícia Federal apontar risco de saída do parlamentar do país.

Os passaportes brasileiros comum e diplomático foram cancelados, e a corporação inseriu um alerta migratório nos sistemas de controle de fronteiras.

Segundo a Polícia Federal, Flávio foi intimado a entregar eventuais passaportes de outras nacionalidades, mas não cumpriu a determinação no prazo estabelecido.

A instituição informou ainda que não encontrou registros oficiais de saída do senador pelos postos brasileiros de controle migratório e abriu uma investigação para apurar as circunstâncias do descumprimento das ordens judiciais.

A própria Polícia Federal esclareceu que as restrições relacionadas aos documentos de viagem não caracterizam, por si só, a condição jurídica de foragido nem autorizam automaticamente uma prisão.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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O sepultamento de Girlânia Cachoeira, esposa do cantor e compositor sertaniense César Amaral, será realizado nesta terça-feira (3), em Sertânia, no Sertão de Pernambuco. O corpo será velado a partir das 10 horas na Capela da Casa do Ancião. O sepultamento será às 16 horas no cemitério de Sertânia. Girlânia completaria 53 anos na quarta-feira […]

O sepultamento de Girlânia Cachoeira, esposa do cantor e compositor sertaniense César Amaral, será realizado nesta terça-feira (3), em Sertânia, no Sertão de Pernambuco. O corpo será velado a partir das 10 horas na Capela da Casa do Ancião.

O sepultamento será às 16 horas no cemitério de Sertânia.

Girlânia completaria 53 anos na quarta-feira (4). Ela estava internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado grave, e sua morte foi confirmada na tarde desta segunda-feira (2).

A notícia da morte causou tristeza entre os sertanienses, que acompanham com carinho a trajetória de César Amaral e mantêm uma relação de afeto com o casal.

Toró de saudade

No comunicado, César Amaral usou para homenagear sua companheira de vida com “Toró de Saudade”, composição de sua autoria.

STF realiza nesta terça-feira (3), audiência sobre proibição das bets no Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (3), a partir das 10h, uma audiência pública para discutir os impactos da proibição das apostas online no Brasil. O encontro, convocado pelo ministro Luiz Fux, reunirá representantes do governo federal, empresas do setor, clubes de futebol e entidades econômicas e esportivas. A composição dos convidados provocou […]

O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (3), a partir das 10h, uma audiência pública para discutir os impactos da proibição das apostas online no Brasil.

O encontro, convocado pelo ministro Luiz Fux, reunirá representantes do governo federal, empresas do setor, clubes de futebol e entidades econômicas e esportivas. A composição dos convidados provocou críticas pela presença predominante de setores interessados na retomada das apostas.

A discussão ocorre após a edição da Medida Provisória nº 1.394/2026, que proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade das apostas de quota fixa, conhecidas como bets, em território nacional. A norma também prevê o encerramento das autorizações concedidas às empresas do setor.

A audiência será realizada na sala de sessões da Segunda Turma do STF, em Brasília, com transmissão pela TV Justiça, pela Rádio Justiça e pelo canal do Supremo no YouTube. Ao todo, 34 órgãos, associações e entidades foram convidados a apresentar argumentos sobre os efeitos da proibição.

O debate foi convocado no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 8027, apresentada pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL). A entidade questiona a constitucionalidade da medida provisória e pede sua suspensão.

Janones critica composição da audiência

O deputado federal André Janones (Rede-MG) questionou publicamente os critérios utilizados na escolha dos participantes. Em uma publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou que clubes de futebol, empresas de apostas e entidades ligadas ao setor receberam espaço na audiência, enquanto organizações da sociedade civil ficaram de fora da programação.

“Algo muito estranho está acontecendo”, escreveu Janones, ao comentar a decisão de Fux de convocar o encontro.

O deputado também criticou a ausência inicial dos ministérios da Saúde e da Justiça e Segurança Pública, posteriormente incluídos na programação após manifestação da Advocacia-Geral da União (AGU).

“Mas e a sociedade Civil? NADA!”, questionou.

Janones informou ainda que a primeira-dama Janja pretende acompanhar a audiência, juntamente com representantes do Instituto Clarice, organização que desenvolveu estudos sobre os impactos das apostas na vida das famílias, e com a produtora cultural Paula Lavigne, envolvida em mobilizações de artistas contrários às bets.

A presença foi anunciada pelo deputado, mas Janja, o Instituto Clarice e Paula Lavigne não aparecem entre os 34 expositores da programação oficial divulgada para a audiência.

O parlamentar afirmou também que seu grupo de apoiadores acompanhará o debate e fiscalizará eventuais iniciativas destinadas a restabelecer o funcionamento das plataformas.

AGU questionou distribuição dos convidados

A crítica à composição da audiência também foi apresentada formalmente pela Advocacia-Geral da União.

O órgão apontou que a relação inicial de convidados tinha predominância de clubes de futebol, entidades esportivas e representantes das empresas de apostas, o que poderia prejudicar a exposição equilibrada das diferentes perspectivas sobre o tema.

Dos 26 participantes inicialmente convocados, 17 eram representantes de clubes de futebol ou do setor de apostas.

Após a manifestação, Fux decidiu incluir os ministérios da Saúde e da Justiça e Segurança Pública, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o Comitê Paralímpico do Brasil, a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf) e o Grêmio.

A ampliação elevou para 34 o número de participantes. Apesar da mudança, organizações ligadas à saúde mental, à proteção da infância e à defesa do consumidor que participaram de audiências anteriores não foram incluídas na nova programação.

Ao justificar sua decisão, Fux lembrou que o Supremo já havia discutido os impactos sociais das apostas em audiências realizadas em novembro de 2024.

Impactos sociais e econômicos

A proibição das bets foi adotada pelo governo federal diante das preocupações com a dependência em jogos, o endividamento das famílias e os impactos sobre a saúde mental.

Representantes do setor, por outro lado, questionam os efeitos econômicos da medida, especialmente sobre contratos de patrocínio, arrecadação e atividades relacionadas ao mercado de apostas.

Clubes como Flamengo, Corinthians, São Paulo, Fluminense, Botafogo e Cruzeiro estão entre os convidados para a audiência. Também participarão representantes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), da Procuradoria-Geral da República (PGR) e de associações empresariais.

Cada participante terá dez minutos para apresentar suas considerações. A programação prevê exposições durante a manhã e a tarde, com encerramento às 17h30.

A audiência tem caráter informativo e não representa um julgamento definitivo. As manifestações poderão subsidiar a análise do pedido de suspensão da medida provisória e das demais questões constitucionais apresentadas ao STF.

Fonte: Agência Brasi
Foto: Reprodução

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Kassab diz que Raquel Lyra é a mulher de maior protagonismo na política nacional

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, é atualmente a mulher de maior protagonismo na política brasileira. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Canal Livre, da Band, exibida nesse domingo (1º), quando o dirigente também comentou a possibilidade de a pernambucana disputar a Presidência da […]

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, é atualmente a mulher de maior protagonismo na política brasileira. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Canal Livre, da Band, exibida nesse domingo (1º), quando o dirigente também comentou a possibilidade de a pernambucana disputar a Presidência da República no futuro.

“Ela realmente, na política brasileira, é a mulher de maior protagonismo”, declarou Kassab, ao analisar o crescimento político da governadora após sua reeleição no primeiro turno das eleições de outubro.

Na avaliação do presidente do PSD, Raquel reúne características que podem ampliar sua atuação no cenário nacional depois de concluir o segundo mandato, em 2030. Entre os aspectos mencionados estão sua origem nordestina, a experiência administrativa e a capacidade de diálogo com diferentes setores políticos e econômicos.

Kassab também citou a trajetória da governadora, que exerceu cargos na administração pública e foi prefeita de Caruaru antes de chegar ao comando do Executivo pernambucano.

Durante a entrevista, o dirigente lembrou as dificuldades enfrentadas por Raquel no início do primeiro mandato, especialmente na relação com a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Segundo ele, a governadora conseguiu superar os conflitos políticos e conquistar a reeleição.

O presidente do PSD atribuiu o resultado eleitoral ao desempenho da administração estadual e à comunicação da governadora com os eleitores, incluindo sua atuação nas plataformas digitais.

Ao comentar uma eventual candidatura presidencial, Kassab afirmou que Raquel poderá ser considerada pelo partido em uma disputa futura. Ele ressaltou, entretanto, que essa possibilidade não está em discussão neste momento.

O dirigente também ponderou que qualquer projeto político nacional dependerá dos resultados do segundo mandato. Segundo Kassab, a continuidade de uma boa avaliação administrativa será fundamental para que a governadora possa disputar outros cargos.

Raquel Lyra foi reeleita em 4 de outubro, com 53,27% dos votos válidos, derrotando o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB).

A governadora está no PSD desde março de 2025. Durante a disputa presidencial deste ano, manteve posição de neutralidade no segundo turno, apesar de integrar um partido que lançou Ronaldo Caiado como candidato à Presidência no primeiro turno.

As declarações de Kassab ocorrem em meio às discussões sobre a reorganização do PSD após as eleições de 2026.

Fonte: Jornal do Commercio
Foto: Reprodução

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Mundo observa eleição americana, que pode ser início do fim da era Trump

No meu comentário para o Jornal Itapuama desta terça-feira (3), analisei o impacto global das eleições norte-americanas, destacando que a votação para 100 cadeiras no Senado e 435 na Câmara dos Representantes pode impor sérias dificuldades e enfraquecer a reta final do governo de Donald Trump. Mesmo sem ser candidato, Trump se engajou diretamente na […]

No meu comentário para o Jornal Itapuama desta terça-feira (3), analisei o impacto global das eleições norte-americanas, destacando que a votação para 100 cadeiras no Senado e 435 na Câmara dos Representantes pode impor sérias dificuldades e enfraquecer a reta final do governo de Donald Trump.

Mesmo sem ser candidato, Trump se engajou diretamente na campanha pedindo votos para os republicanos, mas a movimentação vem prejudicando seus correligionários nas pesquisas. Entre os fatores apontados para a rejeição interna que chega a cerca de 70% estão a inflação, o alto custo de vida, a alta dos combustíveis decorrente de conflitos não evitados ou promovidos no exterior, e a política migratória, com ações ostensivas do ICE contra mais de 36 milhões de latinos.

O cenário reflete-se na alta participação popular nas urnas, sinalizando o desejo do eleitorado de impor limites à gestão republicana e a figuras ultranacionalistas de seu entorno, como Marco Rubio e JD Vance. Vale ressaltar os reflexos para a América Latina e o Brasil, lembrando o histórico de pressões diplomáticas e a relação com o governo brasileiro.

Clicando no link abaixo você confere o comentário na íntegra.

 

O ex-prefeito de Triunfo, João Batista Rodrigues dos Santos, agradeceu as manifestações de solidariedade recebidas pela família após a morte do filho João Caio Rodrigues Pereira de Melo, de 26 anos, vítima de um acidente de trânsito registrado no sábado (31), no Sertão de Pernambuco. João Batista recebeu mensagens de apoio de familiares, amigos, moradores […]

O ex-prefeito de Triunfo, João Batista Rodrigues dos Santos, agradeceu as manifestações de solidariedade recebidas pela família após a morte do filho João Caio Rodrigues Pereira de Melo, de 26 anos, vítima de um acidente de trânsito registrado no sábado (31), no Sertão de Pernambuco.

João Batista recebeu mensagens de apoio de familiares, amigos, moradores de Triunfo e representantes da política pernambucana. Em meio ao luto, o ex-gestor manifestou gratidão pelo carinho e pelas orações dirigidas à família.

João Caio morreu após uma colisão entre a motocicleta que conduzia e um carro na PE-365, nas proximidades da Vila Jatiúca, zona rural de Santa Cruz da Baixa Verde. O jovem não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Segundo informações repassadas à Polícia Militar, o motorista do automóvel teria deixado o local sem prestar socorro. A Polícia Civil registrou a ocorrência e iniciou diligências para esclarecer as circunstâncias do acidente e identificar o outro envolvido.

Filho de João Batista e da ex-secretária municipal de Saúde de Triunfo, Tarciane Pereira Melo, João Caio foi sepultado no sábado (31), em Triunfo. A despedida reuniu familiares, amigos e moradores do município.

A morte do jovem provocou manifestações de pesar de autoridades e instituições, entre elas a Prefeitura de Triunfo, que decretou luto oficial de três dias, a Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE) e representantes políticos.

Também prestaram solidariedade o prefeito Luciano Bonfim, o presidente da Câmara Municipal, Camilo Ferreira, o presidente estadual do Avante, Sebastião Oliveira, e o prefeito do Recife, João Campos.

João Batista administrou Triunfo entre 2017 e 2020 e também exerceu mandatos de vereador no município.

O Blog do Nill Júnior manifesta solidariedade a João Batista, Tarciane Pereira Melo e aos demais familiares e amigos de João Caio.

Fonte: Blog Juliana Lima
Foto: Reprodução

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O empresário de tecnologia Adam Robinson, de 45 anos, a mulher dele, Helen Sharp, de 40, e os filhos do casal estão entre as vítimas do acidente aéreo ocorrido neste domingo (1º/11) na Flórida, segundo a imprensa americana. De acordo com o jornal New York Post, além da família, a babá das crianças, Anita Maria […]

O empresário de tecnologia Adam Robinson, de 45 anos, a mulher dele, Helen Sharp, de 40, e os filhos do casal estão entre as vítimas do acidente aéreo ocorrido neste domingo (1º/11) na Flórida, segundo a imprensa americana.

De acordo com o jornal New York Post, além da família, a babá das crianças, Anita Maria Apellido Cetina, e dois amigos do casal, Rachael Reed e Charmi Fehr, também estavam a bordo da aeronave.

Em nota conjunta divulgada no Facebook, as famílias confirmaram a identidade das vítimas.

Jeff Gregory, de 55 anos, era o piloto do Learjet 60. A copiloto era Nathalia Gadelha Filgueiras, de 20 anos.

A confirmação de que Emma, de 4 anos, e Charlie, de 2, estavam no avião foi feita por Dudley Sharp, avô das crianças, ao site USA Today.

Morador de Austin, no Texas, Adam Robinson era fundador e CEO das empresas de software Retention.com e RB2B.

Antes de empreender no setor de tecnologia, trabalhou nos bancos Lehman Brothers e Barclays Capital, de acordo com informações de seu perfil no LinkedIn.

A esposa dele, Helen Sharp, era artista ceramista e costumava compartilhar em seu perfil no Instagram vídeos de suas criações, além de fotos das filhas.

O acidente ocorreu no condado de Palm Beach. O Learjet 60 havia decolado do Aeroporto Internacional Austin-Bergstrom, no Texas, com destino ao Aeroporto North Eleuthera, nas Bahamas.

Autoridades dos Estados Unidos que investigam a queda do jato afirmam haver indícios de que a aeronave pode ter começado a se desintegrar antes do impacto com o solo.

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (2), Tom Chapman, integrante do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA (NTSB, na sigla em inglês), disse que os investigadores podem encontrar destroços “a alguma distância do local da queda”.

O NTSB informou que enfrenta desafios significativos para reconstruir o que aconteceu com a aeronave.

Tim Monville, investigador de segurança aérea do órgão, afirmou que “o maior obstáculo será recuperar os principais destroços da aeronave da cratera formada pelo impacto na rodovia”.

Da redação/Itapuama FM.
Informações: USA Today/Portal g1.
Fotos: Reprodução/Fac

O prefeito do Recife, Vitor Marques se manifestou sobre o movimento que cobrou boicote de artistas que apoiaram Flávio Bolsonaro na programação da Virada Recife 2027, como Jorge e Mateus e Cláudia Leite. “Quero reafirmar aqui a posição defendida pelo presidente Lula após sua reeleição: o Brasil precisa superar as divisões, não aprofundá-las”. “Todos sabem […]

O prefeito do Recife, Vitor Marques se manifestou sobre o movimento que cobrou boicote de artistas que apoiaram Flávio Bolsonaro na programação da Virada Recife 2027, como Jorge e Mateus e Cláudia Leite.

“Quero reafirmar aqui a posição defendida pelo presidente Lula após sua reeleição: o Brasil precisa superar as divisões, não aprofundá-las”.

“Todos sabem de que lado estive, em quem votei e o quanto me dediquei à eleição do presidente Lula. Lutamos, mobilizamos milhões de brasileiros e conquistamos uma vitória histórica, que celebramos com muita alegria!” – acrescentou.

“Mas a eleição passou, e o palanque foi desarmado.

Continuarei defendendo minhas convicções com a mesma firmeza, sem abrir mão do respeito às diferenças. O Recife é uma cidade plural, democrática e acolhedora. E a Virada Recife é uma festa de todos e para todos, independentemente de preferências políticas. É assim que deve ser e continuará sendo”, concluiu.

Clique no link abaixo e confira a declaração do prefeito.

 

Lideranças evangélicas que mantiveram proximidade com o bolsonarismo passaram a adotar uma postura de distanciamento do grupo político de Flávio Bolsonaro (PL) após a derrota do senador para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais. O movimento ganhou força com a divulgação de uma carta na qual o candidato derrotado contestou o resultado […]

Lideranças evangélicas que mantiveram proximidade com o bolsonarismo passaram a adotar uma postura de distanciamento do grupo político de Flávio Bolsonaro (PL) após a derrota do senador para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais. O movimento ganhou força com a divulgação de uma carta na qual o candidato derrotado contestou o resultado das urnas e se apresentou inicialmente como presidente eleito.

Segundo reportagem de O Globo publicada nesta terça-feira (3), representantes de igrejas como a Universal do Reino de Deus e as Assembleias de Deus têm demonstrado resistência à estratégia adotada por Flávio depois do segundo turno, especialmente diante de sua saída do Brasil para os Estados Unidos.

O posicionamento representa uma mudança em relação à campanha eleitoral. Embora parte dessas lideranças tenha mantido distância da disputa no primeiro turno, houve uma aproximação com Flávio na etapa final da eleição.

Entre os religiosos que se manifestaram está o bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal. Em uma pregação realizada no próprio dia 25 de outubro, antes da divulgação do resultado eleitoral, ele criticou o lema “Deus, Pátria e Família”, associado ao bolsonarismo.

“Eu não aprovo aquela teoria ‘Deus, pátria e família’. Primeiro Deus, segundo a família, e terceiro o Estado, ou o que mais que queira ser”, declarou.

A manifestação ganhou repercussão nos dias seguintes à eleição. Diferentemente de 2022, quando apoiou Jair Bolsonaro, a Igreja Universal não declarou apoio oficial a nenhum dos dois candidatos à Presidência em 2026.

Outro sinal de divergência ocorreu com o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, um dos principais aliados da família Bolsonaro.

Em mensagens privadas divulgadas pela imprensa, Malafaia criticou a atuação dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro e a carta publicada por Flávio.

“Esses filhos de Bolsonaro são uns jumentos. Só se aconselham com gente errada! Faz carta, fala bobagem, depois corrige”, escreveu.

Apesar das críticas, Malafaia não rompeu com o senador. O pastor afirmou que considera correta sua saída do Brasil e manteve a avaliação de que Flávio sofre perseguição política.

Reconhecimento da derrota

Entre outras lideranças religiosas, a reação foi de reconhecimento do resultado das urnas.

O bispo JB Carvalho, da Comunidade das Nações, igreja de Brasília onde Flávio Bolsonaro foi batizado, publicou uma mensagem defendendo o encerramento da disputa eleitoral.

“As eleições terminaram. Não tem terceiro turno. Vida que segue!”, escreveu.

Abner Ferreira, da Assembleia de Deus de Madureira, também defendeu maturidade e respeito à decisão dos eleitores. Já César Augusto, da Igreja Fonte da Vida, pediu que o país superasse a disputa eleitoral e afirmou que seguiria orando pelo Brasil e pelo governo.

As manifestações mostram diferenças entre lideranças que apoiaram Flávio. Parte delas mantém posições políticas conservadoras, mas rejeita a estratégia de contestação do resultado eleitoral.

Carta e fuga para os Estados Unidos

O distanciamento ganhou dimensão após Flávio Bolsonaro divulgar, na quarta-feira (28), uma carta nos Estados Unidos em que se apresentava como o “verdadeiro presidente eleito do Brasil”.

Pouco depois, o senador modificou o documento e passou a se identificar como “líder do Brasil”. Na publicação, também afirmou que pretende comandar a oposição a partir do exterior.

Flávio havia deixado o país após a derrota eleitoral, apesar de uma decisão judicial que determinava a entrega de seus passaportes.

É importante destacar que as acusações de fraude nas eleições presidenciais de 2026 não foram acompanhadas de qualquer prova. O resultado foi oficialmente proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.

O próprio PL, partido de Flávio Bolsonaro, reconheceu o resultado da eleição. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador de sua campanha, também declarou que não existem provas que sustentem uma acusação de fraude.

As reações das lideranças evangélicas ocorrem em meio à reorganização de partidos e grupos políticos conservadores após a eleição, mas não representam um rompimento generalizado das igrejas com a direita ou com o bolsonarismo.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Após oito dias na Europa, Raquel Lyra reassume Governo de Pernambuco

A governadora Raquel Lyra (PSD) tem retorno ao comando do Governo de Pernambuco previsto para esta terça-feira (3), após uma semana de compromissos oficiais na Espanha e na França. A gestora reassume o Executivo estadual diante de articulações políticas para a composição do secretariado de 2027 e a eleição da nova Mesa Diretora da Assembleia […]

A governadora Raquel Lyra (PSD) tem retorno ao comando do Governo de Pernambuco previsto para esta terça-feira (3), após uma semana de compromissos oficiais na Espanha e na França. A gestora reassume o Executivo estadual diante de articulações políticas para a composição do secretariado de 2027 e a eleição da nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Raquel transmitiu o cargo à vice-governadora Priscila Krause (PSD) no dia 25 de outubro, antes de embarcar para a missão internacional. Durante sua ausência, Priscila ficou responsável pela administração estadual.

Com a reeleição garantida no primeiro turno, a governadora deverá definir quais integrantes do atual secretariado permanecerão em seus cargos e quais mudanças serão realizadas para o próximo mandato, que começa em janeiro.

Outro ponto da agenda política será a eleição da nova Mesa Diretora da Alepe. O PSD, partido de Raquel, passou a contar com a maior bancada da Assembleia, o que poderá influenciar as negociações para a escolha da presidência da Casa.

A relação entre o Executivo e o Legislativo foi marcada por divergências durante a presidência de Álvaro Porto (PSDB), aliado do prefeito do Recife, João Campos (PSB). A definição do novo comando da Assembleia deverá integrar as articulações políticas da governadora.

Missão internacional

Na Espanha, Raquel Lyra participou de reuniões com representantes da Iberdrola e da Neoenergia para discutir investimentos em infraestrutura elétrica e transição energética.

Entre os temas apresentados estiveram a renovação da concessão da Neoenergia Pernambuco até 2060, com previsão de R$ 9,7 bilhões em investimentos até 2030, e projetos de descarbonização de Fernando de Noronha e modernização da rede elétrica do Bairro do Recife.

As duas iniciativas têm previsão de R$ 350 milhões em investimentos cada. Também foram discutidas adequações na infraestrutura elétrica para permitir a climatização de 1.081 escolas estaduais.

Ainda na Espanha, a governadora assinou um acordo de cooperação técnica com a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), voltado à modernização da gestão de 17 equipamentos culturais administrados diretamente pelo Estado.

Na França, Raquel se reuniu com representantes da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), em Paris, para tratar de alternativas de financiamento destinadas à modernização e à descarbonização da frota de ônibus da Região Metropolitana do Recife.

O encontro também abordou projetos relacionados à ampliação do abastecimento de água em Pernambuco. O governo estadual solicitou à agência francesa uma proposta de financiamento para iniciativas de mobilidade sustentável.

Os investimentos discutidos durante a missão incluem projetos e previsões de aplicação de recursos, não significando que todos os valores tenham sido efetivamente contratados ou liberados.

Fonte: Jornal do Comercio
Foto: Yacy Ribeiro/Secom

O Senado Federal tem votação prevista para esta terça-feira (3) da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A análise do texto, uma das prioridades do governo Lula, reacende o impasse entre governistas e oposição sobre a redução da maioridade penal, que pode provocar alterações na proposta e atrasar sua aprovação definitiva. A […]

O Senado Federal tem votação prevista para esta terça-feira (3) da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A análise do texto, uma das prioridades do governo Lula, reacende o impasse entre governistas e oposição sobre a redução da maioridade penal, que pode provocar alterações na proposta e atrasar sua aprovação definitiva.

A votação foi incluída na pauta pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), após ter sido adiada antes do segundo turno das eleições presidenciais. O governo pretende aprovar a proposta sem mudanças em relação ao texto da Câmara dos Deputados, permitindo sua promulgação e abrindo caminho para a criação do Ministério da Segurança Pública.

A oposição, que apoiou a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), defende uma emenda para reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos nos crimes comuns e para 14 anos nos crimes hediondos. A iniciativa conta com o apoio de 37 senadores.

Durante as discussões anteriores à eleição, o então líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), apresentou uma proposta alternativa para permitir a responsabilização penal a partir dos 16 anos exclusivamente em casos de crimes hediondos.

A iniciativa provocou divergências dentro da própria base governista. A senadora pernambucana Teresa Leitão (PT), líder do governo no Senado, defendeu que o assunto seja discutido separadamente e criticou a tentativa de incluir a mudança na PEC da Segurança Pública.

O presidente Lula também se manifestou favoravelmente à redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos durante uma sabatina realizada pela TV Globo antes do segundo turno.

Mesmo assim, uma ala do governo considera que a prioridade deve ser a aprovação do texto já votado pela Câmara. O relator no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE), manteve a proposta sem alterações de mérito.

O líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), afirmou que pretende manter o destaque para que a emenda apresentada por Camilo Santana seja analisada separadamente. A medida pode obrigar os senadores a se posicionarem sobre a redução da maioridade penal.

Além das discussões sobre responsabilização criminal de adolescentes, a PEC prevê mudanças na organização da segurança pública brasileira.

Entre os principais pontos estão a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição, a ampliação das competências da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal no combate às organizações criminosas e regras mais rígidas para lideranças de facções.

A proposta também estabelece que a União distribua 50% dos recursos de determinados fundos de segurança pública a estados e municípios, independentemente da celebração de convênios. Outra medida permite a criação de polícias municipais para atividades de policiamento ostensivo e comunitário.

A redução da maioridade penal havia sido retirada do texto durante a tramitação na Câmara dos Deputados, em março, após um acordo que previa a discussão do assunto em uma proposta separada.

Caso o Senado aprove mudanças no conteúdo da PEC, o texto precisará retornar à Câmara para nova análise. Se for aprovado sem alterações, poderá seguir diretamente para promulgação.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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Os Estados Unidos realizam nesta terça-feira (3) as eleições legislativas que definirão o controle do Congresso durante os dois últimos anos do segundo mandato do presidente Donald Trump. Mais de 57 milhões de norte-americanos já haviam votado antecipadamente até segunda-feira (2), enquanto democratas manifestam preocupação com a possibilidade de o presidente contestar resultados desfavoráveis ao […]

Os Estados Unidos realizam nesta terça-feira (3) as eleições legislativas que definirão o controle do Congresso durante os dois últimos anos do segundo mandato do presidente Donald Trump. Mais de 57 milhões de norte-americanos já haviam votado antecipadamente até segunda-feira (2), enquanto democratas manifestam preocupação com a possibilidade de o presidente contestar resultados desfavoráveis ao Partido Republicano.

O volume de votos antecipados supera os cerca de 46 milhões registrados nas eleições de meio de mandato de 2022. Os dados são do laboratório eleitoral da Universidade da Flórida e incluem votos presenciais antecipados e cédulas enviadas pelo correio.

A disputa renovará todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes e parte do Senado. Os eleitores também escolherão governadores e outros representantes estaduais e locais.

Atualmente, o Partido Republicano controla as duas Casas do Congresso. Uma mudança nessa composição poderá alterar a relação de forças em Washington, com efeitos sobre a aprovação de projetos, o orçamento federal e a fiscalização das ações do governo.

Temor de contestação

A possibilidade de questionamentos sobre o resultado eleitoral tornou-se uma preocupação entre democratas e organizações que acompanham o processo de votação.

O receio está relacionado às declarações de Trump sobre a segurança das eleições e ao histórico de acusações infundadas de fraude feitas pelo presidente após sua derrota para Joe Biden em 2020.

Naquele ano, Trump contestou o resultado da eleição presidencial, embora não tenham sido apresentadas provas de fraude capaz de alterar o resultado. Suas alegações foram rejeitadas em diferentes processos judiciais.

Na atual disputa, declarações do presidente e iniciativas de seu governo relacionadas à administração das eleições voltaram a provocar questionamentos. Nos Estados Unidos, a organização da votação é responsabilidade dos estados, que possuem regras próprias para o registro dos eleitores, a apuração e a certificação dos resultados.

A presença de observadores, a atuação de autoridades federais e eventuais disputas judiciais estão entre os pontos acompanhados pelas organizações responsáveis pelo monitoramento eleitoral.

Participação antecipada

O crescimento da votação antecipada demonstra uma mobilização expressiva dos eleitores antes da abertura das urnas nesta terça-feira.

Até segunda-feira, aproximadamente 32 milhões de pessoas haviam votado presencialmente e mais de 25 milhões tinham encaminhado seus votos pelo correio.

Os números, porém, não permitem identificar antecipadamente qual partido vencerá. Em alguns estados, os registros indicam a filiação partidária dos eleitores, mas essa informação não revela em quem cada cidadão votou.

A apuração poderá se estender além do dia da eleição, especialmente em disputas equilibradas e nos estados que recebem grande quantidade de votos pelo correio.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Partidos do Centrão articulam a ampliação de sua participação no quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e tentam reduzir a influência do PT na condução das negociações políticas. Além de ministérios, as legendas buscam espaço em funções de liderança responsáveis pela relação entre o Executivo e o Congresso Nacional. As movimentações […]

Partidos do Centrão articulam a ampliação de sua participação no quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e tentam reduzir a influência do PT na condução das negociações políticas. Além de ministérios, as legendas buscam espaço em funções de liderança responsáveis pela relação entre o Executivo e o Congresso Nacional.

As movimentações ocorrem em meio às discussões sobre a composição do governo que terá início em janeiro de 2027. Um dos principais interesses do grupo é a Secretaria de Relações Institucionais (SRI), responsável pela articulação do Palácio do Planalto com deputados e senadores.

Atualmente comandada pelo ministro José Guimarães (PT-CE), a secretaria participa diretamente das negociações de projetos legislativos e da interlocução sobre emendas parlamentares, o que torna seu comando estratégico para os partidos.

Entre as legendas interessadas na pasta está o Republicanos, partido do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. Um dos nomes mencionados para assumir a função é o deputado federal pernambucano Silvio Costa Filho, que comandou o Ministério de Portos e Aeroportos durante o terceiro mandato de Lula.

A possibilidade, entretanto, enfrenta resistência entre integrantes do Palácio do Planalto. Auxiliares do presidente avaliam que transferir a Secretaria de Relações Institucionais ao Centrão ampliaria o controle dessas legendas sobre uma área considerada estratégica para o funcionamento do governo.

Durante o terceiro mandato, a articulação política permaneceu sob responsabilidade de integrantes do PT. Antes de José Guimarães, a pasta foi comandada por Alexandre Padilha e Gleisi Hoffmann.

Além da disputa pela secretaria, representantes de partidos de centro procuram ampliar sua participação na Esplanada dos Ministérios e nas funções de liderança política. A movimentação ocorre diante da necessidade de Lula construir uma base parlamentar para enfrentar uma oposição numericamente fortalecida após as eleições.

As negociações também envolvem o MDB, o PSD e a Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP. Parte dessas legendas ocupou ministérios no atual governo, embora tenha adotado posições divergentes em votações do Congresso e durante a disputa presidencial.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, foi escolhido para iniciar as conversas com as direções partidárias a partir desta terça-feira (3). A orientação do Planalto é ouvir as propostas das legendas antes de definir os espaços que poderão ocupar no próximo mandato.

Do lado governista, a intenção é condicionar a distribuição de cargos a compromissos mais claros de apoio às propostas do Executivo. Lula pretende exigir dos partidos uma estimativa dos votos que poderão assegurar nas principais votações da Câmara e do Senado.

O ministro José Guimarães já defendeu que a participação das legendas no governo seja acompanhada de maior fidelidade parlamentar. A avaliação é que a ocupação de ministérios não deve ocorrer sem compromisso com as pautas da administração federal.

As negociações ainda estão em fase inicial. Não existe decisão anunciada sobre a substituição de Guimarães, a transferência da articulação política para o Centrão ou a distribuição das funções de liderança no próximo governo.

Fonte: O Globo
Foto: Juan Barreto

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