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Opinião: os poderes e a criminalização da política

Por Nill Júnior

Por Renan Walisson de Andrade*

A Democracia Brasileira vem sofrendo grandes entraves quando o assunto é harmonia entre os Poderes. Não fosse isso, a corrupção dilacerada deixou o sistema de freios e contrapesos ainda mais “bambo”, para não usar outra palavra, o que não é, nem poderá nunca ser, motivo para alegria.

Quando o grande Barão de Montesquieu escreveu o seu “espírito das leis”, trouxe para o mundo moderno uma grande reflexão acerca da função dos três Poderes, que se alastra para todas as áreas da sociedade e deve servir de base para todos os que procuram e desejam viver numa sociedade que preza pelo bem-estar social, justiça e liberdade, fundada na harmonia social e comprometida com o pleno funcionamento das instituições democráticas.

Não há sociedade justa com um governo injusto. É preciso prezar pela fraternidade e defender que as instituições cumpram o seu papel, garantindo aos cidadãos pleno acesso à saúde, à educação, e aos demais direitos sociais positivados na Constituição da República Federativa do Brasil – CRFB/88. O papel fundamental do governante é zelar pelo efetivo cumprimento da Constituição, pois nela está quase que a totalidade dos princípios basilares que regem a Administração Pública, os explícitos e os implícitos, bem como todo o conjunto normativo da nossa Ordem Democrática.

Daí a necessidade de zelar pela harmonia entre os Poderes, sem generalizações burras e com respeito ao sistema político-social brasileiro. É dizer, cada Poder tem sua função explícita na Constituição. O Ministério Público, que não deve ser confundido com um Poder mas, e assim o quis o Constituinte, precisa cumprir sua função constitucional de Fiscal da Ordem Jurídica. A função de custos legis do Parquet está devidamente positivada na Carta Política, e deve ser sempre relembrada, principalmente em tempos de inversão de papéis e até mesmo de valores que as instituições brasileiras estão passando. Deveras manter-se vivo o pensamento do legislador constituinte de 1988.

A criminalização da política, pois, é uma arma perigosa que os antidemocráticos estão usando para conseguir implantar regimes autoritários por vias, aparentemente, legais. A história no mundo moderno, para não voltar ao passado distante, tem mostrado que o meio mais fácil para conseguir-se o chamado “populismo” e implantar sistemas truculentos sem necessariamente dar um golpe de Estado, tem sido a criminalização dos meios legais. Executivo, Legislativo e Judiciário estão cada vez na linha de frente destes ataques à democracia. “Ah, mas o político rouba! Sim, mas qual político rouba? e quais são os meios legais para coibir essas ações e punir esses infratores?!”. É preciso lembrar que as grandes operações de combate à corrupção no Brasil, tiveram suas forças renovadas com a participação efetiva dos Poderes. O Congresso aprovando novas leis, o Executivo fortalecendo a PF e o Ministério Público, dando-lhes condições de trabalho dignas, e o Judiciário cumprindo a Constituição. Cai por terra o discurso de que a Política é corrupta. Pelo contrário, o Estado Brasileiro é formado por instituições compromissadas. Não há democracia sem harmonia entre os poderes. A história tem nos mostrado, a exemplo da ditadura militar de 1964 aqui no Brasil, que quando os Poderes se chocam e a sociedade neles não mais confia, o sistema autoritário tende a exacerbar a população e o Estado se confunde, trazendo á baila um “estado de guerra”, que bem descreveu o Tomas Hobbes no seu leviatã.

Se há crises na democracia? Eu diria que as crises são constantes não só nas democracias, mas, também, nos regimes autoritários. No entanto, dentre há diversas mazelas do regime democrático, no entanto, ainda assim, não há como comparar com regimes autoritários. Neste, a liberdade de opinião é cerceada. Não há liberdade. Naquele, há liberdade e o juízo valorativo é produzido pela população, por meios legais, positivados após aprovação por um Corpo Legislativo que ela elegeu para representar seus interesses. Daí a importância de mantê-la conscientizada do seu papel fundamental: decidir os rumos da democracia e quem os conduzirão. É sabido o sempre lembrado artigo 1º, parágrafo único da CRFB/88: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”

Os Poderes precisam se reorganizar e cumprir os seus papéis, já que lhes foram imcubidos por força imperativa das normas constitucionais. Criminalizar as atividades destes, não deve prosperar. Prefeitos não são corruptos. Juízes não são corruptos. Vereadores não são corruptos. A regra, para os rótulos, deve ser o que está positivado na Carta Política de 1988. A corrupção e demais mazelas, estão do lado das exceções. Senhores juízes, prefeitos e vereadores! Vocês são honestos! Quem quiser que vos prove o contrário. É preciso dar um basta na Criminalização da Política. Sim! Política, no sentido axiológico do termo.

*Renan Walisson de Andrade, é Acadêmico de Direito na Faculdade de Integração do Sertão – FIS.

Outras Notícias

Aliado de Trump aponta Marco Rubio como responsável por operação que teria levado Flávio Bolsonaro aos EUA

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, teria coordenado a operação que levou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao território norte-americano, segundo o advogado e empresário mexicano Simón Levy, ligado ao presidente Donald Trump. A declaração foi publicada nesta terça-feira (27), dois dias após a derrota de Flávio para Luiz Inácio Lula da […]

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, teria coordenado a operação que levou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao território norte-americano, segundo o advogado e empresário mexicano Simón Levy, ligado ao presidente Donald Trump. A declaração foi publicada nesta terça-feira (27), dois dias após a derrota de Flávio para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais.

Em publicação na rede social X, Levy atribuiu diretamente a Rubio a responsabilidade pela articulação que teria permitido a saída do parlamentar brasileiro.

“O cérebro por trás dessa operação é o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio”, afirmou.

O mexicano também declarou que Flávio teria chegado em segurança aos Estados Unidos e que pretende liderar a oposição ao governo Lula a partir do exterior.

A possível participação de Rubio coloca o governo norte-americano no centro das especulações sobre a viagem. No entanto, até o momento, não há confirmação oficial do Departamento de Estado de que o secretário tenha coordenado ou participado de qualquer operação envolvendo o senador brasileiro.

A informação surge em meio aos desdobramentos de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a entrega dos passaportes de Flávio Bolsonaro à Polícia Federal no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro. O parlamentar nega irregularidades.

Segundo reportagens publicadas nesta terça-feira, a ida de Flávio aos Estados Unidos foi confirmada à agência Reuters por fontes, incluindo uma ligada ao governo norte-americano. Entretanto, autoridades brasileiras e americanas ainda não haviam apresentado confirmação pública da viagem.

A participação de Marco Rubio, especificamente, permanece baseada na declaração de Simón Levy, sem comprovação independente.

Fonte: Agência Brasil; Reuters

Foto: Reprodução

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PL faz reunião de emergência após saída de Flávio Bolsonaro do Brasil para os Estados Unidos

A direção nacional do Partido Liberal (PL) realizou uma reunião de emergência nesta terça-feira (27), em Brasília, após a divulgação de informações sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil com destino aos Estados Unidos. O encontro ocorreu na sede da legenda, no complexo Brasil 21, e reuniu dirigentes e parlamentares para avaliar […]

A direção nacional do Partido Liberal (PL) realizou uma reunião de emergência nesta terça-feira (27), em Brasília, após a divulgação de informações sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil com destino aos Estados Unidos. O encontro ocorreu na sede da legenda, no complexo Brasil 21, e reuniu dirigentes e parlamentares para avaliar os desdobramentos políticos da viagem.

Segundo o Metrópoles, nem todos os integrantes do partido tinham conhecimento da decisão de Flávio, derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25).

Entre os participantes das articulações estavam o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e o senador Rogério Marinho (PL-RN), responsável pela coordenação da campanha presidencial de Flávio.

O senador Efraim Filho (PL-PB) também compareceu à sede do partido. Ao chegar, afirmou que os dirigentes precisavam compreender a situação antes de definir os próximos passos.

“Vamos reunir com Valdemar e entender todo o cenário”, declarou.

A reunião ocorreu horas depois de Rogério Marinho negar que Flávio tivesse deixado o Brasil. Questionado pela coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, o senador afirmou, no início da manhã: “Não saiu”.

Posteriormente, o portal informou, com base em fontes próximas à família Bolsonaro, que Flávio havia embarcado para a Flórida. A agência Reuters também recebeu de uma fonte do governo dos Estados Unidos a confirmação de que o parlamentar estava a caminho do território americano.

Decisão judicial e cancelamento dos passaportes

A saída do Brasil foi noticiada um dia depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar que Flávio entregasse seus passaportes à Polícia Federal no prazo de 24 horas e ficasse proibido de deixar o país.

Como os documentos não foram apresentados dentro do prazo, a Polícia Federal cancelou os passaportes brasileiros do senador em seus sistemas nesta terça-feira.

A determinação judicial foi tomada no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz. O parlamentar nega irregularidades.

Apesar do descumprimento da ordem judicial, não havia mandado de prisão contra Flávio até a publicação da reportagem. Por isso, o senador não era considerado formalmente foragido da Justiça.

Repercussão no partido

A notícia também provocou manifestações entre parlamentares do PL. O deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB), líder da oposição na Câmara dos Deputados, declarou apoio ao senador, mesmo diante das informações sobre a possível violação da restrição judicial.

“Se Flávio realmente saiu do país, o apoio é total”, escreveu nas redes sociais.

A situação ocorre em meio às articulações do PL para reorganizar sua atuação política após a derrota presidencial.

Embora a direção nacional do partido tenha reconhecido oficialmente o resultado das eleições, Flávio Bolsonaro contestou inicialmente a vitória de Lula e chegou a anunciar que pediria a anulação do pleito.

Até a divulgação da reportagem, não havia informação sobre decisões tomadas na reunião de emergência ou mudanças na estratégia política da legenda.

Fonte: Metrópoles
Foto: Breno Esaki/Metrópoles

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Dr. George Borja recebe Medalha de Honra ao Mérito Odontológico do CRO-PE e é o primeiro egipciense a conquistar a honraria

O cirurgião-dentista e professor universitário George Borja de Freitas, natural de São José do Egito, recebeu a Medalha e o Diploma de Honra ao Mérito Profissional Odontológico Professor Edrízio Barbosa Pinto, concedidos pelo Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco (CRO-PE). Segundo informações publicadas pelo Blog do Erbi, George é o primeiro egipciense a receber a […]

O cirurgião-dentista e professor universitário George Borja de Freitas, natural de São José do Egito, recebeu a Medalha e o Diploma de Honra ao Mérito Profissional Odontológico Professor Edrízio Barbosa Pinto, concedidos pelo Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco (CRO-PE).

Segundo informações publicadas pelo Blog do Erbi, George é o primeiro egipciense a receber a honraria, destinada ao reconhecimento de contribuições para a Odontologia.

Com atuação na cirurgia bucomaxilofacial e no ensino superior, George Borja possui uma trajetória profissional e acadêmica que inclui passagens por instituições de ensino do Brasil e do exterior.

A homenagem considera sua contribuição para o desenvolvimento da Odontologia e para a formação de profissionais da área.


Ao comentar o reconhecimento nas redes sociais, George destacou a dedicação exigida pelo exercício da profissão.

“Quem vive essa profissão sabe quanto estudo, dedicação e responsabilidade existem por trás de cada atendimento”, declarou.

Fonte: Blog do Erbi
Foto: Reprodução

Aliado confirma chegada de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos após saída do Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou aos Estados Unidos nesta terça-feira (27), segundo informações de um aliado próximo do parlamentar repassadas ao UOL. A notícia foi divulgada após o candidato derrotado à Presidência da República descumprir uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entregar seus passaportes à Polícia Federal […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou aos Estados Unidos nesta terça-feira (27), segundo informações de um aliado próximo do parlamentar repassadas ao UOL. A notícia foi divulgada após o candidato derrotado à Presidência da República descumprir uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entregar seus passaportes à Polícia Federal e não deixar o território brasileiro.

A reportagem da colunista Mariana Sanches, atualizada às 16h56, informa que um interlocutor de Flávio confirmou sua chegada ao país norte-americano. Segundo essa fonte, o senador deverá conceder uma entrevista coletiva na quarta-feira (28).

Apesar da informação sobre a chegada, ainda não foi esclarecido qual meio de transporte Flávio utilizou para deixar o Brasil nem o trajeto percorrido.

Uma fonte nos Estados Unidos, próxima ao governo de Donald Trump e à família Bolsonaro, afirmou ao UOL que tinha conhecimento da partida do senador. O interlocutor, entretanto, não confirmou se a viagem passou pela Argentina.

O Departamento de Estado americano foi procurado pela reportagem, mas não havia se manifestado até a publicação.

A agência Reuters também ouviu um aliado de Flávio e uma fonte do governo dos Estados Unidos que confirmaram a viagem. A chegada do parlamentar, no entanto, ainda não havia sido anunciada oficialmente pelas autoridades americanas.

Versões divergentes

Mais cedo, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, havia negado a informação sobre a saída do Brasil. Questionado pelo UOL, ironizou a possibilidade de viagem.

“Sim. Foi o Elon Musk que mandou o foguete”, afirmou Eduardo.

A suspeita começou a circular durante a madrugada, depois que o jornal argentino Infobae noticiou que Flávio teria atravessado a fronteira com a Argentina para embarcar em um avião particular rumo aos Estados Unidos.

Segundo a publicação, a aeronave partiria de Puerto Iguazú. O UOL verificou, porém, que o avião mencionado continuava no aeroporto argentino. Não há confirmação de que Flávio tenha utilizado essa rota.

Passaportes cancelados

Na segunda-feira (26), Flávio Bolsonaro foi intimado a entregar seus passaportes no prazo de 24 horas, por determinação de Alexandre de Moraes.

O senador não apresentou os documentos dentro do período estabelecido. Diante do descumprimento, a Polícia Federal cancelou os passaportes comum e diplomático em seus sistemas e informou que comunicará a situação ao ministro do STF.

A medida judicial foi determinada no âmbito de uma investigação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o senador e o advogado Willer Tomaz. Ambos negam irregularidades.

Em vídeo divulgado na segunda-feira, Flávio criticou a decisão judicial e afirmou que não pretendia deixar o Brasil.

“Eu vou entregar os meus passaportes e vou me defender dessa aberração, que é uma clara tentativa de me intimidar”, declarou na ocasião.

O senador também havia anunciado que permaneceria no país para organizar a oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que o derrotou no segundo turno das eleições, realizado no domingo (25).

Apesar do descumprimento da ordem para entregar os passaportes, não havia sido divulgado, até a atualização da reportagem, mandado de prisão contra Flávio Bolsonaro.

Fonte: UOL
Foto: Reprodução

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Prefeito de Iguaracy alerta para risco de agravamento da seca durante audiência na Alepe

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, participou nesta terça-feira (27) de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para discutir a crise hídrica no Sertão e no Agreste e os possíveis impactos do fenômeno El Niño. Durante a agenda, o gestor chamou atenção para as dificuldades de abastecimento e informou que o município […]

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, participou nesta terça-feira (27) de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para discutir a crise hídrica no Sertão e no Agreste e os possíveis impactos do fenômeno El Niño. Durante a agenda, o gestor chamou atenção para as dificuldades de abastecimento e informou que o município dispõe atualmente de apenas um carro-pipa.

A audiência foi promovida pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Política Rural da Alepe, presidida pelo deputado estadual Luciano Duque (Podemos). O encontro teve como objetivo discutir a situação dos municípios afetados pela estiagem e as medidas necessárias para reduzir os impactos sobre o abastecimento das famílias, a agricultura e a criação de animais.

Em publicação nas redes sociais, Pedro Alves afirmou que a estrutura disponível em Iguaracy é insuficiente diante das necessidades da população.

“Hoje, nossa Prefeitura conta com apenas um carro-pipa, e sabemos que as necessidades são muito maiores”, declarou.

O prefeito também relembrou a seca enfrentada pelo município há 33 anos, quando assumiu seu primeiro mandato. Segundo ele, naquele período, Iguaracy registrou dificuldades de abastecimento, incluindo o esgotamento de poços.

Ao comentar o cenário atual, Pedro defendeu a articulação entre as prefeituras e os governos estadual e federal para ampliar as medidas de enfrentamento à estiagem. O gestor citou a necessidade de garantir o fornecimento de água às famílias, aos agricultores e aos animais.

A audiência também discutiu os riscos de agravamento da escassez de água nos próximos meses, diante das previsões relacionadas ao El Niño. O fenômeno pode influenciar o regime de chuvas e acentuar as dificuldades enfrentadas por municípios que já registram redução na disponibilidade de água.

Pedro Alves esteve acompanhado dos vereadores Chico Torres e Lequinho, do secretário municipal de Agricultura, Carlinhos de Trindade, do diretor de Meio Ambiente, George Abel, e do chefe de Gabinete, Júlio Veras.

O prefeito destacou a iniciativa de Luciano Duque de reunir representantes municipais e estaduais para discutir a situação.

Fotos: Divulgação

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