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Opinião: o povo se lasca com novo mínimo e Deputados embolsam R$ 33 mil de uma vez

Por Nill Júnior

Por Machado Freire*

Imagine só. Os 513 deputados federais estão embolsando 33, 7 mil na maior cara de pau, para um tal auxílio moradia (ou coisa que o valha), muitos deles (reeleitos) sem sair do endereço antigo.

Enquanto isso, a Câmara Federal banca, hoje, 2769 pensionistas – com pagamentos mensais que variam entre 8 mil e 33,7 mil .

São os chamados ” direitos adquiridos” por parlamentares que exerceram o minimo de dois mandatos.

Enquanto isso, milhões de trabalhadores lascados, cheios de filhos, recebem um mísero salário e se aposentam depois de contribuir durante 35 anos, ou idoso, a partir de 65 anos.

É uma uma disparidade imoral esse “direito adquirido”. que beneficia os parlamentares e alguns casacudos da Justiça.

Fica provado que quem promove, alimenta e se dar bem com as desigualdades são mesmo aqueles que as deveriam combatê-las, no caso os parlamentares e representantes da Justiça. Eles fazem e aplicam as leis !

As coisas melhorariam se eles tivessem o mínimo de sensibilidade e respeito à classe trabalhadora !

Pra que 25 deputados federais em Pernambuco e na maioria dos estados brasileiros ? Bataria 10 parlamentares por estado.

Pra que 49 deputados estaduais. 15 resolveriam. São quase 40 vereadores no Recife. Vinte seriam suficientes de sobra.

E vamos reduzir pela metade a remuneração de todos eles. Pra que tanto dinheiro na conta dos deputados federais, estaduais e vereadores ?

A maioria da Nação Brasileira (a nossa Pátria Amada) amarga a vida com um salário mínimo, e é quem de fato trabalha e carrega País nas costas!

No dia que o povo acordar para esta realidade, imoralidade, falta de respeito ao povo e insensibilidade para com a classe trabalhadora- idosos e a juventude, o Brasil será verdadeiramente dos brasileiros e não, apenas, de uma casta ignóbil e desumana.

Vamos trabalhar com a cabeça, minha gente !

* O jornalista Machado Freire é editor do jornal Folha do Sertão

Outras Notícias

Prefeitura de Tabira divulga atrações do carnaval 2023

A Prefeitura de Tabira, anunciou por meio de suas redes sociais neste sábado (11), as atrações do carnaval 2023. A festa acontece de 17 a 21 de fevereiro, no Pátio da Folia.  Além dos blocos, desfile das Virgens, dos Papangus e do tradicional bloco O Vassourão, a Prefeitura anunciou shows de diversos artistas durante a […]

A Prefeitura de Tabira, anunciou por meio de suas redes sociais neste sábado (11), as atrações do carnaval 2023. A festa acontece de 17 a 21 de fevereiro, no Pátio da Folia. 

Além dos blocos, desfile das Virgens, dos Papangus e do tradicional bloco O Vassourão, a Prefeitura anunciou shows de diversos artistas durante a folia de momo.

“Após 3 anos sem a alegria das cores das fantasias e do brilho das máscaras, conseguimos retomar a tradição do Carnaval de Tabira, afinal de contas, Tabira sempre foi conhecida como a Terra das Tradições, e não poderíamos ficar com essa tradição esquecida”, destacou a prefeita Nicinha Melo. 

Veja abaixo a programação dos shows:

Dia 17 de fevereiro – Wagner Fernando; Wallas Arraes; e Lipe Lucena.

Dia 18 de fevereiro – Cezinha Atrevido; Márcio Dhuka; e Luan Douglas.

Dia 19 de fevereiro – Júnior Farias; Extra Samba; DJ Leo Ventura; e Henry Freitas.

Dia 20 de fevereiro – Rafael Dono; Guilherme Ferri; e Fabinho Testado.

Dia 21 de fevereiro – Eveton Freitas; Super Oara; e U’z Frajolaz.

Sem Cavaleiros – Segundo o blog Tabira Hoje, o presidente do bloco Cavaleiros da Rosa Mística, Antônio Umberto, o Beton, informou que no carnaval deste ano, o bloco, que desfila há 26 anos no Centro da cidade, não sairá mais em 2023.

Beton disse que está realizando um tratamento de saúde e que não terá tempo para organizar o grupo, que é um dos mais conhecidos em todo o estado de Pernambuco, pela elegância, valorização do frevo e das marchinhas de carnaval.

Covid-19: Sertão do Pajeú conta com 9.665 casos confirmados, 8.915 recuperados e 164 óbitos

Santa Terezinha confirmou mais um óbito pela doença. Foi o segundo, só esta semana. Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta sexta-feira (30), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 9.665 casos confirmados de Covid-19.  Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua […]

Santa Terezinha confirmou mais um óbito pela doença. Foi o segundo, só esta semana.

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta sexta-feira (30), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 9.665 casos confirmados de Covid-19. 

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 4.481 confirmações. Logo em seguida, com 1.125 casos confirmados está Afogados da Ingazeira,  São José do Egito está com 841, Tabira conta com 811, Triunfo tem 346, Carnaíba está com 325 e Santa Terezinha tem 293.

Itapetim tem 202, Flores está com 183, Calumbi está com 179 casos, Brejinho e Quixaba tem 162 cada, Iguaracy tem 158, Solidão tem  124, Tuparetama tem 109, Santa Cruz da Baixa Verde está com 96 e Ingazeira está com 68 casos confirmados.

Mortes – Com mais uma morte confirmada nas últimas 24 horas, em Brejinho (a segunda morte esta semana no município), a região tem no total, 164 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada tem 61, Afogados da Ingazeira tem 14, Triunfo tem 12, Tabira e Carnaíba tem 11 óbitos cada, São José do Egito tem 9, Santa Terezinha tem 8, Flores, Iguaracy e  Tuperatema, tem 7 óbitos cada, Itapetim tem 6, Quixaba tem 4, Calumbi e Brejinho tem 2 óbitos cada, Ingazeira e Santa Cruz da Baixa Verde tem 1 óbito cada.

Recuperados – A região conta agora com 8.915 recuperados. O que corresponde a 92,24% dos casos confirmados. 

O levantamento foi fechado às 7h40 deste sábado (31), com os dados Fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Fux defende pedido do STF para reservar vacinas a ministros e servidores

Foto: Nelson Jr. / SCO / STF UOL O ministro do Superior Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, defendeu o pedido feito pela Corte à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para reservar 7 mil doses da vacina contra a covid-19 a ministros e servidores. Em entrevista hoje à TV Justiça, Fux ressaltou que membros do tribunal só […]

Foto: Nelson Jr. / SCO / STF

UOL

O ministro do Superior Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, defendeu o pedido feito pela Corte à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para reservar 7 mil doses da vacina contra a covid-19 a ministros e servidores. Em entrevista hoje à TV Justiça, Fux ressaltou que membros do tribunal só seriam imunizados depois dos grupos prioritários.

“Nós também temos que nos preocupar para não pararmos as instituições fundamentais do Estado, nem o Executivo, nem o Legislativo, nem o Judiciário, normalmente integrados por homens e mulheres que já têm uma certa maturidade”, afirmou o ministro Fux. “Nós fizemos, de forma educada e ética, um pedido dentro das possibilidades quando todas as prioridades forem cumpridas”.

Para o ministro, apenas a vacinação garante aos tribunais superiores meios para trabalhar em meio à pandemia do novo coronavírus. “Não adianta vacinar os ministros e não vacinar os servidores. A difusão da doença seria exatamente a mesma”.

“É claro que aqui no STF, eu tenho preocupação com a saúde dos servidores. Tanto que o ambiente está vazio. Claro que devemos ter servidores com comorbidades, com idade, que vão entrar na fila normalmente”, afirmou Fux. “Nós vamos esperar nossa vez e enquanto não chega a cura, nós vamos trabalhar em prol das pessoas que sofrem, que têm esperança de viver”.

Hoje, a Fiocruz, instituição responsável por fabricar a vacina AstraZeneca, negou o pedido do STF enviado no dia 30 de novembro e assinado pelo diretor-geral Edmundo Veras dos Santos Filho.

No ofício, o STF afirma que a reserva das doses possibilitará o cumprimento de dois objetivos: imunizar o maior número possível de trabalhadores do STF e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), além de “contribuir com o país nesse momento tão crítico da nossa História”, ajudando a acelerar o processo de imunização dos brasileiros.

A reserva de vacinas pela Corte poderia permitir que ministros e servidores fora do grupo de risco “furassem” a fila para receber a dose da vacina antes dos brasileiros do grupo prioritário.

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) também fez um pedido semelhante. A Fiocruz negou ambas as solicitações e alegou que não possui autonomia “nem para dedicar parte da produção” para a imunização de seus próprios servidores.

Em entrevista para o Estadão, o ministro Marco Aurélio Mello disse estar “envergonhado” com a solicitação da Corte.

“Na qualidade de integrante do Supremo, peço desculpa aos contribuintes, lembrando que todo privilégio é odioso. Os brasileiros ombreiam”, criticou o ministro Marco Aurélio. “Super inadequado. Sinto-me, frente aos concidadãos, envergonhado.”

São José do Egito: professores pressionam Câmara por aprovação de Estatuto

Professores que estão na luta pela aprovação do novo Estatuto da categoria em São José do Egito saíram frustrados da Câmara de Vereadores, que tem a responsabilidade de apreciação do projeto. Dentre as conquistas do estatuto, a gestão democrática por meio da eleição de Diretores. A queixa é  pela postura dos próprios parlamentares. Primeiro, a […]

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Professores que estão na luta pela aprovação do novo Estatuto da categoria em São José do Egito saíram frustrados da Câmara de Vereadores, que tem a responsabilidade de apreciação do projeto.

Dentre as conquistas do estatuto, a gestão democrática por meio da eleição de Diretores.

A queixa é  pela postura dos próprios parlamentares. Primeiro, a Comissão da Educação não dá o seu parecer sobre a matéria. Até agora, os vereadores Flávio Jucá, Albérico Thiago, Tadeu dos Hospital Davi, Beto de Marreco, Damião e Ediek já declararam apoio à categoria.

Mesmo com os professores de São José do Egito lotando a Câmara de Vereadores a apresentando um protesto para aprovação do estatuto, mais uma vez ele não foi colocado em pauta pelo Presidente Doido de Zé Vicente.

Maria Arraes promove audiência pública pela regulamentação da Lei da Saúde Mental nas Empresas

A deputada federal Maria Arraes (SD-PE) promove nesta terça-feira, às 9h, uma audiência pública para discutir a regulamentação da Lei nº 14.831. Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 27 de março deste ano, a lei institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, certificação nacional para organizações que implementam políticas e práticas […]

A deputada federal Maria Arraes (SD-PE) promove nesta terça-feira, às 9h, uma audiência pública para discutir a regulamentação da Lei nº 14.831. Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 27 de março deste ano, a lei institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, certificação nacional para organizações que implementam políticas e práticas eficazes de promoção da saúde mental e bem-estar de seus trabalhadores. 

“Nosso mandato empenhou todos os esforços para garantir a aprovação deste novo marco legal em tempo recorde. O próximo passo da regulamentação é fundamental para a definição clara dos critérios de avaliação das empresas e a formação de uma comissão certificadora que deve ser nomeada pelo governo federal”, afirma Maria Arraes. 

A parlamentar chama a atenção para dados alarmantes: entre as dez principais causas de afastamento do trabalho, cinco são relacionadas a transtornos mentais, de acordo com o Ministério da Previdência Social. O impacto da pandemia foi devastador, exacerbando o que já era um problema latente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 18 milhões de brasileiros sofrem de ansiedade. Além disso, entre 2022 e 2023, os afastamentos por transtornos mentais aumentaram em 38%, levando à concessão de mais de 288 mil benefícios por incapacidade.

A audiência pública, que também conta com a solicitação da deputada Jack Rocha (PT-ES), será realizada no Anexo II, Plenário 05 da Câmara dos Deputados. Diversas autoridades e especialistas em saúde mental do setor público, iniciativa privada e sociedade civil já confirmaram presença. 

Os requisitos para a obtenção do certificado incluem a implementação de programas de apoio psicológico e psiquiátrico, capacitação de lideranças, combate à discriminação e ao assédio, e a promoção de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional dos trabalhadores. A certificação terá validade de dois anos e poderá ser utilizada pelas empresas em suas comunicações e materiais promocionais, destacando seu compromisso com a saúde mental dos funcionários.