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Opinião: neto de Inocêncio é um livro em branco a ser preenchido

Por Nill Júnior

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Por Adriano Roberto*

Sentado às margens do lago João Barbosa Sitônio, na minha cidade de Triunfo, estou descansando de uma maratona que fiz ao lado do novo pré-candidato da Frente Popular em Serra Talhada, Victor Oliveira.

Desde quando foi ungido como majoritário na coligação que terá como comandante o deputado licenciado e secretário de transportes Sebastião Oliveira, agora também no comando da executiva estadual do PR, esse rapaz de 25 anos não para de surpreender positivamente. Com política no DNA, Victor é neto do deputado Inocêncio Oliveira, por parte de mãe e dos Rollemberg de São Paulo, por parte de pai.

Logo no discurso do anúncio, deixou os presentes boquiabertos com a positividade do tom e com sua paixão por Serra Talhada. Particularmente, eu fico totalmente comovido com quem, como ele (e eu) foi criado em São Paulo, mas alimenta um amor inexplicavelmente grande pelo Sertão de Pernambuco.

Causou comoção à plateia quando disse que os pais lhe fizeram ir morar em São Paulo aos 3 anos de idade, mas o umbigo dele deve ter caído no caminho e ficou enterrado ali naquele solo pajeuzeiro.

Formado em administração de empresas pela INSPER-SP, uma das mais conceituadas escolas de negócios do mundo (27ª no ranking do Financial Times) Victor volta a capital do xaxado ungido pela família Oliveira e Ignácio para ser o pré-candidato do PR e da Frente Popular em Serra na prefeitura hoje ocupada pelo PT de Luciano Duque.

O silêncio sepulcral do grupo do prefeito mostra a apreensão deste anúncio e que a ordem é aguardar os acontecimentos. Uma coisa é certa, a força politica do rapaz se torna muito grande se houver o engajamento do avô, mesmo com a saúde debilitada, na caminhada da campanha do neto.

Em seu discurso o Neto de Inocêncio diz que voltou para Serra porque o coração nunca saiu dali, veio para assumir as empresas do avô, mas sentiu que essas mesmas empresas vão muito além das funções particulares e prestam um serviço para as pessoas, “senti que meu avô, meu tio-avô Tião e toda minha família, deixaram um legado de tornar a vida de quem mais precisa melhor e isso que quero continuar fazendo também”.

Na minha opinião e pelo que senti neste início de caminhada ao lado do rapaz, o gosto pela política é amplamente presente nele e a vontade de fazer pela cidade mostram que Victor pode ser um livro aberto, a ser preenchido por uma boa história para a cidade de Serra Talhada.

*Adriano Roberto é jornalista

Outras Notícias

Brasil passa a saber quem realmente é Flávio Nantes Bolsonaro

Em meu comentário desta quarta-feira (28), para o Jornal Itapuama, analisei a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil em direção aos Estados Unidos, após a derrota na eleição presidencial. A viagem, com passagem pela Argentina e escala no Equador, ocorreu em meio a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal […]

Em meu comentário desta quarta-feira (28), para o Jornal Itapuama, analisei a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil em direção aos Estados Unidos, após a derrota na eleição presidencial. A viagem, com passagem pela Argentina e escala no Equador, ocorreu em meio a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibia o parlamentar de deixar o país.

Abordei as circunstâncias dessa saída, as informações desencontradas divulgadas por aliados do senador e os questionamentos que surgem diante do descumprimento da decisão judicial.

Também retomei as investigações e suspeitas que envolvem o nome de Flávio Bolsonaro, incluindo episódios relacionados às chamadas rachadinhas, à aquisição de imóveis com pagamentos em dinheiro e às recentes apurações sobre operações financeiras e possíveis conexões com o grupo do empresário Daniel Vorcaro.

Outro ponto da análise foi a repercussão internacional da viagem, especialmente a relação da família Bolsonaro com setores políticos dos Estados Unidos, o possível acolhimento do senador pelo governo Donald Trump e as consequências desse episódio para a oposição brasileira.

Questionei ainda os efeitos políticos da decisão de Flávio, que havia anunciado a intenção de assumir a liderança da oposição ao presidente Lula, mas deixou o Brasil poucos dias depois do resultado eleitoral.

Mais do que a viagem em si, o episódio levanta questões sobre o comportamento de lideranças políticas diante das instituições, das investigações e das decisões da Justiça.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, meu comentário completo desta quarta-feira no Jornal Itapuama.

Fonte: Jornal Itapuama/Rádio Itapuama FM
Vídeo: Reprodução

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Veja imagens: Flávio Bolsonaro desembarca nos EUA após fugir do Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL), sua esposa e as filhas do casal chegaram aos Estados Unidos nesta quarta-feira (28) após fuga do Brasil. O avião utilizado pela família aterrissou em um aeroporto de Miami nesta manhã. Em uma operação secreta, Flávio Bolsonaro deixou o Brasil após descumprir uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL), sua esposa e as filhas do casal chegaram aos Estados Unidos nesta quarta-feira (28) após fuga do Brasil. O avião utilizado pela família aterrissou em um aeroporto de Miami nesta manhã.

Em uma operação secreta, Flávio Bolsonaro deixou o Brasil após descumprir uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para entregar seus passaportes à Polícia Federal:

Na noite de terça-feira (27), Flávio entrou na Argentina por terra. O senador então embarcou em um avião particular com destino aos EUA. O trajeto evitou o espaço aéreo brasileiro e incluiu uma escala no Equador.

Flávio e família desembarcaram em Miami, às 10h24. O avião que transportou a família até os Estados Unidos é um jatinho particular Gulfstream G400, aterrisou no aeroporto executivo Opa-locka, em Miami, na Flórida. Ainda não havia informações, até a última atualização desta reportagem, sobre o proprietário da aeronave.

Flávio Bolsonaro também ainda não havia se manifestado. Após a aterrissagem, Flávio e a família entraram em um carro que os aguardava na saída do aeroporto, onde seguiam.

Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, vive na Flórida, mas o destino da família era desconhecido.

Estratégia de Janones na campanha de Lula inspira grupos de esquerda na França, Espanha e Argentina

A estratégia de mobilização digital utilizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) durante a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a ser adotada por grupos de esquerda em outros países. Segundo reportagem do Correio Braziliense, publicada nesta quarta-feira (28), apoiadores de lideranças políticas da França, Espanha e Argentina criaram […]

A estratégia de mobilização digital utilizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) durante a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a ser adotada por grupos de esquerda em outros países. Segundo reportagem do Correio Braziliense, publicada nesta quarta-feira (28), apoiadores de lideranças políticas da França, Espanha e Argentina criaram comunidades inspiradas no modelo brasileiro.

A principal referência é o canal de WhatsApp Exército do Lula, organizado por Janones durante a disputa presidencial. A comunidade ultrapassou 10 milhões de integrantes e se tornou uma das ferramentas de mobilização dos apoiadores do presidente no segundo turno das eleições.

O funcionamento do grupo envolve a distribuição de tarefas, o compartilhamento de materiais políticos e a realização de ações coordenadas para ampliar o alcance de publicações nas redes sociais.

Na França, simpatizantes de Jean-Luc Mélenchon, uma das principais lideranças da esquerda do país, organizaram uma comunidade chamada Les Soldats Insoumis (Soldados Insubmissos).

Posteriormente, o partido França Insubmissa (LFI) criou um canal oficial, denominado L’équipe de Mélenchon officielle (A equipe oficial de Mélenchon), que também utiliza orientações para mobilizar participantes e ampliar a circulação de conteúdos políticos.

Algumas mensagens são divulgadas em francês e português, com referências diretas à experiência brasileira.

Na Espanha, apoiadores do primeiro-ministro Pedro Sánchez, do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), organizaram o grupo La fuerza de la gente (A força das pessoas).

A comunidade compartilha discursos, vídeos e imagens do primeiro-ministro. Entre os materiais divulgados estão orientações identificadas como as seis regras da estratégia digital de Janones, adaptadas à mobilização política espanhola.

Já na Argentina, integrantes da ala jovem e de setores mais à esquerda do peronismo criaram o Ejército del Peronismo (Exército do Peronismo), reunindo opositores do presidente Javier Milei.

O grupo utiliza vídeos e publicações da campanha de Lula como referências para organizar ações nas redes sociais. Os participantes recebem tarefas para divulgar a comunidade, compartilhar conteúdos e ampliar a participação de novos integrantes.

A reportagem aponta que as três iniciativas adotaram características semelhantes às utilizadas por Janones no Brasil, embora estejam inseridas em contextos políticos diferentes.

A expansão dessas comunidades ocorre após a vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro (PL), no segundo turno presidencial de domingo (25). A mobilização digital foi uma das estratégias utilizadas pelos apoiadores do petista durante a disputa eleitoral.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Reprodução

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Flávio Bolsonaro acaba de desembarcar nos EUA após fugir do Brasil

O avião particular em que estaria o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família pousou nos Estados Unidos por volta das 10h25 desta quarta-feira (28), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida. A chegada foi registrada por plataformas de monitoramento aéreo, após uma viagem que passou pela Argentina e pelo Equador. O parlamentar deixou […]

O avião particular em que estaria o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família pousou nos Estados Unidos por volta das 10h25 desta quarta-feira (28), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida. A chegada foi registrada por plataformas de monitoramento aéreo, após uma viagem que passou pela Argentina e pelo Equador. O parlamentar deixou o Brasil depois de uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para entregar seus passaportes.

Segundo o Metrópoles, a aeronave Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, pertence à empresa argentina Baires Fly. O avião partiu de Puerto Iguazú, na Argentina, fez uma escala em Guayaquil, no Equador, e seguiu para Miami.

A passagem de Flávio Bolsonaro pela Argentina foi confirmada oficialmente pela Direção Nacional de Migrações do país. De acordo com o órgão, o senador cruzou a fronteira pela Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu, no Paraná, a Puerto Iguazú, às 22h50 da terça-feira (27).

Flávio estava acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro, e das duas filhas. As autoridades argentinas informaram que os quatro apresentaram documentos válidos e não tinham impedimentos legais para ingressar no país. Cerca de 40 minutos depois, a família embarcou no avião particular com destino ao Equador.

A viagem ocorreu após uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou, na segunda-feira (26), a entrega dos passaportes do senador à Polícia Federal. A medida foi adotada no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz.

O parlamentar não entregou os documentos dentro do prazo estabelecido, e a Polícia Federal realizou o cancelamento dos passaportes. Antes de deixar o país, Flávio havia afirmado publicamente que cumpriria a decisão judicial e que não pretendia sair do Brasil.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump manifestou disposição para receber o senador brasileiro e sua família. Questionado sobre a viagem, afirmou desconhecer a localização exata de Flávio, mas declarou que aprovaria sua entrada no país.

O Departamento de Estado norte-americano também informou que concederia vistos ao parlamentar e aos familiares.

A possível participação do secretário de Estado, Marco Rubio, na articulação da viagem foi mencionada pelo advogado mexicano Simón Levy, ligado ao movimento político de Trump. Segundo Levy, Rubio teria coordenado a operação para levar Flávio aos Estados Unidos. A alegação, entretanto, não foi confirmada oficialmente pelo governo norte-americano.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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“Queriam o quê? Que Flávio ficasse para ser preso?”, diz Malafaia ao defender saída do senador do Brasil

O pastor Silas Malafaia defendeu, nesta quarta-feira (28), a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil após a derrota na eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, o religioso afirmou que o parlamentar agiu corretamente e criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Queriam o quê? Que […]

O pastor Silas Malafaia defendeu, nesta quarta-feira (28), a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil após a derrota na eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, o religioso afirmou que o parlamentar agiu corretamente e criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Queriam o quê? Que Flávio ficasse para ser preso?”, questionou Malafaia, ao reagir às críticas sobre a viagem do senador aos Estados Unidos.

O pastor também classificou como perseguição a decisão de Moraes que determinou a entrega dos passaportes de Flávio à Polícia Federal.

“Ele não é magistrado, é um agente político no STF. Vocês queriam o que? Eu estou vendo a esquerda espernear. Queria que Flávio ficasse aqui para ser preso? Sem o devido processo legal?”, declarou.

Ao defender a decisão do senador, Malafaia acrescentou: “Está corretíssimo”.

Flávio deixou o Brasil na terça-feira (27), acompanhado da esposa e das duas filhas. A passagem da família pela Argentina foi confirmada pelas autoridades migratórias do país.

O governo dos Estados Unidos também informou que emitiria vistos para o senador e seus familiares. Segundo o Metrópoles, o presidente Donald Trump autorizou a entrada da família em território americano.

Fonte: Metrópoles
Foto: Danilo M. Yoshioka/Especial Metrópoles

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