Notícias

Família acusa médicos do HREC de negligência em parto

Por André Luis

Mãe faz relato de momentos de terror que viveu durante parto na unidade.

Por André Luis

Camila Morato, de 25 anos, e sua irmã, Alaíde Morato, relataram durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM desta segunda-feira (17.02), momentos de terror que Camila passou no Hospital Regional Emília Câmara (HREC), na última quarta-feira (12.02), quando foi atendida na unidade para realizar o parto de sua filha, Isaura Vitória, que faleceu devido a complicações no parto.

Camila e a irmã, acusam de negligência e tratamento desumano a equipe que atendeu a parturiente. Ouça abaixo o relato:

Segundo Camila, que já é mãe de um garoto de 7 anos, ela foi bem acolhida por uma médica ao chegar a unidade hospitalar, por volta das 12h. “Ela fez o exame do toque e me disse que eu estava com 3cm de dilatação e me aconselhou a caminhar para ajudar a dilatar mais. Andei por volta de uma hora. Depois a enfermeira me perguntou se eu queria fazer o toque novamente. Fiz e estava com 4cm de dilatação.

Ela relatou que os momentos de terror se seguiram após o terceiro exame de toque. Neste já perto das 17h, mostrou 8cm de dilatação. Novo exame foi realizado as 17h15 e já mostrava 9cm de dilatação.

Muito emocionada, Camila não conseguiu concluir o relato, que foi feito pela irmã, Alaíde. “às 17h15 a enfermeira me disse que ia procurar o maqueiro para levá-la para o bloco cirúrgico. Às 19h10 ele ainda não havia aparecido e fui procurá-lo. Ele veio com a cadeira de rodas levou minha irmã para o bloco cirúrgico”, informou Alaíde, que reclamou muito da demora do maqueiro. Camila foi levada ao bloco às 19h19.

Retomando seu relato, Camila disse ter vivido momentos de terror na sala de parto. “Quando sai da cadeira me levaram pra um quarto. A enfermeira disse ‘suba aqui mãe eu vou lhe ajudar. bote força’, mas eu já estava sem forças. Então ela mandou eu descer da cama e disse para eu ficar em pé e me deixou sozinha. Tempos depois ela apareceu e me levou para a sala de parto.

Camila seguiu com o relato: “quando subi na maca, ela disse novamente pra eu botar força, eu botava, mas disseram que eu não estava botando força suficiente. Quando o dr. Severino chegou, nem olhou na minha cara. Com uns quinze minutos depois ele mandou colocar o soro em mim, botaram, mas foi como se não tivesse colocado nada. As dores só aumentavam. Foi quando disseram: ‘ela não está ajudando. Está botando força ao contrário. O pediatra subiu em cima de mim e disse: ‘não sei pra que uma pessoa dessas pode querer ter filho, se nem força tem’, relatou Camila.

Segundo ela, em um dado momento uma enfermeira sugeriu usar o fórceps, foi quando ela escutou o dr. Severino dizer: ‘isso não o meu forte’. “Eu disse, não. Isso dói, me ajudem de outro jeito”, lembrou Camila.

“Eu continuei botando força. Aí o médico usou o fórceps duas vezes e eu ouvi quando outros médicos disseram a ele que não era daquele jeito”. Relatou Camila, que continuou: “alguns momentos depois eu não estava mais aguentando, foi quando uma enfermeira disse para fazer uma cesariana. Dr. Severino disse que não dava mais tempo. Mas dava porque ficou muito tempo ainda. Foi aí que o pediatra subiu em cima de mim e apertou minha barriga. Apertou muito me machucaram, minha barriga está toda rocha”, disse.

“Acho que o dr. Severino enfiou as mãos dentro de mim pra tirar a minha filha, quando jogaram minha filha em cima de mim ela estava toda mole.” Contou a mãe emocionada, que disse ainda ter ouvido de um médico: ‘reze por sua filha, que ela não está nem respirando’.

Camila ainda relatou que foi levada para o corredor e a sua filha ficou com os médicos. “Muito tempo depois que eles vieram e disseram que a minha filha ia ser transferida para o Recife, ai eu disse que ia com ela, foi quando o pediatra disse: ‘é, se você quiser pode ir, foi normal’, como que estava tudo certo.”

Alaíde explicou que após passar pelo Sistema de Verificação de Óbito (SVO), em Caruaru, a Assistente Social lhe informou que o corpo da bebê teria que ser levada para o IML porque teve que chamar o delegado, visto que a o corpo apresentava lesões.

“Fui orientada a fazer um Boletim de Ocorrência (B.O), fiz e levei para o delegado assinar. No atestado de óbito, foi colocado que ela morreu devido a falta de oxigênio do cérebro. Não colocaram nada relacionado as três lesões que ela tinha”, disse Alaíde.

Outras Notícias

Dilma Rousseff é reeleita presidente do Brasil

  Com 51,45% a candidata a reeleição Dilma Roussef (PT) foi reeleita no país. O tucano Aécio Neves teve 48,55% dos votos.

cats

 

Com 51,45% a candidata a reeleição Dilma Roussef (PT) foi reeleita no país. O tucano Aécio Neves teve 48,55% dos votos.

Diretores da FIS tem importante encontro com Ministro da Educação

A FIS preocupada com o desenvolvimento regional e o fomento das novas diretrizes universitárias foi em caravana a Brasília. A entidade esteve representada pelo Diretor Presidente Luís Melo e pelo Diretor Administrativo, Célio Antunes. A prefeita de Serra Talhada,  Márcia Conrado e o Deputado Federal Fernando Monteiro ajudaram na articulação do encontro com o Ministro […]

A FIS preocupada com o desenvolvimento regional e o fomento das novas diretrizes universitárias foi em caravana a Brasília.

A entidade esteve representada pelo Diretor Presidente Luís Melo e pelo Diretor Administrativo, Célio Antunes.

A prefeita de Serra Talhada,  Márcia Conrado e o Deputado Federal Fernando Monteiro ajudaram na articulação do encontro com o Ministro da Educação,  Camilo Santana.

A instituição apresentou as seguintes demandas acadêmicas, como: portaria do Centro Universalizo, andamentos processuais, mudanças no contexto de políticas públicas do MEC para cursos superiores e requisição da inserção de novos cursos na área de saúde.

“A FIS só tem a agradecer o apoio, o empenho e a dedicação de pessoas públicas como a nossa prefeita Márcia Conrado, o Deputado Federal Fernando Monteiro, os Senadores Rodrigo Pacheco, Humberto Costa e Teresa Leitão”, diz o professor Luis Melo em nota.

Crise no Sertão do Pajeú: Tuparetama, com menor FPM do Brasil, enfrenta situação ainda mais grave

A redução brusca nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e na arrecadação do ICMS acendeu um alerta no Sertão do Pajeú. Em Tuparetama, o cenário é ainda mais delicado: o município recebe o menor coeficiente de FPM do Brasil, 0,6, e depende quase totalmente desses recursos para manter a máquina pública funcionando. […]

A redução brusca nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e na arrecadação do ICMS acendeu um alerta no Sertão do Pajeú. Em Tuparetama, o cenário é ainda mais delicado: o município recebe o menor coeficiente de FPM do Brasil, 0,6, e depende quase totalmente desses recursos para manter a máquina pública funcionando.

O prefeito Diógenes Patriota (PSD) afirma que, com um orçamento historicamente limitado, qualquer oscilação na receita tem impacto imediato no dia a dia da gestão.

“A queda simultânea do FPM e do ICMS é devastadora para municípios pequenos como o nosso. As despesas aumentam, mas a arrecadação cai. É um desequilíbrio que exige decisões rápidas e firmes”, disse.

Segundo o gestor, a prioridade absoluta é preservar a preservação dos serviços essenciais, como o funcionamento da saúde básica, garantindo médicos todos os dias na Unidade Mista de Saúde (hospital), nas Unidades de Saúde da Família e abastecimento regular de medicamentos.

“A população não pode ficar sem atendimento nem sem remédio. Estamos ajustando as contas para que isso seja preservado acima de tudo”, destacou.

Além da saúde, a prefeitura está adiando gastos não urgentes e reorganizando o cronograma de financeiro para evitar atrasos na folha e nos pagamentos dos fornecedores.

Priscila Krause aponta preocupação com contas do Governo do Estado

Após a divulgação do balanço fiscal do último quadrimestre pelo governo de Pernambuco, no último sábado (30), que apontou os gastos com pessoal acima do limite prudencial, a deputada estadual Priscila Krause (DEM) traz à tona previsão do governo federal para os últimos meses do ano como mais um elemento de preocupação para o fechamento […]

Após a divulgação do balanço fiscal do último quadrimestre pelo governo de Pernambuco, no último sábado (30), que apontou os gastos com pessoal acima do limite prudencial, a deputada estadual Priscila Krause (DEM) traz à tona previsão do governo federal para os últimos meses do ano como mais um elemento de preocupação para o fechamento em dia das contas estaduais no fim do ano.

De acordo com o relatório da Secretaria do Tesouro Nacional, a previsão de repasses do Fundo de Participação Estadual (FPE) para o mês de novembro é de redução de 40,7%, comportamento que também será observado em dezembro. Isso ocorreu porque nos últimos dois meses do ano passado, o governo federal dividiu com estados e municípios a arrecadação proveniente da repatriação (com multa), fato que não se repetirá.

Em novembro de 2016, foram R$ 704,6 milhões de FPE, enquanto em dezembro o valor somou R$ 845,9 milhões. A média de repasses gira em torno de R$ 350 milhões/mês.

Um dos principais componentes da arrecadação estadual, os repasses do FPE representaram sobre o montante da Receita Corrente Líquida (RCL), em novembro e dezembro, 32,5% e 40,1%, respectivamente.

“Pernambuco conseguiu fechar o ano de 2016, mesmo com um bilhão de restos a pagar, com alguma regularidade porque além do programa de recuperação tributária, teve mais de seiscentos milhões da repatriação. Essa previsão do Tesouro Nacional, confirmando uma queda vertiginosa, já esperada, acende os alertas para que se tomem medidas preventivas e rápidas. Fomos um dos estados com maior aumento de impostos do País e mesmo assim os parâmetros fiscais estão falhando. É preciso lembrar que ainda restam a folha de setembro, que será paga essa semana, e mais outras quatro, já que tem o 13º inteiro”, registra a deputada, que é componente efetiva da Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação.

No governo Paulo Câmara, o pior quadrimestre para o parâmetro que relaciona os gastos com a folha em comparação com a Receita Corrente Líquida se deu em 2015, no período referente a abril e agosto daquele ano (50,33%).

Priscila lembra, no entanto, que naquele quadrimestre o governo havia feito a opção de adiantar a primeira parcela do 13º salário para ativos e inativos no meio do ano, o que comprometeu o índice.

De olho no caixa, Priscila registra que a arrecadação anual segue reagindo lentamente, até agosto, mas deverá ter um revés nos últimos meses do mês. “Não teremos a venda da folha ao Bradesco, como tivemos em 2015, como também não teremos o Perc e a repatriação de 2016”, conclui.

A deputada aponta a situação da previdência estadual como uma das mais graves. No período entre janeiro e setembro desse ano, o Fundo Financeiro responsável pelo pagamento das aposentadorias e pensões despendeu R$ 455 milhões a mais que no mesmo período de 2016 (R$ 3,269 bilhões em 2017 e R$ 2,814 bilhões em 2016).

Em isolamento, Bolsonaro fará teste de covid-19 neste fim de semana

Por recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fará teste de covid-19 neste fim de semana,  após ter retornado de viagem aos Estados Unidos. O presidente segue em isolamento no Palácio do Alvorada. De acordo com a CNN Brasil, Bolsonaro deverá se submeter ao exame de diagnóstico molecular (RT PCR), um […]

Por recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fará teste de covid-19 neste fim de semana,  após ter retornado de viagem aos Estados Unidos.

O presidente segue em isolamento no Palácio do Alvorada.

De acordo com a CNN Brasil, Bolsonaro deverá se submeter ao exame de diagnóstico molecular (RT PCR), um dos mais precisos para a identificação da covid-19,  que dever ser realizado entre este sábado (25) e domingo (26), segundo informações da Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto (Secom).

Três integrantes da comitiva presidencial que compareceram à Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) testaram positivo para covid-19, incluindo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, um diplomata e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente.