Opinião: força de Duque, Márcia e Sebastião não deu resultados na segurança em Serra
Nem Luciano Duque, nem Márcia Conrado, muito menos Sebastião Oliveira, tem usado o peso de suas influências políticas para fazer Serra Talhada avançar nas políticas de segurança.
No comentário de hoje no Sertão Notícias, da Cultura FM, trago mais elementos que provam a distância da Capital do Xaxado de cidades como Arcoverde e Afogados da Ingazeira quando o assunto é segurança.
Enquanto Serra Talhada, sabidamente uma cidade que precisa de atenção especial por suas características e causas da violência só tem uma única Delegacia de Polícia funcionando como uma clínica geral, pra toda sorte de ocorrência, Arcoverde, no portal do Sertão e com população similar, tem uma Delegacia tida como convencional, uma Delegacia Especializada em Homicídios e uma Delegacia da Mulher.
Serra ainda sofre com o baixo quantitativo de policiais civis e militares.
A cidade perde inclusive para Afogados da Ingazeira, que tem a sede da Polícia Científica e uma Delegacia da Mulher.
Aparentemente, a influência política junto à governadora Raquel Lyra que tem ou tiveram Luciano Duque, Sebastião Oliveira e Márcia Conrado não conseguiu resolver algo tão grave. Digo que não adianta ter peso político só para indicar cargos de confiança. É preciso brigar pelas pautas do povo.
Veja o comentário para o Sertão Notícias:
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Os principais pré-candidatos a vice que não emplacaram o nome, Leirson Magalhães e Allan Pereira, buscaram usar as redes sociais para dizer que continuam alinhados com a prefeita Márcia Conrado e sua pré-campanha à reeleição.
A reportagem da Folha de São Paulo afirma que a Procuradoria Geral da República decidiu pedir abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal para investigar a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula.

Do blog do Alyson Nascimento
Aprovado nesta terça-feira (25), na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 139/22, de autoria do ex-deputado e hoje senador Efraim Filho (União/PB), propõe uma transição gradual para os municípios serem reenquadrados em índices de distribuição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), em razão dos dados de população a serem divulgados pelo IBGE obtidos com o Censo 2022. Por lei, essa contagem populacional nacional deve ser realizada a cada dez anos.











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