Obras do novo Distrito Industrial de Arcoverde devem começar em fevereiro
Por Nill Júnior
A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, recebeu em seu gabinete o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco – AD Diper, Leonardo Cerquinho, acompanhado de parte de sua equipe de trabalho.
Na pauta, o processo de licenciamento ambiental de acesso ao novo Distrito Industrial, localizado na BR-232, após o aeroporto da cidade. A reunião também contou com as presenças do vice-prefeito, Wellington Araújo, e da Secretária de Desenvolvimento Econômico, Jussara Pereira Barbosa.
De acordo com Leonardo Cerquinho, as obras do novo complexo devem começar em fevereiro do próximo ano. “O projeto já está concluído. Ele está em licenciamento ambiental e a gente pretende lançar a licitação em janeiro, para dar a ordem de serviço em fevereiro, com uma perspectiva de obra em torno de seis meses”, adiantou.
“Estamos conseguindo destravar toda a parte burocrática, que atualmente já se encontra com o projeto pronto e faltando apenas a análise final da CPRH (Agência Estadual de Meio Ambiente). Em janeiro, acontece a licitação para que de imediato possamos começar a construção do novo distrito”, explicou o vice-prefeito.
“A parceria entre a Prefeitura de Arcoverde e a AD Diper também envolve a reestruturação do setor de frangos e peixes do CECORA, que será viabilizada dentro de poucos dias, através de convênio por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do município, para beneficiar o setor e outras iniciativas voltadas para o fortalecimento do comercio de Arcoverde”, adiantou Wellington Araújo.
Pacheco reafirmou posição em defesa de nome da terra, mas volta a dizer que última palavra será de Zeca O vereador Luciano Pacheco (MDB) voltou a defender a candidatura de um nome da terra para Deputado Estadual a partir de Arcoverde, considerando a força eleitoral do município. Ele disse que Arcoverde tem perdido protagonismo e […]
Pacheco reafirmou posição em defesa de nome da terra, mas volta a dizer que última palavra será de Zeca
O vereador Luciano Pacheco (MDB) voltou a defender a candidatura de um nome da terra para Deputado Estadual a partir de Arcoverde, considerando a força eleitoral do município.
Ele disse que Arcoverde tem perdido protagonismo e que, dada o momento do governo Zeca, seria importante o apoio a um nome local. O prefeito já sinalizou apoio a Marcelo e Gustavo Gouveia.
Pacheco negou que a defesa, que começou na última sessão da Câmara, cause algum constrangimento para o prefeito Zeca. Também afirmou ainda não ter dialogado com o gestor sobre o tema.
Outro desafio é unir os dez vereadores em torno do projeto. Em eleições anteriores, mesmo com nomes da terra disputando, não houve coesão das bancadas. Pacheco diz que não haverá problema, desde que a bancada absorva o discurso, sob a liderança de Zeca.
Ao final, Pacheco fez um alerta de que a decisão de apoiar os irmãos Gouveia pode ser prejudicial ao bloco governista caso a oposição decida lançar um nome da terra. “Às vezes uma candidatura local é uma necessidade. A minha foi. Tive que ser candidato da terra para fazer um contraponto à candidatura do então adversário de Wellington, Zeca Cavalcanti”.
E questionou: “se em Arcoverde, Zeca tiver como candidato a Estadual um opositor da terra, ele vai assistir de camarote o seu opositor ser o mais votado em Arcoverde?”
Ele fechou a reflexão dizendo que se a oposição, um ex-prefeito ou ex-prefeita se lançar, se pergunta se vai dar pra “topar a parada de um filho da terra contra um candidato de fora”. E concluiu: “eu vi esse filme em 2006. “Fui candidato a Deputado e tive mais votos que Israel Guerra.Por menos de mil votos, naquela época, eu não tive mais votos que o candidato do prefeito Zeca, Augusto Coutinho, sendo vereador de dois mandatos e sem apoio de nada”.
Naquela eleição, Luciano Pacheco teve 5.053 votos, contra 4.461 votos de Israel Guerra. O majoritário, Augusto Coutinho, apoiado por Zeca, obteve 6.059 votos.”O povo de Arcoverde é bairrista. Às vezes uma candidatura de um filho da terra vem não por um querer, mas por necessidade”.
Folha de S. Paulo Parlamentares com trânsito no Palácio do Planalto e dirigentes partidários estimam adiar para o dia 15 de novembro (feriado da Proclamação da República) a realização do primeiro turno das eleições municipais, caso a pandemia do conoravírus não arrefeça até junho, data final para decisão. Pela proposta em debate, o primeiro turno […]
Parlamentares com trânsito no Palácio do Planalto e dirigentes partidários estimam adiar para o dia 15 de novembro (feriado da Proclamação da República) a realização do primeiro turno das eleições municipais, caso a pandemia do conoravírus não arrefeça até junho, data final para decisão.
Pela proposta em debate, o primeiro turno seria adiado em 42 dias. Já o segundo turno aconteceria em 6 de dezembro ou, no máximo, no domingo seguinte (13). Nesse caso, as convenções partidárias, programadas para julho, ocorreriam em agosto.
O adiamento tem sido tema de uma série de reuniões virtuais entre os presidentes de nove partidos de centro-direita.
Presidentes de MDB, PSDB, DEM, PSD, Republicanos, PL, PP, Solidariedade e Avante, que participaram dos encontros, admitem o adiamento das eleições para novembro. E, à exceção do presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), descartam a possibilidade de prorrogação de mandatos até 2022 para que coincidam com a disputa nacional.
Nesta semana, os líderes dessas siglas concordaram em retomar essa discussão em junho, apenas se a crise perdurar pelos próximos dois meses. Até lá, está mantido o calendário oficial com primeiro e segundo turnos nos dias 4 e 25 de outubro, respectivamente, o primeiro e o último domingos do mês, como prevê a Constituição.
Embora a definição de nova data dependa de aprovação do Congresso, a ideia de só voltar ao debate em junho está em consonância com o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, que, em maio, assumirá a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Segundo o deputado Marcos Pereira (SP), presidente do Republicanos, partido ao qual estão filiados dois filhos do presidente Jair Bolsonaro, “a priori, a maioria quer manter a data”. “É claro que dependendo da situação da crise”, acrescenta.
Segundo o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo (PE), o tema começa a surgir no horizonte, sobretudo entre dirigentes partidários. Ele afirma que, sem ambiente para realização da campanha em agosto, a eleição poderá ser adiada. “O que vai definir isso não é a percepção, nem a vontade de a mais b. São os fatos que vão se impor”, diz.
Líder do PSD, Gilberto Kassab (SP) também admite a possibilidade de adiamento para novembro e ressalta a necessidade de financiamento público de campanha. “Sem financiamento público, seria a volta do financiamento empresarial. Ou alguém acha que o espírito santo vai destinar recursos para as campanhas?”
O adiamento não é pauta exclusiva do centrão. Está na agenda da esquerda. Presidente nacional do PDT, Calos Lupi conta que a ideia já foi objeto de debate interno. “E pensamos que, conforme o desenrolar desta pandemia, é provável que tenhamos que adiar as eleições. Provavelmente até dezembro”, afirma.
Segundo ele, o PDT é completamente contrário à prorrogação. “É um precedente perigoso que fere a democracia e gera consequências graves.”
O presidente do PSB, Carlinhos Siqueira, diz que ainda é cedo para adotar essa medida. “Mas podemos ser levados pelas circunstâncias a admitir esta hipótese de adiar o pleito de outubro. Admitimos discutir o adiamento, e não a prorrogação. Entretanto, essa decisão deve ser adotada, se for o caso, em julho ou início de agosto”, diz.
Embora no passado as eleições já tenham ocorrido no dia 15 de novembro, um feriado nacional, não é essa a razão para que a data esteja hoje em pauta. Mas, sim, sua aplicabilidade. Dirigentes partidários afirmam que esse novo calendário permitiria que o segundo turno e a montagem dos futuros governos ocorressem sem o risco de paralisia em meio aos preparativos do Natal e fim de ano.
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, foi executado na madrugada deste domingo (18) na Indonésia– 15h31 deste sábado (17), pelo horário de Brasília. O método de execução de condenados à pena de morte no país é o fuzilamento. O instrutor de voo livre havia sido preso em 2004, ao tentar entrar na […]
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, foi executado na madrugada deste domingo (18) na Indonésia– 15h31 deste sábado (17), pelo horário de Brasília. O método de execução de condenados à pena de morte no país é o fuzilamento.
O instrutor de voo livre havia sido preso em 2004, ao tentar entrar na Indonésia com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa delta. A droga foi descoberta pelo raio-x, no Aeroporto Internacional de Jacarta. Archer conseguiu fugir do aeroporto, mas duas semanas depois acabou preso novamente. A Indonésia pune o tráfico de drogas com pena de morte.
Além do brasileiro, foram executados na ilha de Nusakambangan, Ang Kiem Soe, um cidadão holandês; Namaona Denis, um residente do Malawi; Daniel Enemuo, nigeriano, e uma cidadã indonésia, Rani Andriani. Outra vietnamita, Tran Thi Bich Hanh, foi executada em Boyolali, na Ilha de Java.
A presidente Dilma Rousseff divulgou nota em que disse estar “consternada e indignada”com a execução do brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira na Indonésia. O embaixador do Brasil em Jacarta, segundo a nota, será chamado para consultas.
Na linguagem diplomática, chamar um embaixador para consultas representa uma espécie de agravo ao país no qual está o embaixador. Na sexta-feira, a presidente Dilma fez um apelo por telefone ao governante da Indonésia, Joko Widodo, para poupar a vida de Archer, mas não foi atendida. Widodo respondeu que não poderia reverter a sentença de morte imposta a Archer, “pois todos os trâmites jurídicos foram seguidos conforme a lei indonésia e aos brasileiros foi garantido o devido processo legal”, segundo nota da Presidência.
Antes da execução, em entrevista à GloboNews, o ex-cônsul do Brasil em Bali Renato Vianna explicou que Archer e os demais condenados à morte seriam transferidos para um lugar próximo à penitenciária e depois fuzilados por 12 atiradores.
Questionado sobre outros brasileiros anteriormente condenados pelo mesmo motivo na Indonésia e que conseguiram se livrar da pena de morte, Vianna destacou que, no período, as penas não eram tão rígidas com relação às drogas. Explicou ainda que a legislação foi mudada há uns 15 anos.
A Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe, promove amanhã, às 14h, uma reunião com prefeitos de todo o Estado para apresentarem demandas municipais ao Ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Luiz Eduardo Ramos. O titular da pasta também vai apresentar anúncios importantes a serem executados pelos municípios em parceria com o Governo […]
A Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe, promove amanhã, às 14h, uma reunião com prefeitos de todo o Estado para apresentarem demandas municipais ao Ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Luiz Eduardo Ramos. O titular da pasta também vai apresentar anúncios importantes a serem executados pelos municípios em parceria com o Governo Federal.
Para o presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, os prefeitos e prefeitas de Pernambuco esperam que sejam feitos novos anúncios. “Eles esperam que o fortalecimento dos municípios, a relação direta do Governo Federal com os governos municipais possa se consolidar, para que nós prefeitos possamos implementar políticas públicas que atendam o povo pernambucano”.
São esperados mais de 100 prefeitos, além de vice-prefeitos, deputados federais, deputados estaduais, vereadores e secretários. A reunião acontece amanhã, a partir das 14h, na sede da Amupe, na Av. Recife, 6205.
A Federação das Indústrias de Pernambuco (FIEPE), realizou um levantamento em todas as regiões de Pernambuco e o Sertão de Pernambuco está no topo do pódio no quesito elevação de faturamento econômico. Com a pandemia, novos negócios surgiram, inicialmente em formato delivery, depois ganhando espaços físicos cada dia mais organizados e estruturados para receber bem os […]
A Federação das Indústrias de Pernambuco (FIEPE), realizou um levantamento em todas as regiões de Pernambuco e o Sertão de Pernambuco está no topo do pódio no quesito elevação de faturamento econômico. Com a pandemia, novos negócios surgiram, inicialmente em formato delivery, depois ganhando espaços físicos cada dia mais organizados e estruturados para receber bem os clientes.
No Shopping Serra Talhada, por exemplo, o crescimento foi de 69%, desde sua abertura. “Iniciamos o empreendimento com 13 operações, hoje temos 42 funcionando. A credibilidade no equipamento, somado ao conforto, comodidade e ao valor que é agregado às empresas que aqui estão, tem proporcionado um aumento na procura por espaços disponíveis para novas empresas”, conta Angélica Lopes, gerente de marketing.
Prova disto é a chegada de novos negócios a cada semana no empreendimento. Hoje (12), por exemplo, o shopping ganha mais uma opção de lanchonete, na praça de alimentação: La Luna Pastéis. A La Luna Pastéis traz o mistério por trás da lua e o conceito da infinidade de sabores enraizado no nome, fugindo dos padrões das empresas do ramo.
De acordo com uma das proprietárias, Francisca Gama, o diferencial da La Luna está na massa do pastel. “Nosso diferencial está em oferecer diversidades de sabores de pastéis, que vão desde as massas até os recheios, fugindo do pastel tradicional”, disse. A empresa traz um novo conceito em pastéis, com referência no atendimento rápido e personalizado.
“A cada dia, as empresas que estão no shopping se preocupam mais quanto ao atendimento personalizado, rápido e prático. E temos contribuído com isso, através das parcerias com órgãos, como Sebrae e Senac, capacitando funcionários e colaboradores do empreendimento”, lembra Angélica.
Para Edson Nascimento, proprietário da La Luna, a escolha pelo shopping foi estratégica e encaixou com o conceito do empreendimento. “O Shopping era um sonho para nossa cidade e hoje se tornou realidade. Acreditamos muito no sucesso do empreendimento, visto que é uma excelente opção de lazer, não só para nossa cidade, como para nossa região, além de oferecer novas experiências em compras. Que é o que a La Luna quer oferecer: novas experiências em sabor”. A La Luna Pastéis abriu nesta sexta-feira (12), na praça de alimentação do Shopping Serra Talhada, às 10h.
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