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Obras da Adutora do Agreste serão intensificadas até o final de abril

Por André Luis
Foto: Ronaldo Vasconcelos

Novo repasse do governo federal, no valor de R$ 16 milhões, assegura manter ritmo acelerado da construção do empreendimento e aumentar de 15 para 19 o número de frentes de trabalho 

Para garantir que as obras da Adutora do Agreste não parem e continuem no ritmo acelerado, em 2017, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, vem acompanhando de perto a liberação de recursos do governo federal para a construção do empreendimento.

Ontem (5), o governador esteve em Brasília para uma audiência com o ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho, que confirmou mais um repasse, no valor de R$ 16 milhões para a Adutora do Agreste. A audiência contou com a participação do presidente da Compesa, Roberto Tavares.

Com os recursos em conta, a companhia tem condições de aumentar de 15 para 19 o número de frentes de trabalho espalhadas na região Agreste, intensificando as obras até o final deste mês.

De acordo com Roberto Tavares, para concluir toda a primeira etapa do projeto da Adutora do Agreste, que corresponde ao conjunto de obras para atender 23 municípios da região – e que já está licitado – ainda é preciso o repasse de R$ 636 milhões do governo federal. “Mas se vierem 360 milhões, que é o que a gente pactuou para este ano, conseguiremos atender todas as cidades. No entanto, se forem repassados R$ 200 milhões, teremos que nos replanejar. O importante é que a obra não seja mais paralisada, porque a desmobilização e remobilização gera um atraso de pelo menos um ano na conclusão da adutora. Não queremos que isso aconteça mais”, explica o presidente da Compesa, lembrando que 33 cidades estão com o abastecimento de água em situação de colapso no estado.

Foto: Aluísio Moreira

A Adutora do Agreste é a maior obra hídrica complementar e estruturadora de Pernambuco, foi projetada para receber a água da Transposição do Rio São Francisco e atender 2 milhões de pessoas em 68 municípios, além de 80 localidades. A segunda etapa do projeto, que ainda não foi conveniada, vai beneficiar os outros 45 municípios do Agreste, a região mais afetada no estado pela seca prolongada, que já entra no sétimo ano consecutivo.

“A determinação do governador é que aceleremos as obras. Quem passa pelo interior está percebendo o volume de obras, situação diferente do que se viu em 2015 e no começo de 2016”, compara.

Agora, a prioridade da Compesa é colocar o Sistema Adutor do Moxotó para operar até o final deste ano. A obra é a alternativa encontrada pelo governo do estado para antecipar a chegada da água do canal do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco na região Agreste. A captação da água será feita na Barragem do Moxotó, no distrito de Rio da Barra, em Sertânia, e será transportada até a Estação de Tratamento de Água (ETA), em Arcoverde, onde o sistema será interligado à Adutora do Agreste.

A bateria de poços de Tupanatinga é outra obra hídrica importante para a região, cuja ordem de serviço, no valor de R$ 54 milhões, foi assinada hoje (6) pelo governador Paulo Câmara, e que também será integrada à Adutora do Agreste para atender grande parte das cidades do Agreste Meridional.

Outras Notícias

Eleições : PM terá reforço nos principais colégios eleitorais do Pajeú. Até agora, apenas Justiça de Itapetim determinou Lei Seca

Os Comandantes dos 14º e 23º Batalhões de Polícia Militar terão esquema de reforço para as eleições deste ano nas cidades da região do Pajeú, que compreende 17 municípios. Isso vai acontecer com o corte da folga dos PMs, que receberão diárias extras para o período. Nas principais cidades, onde estão os maiores colégios eleitorais, […]

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O Comandante do Batalhão de Afogados que atua sobre 12 cidades, Marcos Barreto : para ele, reforço de PMs evitará excessos por não determinação da Lei Seca na maioria das cidades

Os Comandantes dos 14º e 23º Batalhões de Polícia Militar terão esquema de reforço para as eleições deste ano nas cidades da região do Pajeú, que compreende 17 municípios. Isso vai acontecer com o corte da folga dos PMs, que receberão diárias extras para o período.

Nas principais cidades, onde estão os maiores colégios eleitorais, Serra Talhada, Afogados da Ingazeira, São José do Egito e Tabira, haverá atenção especial por conta do acirramento e “municipalização” da campanha.

Mas apenas um município até agora aderiu à Lei Seca, por determinação da Justiça Eleitoral local: é o município de Itapetim, onde houve definição para proibição de comercialização de bebida alcoólica no dia do pleito. A informação foi confirmada pelo Major Marcos Barreto, falando à Rádio Pajeú. Ele  comanda o 23º BPM e foi informado da decisão. Segundo ele, apenas em casos onde houver solicitação, haverá prisão de quem se exceder tentando votar sob efeito de álcool.

Outra coibição será a de boca de urna. Em todas as cidades, locais espaçosos como quadras esportivas ou escolas foram solicitadas pela Justiça Eleitoral para abrigar quem tentar infringir a legislação eleitoral.

Nas outras cidades, o Judiciário não se pronunciou ou emitiu cópia de determinação à imprensa. Isso quer dizer que não há convicção de que as outras cidades estão totalmente liberadas no tocante à venda de álcool, pois decisões similares a de Itapetim poderão ser tomadas.

O Pajeú ainda guarda algumas outras particularidades : as cidades de Serra Talhada, Afogados da Ingazeira, Tabira, Carnaíba  e Iguaraci terão pela primeira vez o voto biométrico. Há expectativa de que com isso, possa haver um pouco mais de demora na hora de votar.

Afogados segura pressão do Vera Cruz e vence por 2 a 1 no Vianão

O Vera Cruz impôs muita velocidade no jogo e pressionou bastante, mas não conseguiu transformar as chances em gol. Bala foi o responsável por armar as melhores tentativas do Galo.  O Afogados demorou, mas entrou na partida. A Coruja abriu o placar com Frank na reta final do primeiro tempo, marcando pela quarta vez no […]

O Vera Cruz impôs muita velocidade no jogo e pressionou bastante, mas não conseguiu transformar as chances em gol. Bala foi o responsável por armar as melhores tentativas do Galo. 

O Afogados demorou, mas entrou na partida. A Coruja abriu o placar com Frank na reta final do primeiro tempo, marcando pela quarta vez no Estadual. Já no segundo tempo, a chuva tomou conta do estádio Vianão e atrapalhou muito o futebol das equipes. 

Como os passes não estavam saindo, Vargas resolveu na jogada individual, driblou meio time do Vera e aumentou o placar. Os visitantes ainda diminuíram com Pedro Maycon nos minutos finais, mas não foi suficiente. 

O Afogados só volta a jogar no dia 26 de abril, contra o Náutico, nos Aflitos. Ainda pela 6ª rodada, o Vera Cruz encara o Retrô, quarta-feira, às 15h, na Arena de Pernambuco.

Câmara diz se arrepende de impeachment e fecha o ciclo de reaproximação com o PT

Aline Moura – Diário de Pernambuco Candidato à reeleição, o governador Paulo Câmara (PSB) fez um gesto, ontem, para tentar reaproximar o eleitor do PT do seu palanque, ao admitir que, se “arrepende sim”, “no contexto histórico” de ter apoiado o impeachment de Dilma Rousseff (PT). A declaração do governador reforçou o discurso que ele […]

Aline Moura – Diário de Pernambuco

Candidato à reeleição, o governador Paulo Câmara (PSB) fez um gesto, ontem, para tentar reaproximar o eleitor do PT do seu palanque, ao admitir que, se “arrepende sim”, “no contexto histórico” de ter apoiado o impeachment de Dilma Rousseff (PT).

A declaração do governador reforçou o discurso que ele tem feito contra o adversário Armando Monteiro Neto (PTB) – criticado por comandar o palanque da “turma de Temer”.

A admissão do que o socialista considera equívoco histórico enfraquece o argumento da oposição, que responsabiliza o PSB por ser “golpista”, até mesmo porque os candidatos ao Senado de Armando, Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM), não pretendem repetir o mesmo gesto de “arrependimento”.

Ao fazer um raio X da bancada federal e do voto de cada um, contudo, é possível perceber que os parlamentares que aprovaram a saída de Dilma estão tanto ao lado de Paulo como de Armando. Pela base aliada dos dois candidatos, é difícil identificar “a turma de Temer”. Nove deputados federais da base de Paulo Câmara foram favoráveis ao impedimento de Dilma, oito estão com Armando e um deles apoia Maurício Rands (Pros). Veja o quadro.

A tradição na política brasileira mostra que a posição dos candidatos majoritários vale mais, os deputados federais são secundários no processo – mesmo sendo tão decisivos nas votações da Câmara Federal.

Não é à toa, portanto, que Paulo Câmara buscou a reconciliação com a base petista, fechando o ciclo acordado com o senador Humberto Costa (PT) e com o PT nacional. Armando tem a seu favor o fato de ter votado contra o impeachment, porém seus dois candidatos ao Senado estiveram na linha de frente para tirar Dilma do poder.

Pernambuco é um estado onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem mais de 60% de popularidade e Dilma foi a mais votada no segundo turno de 2014, cerca de 70%. Segundo o cientista político Arthur Leandro, do Observatório do Poder, embora a chapa dos dois principais candidatos majoritários seja apoiada por lideranças que votaram a favor do afastamento de Dilma, “o aval petista à chapa do governo torna o discurso plausível”.

Arthur é formado em filosofia, com mestrado e doutorado em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). “Em Pernambuco, tínhamos três pré-candidatos de Lula: Paulo, Armando e Marília. Com a ausência da candidata petista no páreo, a estratégia aumenta suas chances de sucesso.

Não se opor à Lula, em Pernambuco, já seria suficiente para neutralizar eventuais objeções do eleitor simpático a Lula à candidatura do governador à reeleição. Parece-me que Paulo precisará enfrentar os próprios passivos de seu governo, principalmente no campo da segurança pública”, analisou.

Arthur Leandro completou: “Aparentemente, o grupo do governador escolheu a estratégia correta para si no tocante à administração das alianças. Rifar Marília foi fundamental para conseguir um alívio na campanha, principalmente porque o governador vai brigar em uma única frente. A diferença agora, em favor do PSB, é que Armando não tem mais o PT o seu lado”.

Em termos nacionais, entre os partidos que têm candidato ao governo de Pernambuco, o PSB foi o que mais contribuiu com o impeachment de Dilma. Ao todo, 29 parlamentares socialistas disseram “sim” ao afastamento da petista, apenas três votaram “não”.

No PTB, presidido nacionalmente por Roberto Jefferson, 14 deputados votaram contra Dilma e seis a favor. A Rede ficou dividida, com dois a favor e dois contra o impeachment, e o Pros, que hoje apoia o palanque do ex-presidente Lula, quatro deputados votaram a favor da deposição da então presidente.

Prefeito do PT de Serra Talhada coleciona inimigos

Do JC Online A um ano das eleições municipais, Serra Talhada já está em ebulição. Desgastado e rompido com muitos aliados políticos, o prefeito Luciano Duque (PT) já coleciona, ao menos, quatro candidatos virtuais de oposição. Obviamente, com tal distância da campanha propriamente dita, esse cenário não está consolidado e deve ser chacoalhado ao sabor […]

Luciano Duque, do PT, ao lado da presidente Dilma Rousseff
Luciano Duque, do PT, ao lado da presidente Dilma Rousseff

Do JC Online

A um ano das eleições municipais, Serra Talhada já está em ebulição. Desgastado e rompido com muitos aliados políticos, o prefeito Luciano Duque (PT) já coleciona, ao menos, quatro candidatos virtuais de oposição. Obviamente, com tal distância da campanha propriamente dita, esse cenário não está consolidado e deve ser chacoalhado ao sabor das alianças construídas nos bastidores. Mas pelo menos uma candidatura que pode ser dada como certa é a do advogado Waldemar Oliveira, irmão do secretário de Transportes, Sebastião Oliveira (PR), herdeiro político do ex-deputado federal Inocêncio Oliveira (PR).

Apesar de ser, atualmente, a prefeitura mais importante comandada pelo PT, pode-se se dizer que Serra Talhada está órfã de apoios dentro do PT, partido que está no poder. O próprio prefeito Luciano Duque é um neófito nas fileiras petistas – só se filiou para ser candidato em 2012. Ele também perdeu dois apoios no Estado e em Brasília: o ex-deputado estadual Manoel Santos e o ex-deputado federal Pedro Eugênio, que faleceram recentemente. “As emendas que João Paulo (quando era deputado federal) e Pedro Eugênio destinaram para Serra Talhada foram canceladas, por uma manobra do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Então, é verdade que me sinto orfão dentro do partido, ainda mais nessa crise”, contou o prefeito. Como suporte, ele tem recorrido ao senador Humberto Costa (PT). “Mas ele tem que atender ao Estado como um todo. Diferente de um deputado, que atua mais numa região”, ponderou.

Para piorar a situação, Luciano Duque rompeu com pelo menos três lideranças políticas que o apoiaram em 2012. O primeiro é o ex-prefeito Carlos Evandro (PSB), de quem foi vice durante dois mandatos. Ele tem colocado o nome da sua esposa, Socorro Brito, como pré-candidata. A segunda liderança é a sua vice, Tatiana Duarte (PSC), que tem inflamado o seu marido, o radialista Marcos Dantas (PP), para prefeito em 2016. Outro racha ocorreu dentro da própria família. O seu irmão João Duque Filho, liderança do PMDB, está brigado com o prefeito e se movimenta para emplacar o nome do ex-secretário municipal e professor Israel Silveira (PMDB).

“Estamos no meio de uma crise, momento difícil para todos os prefeitos. Isso dificultou a governança nesses dois primeiros anos. Quando eles veem um governo mal avaliado, entendem que todo mundo tem espaço para ser candidato. Mas quando meu governo melhorar, ou eles vão desistir ou vão se unir. Eu estou disposto ao diálogo”, acenou o prefeito.

No outro pólo de força, está o PR, partido liderado pelo secretário estadual de Transportes, Sebastião Oliveira, herdeiro político do ex-deputado federal Inocêncio Oliveira. Não é segredo para ninguém que o candidato em 2016 desse grupo é o advogado Waldemar Oliveira, irmão de Sebastião. “Essa construção começou desde a eleição passada, quando Sebastião foi candidato e perdeu por 7%. De lá pra cá começou a construir meu nome”, contou Waldemar, que nunca disputou uma eleição. O bloco já está na rua.

Em 2012, a eleição de Serra Talhada teve uma ingerência direta do então governador Eduardo Campos. Discordando da candidatura de Luciano Duque para prefeito, nome endossado pelo então prefeito Carlos Evandro (PSB), Eduardo articulou a união de dois inimigos históricos para construir um palanque forte de oposição. Sebastião Oliveira encabeçou a chapa e o deputado estadual Augusto César (PTB), até então desafeto, indicou para a vice o médico Fonseca Carvalho (PTB).

Para 2016, o PTB se tornou uma peça curinga no xadrez político. Embora mantenha rusgas com o PR, após a eleição de 2012, Augusto César tem sido sondado pelos dois campos políticos. “Acredito que teremos três candidatura e uma disputa acirrada”, avaliou Waldemar Oliveira. Nos bastidores, a leitura é de que tantos pré-candidatos lançados tão precocemente é uma estratégia para demarcar espaço e conquistar alianças mais vantajosas para 2016. De qualquer forma, o Palácio do Governo acompanha de perto as movimentações políticas, pois anteveem uma oportunidade de o PSB ou um aliado retomar o poder em Serra Talhada, uma vez que o PT agora está na oposição.

O Fato e a Foto: nova Praça começa a mostrar cara em Serra Talhada

O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, postou hoje nas redes sociais uma imagem aérea da requalificação da Praça Sérgio Magalhães, principal cartão postal da Capital do Xaxado. “A nova Praça Sérgio Magalhães está tomando forma e já estamos na expectativa para ver mais esse cartão postal da nossa cidade concluído”, disse. A  ordem de […]

O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, postou hoje nas redes sociais uma imagem aérea da requalificação da Praça Sérgio Magalhães, principal cartão postal da Capital do Xaxado.

“A nova Praça Sérgio Magalhães está tomando forma e já estamos na expectativa para ver mais esse cartão postal da nossa cidade concluído”, disse.

A  ordem de serviço foi assinada dia 23 de novembro. Serão aproximadamente 3.560 metros quadrados de área pavimentada e reformada. O projeto está orçado em mais de R$ 1 milhão, sendo R$ 975.000,00 de emenda parlamentar do deputado licenciado Kaio Maniçoba e R$ 84.926,92 de contrapartida do município. A previsão é que esteja totalmente concluída no segundo semestre deste ano.

A nova Praça Sérgio Magalhães receberá áreas de paisagismo, ornamentação com vegetações típicas da região, acessibilidade, iluminação com refletores, luminárias subaquática, luminárias em postes, obras de arte e ornamentação com pergolado metálico e esculturas, além do Espaço Rosa dos ventos e Espaço Molhado.