Primeiro desgaste do governo Lula é desnecessário e já poderia ter sido sanado
Por André Luis
O blog destacou na Coluna do Domingão deste domingo, a decisão errada tomada por Lula, já na sua primeira semana do novo governo.
As ligações da Ministra do Turismo, Daniela Carneiro, a Daniela do Waguinho, com milicianos, robustamente comprovadas pela imprensa.
“Não importa ser da cota do União Brasil. Já deveria ter sido vetada pelo histórico”, destacou a Coluna.
Com isso, Lula tem na sua reestreia como presidente do Brasil, o seu primeiro desgaste.
Não é preciso muito esforço para lembrar que durante o governo de Bolsonaro uma das maiores críticas de petistas, esquerdistas e oposicionistas diversos era justamente a ligação do ex-presidente, de seus familiares e de pessoas próximas do clã Bolsonaro com milicianos.
Na cota desse grupo, por exemplo, é colocado os assassinatos da ex-vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, ocorridos em 2018, em uma emboscada.
O Ministro da Justiça, Flávio Dino, sugeriu, esta semana, que o duplo homicídio possa ser investigado pela Polícia Federal.
A fala do ministro da Casa Civil, Rui Costa, tentando amenizar a situação, mostra que a teimosia, característica de governos do PT, se mantém intacta. “Não tem nada relevante, substantivo, que justifique qualquer preocupação neste momento no governo. E portanto isso não está na agenda do governo”, disse Rui Costa, principal autoridade a minimizar o fato.
O ocorrido é tão grave, que caberia, também, ao União Brasil, partido que indicou a ministra Daniela, usar do bom senso e retirar a indicação.
O pau que dá em Chico dá em Francisco, diz um ditado popular. Se não for assim, entra em ação aquele outro ditado da sabedoria popular: o sujo falando do mal lavado.
Já tem gente especulando na resenha da política de que o vídeo ameaçador de Wellington Maciel não foi direcionado para opositores, mas sim para aliados internos. Isso porque depois do vídeo, “a caneta vadiou”. Ele exonerou mais dois auxiliares, depois de tomar a decisão em relação à cunhada, Socorro Vidal. Hoje também foram sacados Wellington […]
Já tem gente especulando na resenha da política de que o vídeo ameaçador de Wellington Maciel não foi direcionado para opositores, mas sim para aliados internos.
Isso porque depois do vídeo, “a caneta vadiou”. Ele exonerou mais dois auxiliares, depois de tomar a decisão em relação à cunhada, Socorro Vidal.
Hoje também foram sacados Wellington Araújo, da Assessoria Especial de Gabinete, e Paulo César Galindo, o Paulinho, da Articulação Política e Desenvolvimento Institucional. Os dois cuidavam do caráter de imagem institucional e político da gestão que, sabemos, não vai bem. Claro, muito mais pela condução do próprio gestor. Aparentemente, foram tirados para bodes espiatórios.
A dúvida é saber se os dois poderão ser aproveitados em outras áreas ou não. Wellington, dizem, deve ir para Desenvolvimento Econômico. Paulinho pode voltar à suplência na Câmara de Vereadores. Ele havia assumido o mandato com a ida de Siqueirinha para a gestão, no afastamento de Wellington. Mas tudo especulação até agora: oficialmente, a gestão está de boca fechada.
Entre os governistas ligados a Wellington, a decisão da canetada foi correta, para que ele possa arrumar finalmente a casa a dois anos do fim de seu governo. Para opositores, é mais uma prova do desmantelo e falta de rumo do governo, com uma polêmica pra chamar de sua a cada dia.
Da visão de quem acompanhou em um de perto e outro, pelas redes sociais os episódios narrados desde a live da Chácara Vitóriah, fica a reflexão de que, dado o momento da pandemia, não há outra opção a não ser evitar aglomerações como as flagradas nas imagens que correram o estado. Tenho como testemunhar que […]
Da visão de quem acompanhou em um de perto e outro, pelas redes sociais os episódios narrados desde a live da Chácara Vitóriah, fica a reflexão de que, dado o momento da pandemia, não há outra opção a não ser evitar aglomerações como as flagradas nas imagens que correram o estado.
Tenho como testemunhar que houve um hiato entre a intenção da organização do evento – de convidar patrocinadores para prestigiar – e o resultado final. Não deixa de ser uma espécie de laboratório da vida, mostrando o quanto as retomadas de algumas atividades são complexas. Ficou a lição e como a própria Chácara relatou em nota, “está totalmente ciente que erros aconteceram e que serão todos reavaliados nos próximos eventos”.
A outra questão recai sobre pessoas públicas, que cobram o uso de máscaras, e foram flagradas no evento, como o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, Madalena Brito, da Vigilância Sanitária e mais cedo, o Secretário Arthur Amorim em um evento social, também se permitindo fotografar sem máscara.
Essa situação me reforçou a tese de que não importam as circunstâncias, protocolos, orientações, temos que, como pessoas públicas, manter a vigilância pelo exemplo. Claro, não se pode exigir de nenhum ser humano em 100% do tempo o uso da máscara. Mas figuras públicas sempre que possível tem que passar essa imagem para opinião pública, por convicção e como formadores de opinião.
No que me cabe, individualmente, por condição clínica como presença de comorbidade pré existente, me policiei no evento não apenas pela imagem que isso poderia passar, mas pelo risco que corremos. Não é só para ser exemplo. É por medo da Covid mesmo. Assim, à exceção dos momentos a frente das câmeras, não só me mantive a distância regulamentar da movimentação como sempre com máscara, fato excessivamente mostrado nas redes. De tão preocupado, deixei o evento ao concluir a missão para qual honrosamente fui contratado.
Sou refém da minha palavra. Quando ela é lançada, colocada, externada, não é apenas minha boca que a expele, é o corpo todo, incluindo minha consciência. Se digo “se beber não dirija”, como posso me permitir ser flagrado alcoolizado? Se cobro que se combata a corrupção, que condição moral eu tenho se me tornar um corrupto? Da mesma forma se digo, continue usando máscara e saindo apenas ao estritamente necessário, ao trabalho, como vou trair esse raciocínio, essa convicção?
Na dúvida, esse exemplo deve ser seguido também por quem ocupa espaço de protagonismo na luta contra a Covid. Isso deve perdurar pelo menos até a chegada de uma imunização que dê a todos, ricos e pobres, negros e brancos, homens e mulheres, a mesma oportunidade. A vida continua valendo mais.
Por fim, não estamos no tribunal da inquisição. Todos certamente tiraram lições disso. O erro é humano e ensina, a dor amadurece, as lições fortalecem. Cada um certamente sairá melhor de tudo isso.
Representando o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), o secretário de Saúde de Pernambuco, Iran Costa, participa, na tarde desta quarta-feira (23/05), na sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília, de Audiência Pública para discutir os avanços e desafios para a melhor implementação da Lei 12.732/2012, conhecida como Lei dos 60 dias. A […]
Representando o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), o secretário de Saúde de Pernambuco, Iran Costa, participa, na tarde desta quarta-feira (23/05), na sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília, de Audiência Pública para discutir os avanços e desafios para a melhor implementação da Lei 12.732/2012, conhecida como Lei dos 60 dias.
A norma, que completa cinco anos em novembro, determina que pacientes com câncer no Brasil comecem o tratamento em no máximo dois meses após o diagnóstico.
A audiência pública é promovida pela Câmara de Direitos Sociais e Fiscalização de Atos Administrativos do Ministério Público Federal (MPF). Além dos dados do registro do tratamento do câncer antes e depois da vigência da lei, o evento pretende discutir a efetiva implementação do Sistema de Informação do Câncer (Siscan), responsável pelo monitoramento das ações relativas à detecção precoce, à confirmação diagnóstica e ao início do tratamento de neoplasias malignas.
Iran Costa, que é médico oncologista e pesquisador na área de câncer, destaca a importância da Lei, que ampliou a acesso ao diagnóstico, tendo acarretado diversos avanços em Pernambuco.
No entanto, o secretário chama a atenção para os problemas em relação à implantação da lei, como a falta de investimentos e de resolutividade na Atenção Primária à Saúde. “É imperativa a necessidade de maiores investimentos na Atenção Primária para a prevenção da doença e promoção da saúde. Com o envelhecimento da população brasileira, a tendência é que o câncer passe a ser a principal causa de morte no país, por isso é cada vez mais importante atuarmos para o diagnóstico precoce da doença”.
Iran Costa ainda ressalta que a portaria 140/2014 do Ministério da Saúde, que define as condições de funcionamento e habilitação dos centros especializados em oncologia no país, inviabiliza a ampliação dessas unidades em todo o Brasil, principalmente no interior dos Estados. “Ao estabelecer que os hospitais habilitados para tratar o câncer devem possuir, obrigatoriamente, 27 especialidades médicas, entre as quais neurocirurgia, oftalmologia e ortopedia, a Portaria 140/2014 sepulta qualquer possibilidade de ampliação de interiorização da assistência. Pior que isso, coloca em risco o tratamento da maioria dos pacientes com neoplasia no país, para beneficiar tipos de tumores com menor incidência.
Para se ter ideia, os cânceres de mama, próstata, cólo do útero, pulmão e trato digestivo respondem por mais de 80% dos casos oncológicos e, em Pernambuco, são responsáveis por mais da metade dos óbitos. Assim, ao flexibilizar a legislação atual e baixar a necessidade de 27 para quatro especialidades cirúrgicas (mastologia, urologia, ginecologia e cirurgia oncológica), a portaria beneficiaria a maior parcela da população acometida com as neoplasias”.
A audiência, que tem início às 13h30 desta quarta-feira, vai contar com a presença de representantes do MPF, Ministério da Saúde, Controladoria-Geral da União (CGU) e Tribunal de Contas da União (TCU). Também foram convidados integrantes do Senado Federal, Instituto Nacional do Câncer (Inca), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Conselho Federal de Medicina, e outras organizações e entidades voltadas à prevenção, proteção e ao auxílio das pessoas portadoras de câncer.
Prefeitura diz que já entrou em contato com a Celpe As constantes quedas no fornecimento de energia elétrica no município turístico de Triunfo motivou nota da Secretaria de Obras e Serviços Públicos da cidade. Segundo a nota, tem havido várias queixas na ouvidoria com relação à atuação da CELPE. A prefeitura esclareceu que a empresa, embora […]
Prefeitura diz que já entrou em contato com a Celpe
As constantes quedas no fornecimento de energia elétrica no município turístico de Triunfo motivou nota da Secretaria de Obras e Serviços Públicos da cidade.
Segundo a nota, tem havido várias queixas na ouvidoria com relação à atuação da CELPE. A prefeitura esclareceu que a empresa, embora prestadora de serviço público, não possui qualquer vínculo com o município, inclusive de subordinação.
“A fiscalização da qualidade da prestação de serviços da CELPE fica a cargo da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, que de acordo com a legislação em vigor tem como finalidade regular e fiscalizar a produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica”.
Ainda informou que a Prefeitura, através do seu gestor João Batista, já recorreu diretamente aos gestores da Celpe, como também pelos canais formais da empresa.
“Apresentamos inúmeras reclamações acerca dos problemas na prestação do serviço em Triunfo, mas não temos obtido soluções no tocante às constantes quedas de energia”.
Na segunda noite do novenário da festa do Senhor Bom Jesus dos Remédios, aconteceu a missa da Vigília de Natal na Catedral, presidida pelo bispo, dom Egidio Bisol, e concelebrada pelo padre Gilvam Bezerra. Durante a celebração da tradicional Missa do Galo, o bispo fez uma reflexão sobre o verdadeiro sentido do Natal através das […]
Na segunda noite do novenário da festa do Senhor Bom Jesus dos Remédios, aconteceu a missa da Vigília de Natal na Catedral, presidida pelo bispo, dom Egidio Bisol, e concelebrada pelo padre Gilvam Bezerra.
Durante a celebração da tradicional Missa do Galo, o bispo fez uma reflexão sobre o verdadeiro sentido do Natal através das leituras que foram proclamadas durante a celebração.
“Precisamos viver o Natal não só neste espírito de fraternidade, de caridade, de ajuda, de confraternização. Precisamos ver um Natal, nós cristãos, em comunhão com Jesus. E a comunhão é uma coisa muito profunda e séria, não é só um sentimento vago, ela é um compromisso a viver em sintonia”, disse o bispo.
Dom Egidio encerrou explicando que no Natal, Jesus não veio para reinar, veio para servir, e que também não veio para mandar, e sim, tornar-se servo, ou seja, alguém que se coloca a disposição das necessidades dos outros.
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