O fato e a foto: representação da Diocese de Afogados já está em Cracóvia
Por Nill Júnior
Imagens gentilmente cedidas pelo Padre Josenildo Nunes, ao blog
O grupo que representa a Diocese de Afogados da Ingazeira chegou hoje a Cracóvia depois de passar por várias cidades da Europa para participação na Jornada Mundial da Juventude, que começa hoje e vai até 31 de julho. A cidade é a terra onde nasceu o Papa João Paulo II, que foi santificado pela Igreja.
O tema da Jornada é “Ide e fazei discípulos entre todas as nações (Mt 28,19)”. A última edição, que aconteceu no Rio de Janeiro, também contou com representação diocesana.
Foi nessa mesma edição que o Papa Francisco encorajou a juventude: “Ide, sem medo, para servir!” – e convidou a todos para a próxima edição em Cracóvia. Antes de chegar ao local do evento, o grupo passou por cidades importantes da Europa, como Roma, na Itália, Fátima, em Portugal e outras terras. Um roteiro fascinante.
Além do Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol, participam os padres como Josenildo Nunes, Erinaldo Sultério, Claudivan Siqueira, Ailton Costa, Rogério Verissimo e Eduardo, os seminaristas André e Renato, mais Claudivânia (São José do Egito), Felipe e Mayara Mirla (Afogados), Wallace e Maria Cândida (Tuparetama) João Augusto e Francisco (Carnaíba).
Tendo que recorrer a um dos sete pecados capitais, “Umieram z zazdrości”, ou na tradução do polonês, este blogueiro está “morrendo de inveja”… As imagens são belíssimas.
Farol de Notícias O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) realizou uma reunião com os revendedores de botijão de gás de Serra Talhada, nesta terça-feira (3), e após ouvir as partes emitiu a Recomendação 005/2017 buscando organizar o mercado. Num documento de quatro páginas enviadas à redação do Farol, o promotor de Justiça, Vandeci de Souza […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) realizou uma reunião com os revendedores de botijão de gás de Serra Talhada, nesta terça-feira (3), e após ouvir as partes emitiu a Recomendação 005/2017 buscando organizar o mercado.
Num documento de quatro páginas enviadas à redação do Farol, o promotor de Justiça, Vandeci de Souza Leite, determinou que as revendedores estabeleçam preços de acordo com a livre concorrência, mas sem realizar a uniformização. Hoje os preços praticados giram em torno de R$ 75.
Ainda de acordo com o MPPE, os comerciantes devem apresentar notas fiscais relativas às compras dos últimos três meses, comprovando a fixação do preço ao consumidor. Por um período de um ano, os revendedores serão monitorados com a obrigação de enviar ao Ministério Público cópias das notas fiscais a cada três meses.
Ainda no documento enviado ao Farol, o promotor de Justiça Vandeci de Sousa Leite recomenda que a população fiscalize os preços e acione a Polícia Militar, Delegacia de Polícia e o próprio MPPE, todas às vezes que as regras forem quebradas. Uma cópia da recomendação foi enviada às polícia civil e militar e as revendedoras estão obrigadas a fixá-las em lugar visível.
O endocrinologista Antônio Fernandes é mais um profissional a atender na Clinical Center, que fica na Senador Paulo Guerra, cruzamento com a Roberto Nogueira Lima, em Afogados da Ingazeira. É especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Diabetes pela Unicamp-SP, mestrando em Tecnologia em Saúde na UEPB. O profissional faz ambulatório de câncer de tireoide […]
O endocrinologista Antônio Fernandes é mais um profissional a atender na Clinical Center, que fica na Senador Paulo Guerra, cruzamento com a Roberto Nogueira Lima, em Afogados da Ingazeira.
É especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Diabetes pela Unicamp-SP, mestrando em Tecnologia em Saúde na UEPB.
O profissional faz ambulatório de câncer de tireoide no hospital da FAP, em Campina Grande-PB. É autor dos consagrados livros ¨Diagnósticos em Endocrinologia Pediátrica¨ e ¨Diagnostico em Doenças da Tireoide¨.
O médico trata doenças como diabetes, problemas da tireoide, obesidade, distúrbios no colesterol e triglicerídeos, osteoporose, distúrbios do crescimento e puberdade, menopausa e genética em endocrinologia. Realiza também os exames de ultrassonografia e biopsia da tireoide.
Marque sua consulta: o profissional estará atendendo dia 17 de abril às 7h. Você pode marcar sua consulta presencialmente ou pelos fones (87) 3838-1383 e 9-9628-9433.
O PSB confirmou neste sábado (21) a filiação da ministra do Planejamento, Simone Tebet, em São Paulo. Ela deixou o MDB após quase 30 anos na sigla para disputar uma vaga no Senado na próxima eleição. Tebet estava no MDB desde 1997 e construiu toda a sua trajetória política na legenda, pela qual foi senadora […]
O PSB confirmou neste sábado (21) a filiação da ministra do Planejamento, Simone Tebet, em São Paulo. Ela deixou o MDB após quase 30 anos na sigla para disputar uma vaga no Senado na próxima eleição.
Tebet estava no MDB desde 1997 e construiu toda a sua trajetória política na legenda, pela qual foi senadora e candidata à Presidência da República em 2022. Agora, ao migrar para o PSB, ela passa a integrar o mesmo partido do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.
No dia 12, a ministra já havia anunciado que vai disputar uma das vagas ao Senado por São Paulo. A declaração foi feita durante o Fórum Nacional de Secretários Estaduais de Planejamento, realizado em Campo Grande (MS).
Na semana passada , Tebet disse que ainda não há data definida para entregar o cargo no ministério, mas a previsão é confirmar sua saída até o fim de março.
Ainda de acordo com a ministra, conversas vinham sendo feitas com o presidente Luis Inácio Lula da Silva e o vice, Geraldo Alckmin.
Irritado com uma crítica do vereador Dicinha do Calçamento à situação da Avenida Raimundo Ferreira, o ex-prefeito e marido da gestora Nicinha Melo, Dinca anos, foi ao ataque. Em entrevista ao radialista Fabrício Ferreira, Dicinha criticou a situação de moradores e comerciantes da Avenida, após as chuvas do dia 30. Dicinha aproveitou para cutucar a […]
Irritado com uma crítica do vereador Dicinha do Calçamento à situação da Avenida Raimundo Ferreira, o ex-prefeito e marido da gestora Nicinha Melo, Dinca anos, foi ao ataque.
Em entrevista ao radialista Fabrício Ferreira, Dicinha criticou a situação de moradores e comerciantes da Avenida, após as chuvas do dia 30. Dicinha aproveitou para cutucar a falta de autonomia dos vereadores governistas.
“Acho que eles até querem ajudar, mas se derem um pio, a coisa fica feia. São mais dois anos de castigo pra eles. Fica a rua e os vereadores castigados”.
Em sua tradicional live, Dinca atacou: “Pula-pula, quem és tú? Porque o nome dele é pula-pula? Porque é uma pessoa que se vende, se prostitui. Isso é uma pouca vergonha. Não sabe o que diz, o que quer, nem o que faz”.
Dinca relembrou um episódio noticiado pelo blog: “é ladrão de água da Compesa. E quer falar do governo da prefeita Nicinha. Eu acho até que ele ainda esteja respondendo. Me procurou na época, me pediu socorro, fez apelo a mim pra que eu não deixasse a Compesa processar ele”.
Em janeiro de 2019, informação de nome da Compesa a que o blog teve acesso não gera dúvidas de que era do vereador a área descoberta pela Compesa com o maior furto de água identificado no curso da Adutora que abastecia Tabira.
Ficava no local conhecido como Alto do Dicinha, no Sítio São Joaquim, entre Afogados e Tabira. A cidade sofria por conta de vazamentos que prejudicam vazão e atrapalhavam a distribuição. Ele negou.
A seguiu Dinca: “tem vergonha na cara! Tu tem moral pra falar da gestão da prefeita Nicinha?” Ainda atacou a Rádio Cidade, o próprio radialista, e disse que a única pessoa que fez algo pela rua foi a prefeita.
O retorno do ministro Marcelo Queiroga à CPI da Pandemia, marcado para a próxima semana, ganhou novos contornos com o depoimento da infectologista Luana Araújo nesta quarta-feira (2). Após ouvirem a médica falar de sua dispensa da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministérios a Saúde — ela chegou a ser anunciada, mas não […]
O retorno do ministro Marcelo Queiroga à CPI da Pandemia, marcado para a próxima semana, ganhou novos contornos com o depoimento da infectologista Luana Araújo nesta quarta-feira (2). Após ouvirem a médica falar de sua dispensa da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministérios a Saúde — ela chegou a ser anunciada, mas não nomeada — senadores de oposição disseram que Queiroga vai precisar responder sobre a sua real autonomia no comando da pasta.
Por outro lado, senadores da base do governo afirmaram que o episódio foi um ato corriqueiro de administração e não traz nenhuma evidência de interferência política sobre a Saúde. Eles também lamentaram a nova convocação de Queiroga e destacaram como algo que pode atrapalhar a condução do combate à pandemia, ao tirar o ministro da linha de frente.
O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), acredita que o depoimento de Luana Araújo dá nova dimensão à ideia de um “gabinete paralelo” no governo federal, trabalhando à margem do Ministério da Saúde. Para Randolfe, esse núcleo não foi neutralizado com a chegada de Marcelo Queiroga, ao contrário do que o ministro teria sinalizado.
— Existe um gabinete negacionista, um grupo que continua impedindo que os melhores quadros da ciência brasileira possam contribuir no enfrentamento à pandemia. Até os senadores governistas confirmaram que ela preenche os requisitos técnicos. Qual a razão para se vetar um quadro dessa qualidade?
O senador Humberto Costa (PT-PE) entende que as afirmações de Queiroga à CPI sobre ter autonomia para montar sua equipe estão em dúvida e fazem parte das contradições que o ministro precisará explicar em seu novo depoimento. O senador, que foi ministro da Saúde no governo Lula, também disse que as credenciais técnicas de Luana Araújo são claras, mas não teriam ajudado o país no contexto atual.
— O ministério tem uma burocracia de carreira muito importante, funcionários experientes e bem formados. O que aconteceu foi que, durante a gestão [de Eduardo] Pazuello esse pessoal foi colocado para escanteio. O ministério tem quadros, o problema não foi esse. Pode encher o ministério de epidemiologista e infectologista que, com essa orientação, não vai dar certo nunca.
Já o senador Marcos Rogério (DEM-RO) elogiou as contribuições que a médica trouxe à comissão sobre a ação do vírus e as possibilidades de tratamento, mas ressaltou que ela não apresentou fatos novos que possam apontar para intervenção política indevida na condução da pandemia.
— Ela afastou essa hipótese. Ninguém sabe porque exatamente ela não foi nomeada. O que se vê são teorias. Todos ali conhecem como funciona a administração em relação a nomeações. O ato administrativo é discricionário. Não há nenhum elemento novo no sentido de condenar o governo.
Marcos Rogério acrescentou, ainda, que vê um “ato político” na segunda convocação de Marcelo Queiroga, e lamentou que o ministro tenha que interromper suas atividades à frente da pasta para voltar à CPI. Ele pediu ao presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), que compreenda essa situação.
— Espero que o presidente tenha consciência do importante papel que o ministério está cumprindo neste momento e deixe o ministro trabalhar. Que a CPI não sirva de obstáculo à ação legítima do Ministério da Saúde. Como vamos fazer o ministro parar a sua agenda para vir a uma CPI que virou um palanque?
O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) elogiou o depoimento “assertivo” de Luana Araújo, a quem classificou como uma profissional “altamente qualificada”. Nas suas falas, disse o senador, ela conseguiu separar a ciência do debate político. Tudo isso, concluiu ele, pressiona ainda mais o ministro da Saúde.
— Ela mostrou que tinha projetos altamente qualificados para a saúde pública e foi impedida de atuar. Que Queiroga esclareça esse ponto. Quando ele vai constatar o mesmo que seus antecessores: que a parte política do governo não permite que os técnicos trabalhem?
O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) afirmou que tanto a audiência com a médica quanto a reconvocação de Marcelo Queiroga são atitudes “protelatórias” para que a CPI não investigue governos estaduais. O senador foi crítico à forma como Luana Araújo se referiu a profissionais que defendem o “tratamento precoce” — que ela chamou de “neocurandeirismo” — e também disse crer que o ministro Queiroga não deveria retornar à comissão.
— O ministro tem a função de coordenar o trabalho da pandemia. Se for esse o desejo do presidente e relator, ele estará aqui perdendo tempo precioso para ajudar a saúde do Brasil inteiro.
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