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O fato e a foto: Evandro visita Casa de Apoio em Recife

Por Nill Júnior

O Prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB) visitou na manhã desta segunda (06), a Casa de Apoio que recebe pacientes da Terra da Poesia na capital Pernambucana.

Ele foi conferir pessoalmente junto as usuários do local, as condições que se encontra a casa, um mês depois de assumir o mandato. Segundo nota,  quando começou o ano, o local tinha alguns problemas, que dificultavam a estadia dos egipcienses em Recife.

Evandro conversou com as pessoas que estavam na casa e comprovou o bom funcionamento do local. Ele prometeu a manutenção do espaço para atender a comunidade.

Outras Notícias

Brejinho: revitalização do Estádio Municipal O Tonhão tem etapa concluída

A Prefeitura de Brejinho, por meio da Secretaria de Obras e Diretoria de Esportes, está promovendo investimentos significativos na revitalização do Estádio Municipal O Tonhão. As melhorias têm como objetivo proporcionar um ambiente mais agradável e moderno para os entusiastas do futebol, justamente a tempo da Grande Final do Campeonato Brejinhense de Futebol. Uma etapa […]

A Prefeitura de Brejinho, por meio da Secretaria de Obras e Diretoria de Esportes, está promovendo investimentos significativos na revitalização do Estádio Municipal O Tonhão. As melhorias têm como objetivo proporcionar um ambiente mais agradável e moderno para os entusiastas do futebol, justamente a tempo da Grande Final do Campeonato Brejinhense de Futebol.

Uma etapa crucial desse processo incluiu o reboco e a pintura das paredes, contribuindo não apenas para a estética, mas também para a preservação e durabilidade da estrutura. As arquibancadas receberam atenção especial, passando por um meticuloso processo de pintura para realçar a beleza do local. Além disso, a reforma abrange a construção de uma nova arquibancada, projetada para oferecer ainda mais conforto aos torcedores que comparecerão ao estádio.

Os torcedores terão a oportunidade de testemunhar de perto todas as melhorias realizadas no Estádio Municipal O Tonhão, com a disputa pelo terceiro lugar neste sábado (13) e a tão aguardada Grande Final do Campeonato Brejinhense de Futebol no domingo (14).

Novo abatedouro municipal tem entrega prevista para final de 2025, diz Prefeitura de Brejinho

A construção do novo abatedouro municipal de Brejinho avança em ritmo acelerado e tem previsão de entrega para o final de 2025. É o que diz a prefeitura de Brejinho em nota. “O empreendimento segue todas as normas estabelecidas pela Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (ADAGRO-PE), garantindo um abate de animais seguro […]

A construção do novo abatedouro municipal de Brejinho avança em ritmo acelerado e tem previsão de entrega para o final de 2025. É o que diz a prefeitura de Brejinho em nota.

“O empreendimento segue todas as normas estabelecidas pela Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (ADAGRO-PE), garantindo um abate de animais seguro e dentro dos padrões sanitários exigidos. Além disso, a obra atende às exigências ambientais para minimizar impactos ao meio ambiente”, acrescenta.

O prefeito Gilson Bento tem acompanhado os trabalhos.  Atualmente, os frigoríficos de Brejinho precisam transportar os animais até Afogados da Ingazeira para o abate, o que gera custos adicionais e desafios logísticos. “Com a nova estrutura, os comerciantes da cidade terão mais praticidade, reduzindo despesas e fortalecendo a economia do município”, diz o texto.

PSB fecha questão contra reformas trabalhista e da previdência

Em reunião da Executiva Nacional, realizada no início da noite desta segunda-feira (24), o PSB definiu posição contra as reformas trabalhista e previdenciária. O partido, a sétima maior bancada na Câmara dos Deputados, fechou questão contrário às mudanças na legislação trabalhista e na Previdência. A decisão foi comemorada pelo deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE). “É […]

Em reunião da Executiva Nacional, realizada no início da noite desta segunda-feira (24), o PSB definiu posição contra as reformas trabalhista e previdenciária.

O partido, a sétima maior bancada na Câmara dos Deputados, fechou questão contrário às mudanças na legislação trabalhista e na Previdência. A decisão foi comemorada pelo deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE).

“É uma reafirmação dos valores e princípios programáticos do PSB. É uma escolha fundamental que sinaliza para a sociedade a opção política do nosso partido. Diz de que lado estamos”, afirmou o deputado.

Confira a nota na íntegra:

“A decisão da Executiva Nacional de fechar questão contra as reformas trabalhista e previdenciária é uma reafirmação dos valores e princípios programáticos do PSB. É uma escolha fundamental que sinaliza para a sociedade a opção política do nosso partido. Diz de que lado estamos.

Não somos uma legenda. Somos um partido.

Completaremos, neste ano, 70 anos de história. Sempre defendemos, durante essa longa trajetória, a afirmação dos direitos dos trabalhadores.

Há 50 anos, Arraes fazia o Acordo do Campo, em Pernambuco, para garantir aos trabalhadores rurais direitos que os usineiros se negavam a reconhecer. Justamente no momento de maior fragilidade da classe trabalhadora, quando o Brasil pode chegar, este ano, a 15 milhões de desempregados, o PSB faz uma opção clara e fechada pelos trabalhadores.

Decisão reafirma o PSB como um verdadeiro partido político com um pensamento de esquerda, comprometido com a soberania nacional, a democracia, a organização da luta do povo e a defesa dos mais vulneráveis.”

Isilda Sampaio assume Presidência do Rotary Club Afogados

Tomou posse noite como Presidente do Rotary Club Afogados da Ingazeira a bancária Isilda Sampaio. Ela assumiu para o ano Rotário 2020/2021 do Distrito 4500. “Tenho vários projetos em mente. Alguns precisarão esperar a poeira dessa pandemia baixar para que comecemos a executar”. Segundo Isilda, a ordem é  elaborar projetos e dar prosseguimento a algumas […]

Tomou posse noite como Presidente do Rotary Club Afogados da Ingazeira a bancária Isilda Sampaio.

Ela assumiu para o ano Rotário 2020/2021 do Distrito 4500.

“Tenho vários projetos em mente. Alguns precisarão esperar a poeira dessa pandemia baixar para que comecemos a executar”.

Segundo Isilda, a ordem é  elaborar projetos e dar prosseguimento a algumas ações de forma remota, com a participação da família rotária.

Municípios de olho na repactuação do Pacto Federativo

Prefeitos querem que a distribuição dos recursos tributários ocorra de forma a contemplar mais os municípios Angela Fernanda Belfort/JC Online A repactuação do pacto federativo tem que sair, mesmo que seja a longo prazo, para que a distribuição dos recursos tributários ocorra de forma a contemplar mais os municípios, na opinião dos especialistas ouvidos pelo […]

Foto: City Globe Tour/Youtube/Reprodução

Prefeitos querem que a distribuição dos recursos tributários ocorra de forma a contemplar mais os municípios

Angela Fernanda Belfort/JC Online

A repactuação do pacto federativo tem que sair, mesmo que seja a longo prazo, para que a distribuição dos recursos tributários ocorra de forma a contemplar mais os municípios, na opinião dos especialistas ouvidos pelo JC. “Esse grande nó do federalismo no Brasil veio depois da Constituição de 1988, que sobrecarregou os municípios. É preciso que a União e os Estados pactuem não apenas do ponto de vista dos recursos, mas também do controle, do custeio, dos serviços e das responsabilidades”, resume o diretor de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea, Constantino Cronemberger Mendes.

“As receitas praticamente empataram com as despesas dos municípios. A despesa de pessoal dos municípios em média cresceu 6,8%. A parte do pessoal que mais está crescendo é o inativo, que aumentou em torno de 30%”, cita Constantino, se referindo aos números divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (Siconfi), que comparou os dados de 2017 com os de 2016.

“Os pequenos não têm escala para oferecer serviços de forma eficiente. Então, para reduzir esses custos deveriam ser criadas formas consorciadas de oferecer um serviço, porque geralmente as cidades de uma mesma região têm problemas semelhantes. Por exemplo, um único aterro sanitário para algumas cidades. Isso também vale para a área de saúde, educação, rodovias intermunicipais, entre outros”, conta Constantino.

Também defende uma revisão do pacto federativo o doutor em história econômica e professor do Insper Vinícius Müller. “Os Estados e municípios precisam ser mais equilibrados constitucionalmente, juridicamente para, de alguma maneira, redistribuir os direitos e deveres de ambos com mais capacidade de arrecadação sem depender tanto dos repasses da União. A descentralização federativa promovida pela Constituição de 1988 ficou pela metade”, afirma. Dos tributos arrecadados no País, a União fica com 50%, os Estados, 31%, e os municípios, com 19%.

A Constituição de 1988 trouxe mais obrigações aos municípios, como maior responsabilidade no ensino fundamental e na educação infantil. Também aumentaram as obrigações na área de saúde, e ambas as áreas demandam mais mão de obra. “Cerca de 95% dos municípios de Pernambuco não são sustentáveis do ponto de vista da receita. Essa média no Brasil é de 85%”, conta Vinícius. Ele também argumenta que é preciso melhorar a atividade econômica dos municípios, explorando os seus respectivos potenciais para serem mais sustentáveis.

“Cada gestor deveria ver como está a sua receita para ver o quanto pode gastar antes de fazer uma despesa”, cita o diretor de controle municipal do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), Antonio Cabral. Em 2018, o TCE emitiu 330 alertas aos 184 municípios do Estado e Noronha sobre o fato de estarem perto de ultrapassar os limites com pessoal estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para o Executivo municipais. Alguns municípios receberam mais de um alerta. Nessa lei, os municípios não podem gastar acima de 54% da sua Receita Corrente Líquida (RCL) com despesas de pessoal.

A situação dos municípios que ultrapassam os limites da LRF pode ficar ainda mais complicada porque podem ter os recursos do FPM retidos pela União, ficarem sem contrair empréstimos etc. “Cada caso é um caso. Aumentar a receita própria é importante, mas há cidades que são pobres, e não há como isso ocorrer. Também é necessário ver se cada contrato está com valores compatíveis com os do mercado, se está gastando no que a população precisa”, sugere Cabral.