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Pesquisa Múltipla atesta liderança da Rádio Pajeú

Por Nill Júnior

A Rádio Pajeú,  sob a gestão do jornalista Alyson Nascimento,  divulgou números de uma pesquisa Múltipla realizada dias 23 e 23 de dezembro,  com 300 entrevistas e margem de erro de 5,5% para mais ou para menos.

A novidade é que a pesquisa trouxe um cenário exclusivo aferindo consumo real de rádio, para quem ouviu rádio nas últimas 48 horas, como afere o Kantar Ibope e outros aferidores de audiência,  confrontando com recall de rádio,  para quem diz não ter ouvido rádio recentemente.

Dentre os ouvintes frequentes, que ouviram rádio nas últimas 48 horas, mais de 74% preferem a Rádio Pajeú – são quase oito a cada dez rádios ligados. Mais de 70% dizem que a Pajeú é a Rádio que ouvem primeiro!

Maus: 74% dos ouvintes que preferem uma única rádio dizem escolher a Pajeú. Desses, mais de 40% já a seguem nas redes. A emissora fez reformulação recente nas suas plataformas digitais.

A Pajeú fez duas simulações sobre programas mais ouvidos: uma, de recall, de programa mais lembrado, para quem não ouviu rádio recentemente. Outra, de consumo recente e real dos programas, no mesmo modelo da Kantar Ibope: nela, os programas da Pajeú são citados por 65% dos ouvintes, contra 35% das outras emissoras. Puxam esse dado os programas Manhã Total (incluindo o Debate das Dez) e Rádio Vivo.

Dos comunicadores favoritos, 74% dos nomes citados são da Pajeú, contra 36% de outras emissoras.

Outras Notícias

Unida em torno de Flávio Marques, oposição faz grande ato de filiação

Unido em torno da pré-candidatura a prefeito de Flávio Marques (PT), o campo da oposição de Tabira realizou grande ato de filiação com forte presença política e popular; que reuniu 36 pré-candidatos e candidatas do PT, PV, PCdoB, PSB e Solidariedade. O largo da Rua Zuza Barros, no Centro da cidade, foi mais uma vez […]

Unido em torno da pré-candidatura a prefeito de Flávio Marques (PT), o campo da oposição de Tabira realizou grande ato de filiação com forte presença política e popular; que reuniu 36 pré-candidatos e candidatas do PT, PV, PCdoB, PSB e Solidariedade.

O largo da Rua Zuza Barros, no Centro da cidade, foi mais uma vez o palco onde o movimento popular vivo e livre de Tabira se reuniu para reafirmar seu compromisso com a mudança, tendo em vista dias melhores para o povo tabirense.

Entre os presentes no Sindicato dos Trabalhadores Rurais, o deputado federal Carlos Veras (PT); o deputado estadual José Patriota (PSB); o prefeito de Afogados da Ingazeira Sandrinho Palmeira (PSB): a ex-primeira dama de Tabira, Iêda Melo; além dos presidentes das siglas Socorro Veras (PT); Zezinho Caldas (Solidariedade); Adailton (PV); Zé de Bira (PSB); e Dedé Rodrigues (PCdoB).

“É a luta do tostão contra o milhão, de Davi contra Golias, da mentira contra a verdade. Mas nós temos uma coisa valiosa que eles não têm: o povo tabirense está nessa luta com a gente e vamos conquistar a vitória” afirmou Flávio Marques.

Já o deputado federal Carlos Veras foi enérgico. “O próximo prefeito de Tabira tem nome e sobrenome: é Flávio Marques do PT”, garantiu. O petista elencou um conjunto de argumentos para sua afirmação. “O povo tabirense não aguenta mais tanto sofrimento e desmandos e quer mudança. Nosso nome já mostrou competência e compromisso com nossa gente, a oposição está todo unida e focada em torno desse projeto político para o qual contamos com o apoio do presidente Lula”, argumentou.

Nome mais cotado para pré-candidato a vice-prefeito, Marcos Crente apontou as falhas da atual gestão. “Rompi com a atual prefeita porque articulei recursos para Tabira e ela não executou, colocando seus interesses eleitoreiros acima das necessidades do povo tabirense”, declarou indignado.

No rádio, Ciro critica Paulo

Em entrevista à Radio Jornal nesta quinta-feira (27), o candidato Ciro Gomes (PDT) criticou a aliança feita entre PT e PSB em Pernambuco, que o prejudicou no cenário nacional. O presidenciável apontou que seu partido estava negociando uma aliança com Paulo Câmara no Estado, mas que a ideia não vingou graças a decisão do governador, […]

Foto: Facebook/Divulgação

Em entrevista à Radio Jornal nesta quinta-feira (27), o candidato Ciro Gomes (PDT) criticou a aliança feita entre PT e PSB em Pernambuco, que o prejudicou no cenário nacional.

O presidenciável apontou que seu partido estava negociando uma aliança com Paulo Câmara no Estado, mas que a ideia não vingou graças a decisão do governador, candidato a reeleição, de se aliar a Lula, na época ainda candidato.

“Ele [Paulo] deu uma rasteira na gente e derrubou a Marília Arraes. Eu francamente acho que isso é um insulto a independência política de Pernambuco”, disparou Ciro, lembrando que a aliança prejudicou também a neta de Arraes e rifou sua possível candidatura ao governo de Pernambuco pelo PT.

O acordo foi anunciado no dia 1º de agosto, aprovado por 17 votos a 8, como anunciou o deputado José Guimarães (PT). Na época, Ciro Gomes afirmou que o entendimento entre petistas e socialistas era um “revés”, mas que não o abalava.

Diante da investida do PT e da falta de negociação com outros partidos, o ex-governador do Ceará terminou entrando quase isolado na corrida eleitoral. Em Pernambuco, o partido de Ciro Gomes se aliou com o Pros, que lançou a candidatura de Maurício Rands ao governo.

Chuvas deixam mortos e mais de 73 mil pessoas fora de casa em três estados do Nordeste

Em PE e AL, governos contabilizaram mais de 70 municípios em situação de emergência. No RN, seis cidades decretaram calamidade pública. Há oito mortes contabilizadas. Por Katherine Coutinho, g1 PE* Passa de 73 mil o número de pessoas desalojadas e desabrigadas pelas chuvas que atingem Rio Grande do Norte, Pernambuco e Alagoas desde 1º de […]

Em PE e AL, governos contabilizaram mais de 70 municípios em situação de emergência. No RN, seis cidades decretaram calamidade pública. Há oito mortes contabilizadas.

Por Katherine Coutinho, g1 PE*

Passa de 73 mil o número de pessoas desalojadas e desabrigadas pelas chuvas que atingem Rio Grande do Norte, Pernambuco e Alagoas desde 1º de julho. Os dados foram contabilizados junto aos governos estaduais. Até esta terça-feira (5), foram confirmadas seis mortes. Há, ainda, outras duas contabilizadas por municípios.

Somente em Alagoas, ao menos 56 municípios decretaram situação de emergência e seis ocorreram óbitos em decorrência das chuvas. O total de pessoas afetadas passou de 64 mil nesta terça, sendo 12.151 delas desabrigadas e 52.029, desalojadas.

Em Pernambuco, o estado contabilizou pelo menos 33 municípios afetados pelas chuvas, sendo que 22 cidades estão em situação de emergência. Ao todo, há 1.413 desabrigados e 8.318 desalojados, segundo dados divulgados na manhã desta terça.

O governo pernambucano não contabilizou, oficialmente, óbitos devido aos temporais. No entanto, o corpo de um homem de 20 anos foi encontrado nesta terça-feira (5) em Jaqueira, na Mata Sul; e, no domingo (3), um idoso morreu após tentar desentupir bueiros em Iati, no Agreste. Há, ainda, ao menos um homem desaparecido.

Já no Rio Grande do Norte, Natal, Parnamirim, Touros, Ceará-Mirim, Extremoz e São Gonçalo do Amarante decretaram calamidade pública. O governo estadual não divulgou balanço detalhado de desabrigados e desalojados, mas contabilizou aproximadamente 3 mil pessoas afetadas direta ou indiretamente pelas chuvas intensas e recorrentes desde a sexta-feira (1º).

Bahia, Piauí, Maranhão e Paraíba não registraram temporais com desabrigados e desalojados nesse mês de julho.

Ondas de Leste

O inverno, que começou oficialmente em 21 de junho, é um período de chuvas no litoral de parte do Nordeste, mas a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) explicou que há fatores que contribuem para os temporais, como as Ondas de Leste e o La Niña.

As Ondas de Leste, também chamadas de Distúrbios Ondulatórios de Leste, são perturbações no campo de vento e pressão que atuam na faixa tropical do globo terrestre, em área de influência dos ventos alísios, que se deslocam desde a costa da África até o Litoral leste do Brasil.

Na prática, o que ocorre é a formação de nuvens de chuva por causa da circulação de correntes de vento que vêm do continente africano, passam pelo oceano e chegam ao Nordeste do Brasil. Nesse começo de julho, elas afetaram principalmente Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte.

Esse mesmo fenômeno provocou fortes chuvas em diversas cidades de Pernambuco entre o fim de maio e início de junho, ocasionando a morte de 130 pessoas em deslizamentos de barreiras, enchentes e outras ocorrências relacionadas ao temporal.

*Com informações de Cau Rodrigues (g1 AL) e Fernanda Zauli (g1 RN).

Réu pela segunda vez: o que acontece com Lula agora?

Estadão Com a decisão desta terça-feira (20) do juiz federal Sergio Moro de receber a denúncia do Ministério Público Federal do Paraná, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva virou réu pela segunda vez em um processo judicial. No fim de julho, o juiz federal Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara do Distrito Federal, […]

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Estadão

Com a decisão desta terça-feira (20) do juiz federal Sergio Moro de receber a denúncia do Ministério Público Federal do Paraná, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva virou réu pela segunda vez em um processo judicial.

No fim de julho, o juiz federal Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara do Distrito Federal, também aceitou uma denúncia contra Lula e o transformou em réu porsuposta tentativa de obstrução da operação Lava Jato. Neste caso, o petista foi acusado de participar de um esquema com o senador cassado Delcídio do Amaral para evitar que o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró fizesse um acordo de delação premiada com a Lava Jato.

No processo que corre no Paraná, Moro determinou que o ex-presidente e os demais acusados sejam citados com urgência. Os advogados terão dez dias para apresentar as defesas prévias ao juiz.

Depois disso, Moro pode decidir pela absolvição dos acusados ou dar continuidade ao processo. Se optar pelo prosseguimento, será agendada uma audiência de instrução e julgamento na qual serão ouvidas as testemunhas de defesa e de acusação, além dos réus. O juiz federal decidiria, então, se condena ou não Lula. Haverá possibilidade de recurso qualquer que seja a decisão.

Lula é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia do Ministério Público sustenta que ele recebeu R$ 3,8 milhões da empreiteira OAS entre 2006 e 2012. As acusações referem-se às benfeitorias feitas em um apartamento tríplex no Guarujá, no litoral de São Paulo, e ao armazenamento de bens do acervo presidencial, mantidos pela Granero de 2011 a 2016.

A pena mínima para lavagem de dinheiro é de três anos de reclusão. A pena mínima para corrupção passiva é de dois anos de prisão.

Também viraram réus nesta terça-feira a mulher de Lula, Marisa Letícia, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, além do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Fábio Hori Yonamine, Paulo Roberto Valente Gordilho e Roberto Moreira Ferreira.

Coluna do Domingão

Só tem graça se for Duque x Márcia De Serra Talhada saiu o assunto mais comentado da semana na imprensa estadual, ao lado da confirmada aliança dos Coelhos com o prefeito João Campos. Na Capital do Xaxado,  o anúncio de Luciano Duque de que está oficialmente rompido com aquela que apoiou em 2020, e de quem recebeu […]

Só tem graça se for Duque x Márcia

De Serra Talhada saiu o assunto mais comentado da semana na imprensa estadual, ao lado da confirmada aliança dos Coelhos com o prefeito João Campos.

Na Capital do Xaxado,  o anúncio de Luciano Duque de que está oficialmente rompido com aquela que apoiou em 2020, e de quem recebeu apoio em 2022, a prefeita Márcia Conrado,  confirmou a narrativa de um racha anunciado.

Claro, como tudo em se tratando de política,  ainda havia um corredor muito estreito de possibilidade de diálogo.  Mas a estratégia da prefeita e seu staff de ir isolando Duque a conta-gotas,  somadas às críticas sistemáticas de Luciano à gestão,  muitas vazadas por ele próprio em grupos de WhattsApp,  com a cereja do bolo, a conversa exposta com a médica Klenia Mourato em que ele detona a prefeita e a gestão,  tornaram o seu anúncio e carta aberta inevitáveis.

Todo esse ambiente foi ficando cada vez mais tóxico depois da eleição de 2022, em que Márcia diz ter “pago a dívida” a Duque o apoiando para Estadual,  a ponto de se achar responsável por sua condição de majoritário.  Luciano decidiu pelo apoio a Marília Arraes e tentou incluir Márcia na composição de apoio. Mas a gestora já estava decidida por Danilo, depois do ato simbólico de anúncio ao lado de Paulo Câmara.

Nascia ali também a estratégia de iniciar uma espécie de voo solo da prefeita, com cada vez menos sombra e interferência de Luciano.

Primeiro,  se colocou em um palanque adversário com Danilo no primeiro turno e Raquel no segundo.  Depois, nomes identificados com Luciano como Cristiano Menezes, Marta Cristina e Anildomá Willians foram sendo sacados do governo.

Duque por sua vez atuava aos microfones desconversando,  chegou a dizer que “governo e caneta estavam com ela”, mas internamente criticava, reclamava, esbravejava. E vazava seus questionamentos,  dada sua inabilidade com ferramentas digitais, constatação comum até entre aliados.

O passo seguinte foi a movimentação da prefeita para atrair ex-adversários. Carlos Evandro,  Socorro Brito, João Antônio,  Marquinhos Dantas,  Leirson Magalhães, Pinheiro do São Miguel, Jaime Inácio, DJ Rincon, dentre outros nomes,  migraram para o grupo da prefeita.  Luciano reclamou,  dizendo que ela estava firmando apoio parcial, tipo “estou com você mas não estou com Duque”. Ela retrucou dizendo que o próprio Luciano delegou a liderança da condução como prefeita.

O ambiente foi ficando deteriorado. Nomes do staff da prefeita seguiam plantando ataques em blogs poste e pague sem nenhuma reprimenda.  Duque seguia reclamando, cobrando diálogo,  mas negando-se a aceitar intermediários, dando álibi para o “quem não quer conversa é ele”.

Por fim, Márcia deixou de tratá-lo como aliado, no “adversário a gente não escolhe, a gente enfrenta” e Duque a acusando de traição,  de quem “recebeu uma grande herança e não cuidou”.

Restam duas perguntas pro futuro: primeiro,  o que Márcia Conrado vai dizer em contraponto a todos os questionamentos de Luciano.  Apesar do conhecido modus operandi,  de evitar parar tudo para se posicionar em resposta,  dessa vez as informações dão conta de que ela pode convocar uma coletiva para se defender a apresentar elementos novos. A conferir. Quem assina esse texto, não acredita. Não é do perfil da prefeita parar tudo para se posicionar assim.

A outra dúvida,  se Luciano Duque terá ou não disposição em ser ele o candidato para enfrentar a gestora.  Isso porque há dois cenários.  Sem Duque encabeçando a chapa, mesmo com sua liderança,  a eleição vira protocolar,  para marcar posição,  com amplo favoritismo da prefeita.

Já se ele se decide candidato,  o ambiente e atmosfera mudam. Há muitas variáveis em jogo, mas a eleição ganha ares de super pleito,  de super embate. O estado vai parar para assistir.

Manjada

Duquistas não tem dúvidas da origem do texto que trata Luciano Duque como o grande traidor, espalhado por blogs do estado.  A manchete original era “Com beijo na testa e prints ameaçando a prefeita, Duque anuncia rompimento com Márcia Conrado”.  O texto político partiu do assessor João Kosta na lista de transmissão institucional que a prefeitura envia aos blogs.

Zero surpresa

Nenhuma novidade.  João,  sem nenhuma reprimenda oficial, fez isso em várias oportunidades,  sempre direcionando textos de ataque a Luciano Duque,  postados seletivamente em blogs da região Metropolitana. Se àquela época,  usava a função institucional para esse expediente,  imagine agora.

Termômetro

Vale um “devagar com o andor” para aliados de Luciano. Ele parte do zero, com apenas dois vereadores e sem um grupo sólido. Do outro lado, Márcia tem, vide o dicionário, um “utensílio que contém um depósito de tinta, usado para escrever, desenhar ou rabiscar”. Chama-se caneta.  Basta tem um parâmetro bom de avaliação,  somado à própria estrutura da máquina,  para firmar favoritismo na dura prova dos nove.

Bastidor

Luciano ficou tão sem prumo com o vazamento da conversa com Klenia Mourato que a primeira reação foi querer judiciáriar o vazamento.  Claro,  depois, percebendo que fora dele o ato falho, recuou. A dúvida era: judicializar contra quem? Contra a médica que vazou,  contra quem compartilhou, ou quem publicou?

Vaza vaza

Foi a segunda vez que uma conversa vazada de Luciano Duque no blog gerou uma divisão política.  A primeira, em 11 de junho de 2014, quando detalhou um rombo que seria de R$ 7 milhões pelo ex-prefeito Carlos Evandro.  “Ele teve dinheiro pra ajeitar o município e não ajeitou. Eu não sei o que ele fez  com esse dinheiro”. E naquele tempo, o zap zap engatinhava…

Debate

O prefeito de Solidão,  Djalma Alves, será o convidado do Debate das Dez do programa Manhã Total nesta segunda (25). Será a primeira vez depois do grave acidente que quase tirou sua vida em 6 de agosto passado.  Djalma já esteve cumprindo agenda em Recife esta semana.

Cutucou

O Deputado Estadual José Patriota cutucou o Gerente de Articulação Regional da Casa Civil,  Mário Viana Filho,  que disse estar empenhado em levar apoio da gestão Raquel Lyra às feiras de negócios que vão acontecer em Tabira (FENET) e Afogados (6ª Feira do Empreendedorismo). “Mário, em São José do Egito,  não saiu nada para a FENAP”. Coube a Sandrinho assoprar depois.

Na mala do Deputado

O presidente da Câmara de Arcoverde,  Siqueirinha,  foi apelidado de “enxerido sem noção” no Ouvir para Mudar.  Isso porque foi de penetra com Uchôa Júnior,  esse sim convidado por Raquel Lyra para a seguir a Arcoverde em sua van,  saindo de Pesqueira. Quem conhece Siqueirinha diz que fez só pra azoar LW, anfitrião oficial.

Arroxo

O prefeito Sandrinho Palmeira, sobre a não reposição urgente de FPM e ICMS pelo governo Lula: “Tenho quase certeza que a gente não vai conseguir pagar a folha do dia 30 em dia. Devemos fazer o escalonamento desse pagamento. Se a gente tiver R$ 500 mil, pagamos primeiro quem recebe salário mínimo, sucessivamente, até chegar nos secretários, no vice e no prefeito”. Fornecedores já entraram nesse rodízio.

“Amigo é coisa pra se guardar…”

O prefeito de Ouro Velho,  Augusto Valadares,  garante não ter nada a ver com os outdoors que o homenageiam por ser de novo o prefeito melhor avaliado da Paraíba,  em peças fincadas em São José do Egito, onde seu nome, assim como o de Eclérinston Ramos, é cogitado.  Recorreu ao argumento de que foi uma “homenagem dos amigos”.

Água, água, água 

Se você tem ficado impressionado com as várias queixas de falta de água nas rádios da região,  a tendência é piorar. Maior consumo pelo calor,  quedas constantes de energia no sistema da Adutora do Pajeú,  mais cidades e sistemas de abastecimento ligados na mesma rede e El Niño prometendo durar grande parte de 2024, aumentando a estiagem, desenham o quadro de apreensão.

Loooonge com você 

A campanha que marca os 64 anos da Rádio Pajeú e a inauguração do novo parque de transmissão da emissora já está pronta e vai estampar outdoors,  redes sociais,  blogs e outros espaços na região.  Tem DNA sertanejo,  assinada pela agência MV4, invoca o novo alcance regional da emissora.

Frase da semana:

“Tentaram cancelar meu CPF”.

De Luciano Duque,  em trecho da carta em que anunciou rompimento com Márcia Conrado.  “Tudo que fizemos ou deixamos em andamento, começou a ser realizado como se não fosse ação do nosso governo”, explicou, no bojo do desabafo.