Novo modelo de cobrança poderá esvaziar a Feira do Gado de Tabira
Por André Luis
O governo da prefeita Nicinha Melo já tem mais uma polêmica para chamar de sua e dessa vez quem reclamou foi o próprio vice-prefeito Marcos Crente.
Falando ao Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, nesta terça-feira (30), Marcos disse que, apesar de ter falado pessoalmente com a prefeita Nicinha, mais uma vez acabou sendo ignorado.
Trata-se da cobrança de uma taxa na Feira do Gado que a gestão resolveu cobrar logo na entrada do curral. Segundo Marcos, é um erro dela mandar cobrar a tarifa no início da feira.
“Não concordo com esse modelo de cobrança. Tem que ser na saída e não na chegada”, disse Marcos Crente que conhece muito bem a realidade da Feira do Gado por ser também um comerciante do ramo.
Perguntado se em algum lugar se pratica a cobrança na chegada, Marcos deu o exemplo da feira de gado de Caruaru. “Em Caruaru também inventaram de fazer isso e não deu certo. Houve um esvaziamento e a maioria dos vendedores foram para Capoeiras”.
O vice-prefeito tabirense alertou que vai haver um esvaziamento da feira de Tabira. “Vai ter consequência! Esse é um governo que não escuta”, lamentou. As informações são de Júnior Alves.
Ação pede indenização por danos morais coletivos a ser aplicada em iniciativas contra o trabalho escravo e a xenofobia O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça, nesta quinta-feira (2), que obrigue o vereador de Caxias do Sul (RS) Sandro Fantinel a pagar danos morais coletivos pelas ofensas que ele fez a trabalhadores encontrados em […]
Ação pede indenização por danos morais coletivos a ser aplicada em iniciativas contra o trabalho escravo e a xenofobia
O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça, nesta quinta-feira (2), que obrigue o vereador de Caxias do Sul (RS) Sandro Fantinel a pagar danos morais coletivos pelas ofensas que ele fez a trabalhadores encontrados em condições semelhantes à escravidão.
Na terça-feira, ao discursar sobre o resgate dos trabalhadores – na sua maioria baianos – ocorrido no último dia 22 em vinícolas da vizinha Bento Gonçalves, Fantinel disse que empresas e produtores rurais deveriam “contratar funcionários limpos” e não “aquela gente lá de cima”.
A ação do MPF é para que o vereador seja condenado a pagar indenização de, no mínimo, R$ 250 mil e que esse valor seja destinado a projetos e campanhas contra o trabalho escravo e a xenofobia ou a iniciativas em Caxias do Sul que promovam a cultura baiana.
Agressões em série – O discurso de Fantinel foi classificado pelo MPF como odioso, preconceituoso e de caráter xenofóbico e discriminatório em relação à origem geográfica, em especial a população que nasceu ou vive no estado da Bahia.
O procurador da República Fabiano de Moraes destaca, na ação civil pública, que o vereador colocou as vítimas como culpadas da situação em que se encontravam.
Além de agredir os escravizados, o réu menosprezou e discriminou o povo e a cultura da Bahia ao dar a entender que os baianos não são trabalhadores nem corretos nem limpos nem organizados, frisa o MPF, relatando outros trechos xenofóbicos do discurso.
Ataques também à União – Para o MPF, o vereador também atacou os órgãos de fiscalização da União ao insinuar que as condições em que os trabalhadores foram encontrados são “normais” na Serra Gaúcha e que eles queriam trabalhar 15 dias e ganhar por 60.
O MPF aponta que essa insinuação induz ao entendimento de que o trabalho de fiscalização foi ilegal e ignora o fato de que todas as informações trazidas a público relatam que as pessoas eram mantidas no local contra a vontade, submetidas a jornadas exaustivas, com alimentação inadequada para consumo e que inclusive há relatos de tortura com armas de choque e spray de pimenta.
Governadora voltou ao tema nesta quinta-feira (3) e publicou vídeo para esclarecer seu posicionamento após ter comentado a proposta no dia anterior. A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a falar, nesta quinta-feira (3), sobre o fim da escala 6×1. Depois de comentar o tema nessa quarta-feira (2), durante uma […]
Governadora voltou ao tema nesta quinta-feira (3) e publicou vídeo para esclarecer seu posicionamento após ter comentado a proposta no dia anterior.
A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a falar, nesta quinta-feira (3), sobre o fim da escala 6×1. Depois de comentar o tema nessa quarta-feira (2), durante uma sabatina, Raquel publicou um vídeo nas redes sociais para esclarecer seu posicionamento e afirmar que é favorável à redução da jornada de trabalho.
“Desde o primeiro momento que esse tema começou a ser debatido no Brasil, eu coloquei minha posição favorável à redução da jornada de trabalho no nosso país”, declarou.
Segundo a governadora, a mudança pode ampliar o tempo de convivência dos trabalhadores com suas famílias.
“Para que cada pai, cada mãe de família tenha o direito de passar mais tempo em casa, mais tempo com a sua família”, afirmou.
Na manifestação do dia anterior, Raquel havia ressaltado que a votação cabe ao Congresso Nacional e mencionado possíveis desafios econômicos relacionados à mudança da jornada.
Nesta quinta, ao retomar o assunto, a candidata também criticou adversários políticos e afirmou que estariam tentando distorcer suas declarações.
“Agora, em tempo de eleição, os adversários buscam o tempo inteiro desconstruir, desconstituir, colocar mentiras na minha boca”, disse.
Ao final do vídeo, Raquel resumiu seu posicionamento: “Olho no olho, papo reto, pelo fim da escala 6×1. Por mais tempo em casa e com a família”.
Confira abaixo, em nosso Instagram, a declaração completa de Raquel Lyra.
O deputado Rogério Leão apresentou requerimento de Voto de Pesar pelo falecimento dos cinco membros da família Magalhães, ocorrido na sexta-feira (7), que foram feitos reféns e mortos em uma tentativa de assalto a banco na cidade de Milagre, no Ceará. O Voto foi publicado no Diário Oficial do Poder Legislativo de Pernambuco desta terça-feira […]
O deputado Rogério Leão apresentou requerimento de Voto de Pesar pelo falecimento dos cinco membros da família Magalhães, ocorrido na sexta-feira (7), que foram feitos reféns e mortos em uma tentativa de assalto a banco na cidade de Milagre, no Ceará. O Voto foi publicado no Diário Oficial do Poder Legislativo de Pernambuco desta terça-feira (11).
Em sua justificativa o parlamentou lamentou o fato. “Consternados com a triste notícia de tamanha violência, que interrompeu a vida de inocentes conterrâneos do meu querido Sertão, das cidades de Serra Talhada e de São José do Belmonte, localidades que represento com muito carinho nesta ilustre Casa, nosso pedido se justifica por si só e reconhece o valor da vida do ser humano”, disse.
O empresário João Batista Magalhães, de 46 anos, o filho Vinícius Magalhães, de 14, a cunhada de João, Claudineide Campos, de 41, acompanhada do marido, Cícero Tenório, de 60, e do filho, Gustavo Tenório, de 13, que foram feitos reféns e mortos durante intensa troca de tiros entre policiais e assaltantes, voltavam da cidade de Juazeiro do Norte (CE) para os festejos de fim de ano em Serra Talhada.
A casa dos pais da Secretária de Assistência Social de Tuparetama, Rosicleide Oliveira, foi assaltada esta madrugada. “Levaram várias coisas de valor, entre elas uma S10 placa NQE 4379”, denunciou. Informações do paradeiro do veículo podem ser passadas no fone (87) 9-9917-7119. “Deram indicação de roteiro para a Paraíba”, disse a Secretária. A ação criminosa […]
A casa dos pais da Secretária de Assistência Social de Tuparetama, Rosicleide Oliveira, foi assaltada esta madrugada. “Levaram várias coisas de valor, entre elas uma S10 placa NQE 4379”, denunciou. Informações do paradeiro do veículo podem ser passadas no fone (87) 9-9917-7119.
“Deram indicação de roteiro para a Paraíba”, disse a Secretária. A ação criminosa aconteceu no início da manhã desta segunda.
Ações dessa natureza preocupam no Alto Pajeú pela proximidade da linha de fronteira com cidades do estado da Paraíba. A Polícias Militar e Civil já foram comunicadas e investigam o caso.
Prezado Nill Júnior, Usando o constitucional direito se resposta, em nome do povo de Serra Talhada que me elegeu parlamentar para fiscalizar os atos da gestão municipal e garantir que haja zelo com os recursos públicos, venho repudiar a nota soberba divulgada na tarde desta quinta-feira (27) pelo governo Márcia Conrado acerca do projeto Praças […]
Usando o constitucional direito se resposta, em nome do povo de Serra Talhada que me elegeu parlamentar para fiscalizar os atos da gestão municipal e garantir que haja zelo com os recursos públicos, venho repudiar a nota soberba divulgada na tarde desta quinta-feira (27) pelo governo Márcia Conrado acerca do projeto Praças da Ciência, na qual a prefeita usou mecanismos institucionais e pagos pela prefeitura para me atacar e tentar me desmerecer, taxando-me de ignorante na imprensa.
É lamentável que a prefeita use a máquina pública para bancar em determinados blogues ataques a parlamentares eleitos democraticamente pelo povo de Serra Talhada. Esse tipo de atitude demonstra soberba e falta de capacidade para lidar com o contraditório, princípio basilar da democracia.
Diante deste contexto, é preciso esclarecer que a nota da prefeita é uma tentativa de desviar a atenção para mais um gasto exorbitante da gestão da mesma, gasto que foi denunciado por mim na sessão da última terça-feira (25).
O governo Márcia Conrado empenhou no dia 05/12/2022 o valor de R$ 2.620.000,00 (dois milhões e seiscentos e vinte mil) para implantação de um projeto chamado Praças da Ciência, sendo a empresa responsável oriunda de São Lourenço da Mata.
Apesar da prefeita ter me chamado de ignorante por afirmar que o projeto é referente a uma praça física, a própria nota divulgada por ela confirma isso. A prefeita pretende usar R$ 2,6 milhões na instalação de dois parquinhos para crianças no Colégio Municipal Cônego Torres e na Escola Municipal Vereador Neto Pereirinha.
Não há questionamentos acerca da importância dos parquinhos infantis nas escolas, essa é uma ação louvável, o problema é o valor que será pago pelo serviço, considerando que o município sequer concedeu o reajuste legal dos professores e demais profissionais da educação em 2023.
A pergunta que não quer calar é por que Serra Talhada vai pagar R$ 2,6 milhões a uma empresa para instalação de “apenas dois parquinhos”, enquanto o Governo do Estado da Bahia só precisou de R$1.083.663,08 (um milhão, oitenta e três mil, seiscentos e sessenta e três reais e oito centavos) para instalar oito Praças da Ciência com parquinhos em unidades escolares? Na cidade de Ceilândia, Distrito Federal, por exemplo, o governo gastou apenas R$ 254 mil para instalar uma Praça da Ciência.
Por que em Serra Talhada tudo custa mais caro que no restante do país? Considerando a média de valores investidos por cada Praça da Cidade instalada pelo governo da Bahia, por exemplo, daria para instalar no mínimo dez Praças da Cidade com parquinhos em 10 escolas de Serra Talhada.
E para finalizar, fica a pergunta: Por que a gestão de Márcia Conrado nunca tinha divulgado informações sobre esse projeto e os valores que seriam pagos pelos dois parquinhos? A gestora tem a obrigação de informar a população todos os atos públicos inerentes à administração municipal, como preconiza a Constituição Federal.
Encaminho os valores investidos em Praças da Ciência na Bahia e Ceilândia-DF:
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