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“Sou favorável à redução da jornada de trabalho”, afirma Raquel Lyra sobre escala 6×1

Por Michael Andrade

Governadora voltou ao tema nesta quinta-feira (3) e publicou vídeo para esclarecer seu posicionamento após ter comentado a proposta no dia anterior.

A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a falar, nesta quinta-feira (3), sobre o fim da escala 6×1. Depois de comentar o tema nessa quarta-feira (2), durante uma sabatina, Raquel publicou um vídeo nas redes sociais para esclarecer seu posicionamento e afirmar que é favorável à redução da jornada de trabalho.

“Desde o primeiro momento que esse tema começou a ser debatido no Brasil, eu coloquei minha posição favorável à redução da jornada de trabalho no nosso país”, declarou.

Segundo a governadora, a mudança pode ampliar o tempo de convivência dos trabalhadores com suas famílias.

“Para que cada pai, cada mãe de família tenha o direito de passar mais tempo em casa, mais tempo com a sua família”, afirmou.

Na manifestação do dia anterior, Raquel havia ressaltado que a votação cabe ao Congresso Nacional e mencionado possíveis desafios econômicos relacionados à mudança da jornada.

Nesta quinta, ao retomar o assunto, a candidata também criticou adversários políticos e afirmou que estariam tentando distorcer suas declarações.

“Agora, em tempo de eleição, os adversários buscam o tempo inteiro desconstruir, desconstituir, colocar mentiras na minha boca”, disse.

Ao final do vídeo, Raquel resumiu seu posicionamento: “Olho no olho, papo reto, pelo fim da escala 6×1. Por mais tempo em casa e com a família”.

Confira abaixo, em nosso Instagram, a declaração completa de Raquel Lyra.

 

Frame/Vídeo: Reprodução/Instagram

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Outras Notícias

Candidatos ao Governo anunciam e comemoram apoios

O governador e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB) recebeu o apoio da prefeita de Itambé, Graça Carrazone, do PDT. Ela reuniu seu grupo político no Engenho Monge, na Zona Rural da cidade, para confirmar o voto no socialista no próximo dia 07 de outubro. Ao lado da gestora, estavam o ex-prefeito Fred Carrazone, que já administrou […]

O governador e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB) recebeu o apoio da prefeita de Itambé, Graça Carrazone, do PDT. Ela reuniu seu grupo político no Engenho Monge, na Zona Rural da cidade, para confirmar o voto no socialista no próximo dia 07 de outubro.

Ao lado da gestora, estavam o ex-prefeito Fred Carrazone, que já administrou a cidade por seis vezes, e mais oito vereadores do município. O encontro também contou com a presença do candidato ao Senado, Jarbas Vasconcelos (MDB).

“Paulo foi muito bom como governador. Fez investimentos para melhorar nossa Educação e, mesmo diante das dificuldades, com arrocho financeiro e com o presidente (Michel Temer) fechando as portas, fez uma boa gestão. Até a véspera da eleição estaremos trabalhando e fazendo porta a porta para garantir uma boa votação ao nosso governador, para que no próximo mandato, ele possa fazer ainda mais pela nossa cidade”, declarou Graça Carrazone.

O governador Paulo agradeceu o voto de confiança da prefeita e disse que irá trabalhar cada vez mais para garantir melhorias para o desenvolvimento de Itambé e da Região.

Já o candidato Armando Monteiro (PTB), recebeu o apoio oficial do candidato a deputado federal pelo Partido Republicano Progressista (PRP) Albérisson Carlos, que é presidente da Associação de Cabos e Soldados e de Pernambuco (ACS).

“Mesmo sendo de um partido que integra a coligação do atual governador Paulo Câmara, Albérisson reafirmou o voto em Armando para dar um basta na insegurança que Pernambuco enfrenta e por acreditar que como governador o petebista dará mais atenção aos policiais e bombeiros militares”, diz a Coligação em nota.

“É fundamental essa valorização e o diálogo com a categoria. Nós vamos corrigir injustiças. O que aconteceu no passado, nós vamos virar a página e nós vamos inaugurar um novo tempo. Um primeiro compromisso é reexaminar as diferenças, o plano de cargo e carreiras, que é um elemento fundamental. Em suma, remuneração e as condições que são oferecidas aos policiais”, destacou Armando.

Dia de Corpus Christi: Vigário Geral critica abertura do comércio em cidades como Serra e Afogados

“Não melhora a situação econômica e priva o povo de viver sua fé em uma data muito importante” O Vigário Geral da Diocese de Afogados da Ingazeira e Pároco de Serra Talhada, Padre Josenildo Nunes de Oliveira, diz que o feriado de Corpus Cristhi não é pra se comemorar como uma data histórica, ou como um […]

“Não melhora a situação econômica e priva o povo de viver sua fé em uma data muito importante”

O Vigário Geral da Diocese de Afogados da Ingazeira e Pároco de Serra Talhada, Padre Josenildo Nunes de Oliveira, diz que o feriado de Corpus Cristhi não é pra se comemorar como uma data histórica, ou como um personagem da história do Brasil.

Ele diz que há uma tradição cristã de ser um dia de guarda, de religiosidade plena em todo o Brasil e que a atividade comercial em cidades como Serra Talhada e Afogados da Ingazeira deveriam respeitar isso, mantendo as portas fechadas o dia todo. Também que, com o fechamento dos bancos, não há impacto econômico que justifique abrir metade do dia.

“É  a memória de Jesus Cristo, nosso Salvador, presente em nosso meio pela Eucaristia. Hoje o comércio tem um grande apelo para não se conceder esses feriados, mas não se justifica essa opção de meio feriado. Não melhora nem piora a situação econômica das nossas cidades”.

O sacerdote vai além: “Há uma tentativa talvez não intencional mas como consequência de aos poucos ir negando a religiosidade do nosso povo. Um feriado como esse seria oportunidade para as pessoas não tendo o dia de trabalho viverem sua espiritualidade, sua fé”, lamentou.

O Eduardo Campos que eu conheci

O Eduardo Campos que eu conheci A semana está sendo marcada por homenagens a Eduardo Campos. Ontem, se vivo, completaria 59 anos. E terça, dia 13, serão dez anos do trágico acidente que tirou sua vida em Santos, em plena disputa à presidência da República, quando o jato Lergacy que o levava se chocou contra […]

O Eduardo Campos que eu conheci

A semana está sendo marcada por homenagens a Eduardo Campos. Ontem, se vivo, completaria 59 anos.

E terça, dia 13, serão dez anos do trágico acidente que tirou sua vida em Santos, em plena disputa à presidência da República, quando o jato Lergacy que o levava se chocou contra um imóvel, vitimando ele, o fotógrafo Alexandre Severo Gomes e Silva, o jornalista Carlos Augusto Ramos Leal Filho, o Percol, os pilotos Geraldo Magela Barbosa da Cunha e Marcos Martins, mais o cinegrafista Marcelo de Oliveira Lyra e o assessor Pedro Almeida Valadares Neto, o Pedrinho.

Muitos serão os relatos a partir das memórias, do legado e das projeções sobre o que teria ocorrido com o ex-governador de Pernambuco se aquela campanha presidencial tivesse seguido seu curso, com Campos estando a dois meses do pleito com cerca de 10% das intenções de voto.

Particularmente, tenho também minhas memórias com Eduardo, fruto da atuação precoce no jornalismo, que me deu a condição de entrevistar seu avô, Miguel Arraes, e posteriormente ter alguns encontros com ele, principalmente depois de sua segunda eleição como Deputado Federal, em 1998, quando teve 173.657 votos, a maior votação no estado àquela época. Eduardo tinha uma característica rara na política: era completo. Fosse no discurso, na atividade parlamentar, como Ministro, Secretário, governador, entregava-se como poucos. Tal intensidade também fez dele um excelente orador e um dos mais inteligentes entrevistados que alguém poderia ter ao lado. Daí porque entrevistar Eduardo exigia preparo e jogo de cintura, principalmente quando a ideia era confrontá-lo.

Como Eduardo sabia da força do rádio, era comum para ele solicitar a seus assessores que articulassem entrevistas nos veículos de maior penetração. Também buscava acompanhar detalhadamente qual era a percepção da população em cada lugar que chegava, principalmente a partir das demandas que chegavam ao veículo, na época em que nem se falava em redes sociais. Em toda a sua trajetória, por conta dessa característica, o principal interlocutor era Evaldo Costa, seu Secretário de Comunicação no tempo em que esteve governador, depois de também desempenhar a função com Miguel Arraes.

Tenho uma história que costumo contar para definir a personalidade de Eduardo, principalmente quando contrariado. Quando lançou o programa Governo nos Municípios,  de escuta popular, buscou anunciar a novidade primeiro no rádio. Recebi de Evaldo a cantada para entrevistá-lo logo cedo na Rádio Pajeú. Claro, aceitei de pronto. Ocorre que na data, havia alguns calos estaduais que não podiam fugir da pauta. Eram pelo menos três. Feitas as perguntas iniciais sobre o ineditismo do programa, comecei a levar as demandas críticas da população. Não teria sentido se não o fizesse, dado meu papel de ponte para as demandas da sociedade.

A cada pergunta, percebia o tom de voz de Eduardo mudando. Lembro que a última pergunta foi sobre a ausência de um Delegado em Carnaíba, em semana de um crime de repercussão. As portas estavam fechadas e o Delegado, fora do ofício. Outra memória daquela história é de que a exposição deve ter custado tamanho aborrecimento ao Delegado que ele me ligou dizendo que instauraria um procedimento contra mim por calúnia. Até hoje espero. Voltando a Eduardo, ele respondeu à questão notoriamente contrariado. Agradeci sua participação e ouvi um sonoro e forte “obrigado”, com o som do telefone desligando em seguida.

Depois fui saber com Evaldo, a irritação de Eduardo não era pelo fato de que eu o questionei sobre os temas, mas sim, por não ter ciência daqueles problemas por sua equipe, sendo surpreendido por um jornalista ao vivo. Alguns dias depois, encontrei Evaldo Costa na sede da Secretaria, onde também funcionou a vice-governadoria, no famoso Edifício Frei Caneca, na Cruz Cabugá. Disse a Evaldo que percebi o tom de Eduardo na entrevista, mas que era impossível não abordar aquelas questões espinhosas. “Evaldo, desculpe aí, mas não dava pra não tratar desses assuntos. Percebi Eduardo contrariado no final”. Com a franqueza de quem levara por conta disso um baita esporro do chefe por não municiá-lo de informações que antevessem as cobranças, Costa respondeu: “se preocupe não amigo, só tenha certeza que doeu mais em mim do que em você…”

Esse era o Eduardo gestor, intransigente com o erro que lhe custasse exposição pública, mas ao mesmo tempo, insatisfeito quando a máquina pública não respondia ao desejo da sociedade. Na mesma conversa, aliás, soube do próprio Evaldo que Eduardo tinha um respeito e percepção do meu papel na região. Porque em muitos momentos, era ele que sugeria a Evaldo a quem queria falar pela repercussão que aquele diálogo geraria na opinião pública. “Marque com Nill” – disse ter ouvido Evaldo, em transcrição literal da época. Ter Eduardo no estúdio da Rádio Pajeú, como na primeira foto desse post, de 10 de março de 2009, era garantia de um debate de alto nível, de audiência imcomparável, mas principalmente de apontamento das questões que eram demandadas na região, além do personagem que sempre esteve no centro do debate da política nacional.

De história que mostra o que prevaleceu na nossa relação, os últimos dois encontros, no Carnaval do Recife de 2014. Na abertura do carnaval, Eduardo estava cercado de um batalhão de jornalistas. Quando me viu, único sertanejo cobrindo para um veículo sertanejo, gritou: “Nill, até você aqui rapaz?!” Quando se aproximou para gravar uma mensagem, foi puxado por Elba Ramalho, fez uma curva e foi falar com ela. Rapidamente se virou, voltou pra mim e disse: “Desculpe amigo, vamos falar para a Pajeú…” Sempre percebia como os outros jornalistas da capital olhavam, como se perguntassem: “quem é esse pra quem Eduardo dá tanta atenção?”. 

Neste dia curiosamente perdi a sonora por descuido no meu aparelho celular. Parece coisa de jornalista adolescente, mas aconteceu.  Achei Eduardo na abertura do Galo da Madrugada, dia 1 de março daquele ano. É daquela data a foto de Eduardo cercado de aliados, tirada do meu celular.

“Governador, cometi um crime jornalístico. Perdí aquela sonora”, disse. “Não acredito! E o que foi que eu disse?” – perguntou. Eu disse que ele tinha me dado um furo, anunciando que iria entregar obras em Afogados e quais obras seriam. “Então vamo lá de novo…” – brincou com a costumeira atenção, para em seguida dizer pacientemente tudo de novo enquanto políticos e uma tiua de jornalistas de todo o Brasil o esperavam.

Esse foi o Eduardo que ficou em mim e guardo na memória. No dia seguinte à sua morte, Saulo Gomes o homenageou na Rádio Pajeú e trouxe um trecho de uma bela mensagem que diz que os bons são aqueles que, quando conhecemos, nos fazem pessoas melhores, que deixam algo em nós. Eduardo com seu exemplo de atenção, família, respeito e amor ao Pajeú me fez melhor também.

Prefeitura de Afogados capacita gestores em elaboração de projetos e prestação de contas 

A Prefeitura de Afogados concluiu, nesta sexta-feira (21), uma das etapas de capacitação para gestores municipais nas áreas de elaboração e execução de projetos e prestação de contas.  A capacitação em fundamentos de prestação de contas foi oferecida pelo Escritório de Projetos, sob a coordenação da secretaria de planejamento e gestão. Participaram gestores das secretarias […]

A Prefeitura de Afogados concluiu, nesta sexta-feira (21), uma das etapas de capacitação para gestores municipais nas áreas de elaboração e execução de projetos e prestação de contas. 

A capacitação em fundamentos de prestação de contas foi oferecida pelo Escritório de Projetos, sob a coordenação da secretaria de planejamento e gestão. Participaram gestores das secretarias municipais de controle interno, mulher, administração, agricultura, cultura e esportes, infraestrutura, assistência social, educação, finanças e planejamento e gestão.

A acolhida inicial foi realizada pelas secretárias municipais Thaynnara Queiroz (Planejamento e gestão) e Erivânia Barros (Mulher). 

O curso vem sendo realizado desde o mês passado, num processo de formação contínua, com o objetivo de garantir maior eficiência à elaboração, execução e prestação de contas dos projetos municipais.

“Esse processo de capacitação é contínuo, para que possamos aperfeiçoar o processo de captação de recursos e de execução dos projetos. O Projeto Mulheres Conectadas, que promove inclusão digital na comunidade do São João, já é um desdobramento da atuação do escritório de projetos, que apesar de recente tem se mostrado ativo e com muito potencial voltado à inovação e melhoria de processos”, destacou Thaynnara.

WhatsApp precisa de mais controle, dizem especialistas da polícia e MP

Uol As frequentes brigas entre aplicativos como WhatsApp e a Justiça brasileira se resolveriam a partir da regulamentação desses serviços. Foi o que defenderam Augusto Rossini, procurador do Ministério Público de São Paulo, e José Mariano Araujo Filho, especialista em Investigação de Cibercrimes e Inteligência da Polícia Civil, durante o Security Leaders –evento de Segurança […]

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As frequentes brigas entre aplicativos como WhatsApp e a Justiça brasileira se resolveriam a partir da regulamentação desses serviços. Foi o que defenderam Augusto Rossini, procurador do Ministério Público de São Paulo, e José Mariano Araujo Filho, especialista em Investigação de Cibercrimes e Inteligência da Polícia Civil, durante o Security Leaders –evento de Segurança da Informação e Risco–, realizado em São Paulo.

“É preciso que se crie uma normativa clara, com a criação de uma agência que pudesse fiscalizar e regulamentar todos os aplicativos que queiram atuar no Brasil”, aponta Rossini, que diz que o Marco Civil da Internet é insuficiente. “Só assim o Brasil poderá exercer a sua soberania.” Segundo ele, o país poderia se inspirar na Espanha, que já adota modelo semelhante.

A ideia, como ele explica, não seria transformar o Brasil em uma China, que controla tudo que é acessado ou não por sua população. “Ainda assim temos que estabelecer diretrizes claras que obriguem os aplicativos a colaborar em casos especiais e mediante ordens judiciais. Quer operar no país? Então são obrigados a andar conforme as nossas regras, mas como elas não existem acabam fazendo o que bem entendem”, enfatiza Rossini.

Como acrescenta Araujo Filho, aplicativos como o WhatsApp têm sido usados pelas autoridades brasileiras basicamente para a produção de provas. “Uma situação que nos remete ao passado, quando se discutia a legalidade ou não dos grampos telefônicos”, compara ele, que ressalta a existência de uma distorção de valores quando se define o WhatsApp como um serviço essencial.

“Se por algum motivo comercial, o WhatsApp deixar de operar no Brasil, no segundo seguinte os consumidores terão a sua mão outras opções”, justifica o policial civil, que também defende a regulamentação dessas empresas como salvaguarda para a própria população brasileira.

Rossini, no entanto, reconhece as dificuldades para a aprovação de uma possível regulamentação dos aplicativos. “Falta conhecimento, estrutura e dinheiro do governo para que a medida seja colocada em prática”. Mas, como medida alternativa, o procurador sugere um ajustamento de conduta para que os aplicativos possam assumir as suas responsabilidades.

Tanto Rossini como Araujo Filho defenderam os pedidos de bloqueio do WhatsApp no país e alegaram que as sanções, previstas em lei, forçam a empresa a ser mais colaborativa com a Justiça brasileira. “Não se trata apenas de casinhos em São Bernardo e em Lagarto. Mas, sim, de impedir que criminosos atuem livremente em apps como o WhatsApp”, relata o policial civil, ao se referir às investigações policiais que resultaram no bloqueio do aplicativo no Brasil.