Novo Gerente de Articulação Regional inicia visitas no Pajeú
Por Nill Júnior
O novo Gerente de Articulação Regional no Pajeú, Edson Henrique, iniciou as visitas aos prefeitos da região, dentro do início de sua atuação na função.
Em suas redes sociais, divulgou visitas aos prefeitos de Tabira, Flávio Marques, Brejinho, Gilson Bento e de São José do Egito, Fredson Brito, com o vice-prefeito Zé Marcos .
Nos diálogos, a escuta dos gestores da região para as demandas do governo Raquel Lyra. Edson substituiu Mário Viana Filho, que passou a ocupar a área de comunicação da gestão.
Advogado, Edson foi candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Danilo Simões nas eleições de 2024 em Afogados da Ingazeira.
Treinamento abordou aplicação, logística, armazenamento e manuseio da vacina. Na última quinta- feira (20), a X Geres (X Gerência Regional de Saúde) realizou um treinamento para orientações da aplicação da vacina contra Covid-19 Pfizer/ Biontech, bem como sua logística de transporte, armazenamento e manuseio. O público alvo do treinamento foram os coordenadores da Atenção Básica, […]
Treinamento abordou aplicação, logística, armazenamento e manuseio da vacina.
Na última quinta- feira (20), a X Geres (X Gerência Regional de Saúde) realizou um treinamento para orientações da aplicação da vacina contra Covid-19 Pfizer/ Biontech, bem como sua logística de transporte, armazenamento e manuseio.
O público alvo do treinamento foram os coordenadores da Atenção Básica, coordenadores do Programa Nacional de Imunização – PNI, dos 12 municípios que fazem parte da regional e seus profissionais de saúde.
Foram realizados quatro momentos durante o dia, às 8h, às 10h, às 13h e às 15h, respeitando assim os protocolos para evitar aglomerações.
Na sexta-feira (21), aconteceu o segundo momento do treinamento, tendo como polo o município de São José do Egito, atendendo os demais municípios vizinhos encerando o primeiro ciclo de orientações gerais.
Uma semana após receber demandas da Prefeitura de Salgueiro (PE) relacionadas ao Ministério da Integração Nacional (MI), o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) tratou dos referidos pleitos, nesta tarde (20), diretamente com o ministro da Pasta, Helder Barbalho. Em relação à principal demanda – a solução de dívidas não pagas a empresários locais pela construtora […]
Uma semana após receber demandas da Prefeitura de Salgueiro (PE) relacionadas ao Ministério da Integração Nacional (MI), o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) tratou dos referidos pleitos, nesta tarde (20), diretamente com o ministro da Pasta, Helder Barbalho. Em relação à principal demanda – a solução de dívidas não pagas a empresários locais pela construtora Mendes Júnior, responsável pelas obras do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco localizadas no município – Barbalho determinou que uma equipe técnico-jurídica do MI vá a Salgueiro, ainda nesta semana, para encontrar formas legais de auxiliar os credores da empreiteira, que paralisou a construção do Eixo por alegar “incapacidade técnica e financeira” em executar o contrato.
“O ministro mostrou enorme sensibilidade e disposição do governo em ajudar os fornecedores”, conta Fernando Bezerra que, na audiência, foi acompanhado pelo prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro (PMDB), e representantes do empresariado local, além de funcionários do MI que monitoram o caso. “Nosso esforço será encontrar meios possíveis para que os débitos possam ser quitados e também para a retomada da obra, o que levará segurança hídrica e financeira ao município”, afirmou Helder Barbalho.
O valor do contrato da obra do Eixo Norte que passa por Salgueiro é de aproximadamente R$ 1,4 bilhão. Segundo estimativas preliminares do Ministério da Integração, parte dos recursos para a quitação das dívidas da Mendes Júnior com os fornecedores poderá ser levantada a partir da cobrança do seguro-garantia do empreendimento, no percentual de 5% deste total (cerca de R$ 70 milhões). Outros R$ 40 milhões correspondentes a um saldo do governo federal junto à construtora – pela não-conclusão das obras – também poderão compor os recursos para o pagamento dos credores.
DECISÃO JUDICIAL – Durante a audiência de hoje no gabinete do ministro Helder Barbalho, o senador Fernando Bezerra Coelho também observou que uma recente decisão judicial deu prioridade à quitação dos débitos da Mendes Júnior com o empresariado de Salgueiro. Na visita ao município, a equipe jurídica do MI tentará possíveis soluções céleres junto à Justiça local.
“São mais de 100 famílias de fornecedores de alimentos, materiais e equipamentos passando por extremas dificuldades financeiras”, pontua o líder do PSB e vice-líder do governo no Senado. “Além disso, o município – que já foi polo do Sertão Central de Pernambuco – enfrenta mais de seis anos de forte e prolongada seca, com profundas repercussões na economia local”, acrescenta Bezerra Coelho. Uma nova audiência com o ministro Helder Barbalho, sobre esta questão, deverá ocorrer ainda neste mês de junho.
PLENÁRIO DO SENADO – Após a audiência no MI, Fernando Bezerra Coelho defendeu, no Plenário do Senado, a necessidade de conclusão das obras de Transposição do São Francisco e de ações de revitalização do rio. Ao elogiar o emprenho do ministro Helder Barbalho em dar celeridade à construção – iniciada, conforme observou o senador, pelo então presidente Lula – o líder destacou: “A transposição é a mãe de muitas outras obras estruturantes, que vão garantir o abastecimento humano e o sucesso da agricultura irrigada no Nordeste”.
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), ressaltou “a importância de Fernando Bezerra para a Transposição do Rio São Francisco” durante o período em que o senador foi ministro da Integração Nacional. O socialista pernambucano esteve à frente da Pasta entre janeiro de 2011 e outubro de 2013.
O presidente da Câmara de Afogados da Ingazeira, Antony Franklin Moraes (PMDB) deverá assumir a prefeitura a partir da próxima semana e retornará ao cargo no Legislativo após 15 dias. No período, o vice-presidente, vereador José Carlos Santos (PSL) assumirá o cargo na Câmara. A informação é do Blog do Itamar. O prefeito José Patriota […]
O presidente da Câmara de Afogados da Ingazeira, Antony Franklin Moraes (PMDB) deverá assumir a prefeitura a partir da próxima semana e retornará ao cargo no Legislativo após 15 dias. No período, o vice-presidente, vereador José Carlos Santos (PSL) assumirá o cargo na Câmara. A informação é do Blog do Itamar.
O prefeito José Patriota (PSB) irá viajar na próxima semana aos Estados Unidos (EUA), onde irá participar de um evento ainda não informado por sua assessoria, onde irá a convite ministrar uma palestra. Os custos serão da organização, pelo que afirmou em nota à Casa.
Como a vice-prefeita Lúcia Moura (Sem Partido), que assumiria o cargo também irá viajar, Frankilin é o primeiro na linha direta de sucessão. O prefeito José Patriota (PSB) e a vice-prefeita, Lúcia Moura (PTC), já pediram autorização à Câmara para afastamento do cargo, por conta da viagem.
Petista voltou a defender candidatura própria da legenda Participando do Debate das Dez do programa Manhã Total (Rádio Pajeú), o petista Emídio Vasconcelos deu suas impressões sobre a estratégia que considera ideal para o PT em Afogados da Ingazeira. Emídio diz que, “se depender dele”, o partido não deverá se alinhar nem com o atual […]
Petista voltou a defender candidatura própria da legenda
Participando do Debate das Dez do programa Manhã Total (Rádio Pajeú), o petista Emídio Vasconcelos deu suas impressões sobre a estratégia que considera ideal para o PT em Afogados da Ingazeira. Emídio diz que, “se depender dele”, o partido não deverá se alinhar nem com o atual prefeito José Patriota (OS), muito menos com o ex, Totonho Valadares, também socialista.
A sua tese é de que Totonho, com a sinalização de que quer mais espaço junto ao governo Paulo Câmara, mostra que seu projeto não é político e sim pessoal. “Por isso já havia rompido com ele pouco depois de eleito. Ele não representava um projeto e sim um interesse pessoal de poder e prova isso mais uma vez agora”. O petista questionou as dificuldades de Totonho com prestações de contas junto ao Ministério do Turismo em dois convênios.
Sobre Patriota, afirmou que esperava uma gestão mais próxima dos trabalhadores, criticando as turmas multi-seriadas e a qualidade do transporte escolar para alunos da zona rural. Acrescentou que sua decisão em apoiar Aécio Neves mostrou que ele tomou uma decisão e sinalizado de que lado estava.
Para ele, o melhor caminho deve ser a candidatura própria, sem deixar de conversar com outros setores da oposição. Emídio esquivou-se, porém, quando perguntado se havia diferenças entre Zé Negão e Vicentinho – com quem disse que o PT poderia ir dialogando – e nomes como Patriota e Totonho, a quem havia criticado. “O mais importante é o projeto e a disposição de segui-lo”, limitou-se evitando comparações.
Ele voltou a criticar a contratação de Assessoria Jurídica junto a Walber Agra pela Amupe e disse achar no mínimo estranho de Agra seja advogado da Amupe e agora de Totonho Valadares no caso das ações propostas pela atual gestão ao TCU, como sinalizado pelo próprio Totonho. “O“MP deve investigar”, reclamou.
Vasconcelos passou a maior parte do tempo argumentando sobre a crise que vive o PT, o governo Dilma e a queda de popularidade de Lula, justamente no dia da prisão de José Dirceu, acusado de participar do esquema da Lava Jato. Emídio defendeu o legado do PT, os mecanismos de apuração de corrupção criados nas gestões petistas, mas admitiu que a legenda entrou na vala comum ao não fazer uma ampla reforma política quando tinha ambiente político, no primeiro governo Lula. Apesar do momento, afirmou ainda haver jeito para o PT recuperar sua popularidade junto à opinião publica.
Um dos executivos apontados como operadores de offshores do chamado “departamento de propina” da Odebrecht disse em depoimento à força-tarefa da Lava Jato que a empreiteira controlou 42 contas offshores no exterior, sendo que a maior parte delas foi criada após aquisição da filial de um banco, o Meinl Bank Antigua, no fim de 2010. […]
Um dos executivos apontados como operadores de offshores do chamado “departamento de propina” da Odebrecht disse em depoimento à força-tarefa da Lava Jato que a empreiteira controlou 42 contas offshores no exterior, sendo que a maior parte delas foi criada após aquisição da filial de um banco, o Meinl Bank Antigua, no fim de 2010.
Vinícius Veiga Borin citou em delação premiada transferências “suspeitas” das contas associadas à Odebrecht que somam ao menos US$ 132 milhões. O delator é o primeiro a falar em detalhes sobre as transações internacionais do grupo por meio de offshores.
Borin trabalhou em São Paulo na área comercial do Antigua Overseas Bank (AOB), entre 2006 e 2010. Ele e outros ex-executivos do AOB se associaram a Fernando Migliaccio e Luiz Eduardo Soares, então executivos do Departamento de Operações Estruturadas –nome oficial da central de propinas da empreiteira, segundo a Lava Jato– da Odebrecht para adquirir a filial desativada do Meinl Bank, de Viena, em Antígua, um paraíso fiscal no Caribe.
A aquisição envolveu ainda Olívio Rodrigues Júnior, responsável por intermediar a abertura das contas para a empreiteira no AOB. A participação de 51% da filial da instituição financeira em Antígua foi adquirida, segundo o relato, por US$ 3 milhões mais quatro parcelas anuais de US$ 246 mil. Ao final da negociação, o grupo passou a ter 67% do Meinl Bank Antígua.
A Procuradoria da República no Paraná pediu na sexta-feira ao juiz federal Sérgio Moro que homologue a delação premiada de Borin e de outros dois executivos do AOB: Luiz Augusto França e Marcos Pereira de Sousa Bilinski. Somente Borin prestou depoimento.
O Departamento de Operações Estruturadas da Odebrecht foi alvo da 23ª etapa da Lava Jato, que levou à prisão do marqueteiro João Santana, sua mulher e sócia, Mônica Moura, além do próprio Borin.
Foi a partir da Operação Acarajé –assim batizada em referência a um dos nomes usados nas planilhas da contabilidade paralela da Odebrecht para propinas– que a força-tarefa da Lava Jato chegou ao núcleo dos pagamentos ilícitos da empreiteira.
As revelações foram feitas principalmente pela funcionária Maria Lúcia Guimarães Tavares, a primeira do grupo empresarial a colaborar com as investigações. Atualmente, executivos da Odebrecht e o empreiteiro Marcelo Odebrecht negociam uma delação premiada com a Lava Jato.
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