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Nova Via mantém pré-candidaturas, não descarta alianças em 2020 e defende Marcus Godoy no grupo Luciano Duque

Por Nill Júnior

Declarações foram feitas pelo empresário e pré-candidato do grupo, Elyzandro Nogueira, à Serra FM

O empresário e pré-candidato pela Nova Via em Serra Talhada, Elyzandro Nogueira (Cidadania) foi o entrevistado desta terça-feira (30) da série realizada pela Rádio Serra FM. Na bancada do Serra FM Notícias, ele defendeu uma oxigenação na política de Serra Talhada, embora não tenha descartado possibilidade de aliança com outros grupos em 2020.

“A gente achou viável participar diretamente da discussão política da nossa cidade, até porque a polarização é muito grande e o cidadão fica a mercê da escolha de dois grupos políticos. Temos esse projeto e estamos tentando viabilizar uma candidatura majoritária. […] Em Serra Talhada as terceiras vias sempre foram para formar uma vice, compor uma secretaria ou participar de um projeto que não seja delas. Essa é uma nova via que surge sem amarras, sem dependência de nenhum político da região. Mas a gente tem discutido que é muito cedo para montar uma conjuntura”, afirmou.

Sobre alianças com os grupos de Luciano Duque ou Sebastião Oliveira, o empresário preferiu não fechar portas, mas demonstrou preferência pela candidatura de Marcus Godoy no grupo governista. “A gente vai analisar projetos, caso nossa via não seja concretizada na majoritária a gente vai olhar projetos, de um lado e de outro. A gente não tem o que escolher, temos algumas opções que a gente gostaria, até porque a gente tem idéias semelhantes, que seria a candidatura de Marcus Godoy pelo lado de Luciano Duque, a gente converge as idéias, mas estamos abertos para analisar projetos”, adiantou Nogueira, não descartando alianças também com o PSL e com Marquinhos Dantas.

Sobre a desistência de uma candidatura pelo Partido Novo, alegou dificuldades em atender as exigências da sigla para formação de um diretório municipal. “Infelizmente não foi possível a gente viabilizar pelo Partido Novo porque o Novo tem uma metodologia muito organizada e não quer depender de dinheiro público para fazer política. A política é bancada pelos associados. Teria que ter no mínimo 150 pessoas filiadas para montar um diretório municipal e tentar viabilizar uma candidatura”, explicou o empresário, filiado recentemente ao Cidadania, cujo partido ficará sob sua presidência na Capital do Xaxado.

Outras Notícias

Dilma anuncia Jaques Wagner, Cid Gomes e outros 11 para a Esplanada

Do G1 A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (23), por meio de nota oficial, os nomes de 13 novos integrantes do primeiro escalão do governo federal. Entre os ministros que atuarão no segundo mandato da petista estão os governadores da Bahia, Jaques Wagner, do Ceará, Cid Gomes, e o ex-prefeito de São Paulo Gilberto […]

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Do G1

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (23), por meio de nota oficial, os nomes de 13 novos integrantes do primeiro escalão do governo federal. Entre os ministros que atuarão no segundo mandato da petista estão os governadores da Bahia, Jaques Wagner, do Ceará, Cid Gomes, e o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. O Palácio do Planalto também confirmou a permanência no primeiro escalão do ministro do Turismo, Vinícius Lajes (PMDB).

Neste novo lote de ministros, Dilma contemplou o PMDB, seu principal sócio no governo. O partido comandado pelo vice-presidência da República, Michel Temer, teve sua reivindicação atendida pela chefe do Executivo e passará a comandar seis pastas a partir de 2015. No primeiro mandato, a legenda aliada esteve à frente de cinco ministérios.

Os peemedebistas deixarão a gestão do Ministério da Previdência, porém, passarão a administrar as secretarias da Pesca e dos Portos, que também têm status de ministério.

A expectativa em Brasília é que Dilma conclua a reforma ministerial de seu segundo governo na próxima segunda-feira (29), dia em que ela retornará de um descanso com a família no litoral da Bahia. A presidente deve embarcar nesta quinta (25) com a filha Paula e o neto Gabriel para a Base Naval de Aratu, localizada na península São Tomé de Paripe, no subúrbio ferroviário de Salvador. Desde que assumiu a Presidência, em 2011, ela tem escolhido a base militar baiana para repousar nos dias de folga.

Os novos ministros assumirão os cargos somente na próxima semana, após a posse da presidente reeleita, no dia 1º de janeiro. Além dos nomes anunciados nesta terça, já estavam confirmados desde o final de novembro os futuros titulares da equipe econômica: Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento), Alexandre Tombini (Banco Central) e Armando Monteiro (Desenvolvimento, Indústria e Comércio). Mesmo sem terem sido empossados, os quatro futuros ministros da área econômica já vinham trabalhando no processo de transição.

Veja abaixo a lista completa de ministros anunciados nesta terça pela Presidência:

Aldo Rebelo (Ciência Tecnologia e Inovação)
Cid Gomes (Educação)
Edinho Araújo (Portos)
Eduardo Braga (Minas e Energia)
Eliseu Padilha (Aviação Civil)
George Hilton (Esporte)
Gilberto Kassab (Cidades)
Helder Barbalho (Pesca)
Jaques Wagner (Defesa)
Kátia Abreu (Agricultura)
Nilma Lino Gomes (Igualdade Racial)
Valdir Simão (Controladoria Geral da União)
Vinicius Lajes (Turismo)

Henrique Alves
Cotado para assumir uma pasta na Esplanada dos Ministérios, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), divulgou nota oficial nesta terça na qual informou ter solicitado ao vice-presidente da República, Michel Temer, que seu nome não seja incluído na reforma ministerial.

Na última sexta-feira (19), reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo” afirmou que o nome de Henrique Alves faz parte de uma lista de 28 políticos supostamente mencionados na delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

No comunicado, o presidente da Câmara diz que antes de ter seu nome analisado para o primeiro escalão, quer esclarecer o que o antigo dirigente da estatal declarou ao Ministério Público Federal.

Escritório recebeu R$ 7 milhões em propina destinada a Paulo Bernardo, diz MPF

Uol Um escritório de advocacia ligado a Paulo Bernardo, ex-ministro do Planejamento e das Comunicações nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, movimentou aproximadamente R$ 7 milhões em propina oriundos de uma empresa que mantinha contratos com o governo federal entre 2010 e 2015. A afirmação é do procurador federal Andrey Borges, do […]

Paulo Bernardo (sem óculos) deixa apartamento em Brasília com destino a SP
Paulo Bernardo (sem óculos) deixa apartamento em Brasília com destino a SP

Uol

Um escritório de advocacia ligado a Paulo Bernardo, ex-ministro do Planejamento e das Comunicações nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, movimentou aproximadamente R$ 7 milhões em propina oriundos de uma empresa que mantinha contratos com o governo federal entre 2010 e 2015.

A afirmação é do procurador federal Andrey Borges, do MPF-SP (Ministério Público Federal de São Paulo). Paulo Bernardo foi preso nesta quinta-feira (23) durante a deflagração da Operação Custo Brasil.

A Operação investiga um esquema de direcionamento de licitações dentro do Ministério do Planejamento entre os anos de 2010 e 2015. Segundo as investigações, a empresa Consist Software repassava até 70% de seu faturamento para funcionários do governo, entre eles, Paulo Bernardo.

O petista foi ministro do Planejamento (2005-2011) e ministro das Comunicações (2011-2015). “Ele recebeu, segundo os elementos que constam nos autos, entre 2010 e 2015, valores de um escritório [de advocacia] com o qual ele tinha essas relações, valores de mais de R$ 7 milhões”, disse o procurador federal Andrey Borges.

O procurador explicou que, no início do esquema, Paulo Bernardo era responsável por 10% do total repassado pela Consist.

Esse repasse era feito por meio de uma triangulação realizada com o auxílio de um escritório de advocacia com quem ele mantinha relações. Segundo as investigações, a Consist fazia contratos fictícios com esse escritório que ficava com 20% do total repassado e destinava os outros 80% a Paulo Bernardo na forma de pagamento de alugueis, funcionários e custas de processos eleitorais.

O procurador Borges afirmou que Paulo Bernardo continuou recebendo recursos do esquema mesmo depois de sair do Ministério do Planejamento “Mesmo depois que ele saiu do Ministério do Planejamento, ele continua recebendo, um percentual diminuído a 5%, mas ele continua recebendo mesmo enquanto ministro das Comunicações”, disse o procurador.

Ao todo, a Operação Custo Brasil expediu 11 mandados de prisão preventiva, 40 de busca e apreensão e 14 de condução coercitiva. Ela é um desdobramento da fase Pixuleco 2 da Operação Lava Jato, de agosto de 2015. Além da PF, a ação é comandada pelo Ministério Público Federal e a Receita Federal.

Andrey Borges disse ainda que a deflagração da Operação Custo Brasil mostra que a corrupção no país vai além da que é investigada pela Operação Lava Jato. “A corrupção não é infelizmente, um privilégio da Petrobras, está espalhada feito um câncer”, afirmou.

PM Morto em Serra: motivação pode ter sido discussão de trânsito

Segundo o o Diário de Pernambuco, a motivação do assassinato do policial militar, Sevas Nogueira Rodrigues de Carvalho de 41 anos, teria sido uma discussão de trânsito. O caso aconteceu na última quinta-feira (24), véspera de Natal, no bairro Ipsep, em Serra Talhada. De acordo a Polícia Militar (PM), o ocorrido está sendo investigado pela […]

Segundo o o Diário de Pernambuco, a motivação do assassinato do policial militar, Sevas Nogueira Rodrigues de Carvalho de 41 anos, teria sido uma discussão de trânsito.

O caso aconteceu na última quinta-feira (24), véspera de Natal, no bairro Ipsep, em Serra Talhada. De acordo a Polícia Militar (PM), o ocorrido está sendo investigado pela Polícia Civil (PC).

Ainda segundo a Polícia Militar, o Sevas havia retornado ao seu veículo de forma pacífica, após a discussão, quando teve o seu automóvel emparelhado por um carro branco modelo Fox. Nesse instante, a vítima recebeu tiros de um indivíduo encapuzado que surgiu de dentro do outro veículo. O policial não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O 14º Batalhão da PM, realizou buscas atrás dos suspeitos. A Polícia Civil, por meio de nota, informou que os responsáveis pelo ocorrido ainda não foram encontrados. “As investigações seguirão até a completa elucidação do crime e prisão dos culpados”.

Ex-vereador Gabriel Monteiro é preso acusado de estupro

O ex-vereador Gabriel Monteiro foi preso após se apresentar na 77ª DP (Icaraí). A Justiça do Rio decretou a prisão preventiva dele, nesta segunda-feira (7), devido a um processo que ele responde por estupro. O ex-parlamentar nega o crime e disse que vai provar sua inocência  A decisão é do juiz Rudi Baldi Loewenkron, da […]

O ex-vereador Gabriel Monteiro foi preso após se apresentar na 77ª DP (Icaraí). A Justiça do Rio decretou a prisão preventiva dele, nesta segunda-feira (7), devido a um processo que ele responde por estupro. O ex-parlamentar nega o crime e disse que vai provar sua inocência 

A decisão é do juiz Rudi Baldi Loewenkron, da 34ª Vara Criminal do Rio. O caso pelo qual o parlamentar responde teria ocorrido no dia 15 de julho.

Uma mulher afirma que conheceu Gabriel na boate Vitrinni, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, e de lá foi levada para a casa de um amigo de Monteiro, no Joá, na Zona Sul.

Segundo a vítima, no local, Gabriel teria a constrangido a fazer sexo com ele, com violência, passando uma arma no seu rosto, empurrando-a na cama, segurando seus braços e dando tapas na cara da vítima. Leia a íntegra da reportagem no G1.

Mais um acusando dor de cotovelo

Depois de Rona Leite em São José do Egito, agora é o PT de Sertânia, encabeçado pelo candidato a vice nas últimas eleições, Orestes Neves, que quer impedir ou reclamar porque Humberto Costa se reuniu com a prefeita eleita da cidade, Pollyana Abreu, do PSDB. Ora, se o próprio Humberto, que já é crescido e […]

Depois de Rona Leite em São José do Egito, agora é o PT de Sertânia, encabeçado pelo candidato a vice nas últimas eleições, Orestes Neves, que quer impedir ou reclamar porque Humberto Costa se reuniu com a prefeita eleita da cidade, Pollyana Abreu, do PSDB.

Ora, se o próprio Humberto, que já é crescido e barbado, sabe da geopolítica do Estado, conhece Pollyana, seu partido e a relação com a governadora Raquel, não reclamou e até sorriu pra foto, o que o PT de Serrtânia quer metendo a colher?

A população majoritariamente escolheu a candidata tucana. A partir daí, ela tem obrigação de institucionalmente, se relacionar com todos os entes, inclusive com senadores eleitos e o próprio governo Lula. É do rito, queira Orestes e  PT ou não.

Assim como Rona com Fredson e a mesma agenda em São José do Egito, querer impedir um nome legitimamente eleito de dialogar com um Senador da República para discutir o futuro da cidade beira o ridículo.

Até parece que o PT está em céu de brigadeiro. Pelo contrário, 2026 ainda é uma incógnita. Tanto que Lula tem dialogado com várias frentes, da esquerda ao centro e até uma beliscadinha da direita, à exceção dos alienados da extrema, para conseguir apoio e governabilidade.

Se tivessem acesso, o PT de Sertânia e o querido Orestes deveriam consultar Lula sobre a nota emitida mais cedo. Iam levar um puxão de orelhas daqueles…