No Sertão, Anchieta Patriota e Danilo Cabral participam de agenda intensa no Pajeú
Por Nill Júnior
Os candidatos a deputado estadual, Anchieta Patriota e federal, Danilo Cabral, ambos do PSB, tiveram nesta sexta-feira (19/09), uma agenda intensa no Pajeú.
Logo pela manhã, acompanhados pelo ex-prefeito de Flores Marconi Santana, os socialistas participaram de uma caminhada na feira livre do distrito de Fátima, zona rural do munícipio.
O ato também serviu para Anchieta e Danilo inaugurarem o comitê de campanha. Mesmo com o sol escaldante, o evento reuniu lideranças locais e centenas de pessoas que ouviram atentamente as saudações de Marconi e as propostas de Patriota e Danilo. Os vereadores Israel, Alberto Ribeiro e Jeane Lucas, também estavam por lá.
Após o evento, Anchieta e Danilo seguiram para a cidade de Carnaíba, onde se reuniram com a militância carnaibana. Ao fazer o uso da palavra, Patriota recordou os avanços que Carnaíba teve durante o seu governo, destacando a área da educação. Pediu ainda o engajamento de todos nos últimos dias de campanha e reforçou as candidaturas de Danilo Cabral, Fernando Bezerra (senador), Paulo Câmara (governador) e Marina Silva (presidente).
O prefeito Zé Mário Cassiano e o vice-prefeito Jeovane Adriano participaram do evento, como também os vereadores Júnior de Mocinha, Zé Ivan, Neudo da Itã, Vanderbio Quixabeira, Cícero Batista, Antônio Chico, Anchieta Crente, Luiz de Joel e Luiz Alberto.
Anchieta e Danilo ainda participaram de atos nas cidades de Tuparetama, São José do Egito e Ingazeira.
Com objetivo de controlar a disseminação do coronavírus e salvar vidas, a prefeitura de São José do Egito emitiu decreto de número 030/2020 proibindo a realização de festas com música ao vivo ou eletrônica em qualquer ambiente. O funcionamento dos estabelecimentos citados no decreto continua da mesma forma, respeitando os protocolos sanitários, porém sem poder […]
Com objetivo de controlar a disseminação do coronavírus e salvar vidas, a prefeitura de São José do Egito emitiu decreto de número 030/2020 proibindo a realização de festas com música ao vivo ou eletrônica em qualquer ambiente.
O funcionamento dos estabelecimentos citados no decreto continua da mesma forma, respeitando os protocolos sanitários, porém sem poder realizar shows de qualquer natureza
O decreto assinado pelo prefeito Evandro Valadares já está em vigor e vale por tempo indeterminado. Veja abaixo:
Decreto 030/2020
Art. 1º. Fica temporariamente proibido aos proprietários de bares, restaurantes, lanchonetes, pousadas, hotéis, chácaras de aluguel, parques aquáticos ou outros estabelecimentos congêneres a promoção ou realização de shows com música ao vivo de qualquer natureza.
Art. 2º. Fica temporariamente proibida a utilização de música eletrônica, paredões sonoros, sons automotivos ou qualquer outro tipo de meio de difusão acústica nos estabelecimentos citados no artigo 1º deste decreto, bem como em qualquer outro estabelecimento, mesmo ao ar livre e que produza aglomeração de pessoas.
Em 1998, Fernando Henrique era presidente e se preparava para nova disputa contra Lula. Havia vencido o então líder das esquerdas em 1994 após consolidar-se como pai do Real, depois de empossado Ministro da Fazenda por Itamar Franco, que havia assumido a presidência após a queda de Collor, que bateu Lula em 1989 após o […]
Em 1998, Fernando Henrique era presidente e se preparava para nova disputa contra Lula. Havia vencido o então líder das esquerdas em 1994 após consolidar-se como pai do Real, depois de empossado Ministro da Fazenda por Itamar Franco, que havia assumido a presidência após a queda de Collor, que bateu Lula em 1989 após o polêmico debate editado da Globo.
O então líder maior das esquerdas no país já participava das caravanas da cidadania, percorrendo o Brasil. Naquele 6 maio de 1998, veio a Afogados da Ingazeira e Tabira, no Pajeú. A vinda a Afogados da Ingazeira era estratégica para o petista por contar com um PT formado pouco depois da criação da legenda no país e por ter como Bispo um crítico do chamado modelo neo-liberal, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, a quem Lula faz referência em seu discurso.
Curioso ver a formatação política de Afogados da Ingazeira a época. Giza Simões era prefeita do município e Afogados tinha na sua totalidade a união da chamada Frente Popular. No outro bloco, ligado ao PFL e FHC, estava o Deputado Antonio Mariano de Brito. Juntos no mesmo barco, Giza, Totonho, José Patriota (então vice-prefeito) e Francisco Alberto de Moura, então presidente do PT.
Radialista eufórico com a cobertura de um presidenciável de peso , lembro que o celular que transmitia a fala de Lula e dos demais para a Rádio Pajeú era do então prefeito tabirense Josete Amaral (ter um daqueles tijolões era para poucos). Na chega de Lula ao aeroporto, conduzi uma entrevista com ele. Pelo horário, considerando que tinha que chegar logo ao local do falatório, fui entrevistando Lula até o carro de Alberto Moura, uma D-20 preta .
Na conversa, uma das perguntas a Lula foi se ele iria apoiar Arraes contra Jarbas em Pernambuco. Jarbas havia se aliado ao Governo Fernando Henrique. Aquele seria o ano da maior derrota de Arraes, com mais de um milhão de votos de frente pró Jarbas. Lula sinalizou que sim, pela proximidade com o líder pernambucano.
Após a entrevista, Alberto Moura historiou a situação de flagelados da seca e das famílias pobres no município, que não tinham assistência do governo de Fernando Henrique. Estávamos eu, Beto e Lula no carro. Lula criticou FHC, a quem acusou de só fazer propaganda e sem a preocupação de quem estava a pouco ao microfone soltou no carro. “Esse Fernando Henrique é um filho da puta mesmo”.
Pouco depois, Lula chegou para o ato público na Casa Paroquial ao som de seu eterno jingle de campanha de 89, com o “Lula-lá, nasce a esperança”. O evento foi apresentado pelo radialista Anchieta Santos, voz que embalou comícios históricos de Lula e Arraes.
O resto da história que o tempo escreveu para todos esses personagens você já sabe…
No canal do blog no Youtube, a NJTV, , você pode ver os outros dois vídeos da visita, com falas de Giza Simões, Francisco Alberto de Moura e José Patriota, cedidos por Petrônio Pires, após digitalização do arquivo de Braz Emigdio de Vasconcelos.
O plano foi apresentado pela senadora Teresa Leitão A subcomissão temporária do Ensino Médio no Senado aprovou nesta terça-feira (18), o plano de trabalho apresentado por sua presidente, a senadora Teresa Leitão (PT-PE). O trabalho da comissão será realizado por meio de audiências públicas e análise de documentação e de estudos sobre o ensino médio. […]
O plano foi apresentado pela senadora Teresa Leitão
A subcomissão temporária do Ensino Médio no Senado aprovou nesta terça-feira (18), o plano de trabalho apresentado por sua presidente, a senadora Teresa Leitão (PT-PE).
O trabalho da comissão será realizado por meio de audiências públicas e análise de documentação e de estudos sobre o ensino médio.
“O plano foi aprovado, com uma rica discussão e consenso. Eu entendo que é assim que se constrói: com debate e com pensamento coletivo”, disse Teresa Leitão.
Entre os objetivos da subcomissão estão identificar lacunas e limites da Reforma do Ensino Médio; avaliar o impacto das mudanças em carga horária, currículo e parâmetros de atuação dos professores; e pontuar caminhos e perspectivas para a construção de alternativas adequadas e emancipadoras e as correspondentes normatizações estruturais e organizadoras para o Ensino Médio, na perspectiva da superação de concepções tecnicistas.
Estão previstas sete audiências públicas e a primeira deve ocorrer no dia 26 de abril, com a presença de representantes do MEC, Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), Consed (Conselho Nacional dos Secretários de Educação) e Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação). A última audiência pública será no dia 12 de julho.
A ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde Francieli Fantinato, informou, em resposta a primeira pergunta do relator da Comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), que vem trabalhando incansavelmente desde 2019 na coordenação do PNI e, com a politização do assunto, decidiu seguir seus planos pessoais. Segundo a servidora, essa politização a trouxe […]
A ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde Francieli Fantinato, informou, em resposta a primeira pergunta do relator da Comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), que vem trabalhando incansavelmente desde 2019 na coordenação do PNI e, com a politização do assunto, decidiu seguir seus planos pessoais. Segundo a servidora, essa politização a trouxe a condição de investigada sem mesmo sem ter sido ouvida.
Francieli chegou a reclamar da politização feita pelo líder da nação colocando em dúvida a segurança da vacinação.
– Quando temos todas as evidências favoráveis mostrando a eficácia, qualquer pessoa que fale contrário vai trazer dúvidas à população. Então, há necessidade de se ter uma comunicação única, seja de qualquer cidadão, de qualquer escalão – disse.
Amparada por decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, a depoente Francieli Fantinato escusou-se de assumir o compromisso de dizer a verdade.
Em sua declaração inicial, ela ressaltou seu currículo acadêmico, com especialização em eventos adversos pós-vacina e trabalho de campo em todas as regiões do país. Em seguida, resumiu seu trabalho no serviço público, no Paraná e em Brasília, onde mora desde 2014, estando à frente do Programa Nacional de Imunizações (PNI) desde outubro de 2019:
— Por que o maior programa de vacinação do mundo teve dificuldade em executar o seu papel? Faltou para o PNI quantitativo suficiente para a execução rápida de uma campanha. Há que se considerar que o PNI, estando sob qualquer coordenação, não consegue fazer uma campanha exitosa sem vacinas e sem comunicação. Mesmo assim, me esforcei ao máximo para manter a comunicação alinhada com os estados. Trabalhei incansavelmente 24 horas por dia, sete dias por semana, para vacinar a população brasileira. Para um programa de vacinação ter sucesso é simples: é necessário ter vacinação e é necessário ter campanha publicitária efetiva. Infelizmente, eu não tive nenhum dos dois — concluiu.
A deputada Marília Arraes (Solidariedade) lidera as intenções de voto para o governo de Pernambuco, registrando 25,5% do total, de acordo com pesquisa do Instituto Potencial Inteligência, realizada entre os dias 24 e 28 deste mês. A surpresa é o segundo lugar, o o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes (PE) Anderson Ferreira (PL), apoiado pelo […]
A deputada Marília Arraes (Solidariedade) lidera as intenções de voto para o governo de Pernambuco, registrando 25,5% do total, de acordo com pesquisa do Instituto Potencial Inteligência, realizada entre os dias 24 e 28 deste mês.
A surpresa é o segundo lugar, o o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes (PE) Anderson Ferreira (PL), apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro. Anderson tem 13,1% e Raquel Lyra (PSDB), em terceiro, soma 11,9%.
Estão empatados Danilo Cabral (PSB), pré-candidato oficial, e Miguel Coelho (União), com 8,6%. Os demais pretendentes não chegam a 1%.
Quando citados os apoiadores dos candidatos, há mudanças: Marília cai para 20,3% se associada ao presidente do partido, Paulinho da Força. Quando o entrevistado é informado sobre o apoio de Bolsonaro, Anderson sobe para 16,1% e o apoio de Lula turbina Cabral para 14,8%.
Assinada pelo estatístico e cientista político Zeca Martins, a pesquisa entrevistou 1.202 eleitores e foi registrada no TSE sob nº BR-08372/22.
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