No Rio de Janeiro, Raquel Lyra trata de financiamento do BNDES para setores estratégicos de PE
Por André Luis
A governadora Raquel Lyra esteve, nesta terça-feira (12), no escritório central do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.
Em reunião com o diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa, a diretora socioambiental do BNDES, Tereza Campello, e parte da equipe técnica do banco, a gestora tratou da atração de investimentos para Pernambuco.
“Aqui no BNDES, nós discutimos sobre empréstimos, investimentos na agricultura familiar e reflorestamento da Caatinga. Agradeço à equipe do Banco que nos recebeu. Nós conversamos sobre futuras oportunidades de financiamento com o objetivo de fazer Pernambuco crescer, sem deixar ninguém para trás”, destacou Raquel Lyra.
Em 2023, o Governo do Estado aderiu à iniciativa Sertão Vivo, que é fruto de uma parceria firmada entre o Consórcio Nordeste, o governo federal, por meio do BNDES, e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), ligado à ONU. O Projeto Raízes Resilientes foi a proposta apresentada pelo Estado, que totalizou R$ 300 milhões com o objetivo de reduzir o impacto da mudança climática, garantir acesso à água e ampliar a capacidade de produção da agricultura familiar.
Estiveram presentes os secretários estaduais Rodrigo Ribeiro (Projetos Estratégicos), Túlio Vilaça (Casa Civil), Guilherme Cavalcanti (Desenvolvimento Econômico) e Rodolfo Costa Pinto (Comunicação). Também participaram a gerente do Departamento de Gestão Pública do BNDES, Paula Barbosa, a superintendente de Desenvolvimento Social e Gestão Pública, Ana Costa, a superintendente de Soluções para Cidades, Luciene Machado, e a chefe do Departamento de Infraestrutura e Concessões Rodoviárias, Nathália Saad.
Tendo em vista possibilitar uma melhor sonorização em conjunto com o novo sistema de projeção digital, o Cinema Rio Branco, em Arcoverde, recebeu a inspeção do coordenador técnico de áudio e vídeo, Tomi Terahata. Ele é, responsável pelo planejamento do serviço de sonorização adequado, indicado pelo GT Cine de Ruas, do qual o equipamento cultural […]
Tendo em vista possibilitar uma melhor sonorização em conjunto com o novo sistema de projeção digital, o Cinema Rio Branco, em Arcoverde, recebeu a inspeção do coordenador técnico de áudio e vídeo, Tomi Terahata. Ele é, responsável pelo planejamento do serviço de sonorização adequado, indicado pelo GT Cine de Ruas, do qual o equipamento cultural faz parte.
“Esta primeira visita serviu para fazermos uma avaliação nos equipamentos que o cinema já dispõe e a partir de agora, estamos averiguando como a projeção digital ficará acoplada ao sistema de som que queremos implantar”, explicou Tomi. “Já fizemos alguns testes e com isso estamos detectando necessidades em termos de equipamentos. Posteriormente, faremos as recomendações para uma solução definitiva que possibilite em um curto período de tempo, que o cinema conte com uma qualidade melhor do que a que já possui atualmente”, garantiu o coordenador de áudio e vídeo.
Reaberto no último dia 5 de junho, o Cinema Rio Branco, que é mantido pela Prefeitura de Arcoverde, por meio da Secretaria de Cultura e Comunicação, estará fechado até a primeira quinzena do mês de agosto, para execução de manutenções técnicas e pequenos reparos em sua estrutura predial.
“Pegamos o cinema com muitos problemas estruturais e técnicos, a nossa luta é incansável para garantir o espaço e mantê-lo aberto. A aquisição do novo projetor e a assinatura do acordo de cooperação com a secretaria de cultura do estado foram os primeiros passos. Nosso objetivo é sempre oferecer o melhor a nossa população, por isso nosso cuidado com cada detalhe”, enfatizou a prefeita Madalena Britto. Hoje a equipe está no Cine São José, Afogados da Ingazeira.
Portal Metrópoles Com o fim do contrato da Coronavac previsto para este mês, o Ministério da Saúde não tem mais a intenção de adquirir novos lotes do imunizante, segundo fontes da pasta ouvidas pelo Portal Metrópoles. “A Coronavac ainda está com o registro emergencial pela Anvisa. Assim, compras futuras (dentro do planejamento do próximo ano) […]
Com o fim do contrato da Coronavac previsto para este mês, o Ministério da Saúde não tem mais a intenção de adquirir novos lotes do imunizante, segundo fontes da pasta ouvidas pelo Portal Metrópoles.
“A Coronavac ainda está com o registro emergencial pela Anvisa. Assim, compras futuras (dentro do planejamento do próximo ano) não mais se justificam legalmente por órgão público nessa situação”, alegou um integrante do órgão federal.
Na discussão interna, também apresenta-se como justificativa a inexistência de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aplicação da Coronavac em adolescentes.
Outro argumento consiste no fato de que as normas técnicas não recomendam, como dose de reforço, a aplicação da fórmula desenvolvida em parceria do laboratório chinês Sinovac com o Instituto Butantan. Isso porque estudos mostram que há maior efetividade com o esquema heterólogo – aplicação de vacina com outra tecnologia como dose adicional – e a proteção da Coronavac cai com o tempo nas faixas mais altas de idade.
O Ministério da Saúde também sustenta que 100% da população acima de 18 anos recebeu a primeira dose, e há imunizantes suficientes para garantir a segunda aplicação para todos os brasileiros – inclusive os que tomaram Coronavac.
“Como o sistema não identifica essa informação, estamos fazendo um levantamento, junto aos municípios, para ver se há ainda pessoas nessa faixa etária que precisam iniciar o esquema vacinal. [E para isso] Poderíamos enviar as doses que temos em nosso estoque de Coronavac”, ressalta.
Na última semana, o Instituto Butantan já se adiantou à possibilidade de ficar de fora das novas compras do Ministério da Saúde e anunciou a venda de doses da Coronavac a cinco estados. O governo federal, entretanto, reagiu e apontou que o acordo com a farmacêutica prevê exclusividade total até o fim do contrato.
A pasta declarou que o instituto vinculado ao governo paulista poderá pagar R$ 31 milhões em multas, caso descumpra os acordos. Entre janeiro e fevereiro deste ano, a pasta federal assinou dois contratos com a entidade: um para a aquisição de 46 milhões de doses, e o outro para compra de 54 milhões de vacinas, totalizando 100 milhões de unidades.
Em nota, o Butantan alegou que o Ministério da Saúde “não tem direito de impedir que estados e municípios ajam com celeridade para proteger suas populações” e afirmou que a entrega de vacinas ao governo federal foi concluída no dia 15 de setembro. A substituição dos lotes interditados pela Anvisa já teria sido iniciada. Em nota divulgada na última quarta-feira, o instituto informou que havia recolhido 1,8 milhão de doses.
Anvisa
Na quinta-feira (30), a Anvisa afirmou que “o pedido de registro é uma decisão do laboratório e, até o momento, não foi apresentado à agência”.
A Coronavac recebeu autorização de uso emergencial no dia 17 de janeiro deste ano, após análise da Anvisa quanto ao resultado de testes nas fases 1, 2 e 3.
Butantan
O Metrópoles entrou em contato com o Instituto Butantan, por diversos canais, para obter um posicionamento sobre a questão, mas ainda não teve resposta. O espaço segue aberto.
Coronavac x política
Desde o início das negociações para aquisição das vacinas, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), vem atacando a Coronavac – o primeiro imunizante a ser aprovado em caráter emergencial e aplicado no Brasil. Em julho, o chefe do Palácio do Planalto mentiu ao dizer que o imunobiológico não tem eficácia científica comprovada contra o novo coronavírus.
Bolsonaro voltou a criticar, em 23 de setembro, a Coronavac. Ele usou a infecção do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, pela Covid-19, mesmo tendo tomado as duas doses da vacina do Butantan.
“Estão vendo agora o ministro Queiroga, que tomou as duas doses da Coronavac e está infectado? Vivia de máscara e está infectado. Você pode atrasar, mas dificilmente você vai evitar”, disse o presidente, sobre a chance de contrair a doença.
A Coronavac é produzida pelo Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, com tecnologia da farmacêutica chinesa Sinovac. Os questionamentos em torno da Coronavac fazem parte da disputa que Bolsonaro trava contra o governador paulista, João Doria (PSDB), que pode ser um de seus adversários nas eleições de 2022.
“Decisão complicada”
Para o infectologista Leon Capovilla, que trabalha no Hospital Moriah e no Hospital das Clínicas de São Paulo, a justificativa de apresentar um registro se trata de “uma questão burocrática, que pode ser facilmente acertada”. Para ele, a Coronavac já se demonstrou eficaz e importante para o momento epidemiológico o qual o país enfrenta.
Capovilla considera “complicada” a possibilidade de o governo abandonar a Coronavac. “Tirar uma opção de uma vacina que pode ser produzida no Brasil é algo complicado. Ainda há a questão da dose de reforço, e ela se faz necessária neste momento.”
O infectologista acredita na eficácia da Coronavac e ainda faz uma referência às outras: “Não tem como a gente avaliar a qualidade da Coronavac com a Pfizer, por exemplo. A Pfizer é bem mais estudada, pelo motivo de que o laboratório tem uma condição financeira melhor, mais recursos para financiar pesquisas”.
Por fim, Capovilla levanta a questão dos efeitos colaterais, normalmente menores no caso do imunizante chinês: “São bem mais tranquilos. É uma vacina com uma metodologia antiga e já conhecida”.
“Ainda tem gente tomando a primeira dose”
Amanda Lara, médica infectologista assistente do Hospital das Clínicas, também reclama da possibilidade de retirada da Coronavac do programa de imunização. Ela ressalta que ainda há pessoas acima de 18 anos que estão se imunizando em São Paulo, inclusive com a Coronavac. Outra alegação é que faltam doses para a D2. “Na ponta, vejo a falta de todas as vacinas. Por exemplo, tem semana que acaba AstraZeneca, na outra Pfizer. A falta de uma atrapalha todo o andamento”, diz.
A infectologista conta que tem esperanças de que a Coronavac tenha “um perfil de segurança bom para crianças e adolescentes”, e acrescenta: “Estudos da China também mostraram que terceira dose de Coronavac é eficaz e aumenta os anticorpos”.
Por fim, Lara defende que o governo está depositando “muita esperança” na Pfizer. “Não sei se vai dar conta de cobrir todas as expectativas, como a dose de reforço e a vacinação dos jovens”, diz.
Um dos encaminhamentos a partir do assalto registrado na BR 232 envolvendo alunos da FIS semana passada foi a garantia do 14º BPM de que vai instalar um ponto base fixo de policiamento próximo à Faculdade. Será levada ao governo do estado uma proposta de convênio entre a FIS e a polícia militar para medidas adicionais de […]
Um dos encaminhamentos a partir do assalto registrado na BR 232 envolvendo alunos da FIS semana passada foi a garantia do 14º BPM de que vai instalar um ponto base fixo de policiamento próximo à Faculdade. Será levada ao governo do estado uma proposta de convênio entre a FIS e a polícia militar para medidas adicionais de segurança.
A garantia foi do comandante do 14º BPM, tenente coronel Girley Figueiredo, em reunião com o diretor acadêmico, Luis Pereira de Melo Júnior e o diretor administrativo da Faculdade de Integração do Sertão-FIS, Célio Antunes.
Luis Pereira ainda informou que realizou pedidos às autoridades competentes, como a prefeitura e a polícia, no intuito de prestar segurança aos estudantes. O diretor acadêmico compareceu ao movimento da semana passada e disse que a FIS apoia os alunos na mobilização.
“O nosso estado está muito violento, e esta violência não está concentrada apenas na capital, no interior tem se intensificado essa onda de violência. Nós não podemos ficar a mercê de meliantes que estão tirando nosso direito de ir e vir e a possibilidade de jovens comparecerem à instituição de ensino,” enfatizou o diretor.
“Intervenções foram concluídas e a distribuição de água foi retomada, mas normalização do fornecimento está ocorrendo de forma gradual”, diz companhia Prezado Nill Júnior, A Compesa informa que a área central de Arcoverde e o bairro São Miguel recebem atualmente água diariamente, sem rodízio na distribuição. Essa melhoria foi possível graças à segurança hídrica alcançada […]
“Intervenções foram concluídas e a distribuição de água foi retomada, mas normalização do fornecimento está ocorrendo de forma gradual”, diz companhia
Prezado Nill Júnior,
A Compesa informa que a área central de Arcoverde e o bairro São Miguel recebem atualmente água diariamente, sem rodízio na distribuição. Essa melhoria foi possível graças à segurança hídrica alcançada com a interligação das águas da Transposição do Rio São Francisco à Adutora do Moxotó.
Tal obra garante produção suficiente para atender posteriormente toda a cidade com água todos os dias. Para alcançar esse objetivo maior, a Compesa está executando uma obra para modernização da rede de distribuição.
Dessa forma, implantando novas tubulações com material mais resistente e de maior diâmetro nos bairros que ainda possuem calendário de abastecimento. Que, nesse sentido, é, em média, de quatro dias e sete dias sem. A expectativa é finalizar as intervenções em fevereiro de 2026, um investimento de R$ 19 milhões. Serão beneficiados 70 mil pessoas em todos os bairros.
A Compesa explica que nos últimos dias, no entanto, algumas ocorrências impactaram temporariamente o abastecimento do município. Dessa forma, sendo necessário executar serviços de manutenção emergencial nos sistemas produtores do Moxotó e do Riacho do Pau. Esses sistemas são responsáveis pelo fornecimento de 270 litros de água por segundo. As intervenções foram concluídas e a distribuição de água foi retomada na última terça-feira (19). Porém, a normalização do fornecimento está ocorrendo de forma gradual, seguindo o calendário vigente nas áreas que ainda estão em rodízio.
Cuida-se de embargos de declaração interpostos pela ex-prefeita de Arcoverde, Madalena Brito, mediante advogado já habilitado, em face do Parecer Prévio que recomendou ao legislativo a rejeição das contas da ora embargante, na qualidade de prefeita do município de Arcoverde, relativas ao exercício financeiro de 2016. A Segunda Câmara do TCE, durante sessão na última […]
Cuida-se de embargos de declaração interpostos pela ex-prefeita de Arcoverde, Madalena Brito, mediante advogado já habilitado, em face do Parecer Prévio que recomendou ao legislativo a rejeição das contas da ora embargante, na qualidade de prefeita do município de Arcoverde, relativas ao exercício financeiro de 2016.
A Segunda Câmara do TCE, durante sessão na última quinta-feira (29.04), acompanhou o voto do relator e, preliminarmente, conheceu dos presentes Embargos de Declaração e, no mérito, negou-lhe provimento, mantendo incólumes os termos do Parecer Prévio prolatado nos autos do Processo, referente à Prestação de Contas de Governo da Prefeita Municipal de Arcoverde, relativa ao exercício financeiro de 2016, recomendando à Câmara de Vereadores a rejeição das referidas contas da embargante. As informações são do blog Afogados Online.
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