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Datafolha: 49% deixaram de falar sobre política para evitar discussões

Por André Luis

Metade da população altera comportamento com o acirramento da tensão eleitoral

Metade do eleitorado brasileiro (49%) diz ter deixado de conversar sobre política com amigos e familiares nos últimos meses para evitar discussões, diante do acirramento eleitoral, mostra pesquisa Datafolha realizada na semana passada. A reportagem é de Paula Soprana/Folha de S. Paulo.

A pesquisa indica que o índice é maior entre os eleitores de Lula (54%), candidato do PT, frente aos 40% dos apoiadores de Jair Bolsonaro (PL).

A dois meses do primeiro turno, o Datafolha apresentou três situações de constrangimento ou coação e pediu aos entrevistados que respondessem se já passaram ou não´por casos do tipo.

Além de deixarem de falar do assunto com pessoas próximas, que são 49%, 15% disseram já ter recebido ameaça verbal e 7%, física.

Dos entrevistados, 54% afirmaram ter vivido alguma situação de constrangimento, ameaça física ou verbal em razão de suas posições políticas nos últimos meses.

O contingente é mais alto entre simpatizantes do PT (63%), eleitores de Lula (58%), mais instruídos (62%), que reprovam o governo Bolsonaro (62%), autodeclarados pretos (60%) e homossexuais e bissexuais (65%).

Entre os que afirmam ter sofrido ameaça verbal por motivação política, o indíce passa a 19% entre os que têm intenção de votar em Lula. No lado de Bolsonaro, o índice é de 12%. Em relação a ameaças físicas, o índice é de 9% entre os eleitores de Lula e de 5% entre os de Bolsonaro.

A pré-campanha deste ano vem sendo marcada por uma escalada de violência nos dois últimos meses, sendo o assassinato de Marcelo Arruda, tesoureiro do PT, o episódio mais drástico.

Ele foi morto a tiros em Foz do Iguaçu (PR) por um apoiador de Bolsonaro durante a comemoração de seu aniversário de 50 anos, em 9 de julho. O tema da festa era o PT, com bandeiras do partido e de Lula.

Dois dias antes, um ato com a presença do ex-presidente Lula na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, foi alvo de um artefato explosivo. A militância do PT já havia sido atingida por fezes lançadas por um drone que sobrevoou um evento político em Uberlândia (MG).

Também em julho o carro do juiz federal Renato Borelli, que decretou a prisão do ex-ministro Milton Ribeiro, foi alvejado com fezes de animais, ovos e terra enquanto ele dirigia em Brasília.

Em São Paulo, um protesto de militantes da esquerda impediu o vereador Fernando Holiday e outros pré-candidatos do partido Novo de falar em evento na Unicamp, em Campinas.

​Um comportamento semelhante é percebido na internet. A pesquisa aponta que 53% dos eleitores mudaram a postura nas redes sociais para evitar atritos com amigos e familiares.

No WhatsApp, aplicativo de conversa mais popular entre os brasileiros e central na comunicação política de 2018, 43% pararam de falar sobre política e 19% saíram de algum grupo. Considerando outras redes sociais, 41% das pessoas deixaram de comentar e publicar conteúdo eleitoral.

De maneira geral, as taxas são mais altas entre os eleitores de Lula do que entre os de Bolsonaro. Na primeira situação, entre os eleitores do petista o índice é de 46%, ante 38% entre os eleitores do presidente, na segunda situação, 44% ante 35%, e na terceira, 23% ante 13%.

Embora 78% dos entrevistados tenham algum aplicativo de mensagens, só 8% participam de grupos de apoio aos dois presidenciáveis que lideram a pesquisa, sendo 4% para Lula e 4% para Bolsonaro.

A maioria (70%) não participa de grupo de apoio político. Entre eleitores do presidente, 12% estão em algum grupo. Já entre os eleitores de Lula, 9%.

Nos dois lados, 13% responderam seguir o perfil de seu candidato em outras redes sociais.

O Telegram, reconhecido como um aplicativo bastante utilizado por bolsonaristas, está instalado em 21% dos celulares da população entrevistada.

Embora a presença do aplicativo seja bem inferior à do WhatsApp (78%), grupos de Telegram concentram parte importante da comunicação política por terem até 200 mil integrantes por grupo (no WhatsApp só são permitidos 256) e uma militância superativa.

O aplicativo russo é mais usado entre empresários (37%) e estagiários (41%), pessoas de 16 a 24 anos (36%) e apoiadores do PL (37%).

Considerando os que utilizam o meio, 32% são eleitores de Ciro Gomes (PDT), 26% de Jair Bolsonaro, 17% de Lula, 15% de Simone Tebet (MDB) e 12% de André Janones (Avante).

O WhatsApp permanece como o principal aplicativo de conversa. O serviço é usado por 84% dos eleitores de Bolsonaro e por 74% dos apoiadores de Lula.

O índice de usuários desses aplicativos é majoritário em todos os segmentos, com exceção dos mais velhos (48%).

Tanto WhatsApp como Telegram têm taxas de usuários mais altas entre os mais jovens (97% e 36%, respectivamente), entre os mais instruídos (96% e 41%) e entre os mais ricos (93% e 39%).

Considerando as redes sociais (Facebook, Instagram, Tik Tok e Twitter), sete em cada dez pessoas possuem uma conta. O índice é majoritário em todas as variáveis sociodemográficas, com exceção dos que têm 60 anos ou mais (36%) e entre os menos instruídos (43%).

Das quatro redes pesquisadas, o Facebook tem o maior número de usuários, 62%. Na sequência, aparecem Instagram (56%), Tik Tok (26%) e Twitter (15%). Essas taxas são mais altas entre os que têm 16 a 24 anos, entre os mais instruídos e entre os mais ricos.

A parcela de usuários de alguma dessas quatro redes sociais é mais alta entre eleitores de Bolsonaro do que entre eleitores de Lula: 76% frente 64%.

Bolsonaro alcança índice de seguidores mais altos entre os que possuem renda familiar mensal de mais de cinco salários mínimos (23%), entre empresários (32%), seus eleitores (38%) e entre os que aprovam o seu governo (35%).

Já Lula alcança patamares mais altos de seguidores entre jovens de 16 a 24 anos (26%), simpatizantes do PT (31%), seus eleitores (25%) e os que reprovam o atual governo (24%).

A pesquisa Datafolha, contratada pela Folha, ouviu 2.556 pessoas em 183 cidades do país entre quarta (27) e quinta (28). A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-01192/2022.

Outras Notícias

Dois meses após a posse, governo de direita da Colômbia amplia em 16% o Orçamento de 2027

O Congresso da Colômbia aprovou nesta terça-feira (20) o orçamento de 2027, estimado em 634,9 trilhões de pesos colombianos. A decisão amplia os gastos previstos para o próximo ano enquanto o governo do presidente Abelardo De La Espriella prepara uma proposta separada de ajuste fiscal para tentar reduzir o déficit das contas públicas. A aprovação […]

O Congresso da Colômbia aprovou nesta terça-feira (20) o orçamento de 2027, estimado em 634,9 trilhões de pesos colombianos. A decisão amplia os gastos previstos para o próximo ano enquanto o governo do presidente Abelardo De La Espriella prepara uma proposta separada de ajuste fiscal para tentar reduzir o déficit das contas públicas.

A aprovação ocorreu após uma longa discussão no Senado e na Câmara dos Representantes. Na Câmara, o texto recebeu 112 votos favoráveis e apenas um contrário.

O orçamento representa crescimento de cerca de 16% quando comparado ao valor originalmente aprovado para 2026. Considerando a dotação atualmente vigente deste ano, de 555,8 trilhões de pesos, a alta é de aproximadamente 14,2%.

A proposta prevê déficit fiscal de 9,4% do Produto Interno Bruto em 2027. O patamar ocorre em um cenário de aumento da dívida pública e de dificuldades para a Colômbia recuperar o grau de investimento perdido em 2021.

Entre as principais destinações previstas estão recursos para pagamento da dívida, educação, saúde e defesa. Durante a tramitação no Congresso, parlamentares também realizaram mudanças nas verbas destinadas a diferentes áreas do governo.

A aprovação amplia gastos no mesmo momento em que o governo colombiano afirma pretender reorganizar as contas públicas. De La Espriella havia prometido reduzir despesas e agora prepara a chamada “Lei de Resgate”, que deverá concentrar as medidas de ajuste fiscal.

A intenção do governo é reduzir o déficit projetado para 2027 de 9,4% para 7,2% do PIB. A proposta deverá envolver cortes de despesas e revisão de benefícios tributários, mas o texto definitivo ainda precisa ser apresentado e analisado pelo Congresso.

O ministro da Fazenda, Miguel Gómez, afirmou após a votação que o governo recebeu um “voto de confiança” do Legislativo e defendeu mudanças na trajetória das finanças públicas colombianas.

A discussão fiscal ocorre também enquanto o país busca conter o crescimento da dívida e recuperar a confiança dos mercados. A expectativa do governo é realizar o ajuste após a aprovação do orçamento, transferindo para uma nova legislação as medidas destinadas a reduzir o desequilíbrio das contas públicas.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Alfa: Flávio tem 51,5% e Lula 48,5% dos votos válidos; diferença é de três pontos percentuais

Pesquisa Alfa Inteligência divulgada nesta terça-feira (20) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 51,5% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 48,5% de Lula (PT). Apesar da diferença numérica de três pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro. No cenário que considera todos os entrevistados, Flávio registra […]

Pesquisa Alfa Inteligência divulgada nesta terça-feira (20) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 51,5% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 48,5% de Lula (PT). Apesar da diferença numérica de três pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro.

No cenário que considera todos os entrevistados, Flávio registra 48,8% das intenções de voto e Lula, 45,9%. Brancos, nulos ou eleitores que afirmam não votar em nenhum dos candidatos somam 3,5%, enquanto 1,8% não souberam ou não responderam.

Os votos válidos desconsideram brancos, nulos e indecisos e correspondem ao critério utilizado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado da eleição.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio aparece com 47% e Lula com 43%.

O levantamento também mediu a rejeição dos presidenciáveis. Lula é rejeitado por 46% dos entrevistados, enquanto Flávio registra 45%. Os percentuais também configuram empate técnico.

A Alfa Inteligência entrevistou 2.700 eleitores em todo o país entre os dias 15 e 19 de outubro. As entrevistas foram realizadas presencialmente.

A margem de erro é de 1,9 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00820/2026.

O segundo turno entre Lula e Flávio será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: CNN Brasil
Foto: Carlos Moura/Agência Senado e Ricardo Stuckert

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Real Time Big Data: Flávio tem 52% e Lula 48% dos votos válidos; há empate técnico

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 48% de Lula (PT). Apesar da diferença numérica de quatro pontos, os candidatos estão tecnicamente empatados considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. No cenário de votos totais, […]

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 48% de Lula (PT). Apesar da diferença numérica de quatro pontos, os candidatos estão tecnicamente empatados considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

No cenário de votos totais, Flávio aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Lula registra 45%. Brancos e nulos somam 5%, e outros 2% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Os votos válidos desconsideram brancos e nulos e correspondem ao critério utilizado pela Justiça Eleitoral para calcular o resultado das eleições.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 15 e 19 de outubro, em todas as regiões do país. As entrevistas foram realizadas por telefone.

O período de campo incluiu o debate entre Lula e Flávio realizado pela Band no domingo (18), com entrevistas coletadas antes e depois do primeiro confronto direto entre os candidatos no segundo turno.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa foi realizada pela Real Time Big Data com recursos próprios da Real Time Mídia Ltda. e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02952/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: UOL e Real Time Big Data
Foto: Miguel Schincariol/AFP e Ricardo Stuckert/Campanha Lula

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PP e União Brasil devem retirar apoio a Alcolumbre na disputa pelo comando do Senado

A federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, deve deixar de apoiar a tentativa de Davi Alcolumbre (União-AP) de permanecer na presidência do Senado a partir de 2027. A movimentação ocorre em meio ao alinhamento das cúpulas das duas legendas com a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). A informação foi publicada inicialmente […]

A federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, deve deixar de apoiar a tentativa de Davi Alcolumbre (União-AP) de permanecer na presidência do Senado a partir de 2027. A movimentação ocorre em meio ao alinhamento das cúpulas das duas legendas com a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL).

A informação foi publicada inicialmente pela coluna de Andreza Matais, do Metrópoles. Até o momento, a retirada do apoio não foi formalizada pelas direções partidárias, mas integrantes da federação indicam que Alcolumbre não deverá contar com o respaldo conjunto de PP e União Brasil na disputa.

O movimento representa uma mudança em relação às articulações realizadas antes do segundo turno. Em setembro, dirigentes da federação chegaram a discutir a manutenção de Alcolumbre no comando do Senado como parte das negociações envolvendo eventual apoio a Flávio Bolsonaro.

Nas últimas semanas, porém, o presidente do Senado manteve uma aproximação política com Lula (PT), enquanto as direções de PP e União Brasil passaram a se alinhar à candidatura de Flávio.

Alcolumbre também tem procurado senadores que tomarão posse em 2027 para construir apoio à sua permanência na presidência da Casa. Segundo a apuração publicada pelo Metrópoles, as conversas envolvem negociações sobre espaços em gabinetes e presidências de comissões.

A União Progressista deverá iniciar a próxima legislatura com 12 senadores, sendo seis do PP e seis do União Brasil, considerando os parlamentares com mandato até 2031. A ausência do apoio formal da federação não impede uma candidatura de Alcolumbre, mas reduz uma das bases partidárias disponíveis para a disputa.

O cenário também é influenciado pelas decisões recentes tomadas no Senado. Alcolumbre colocou em votação a proposta que encerra gradualmente a escala de trabalho 6×1 e retirou da pauta a PEC da Segurança Pública, que enfrentava divergências em torno de temas como a redução da maioridade penal.

A eleição para a presidência do Senado ocorrerá no início de 2027, após a posse dos parlamentares eleitos neste ano. As articulações ainda estão em andamento e outras candidaturas podem surgir até a definição da nova composição da Casa.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Reprodução

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PGR não vê abuso de André Mendonça em pedido de investigação contra Alexandre de Moraes

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra o pedido para investigar o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposto abuso de autoridade. A manifestação foi enviada nesta segunda-feira (19) ao presidente da Corte, Edson Fachin. O caso teve início depois que Alexandre de Moraes pediu que Mendonça fosse investigado por ter […]

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra o pedido para investigar o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposto abuso de autoridade. A manifestação foi enviada nesta segunda-feira (19) ao presidente da Corte, Edson Fachin.

O caso teve início depois que Alexandre de Moraes pediu que Mendonça fosse investigado por ter solicitado a abertura de uma apuração envolvendo o próprio Moraes. A solicitação estava relacionada às investigações do caso Master e às conversas atribuídas ao ministro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Diante do pedido de Moraes, Fachin encaminhou a questão à PGR para manifestação.

No parecer, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou não identificar elementos que permitam enquadrar a atuação de André Mendonça como crime previsto na Lei de Abuso de Autoridade.

Segundo Gonet, o fato de Mendonça ter representado pela investigação de outro ministro não é, por si só, suficiente para caracterizar uma conduta criminosa.

A PGR também analisou relatórios que haviam sido solicitados por Mendonça à Polícia Federal para fundamentar o pedido de investigação contra Moraes. Para Gonet, esses documentos não possuem valor probatório e, portanto, também não podem ser classificados como provas ilícitas.

A crise entre os ministros ganhou força depois que Mendonça, relator das investigações do caso Master, retirou o sigilo de parte dos autos e encaminhou informações ao presidente do Supremo.

A investigação da Polícia Federal apontou que Daniel Vorcaro trocou cerca de 50 mensagens com um número atribuído a Alexandre de Moraes antes da prisão do ex-banqueiro, ocorrida em novembro de 2025.

Moraes acusou Mendonça de agir de forma parcial na condução das investigações com o objetivo de incriminá-lo. A manifestação da PGR desta segunda-feira trata especificamente da possibilidade de enquadramento da atuação de Mendonça como abuso de autoridade e não representa decisão definitiva do STF sobre o caso.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Gustavo Moreno/STF

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