Serra: Centro de Parto Normal apresenta primeiro balanço após 30 dias de atuação
Por Nill Júnior
Em 30 dias, a Casa de Parto Normal de Serra Talhada realizou cinco partos humanizados – dando boas-vindas aos pequenos Ravi Misael, Melissa, Arthur Davi, Kethelym e Henrique Levi – além de mais de 50 atendimentos a gestantes na porta de entrada, mais de 50 visitas guiadas e o início do pré-natal conjugado entre a atenção básica e a equipe do próprio centro.
Localizada no bairro da Caxixola, a Casa de Parto é uma unidade pioneira na região, voltada para o incentivo ao parto normal, com estrutura de acolhimento 24 horas por dia. O espaço conta com uma equipe multidisciplinar, que oferece acompanhamento seguro, respeitoso e qualificado às gestantes. Desde a inauguração, a unidade tem sido referência não só para os atendimentos, mas também para a conscientização sobre os benefícios do parto humanizado.
“Em apenas 30 dias, a Casa de Parto já se tornou símbolo de cuidado e dignidade para as mulheres de Serra Talhada. Estamos falando de um serviço que aproxima a saúde das pessoas, que respeita a vontade da gestante e oferece segurança para a mãe e o bebê”, destacou a secretária de Saúde, Lisbeth Rosa.
Para o coordenador do centro, João Antônio, os primeiros resultados comprovam a importância da Casa de Parto para a cidade. “É emocionante ver o brilho nos olhos das mães que escolhem esse espaço para dar à luz. Estamos realizando um sonho coletivo e garantindo que o nascer seja um momento de afeto, segurança e acolhimento”, afirmou.
Durante entrevista ao Programa Comando Geral da Rádio Pajeú, o Vereador de Tuparetama, Joel Gomes, que tem acompanhado as obras da barragem da Ingazeira disse que os serviços continuam e não acredita que o trabalho pode parar por falta de recursos. “O aditivo referente à barragem da Ingazeira já está nas mãos do procurador que […]
Durante entrevista ao Programa Comando Geral da Rádio Pajeú, o Vereador de Tuparetama, Joel Gomes, que tem acompanhado as obras da barragem da Ingazeira disse que os serviços continuam e não acredita que o trabalho pode parar por falta de recursos.
“O aditivo referente à barragem da Ingazeira já está nas mãos do procurador que vai dá o parecer favorável para continuar com a obra. Pode haver uma certa morosidade, mas paralisação não”, disse Joel.
Semana passada, com base em informações do Dnocs, ventilou-se o receio de que obras da Adutora do Pajeú e Barragem da Ingazeira pudessem ter contingenciamento por demora nos repasses federais para sua execução. Foi tirado um encaminhamento de pedido de audiência pública com representantes do Governo Federal e pressão política dos prefeitos da região para evitar que isso ocorra.
Hoje a barragem está com aproximadamente 60% a obra concluída e os trabalhadores estão no serviço de escoramento da parede, segundo o próprio Joel. A informação é do Blog de Aldo Vidal.
Autoria e motivação do crime não foram identificadas. Caso será investigado. Do G1 O vereador José Célio Soares da Silva (PSB), mais conhecido como Mizé, de 36 anos, foi assassinado a tiros na manhã desta quinta-feira (22) em Palmeirina, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Militar, o parlamentar foi morto na frente […]
Autoria e motivação do crime não foram identificadas. Caso será investigado.
Do G1
O vereador José Célio Soares da Silva (PSB), mais conhecido como Mizé, de 36 anos, foi assassinado a tiros na manhã desta quinta-feira (22) em Palmeirina, no Agreste de Pernambuco.
De acordo com a Polícia Militar, o parlamentar foi morto na frente da casa dele. A autoria e motivação do crime são desconhecidas.
José Célio foi eleito em 2016 como o 5º vereador mais votado do município, com 320 votos. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Por e-mail, o Partido Socialista Brasileiro (PSB), em Pernambuco, lamentou a morte do vereador, que era filiado ao partido desde 2011. “Confiamos no trabalho da Polícia Civil e esperamos que o caso seja devidamente esclarecido para que os culpados sejam responsabilizados. Prestamos nossa solidariedade aos familiares e amigos nesse momento de luto”, disse.
Nota de pesar: o PSB-PE emitiu nota pelo falecimento do vereador
Nota de pesar
O Partido Socialista Brasileiro em Pernambuco lamenta a morte do vereador de Palmerina, José Célio Soares da Silva, filiado ao nosso partido desde 2011. Confiamos no trabalho da Polícia Civil e esperamos que o caso seja devidamente esclarecido para que os culpados sejam responsabilizados. Prestamos nossa solidariedade aos familiares e amigos nesse momento de luto.
do JC Online O PT vai usar o ano de 2015 para se reorganizar internamente em Pernambuco. Após amargar derrota nas urnas nas eleições deste ano, quando não elegeu nenhum deputado federal e a bancada estadual foi reduzida, a larga vantagem de Dilma Rousseff (PT) no segundo turno, o partido tomou um fôlego. A legenda […]
O PT vai usar o ano de 2015 para se reorganizar internamente em Pernambuco. Após amargar derrota nas urnas nas eleições deste ano, quando não elegeu nenhum deputado federal e a bancada estadual foi reduzida, a larga vantagem de Dilma Rousseff (PT) no segundo turno, o partido tomou um fôlego. A legenda precisa se fortalecer para chegar inflado ao pleito municipal de 2016. Líderes do PT falam em renovação dos quadros, mas nomes já bastante conhecidos devem entrar na disputa na capital pernambucana.
O deputado federal João Paulo, que concorreu ao Senado neste ano e foi derrotado por Fernando Bezerra Coelho (PSB), é um dos prováveis nomes, embora o partido negue que esteja pensando dois anos à frente.
Paralelo a isso, é preciso buscar uma reaproximação com o PT nacional, buscando cargos e mais presença política junto ao governo federal. O partido sempre foi abafado pelo PSB, que detinha cargos ocupados por pernambucanos com mais destaque no governo federal. O próprio ex-governador Eduardo Campos, falecido em um acidente aéreo em agosto deste ano, foi ministro da Ciência e Tecnologia. Fernando Bezerra ocupou a pasta da Integração Nacional.
Para a presidente do PT-PE, Teresa Leitão, a retomada da conversa com o alto escalão nacional da legenda será o primeiro passo. “A relação com os petistas foi sufocada pela relação que Eduardo Campos tinha. Desde o início desde ano que vem discutindo isso. É uma questão consensual no partido”, afirmou. “Não é a questão dos espaços, de cargos, mas é como o governo vai se relacionar com o nosso partido aqui no Estado, como nós vamos ser escutados”, completou João Paulo.
“O PT sempre teve dificuldade de ocupar cargos federais, principalmente pela forte presença do PSB. Foi assim na Chesf, no Metrô, no DNOCS. Sem grande expressão política no governo federal e que desse visibilidade aos seus ocupantes”, queixou-se o ex-prefeito João da Costa, integrante da Executiva estadual do partido. No governo federal, é bem provável que nomes da legenda sejam aproveitados no novo mandato de Dilma Rousseff (PT). Para o segundo escalão do governo federal, estão na fila Mozart Sales, Fernando Ferro, Pedro Eugênio e o próprio João Paulo.
A vitória de Arthur Lira (Progressistas-AL) na Câmara dos Deputados reforçou a percepção no grupo mais próximo a Luciano Huck de que é necessário construir uma estrutura partidária consistente para viabilizar o projeto presidencial do apresentador e empresário. No cálculo para uma eventual candidatura ao Palácio do Planalto são levadas em conta fusões de legendas […]
A vitória de Arthur Lira (Progressistas-AL) na Câmara dos Deputados reforçou a percepção no grupo mais próximo a Luciano Huck de que é necessário construir uma estrutura partidária consistente para viabilizar o projeto presidencial do apresentador e empresário.
No cálculo para uma eventual candidatura ao Palácio do Planalto são levadas em conta fusões de legendas e um arranjo que sustente a proposta de um centro liberal e democrático, capaz de se contrapor à polarização entre bolsonaristas e petistas. Desde o ano passado, ao menos quatro partidos já sondaram Huck. As Informações são do Estadão.
Com o DEM fragmentado e mais governista, uma opção que passou a ser avaliada com atenção extra por aliados do apresentador é o PSB. As conversas ocorrem desde o ano passado e têm sido estimuladas pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), e por sua namorada, a deputada federal Tabata Amaral (SP), que está rompida com seu partido, o PDT.
Tabata tem relação próxima com Huck e foi a ponte entre ele e Campos. Os dois jovens políticos integram o RenovaBR, grupo de renovação e formação política que tem o apoio do apresentador.
O filho do ex-governador e ex-presidenciável Eduardo Campos (que morreu em um acidente aéreo na campanha de 2014) e Huck também estreitaram a relação quando o pessebista assumiu, aos 27 anos, o mandato de deputado federal e adotou uma agenda ambientalista e progressista.
No Congresso, o atual prefeito da capital pernambucana foi relator da CPI do Óleo e também presidiu a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Renda Básica.
O DEM, que flertava com o apresentador, mergulhou em uma crise interna após a eleição da presidência da Câmara, quando a bancada liberou seus deputados para votarem em Lira – candidato do presidente Jair Bolsonaro. A aproximação da legenda com o Palácio do Planalto e a iminente saída de Rodrigo Maia (RJ) tem o potencial de esfriar as conversas do DEM com Huck.
A alternativa PSB tem como pano de fundo uma possível fusão entre a sigla socialista e o PCdoB, o que resultaria na criação de uma nova legenda de centro-esquerda. Apesar de ainda embrionária, a tese tem sido bem recebida por quadros dos dois partidos. Segundo interlocutores de Campos, há consenso de que é preciso construir pontes no campo da esquerda além do PT.
“A fusão do PSB com o PCdoB é uma possibilidade. Há conversas entre os líderes dos dois partidos”, disse o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP). “Assim como em 2018, a eleição de 2022 também não será convencional. A ideia é buscar uma pessoa da sociedade e acima dos partidos, mas ainda não aconteceu nenhuma conversa da direção do PSB com o Huck”, afirmou o presidente do PSB, Carlos Siqueira.
Huck tem revelado em conversas reservadas ter admiração pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), com quem também tem mantido conversas regulares nos últimos dois anos. O governador fez duas visitas ao apresentador no Rio de Janeiro antes da pandemia de covid-19.
Durante a pandemia, organizaram ao menos cinco reuniões virtuais fechadas com públicos diferentes: empresários, políticos e ativistas.
Dino vê em Huck um quadro “liberal progressista”, que, uma vez eleito, não adotaria uma agenda de esquerda “puro sangue”, mas faria um governo associado à pauta de proteção social e ambiental. Em uma das conversas que tiveram, Huck chegou a perguntar a Dino sobre sua experiência de deixar um “porto seguro” (ele era juiz) para se aventurar na política.
Uma outra hipótese de união partidária – entre Cidadania, PV e Rede – poderia servir de guarida a uma candidatura de Huck. A ex-ministra Marina Silva mantém interlocução com o apresentador, mas a Rede resiste à ideia de fusão.
“Essa conversa já foi feita com eles (Rede) e a decisão que tomaram foi negativa. Não tenho informação de que isso tenha mudado”, afirmou Roberto Freire, presidente nacional do Cidadania.
Ele reconhece que há um alinhamento com o PV e que, no futuro, isso pode caminhar para uma proposta formal. “Mas não é pauta ainda.” O Cidadania era considerado um destino confortável para o apresentador e abrigou diversos quadros dos movimentos de renovação política. Mas a avaliação corrente entre aliados de Huck é que o partido ainda carece de capilaridade e recursos para uma disputa presidencial.
Cláusula de barreira
Fusões partidárias estão no radar de legendas médias ou pequenas por causa da cláusula de desempenho (conhecida também como cláusula de barreira). Criada em 2017, ela funciona como uma espécie de filtro e usa como base de cálculo as eleições gerais – quando são escolhidos o presidente da República, governadores, deputados federais e senadores.
Na disputa de 2018, a exigência foi para que os partidos somassem ao menos 1,5% dos votos válidos em nove Estados, com 1% dos votos em cada um deles. O porcentual aumenta de forma progressiva e no próximo ano será de 2%.
Na articulação político-partidária, o projeto de Huck concorre com o do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que também tenta formar uma rede de apoios com partidos da centro-direita e passou a fazer acenos à centro-esquerda na busca por uma frente anti-Bolsonaro.
O apresentador abriu um leque amplo de interlocutores. Nas conversas, porém, é econômico e geralmente escuta mais do que fala. Segundo aliados, entre os partidos que já lhe sondaram ou fizeram convites, está o Podemos, que costuma ser identificado com a defesa da Lava Jato.
Huck se reuniu com o ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro no fim de outubro do ano passado.
O encontro não foi bem recebido por boa parte dos seus apoiadores. A avaliação é que o ex-magistrado de Curitiba contamina o seu projeto, trazendo para dentro dele a polarização PT x Bolsonaro. Além disso, Moro afasta da articulação de Huck as forças políticas da esquerda.
Uma possível filiação de Huck é algo tratado num horizonte ainda distante. Conforme a legislação, a data-limite é o início de abril do ano que vem, seis meses antes das eleições.
Por enquanto, o apresentador continuará se colocando “à disposição” do País em manifestações pontuais.
Aos poucos, pretende definir sua questão profissional na TV Globo (ele ainda é cotado como um possível substituto de Fausto Silva nas tardes de domingo em 2022) e fazer a transição de celebridade para o político.
Procurados pela reportagem de O Estado de São Paulo, Huck, Campos, Tábata Amaral e Renata Abreu, presidente do Podemos, não quiseram se manifestar.
O Governo de Pernambuco está finalizando a primeira etapa dos trabalhos de demolição da antiga ponte sobre o Riacho do Pequí, que teve sua estrutura física comprometida após o forte impacto dás águas provenientes das chuvas que castigaram diversos municípios pernambucanos em abril deste ano. A previsão é finalizar esta etapa até a próxima quarta-feira […]
O Governo de Pernambuco está finalizando a primeira etapa dos trabalhos de demolição da antiga ponte sobre o Riacho do Pequí, que teve sua estrutura física comprometida após o forte impacto dás águas provenientes das chuvas que castigaram diversos municípios pernambucanos em abril deste ano.
A previsão é finalizar esta etapa até a próxima quarta-feira (31). Em seguida, será iniciada a construção da nova e moderna ponte no trecho que se encontra interditado, no km 20 da PE-545, em Bodocó, no Sertão do Araripe. Essa iniciativa é mais um compromisso assumido pela atual gestão do Governo do Estado, que está investindo recursos próprios de R$ 4,1 milhões.
Os serviços, iniciados no dia 5 deste mês, estão sendo realizados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado da Secretaria de Transportes. Após a conclusão dos trabalhos de demolição, será iniciada a implantação das estacas no terreno, que servirão de apoio aos blocos das fundações, para posteriormente serem erguidos os pilares da nova ponte, que terá 55 metros de comprimento, capaz de suportar o volume de água dos rios que formam a bacia hidrográfica daquela região.
“Estamos avançando com os trabalhos conforme previsto no cronograma das obras, para solucionar os transtornos provocados pela interdição desse trecho da via, incluindo a construção da nova ponte sobre o Riacho de Pequí. Seguimos agilizando as ações contra o tempo para finalizarmos tudo antes do prazo previsto de conclusão total das obras, que são 180 dias, para garantirmos o mais rápido possível, segurança e conforto para motoristas e usuários, com melhor mobilidade para população”, enfatizou o diretor-presidente do DER, Silvano Carvalho.
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