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Americanos podem pagar preço por guerra tarifária de Trump

Por Nill Júnior

Por Cecilia Barría – G1/BBC News

Não é incomum pensar nas tarifas como uma espécie de “punição” para produtos estrangeiros e os países que os fabricam.

No entanto, o tiro pode sair pela culatra. Donald Trump, oficializou neste sábado (1/2) seu plano de taxar em 25% importações do Canadá e do México e 10% da China.

A medida está relacionada à percepção do presidente dos EUA sobre a má gestão dos governos desses países em relação à migração e ao tráfico de drogas.

A ameaça da imposição de tarifas também recaiu sobre a Colômbia, depois que o governo de Gustavo Petro se recusou a autorizar o pouso de dois aviões militares com cidadãos colombianos deportados.

Bogotá acabou aceitando todos os voos com imigrantes deportados — e os Estados Unidos anunciaram que não adotariam as sanções.

Mas a postura de Trump sobre o tema migratório e a proteção das fronteiras continua bastante clara: “Como todo o mundo sabe, milhares de pessoas estão entrando em massa através do México e do Canadá, levando o crime e as drogas a níveis nunca vistos”.

E segundo o republicano, a imposição de tarifas contra as economias mexicana, canadense e chinesa continuará até que os países cooperem com os Estados Unidos na luta contra a “grande ameaça de imigrantes ilegais e drogas mortais”.

Porém, quando economistas analisam experiências passadas, esse nem sempre foi cenário alcançado. As tarifas que Trump aplicou em sua primeira administração, além de afetar empresas estrangeiras, também prejudicaram as empresas locais e os próprios consumidores americanos, de acordo com vários estudos acadêmicos.

Longe de enriquecê-las, as famílias tiveram que pagar preços mais altos. E a arrecadação de impostos resultante da imposição de tarifas foi muito baixa em comparação com o que o governo arrecada por meio de impostos individuais e corporativos.

Em última análise, “os consumidores arcam com o custo do conflito comercial”, explica Inga Fechner, economista sênior de comércio global da equipe de pesquisa do banco ING na Alemanha.

Após a oficialização da imposição das taxas pelos EUA – e a resposta de Canadá, México e China à notícia -, a própria Câmara de Comércio dos EUA alertou que as tarifas aumentarão os preços para os americanos.

Outras Notícias

Flávio Marques diz que Zé Amaral se equivocou ao dizer que ele comanda Tabira

Com a certeza de que quem conduz a gestão é o prefeito Sebastião Dias, o Secretário de Administração Flávio Marques disse ontem que não passou de um equívoco a afirmação do pré-candidato a Prefeito Jose Amaral (PSDC) de que ele e Edgley Freitas, Secretario de Cultura e Obras é que mandam no governo. Falando a […]

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Com a certeza de que quem conduz a gestão é o prefeito Sebastião Dias, o Secretário de Administração Flávio Marques disse ontem que não passou de um equívoco a afirmação do pré-candidato a Prefeito Jose Amaral (PSDC) de que ele e Edgley Freitas, Secretario de Cultura e Obras é que mandam no governo.

Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM ontem, Flávio disse que cada Secretário tem a autonomia necessária para gerenciar sua pasta. Marques não quis polemizar se Zé Amaral teria feito a acusação por enxergar nos dois secretários, potencial para liderarem uma disputa majoritária.

Flávio disse que hoje a Secretaria de Administração chama a atenção porque ganhou uma nova dimensão na gestão do Prefeito Sebastião Dias.

Por aumento nas internações por Covid, Arcoverde volta a ter restrições segunda

Semanalmente, são avaliados pelo Centro de Operações Emergenciais Municipais de Arcoverde – Coema – os dados de internamentos. Segundo avaliação, a partir da próxima segunda-feira, 20 de julho, Arcoverde volta à FAIXA 02, com mais restrições . De acordo com o Plano de Adequação do Comércio, a FAIXA 02 é acionada quando o Hospital de […]

Semanalmente, são avaliados pelo Centro de Operações Emergenciais Municipais de Arcoverde – Coema – os dados de internamentos.

Segundo avaliação, a partir da próxima segunda-feira, 20 de julho, Arcoverde volta à FAIXA 02, com mais restrições .

De acordo com o Plano de Adequação do Comércio, a FAIXA 02 é acionada quando o Hospital de Campanha ou a UTI do HRRBC encontrar-se com até 50% da capacidade de pacientes do município.

As faixas 01,02, 03 e 04 determinam a flexibilização setorial e gradual. Nesta sexta-feira (17), o Hospital de Campanha conta com 10 leitos ocupados, das 31 vagas e o HRRBC com três pacientes na UTI de oito leitos.

Entre as obrigações gerais dos estabelecimentos, na atual fase, está o horário de funcionamento, que permanece de segunda à sexta, das 9h às 15h. Nos comércios, só será permitida uma pessoa a cada 15 m².

Os segmentos tem seus protocolos. É importante que cada um verifique suas obrigações para adaptar para próxima segunda. Os escritórios em geral, por exemplo, devem funcionar com 50% da capacidade.

Nesta faixa 02, os bares, restaurantes e lanchonetes voltam a atender por Delivery, sem ponto de entrega no local do estabelecimento. Mais informações sobre o Plano de Adequação do Comércio pode ser acessado: http://www.arcoverde.pe.gov.br/coronavirus.php

Mais casos e novo óbito : a Secretaria de Saúde de Arcoverde informou que, nesta sexta-feira, 17 de julho, até às 17 horas, registrou mais um óbito de Covid-19.

São 432 confoirmados, 39 suspeitos, 753 descartados, 25 óbitos e 197 recuperados.

Prefeitura entrega mais de 19,5 mil quilos de feijão em parceria com Conab

A Prefeitura Municipal de São José do Egito informa em nota que através da Secretaria de Ação Social está realizando a entrega de mais de 19,5 mil quilos de feijão para instituições sociais, rede pública de educação, unidades hospitalares e famílias carentes cadastradas nos Centros de Referências da Assistência Social – CRAS. A solicitação da […]

11937441_1732112153669966_7578433587400424003_nA Prefeitura Municipal de São José do Egito informa em nota que através da Secretaria de Ação Social está realizando a entrega de mais de 19,5 mil quilos de feijão para instituições sociais, rede pública de educação, unidades hospitalares e famílias carentes cadastradas nos Centros de Referências da Assistência Social – CRAS.

A solicitação da doação de alimentos foi feita pelo Prefeito Romério Guimarães ao superintendente regional da Conab – Companhia Nacional de Abastecimento. São mais de 19,5 mil quilos de feijão originários de estoques públicos e doados pelo Governo Federal.

O prefeito Romério e a secretária Sandra Lima, acompanham pessoalmente todos os processos de armazenamento, separação e entrega do feijão. O lar do Idoso, os CRAS, a Cozinha Comunitária, as escolas públicas e o hospital são beneficiárias desta distribuição de feijão.

Célia questiona LW por não receber Sindicato

A vereadora Célia Galindo usou suas redes sociais na tarde de hoje para denunciar o que classificou “uma atitude considerada ditatorial por parte do prefeito Wellington Maciel em relação ao Sindicato dos Servidores municipais de Arcoverde, o Sintema”. A queixa é de que, por meio de um recado através de um assessor, mandou avisar que […]

A vereadora Célia Galindo usou suas redes sociais na tarde de hoje para denunciar o que classificou “uma atitude considerada ditatorial por parte do prefeito Wellington Maciel em relação ao Sindicato dos Servidores municipais de Arcoverde, o Sintema”.

A queixa é de que, por meio de um recado através de um assessor, mandou avisar que não recebe os funcionários da DIRT.

“Com nove mandatos e 34 anos de política já passei por todos os tipos de prefeitos e prefeitas, mas nunca via nada igual como esse que se postou na cadeira de prefeito de nossa cidade que manda seus serviçais enviar recados ao sindicato dos servidores, sem ter a mínima coragem de fazer um ofício formal. Ele, que vive brincando de prefeito dentro do parque de domingo, ainda manda avisar que não tem diálogo. Absurdo”, disse a vereadora.

Na nota divulgada pelo Sintema, eles afirmam que receberam o “recado” (ligação telefônica informal e não oficial) de que administração não receberá a categoria e não está disposta a dialogar. “Este ato ditatorial será objeto de nossa próxima assembleia e essa conduta dispensada à categoria também estará em pauta”.

Célia salienta ainda que Wellington fecha as portas ao diálogo exatamente com os servidores que são responsáveis pela arrecadação municipal que podem ajudar a superar as dificuldades que o prefeito tanto prega.

“Arcoverde sempre foi democrática, de fato e de direito, e não de discurso em tribunas. É esse o exemplo que o prefeito, o pior de nossa história diga-se de passagem, dar ao povo de Arcoverde. Fala em crise, mas bate as portas na cara dos que podem ajudar o município a arrecadar mais recursos”, criticou.

Serra: “se houver colapso vai se escolher quem vai morrer”

Farol de Notícias A Secretária de Saúde de Serra Talhada, Márcia Conrado, fez um apelo dramático na noite dessa terça-feira (7), para que as pessoas abandonem às ruas e cumpram o isolamento social de forma rigorosa. Preocupada com a grande quantidade de gente no Centro, nos últimas dias, a secretária levantou uma estatística de alerta […]

Farol de Notícias

A Secretária de Saúde de Serra Talhada, Márcia Conrado, fez um apelo dramático na noite dessa terça-feira (7), para que as pessoas abandonem às ruas e cumpram o isolamento social de forma rigorosa.

Preocupada com a grande quantidade de gente no Centro, nos últimas dias, a secretária levantou uma estatística de alerta para quem insistir quebrar a quarentena.

“Temos hoje em Serra Talhada três casos notificados. Dois profissionais de saúde, de um hospital privado, e um senhor de 86 anos, que desde a semana passada está internado no Hospam esperando o resultado sair”.

Ela acrescentou que Serra Talhada, segundo o IBGE, tem cerca de 87 mil habitantes e se 10% forem infectados pelo coronavírus, representa 8.700 pessoas, e se desse universo, 5% precisarem de cuidados especiais, significa que 435 pessoas precisarão ir para a Unidade de Tratamento Intensiva (UTI).

Para ela, um colapso pode acontecer no sistema de saúde da cidade.

“Hoje, Serra Talhada tem apenas seis leitos de UTI em situação de coronavírus. Isso é o colapso. Então, entra a decisão mais difícil para os profissionais de saúde, escolher quem sobrevive e quem morre. Temos um aglomerado em Serra Talhada jamais visto”, lamentou.