NJTV: Veja como foi homenagem a João Gomes e à Rádio Pajeú
Por Nill Júnior
Na nossa página no Youtube você já pode acompanhar detalhes do evento que reuniu representantes de emissoras de todo o Estado no Cine Teatro São José na noite desta quarta (21), a Rádio Pajeú comemorou sus 56 anos de história. O evento foi alterado por conta da realização nesta quinta de reunião da reunião Asserpe, a Associação das Empresas de Radiodifusão do Estado.
O evento foi apresentado pela radialista Michelli Martins. No primeiro momento, houve o lançamento do livro “Rastro para uma velhice digna”, de João Gomes, primeiro Diretor Comercial de uma emissora de rádio no Sertão do Estado.
Emocionado por vários momentos, João Gomes relembrou conversando com o radialista Nill Júnior momentos marcantes da história da emissora, como as dificuldades para sua instalação, o dia em que ela entrou no ar em 4 de outubro de 1959 e as participações de Dom Mota e Dom Francisco na construção da sua história.
“Olhem para o futuro sem esquecer o passado. Não existe presente sem o passado ou futuro sem o presente. O que Dom Mota criou e Dom Mesquita continuou nestes 56 anos é o orgulho de vocês para esta cidade, Diocese e região do Pajeú. Levem sempre esta rádio no coração de vocês. Foi a Diocese que proporcionou a libertação de afogados, o seu crescimento e de todo o Vale do Pajeú”.
Em seguida, houve homenagem da Asserpe, através do seu Presidente Cléo Nicéas. “Tudo começou com um sonho que renasce hoje para essa emissora. É uma rádio que está na rua e defende sua comunidade. O futuro é local e o sonho é que impulsiona por mais cem anos a emissora que vocês fazem com qualidade”.
Ao final houve show cultural com o coral Anitta Vilarim, de Serra Talhada, apoiado pela prefeitura da cidade, através da Secretaria de Cultura. Não faltou o Parabéns pra Você e a participação do sanfoneiro mirim Cristian, o Futuro do Forró, de 8 anos e que esteve recentemente na TV Record, no programa de Geraldo Luiz, mostrando a história de superação para o mundo inteiro. A filmagem é de Petrônio Pires.
O coordenador estadual da campanha de Dilma, o senador Humberto Costa (PT), adiantou que a presidente Dilma Rousseff deve vir ao estado na próxima semana. “Nossa estratégia aqui será desenhada amanhã (hoje), junto com a Executiva nacional, mas já estamos confeccionando alguns materiais de campanha”, destacou, acrescentando que diálogos já estão sendo estabelecidos com os […]
O coordenador estadual da campanha de Dilma, o senador Humberto Costa (PT), adiantou que a presidente Dilma Rousseff deve vir ao estado na próxima semana. “Nossa estratégia aqui será desenhada amanhã (hoje), junto com a Executiva nacional, mas já estamos confeccionando alguns materiais de campanha”, destacou, acrescentando que diálogos já estão sendo estabelecidos com os proporcionais eleitos e não eleitos avaliar como eles podem ajudar no segundo turno.
Ainda segundo o senador, a tendência é manter parte da estratégia adotada no primeiro turno. “Vamos continuar focando nas ações que foram realizadas pelo governo federal e nas propostas que ela apresenta para o estado”.
No Seminário de Políticas Públicas de Combate à Desertificação do Semiárido, o superintendente da Sudene, Danilo Cabral, destacou que o Nordeste tem, pela imposição da agenda ambiental, uma janela de oportunidade para a promoção do desenvolvimento regional. “Nós temos um conjunto de ameaças que estão postas para o nosso semiárido, para a nossa Caatinga, sendo […]
No Seminário de Políticas Públicas de Combate à Desertificação do Semiárido, o superintendente da Sudene, Danilo Cabral, destacou que o Nordeste tem, pela imposição da agenda ambiental, uma janela de oportunidade para a promoção do desenvolvimento regional.
“Nós temos um conjunto de ameaças que estão postas para o nosso semiárido, para a nossa Caatinga, sendo a principal delas a desertificação. Ao mesmo tempo, há oportunidades para que possamos promover um desenvolvimento sustentável e includente para a nossa região”, disse durante a abertura do evento realizada na capital paraibana, nesta segunda-feira (6).
O seminário é uma iniciativa do Tribunal de Contas da Paraíba a partir das conclusões de uma Auditoria Operacional Regional Coordenada em Políticas Públicas de Combate à Desertificação do Semiárido, em 2022, pelos Tribunais de Contas dos Estados do Ceará (TCE-CE), do Rio Grande do Norte (TCE-RN), da Paraíba (TCE-PB), de Pernambuco (TCE-PE) e de Sergipe (TCE-SE). Participaram o governador João Azevedo, conselheiros, cientistas, pesquisadores e parlamentares.
De acordo com o presidente do TCE-PB, Nominando Diniz Filho, a desertificação atinge 13% do semiárido. Ele ressaltou a necessidade de fortalecer a participação e o engajamento da sociedade civil na formulação e implementação de políticas públicas voltadas para o semiárido. Já o presidente do TCE-RN, Gilberto Jales, falou sobre a necessidade de buscar o incremento de atividades econômicas que convivam com o solo e o clima da região.
“É importante entendermos que temos um bioma dentro de uma região em que pelo 660 mil quilômetros quadrados são de áreas suscetíveis à desertificação, concentrados em oito estados do Nordeste. Essa não é uma questão só nossa, 110 países também convivem com esse problema, mas nós temos a possibilidade de buscar ações para a mitigação e convivência com o semiárido”, afirmou o governador João Azevedo. Ele ainda comentou sobre a criação de um Fundo da Caatinga, uma proposta apresentada pelo Consórcio Nordeste, que visa buscar investimentos internacionais para a região.
Danilo Cabral frisou a importância do debate regional para criar oportunidades de inclusão das pessoas que residem na região do semiárido no processo de desenvolvimento econômico do Nordeste.
“No Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), o semiárido é um território estratégico, a partir dos eixos da inovação, desenvolvimento produtivo, meio ambiente, desenvolvimento social, capacidade governativas, educação e infraestrutura econômica e urbana”, comentou. Ele acrescentou que a Sudene está em um processo de reconexão com a sociedade para cumprir o papel idealizado por Celso Furtado para a Autarquia. “O Nordeste é parte da solução do Brasil”, encerrou o superintendente.
O Pároco do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira, Padre Gilvan Bezerra, celebra hoje 25 anos de ordenação sacerdotal. A celebração acontece na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios às sete da noite, e vai receber fiéis, familiares e irmãos no sacerdócio. “Agradeço ao senhor por ser instrumento do seu amor […]
O Pároco do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira, Padre Gilvan Bezerra, celebra hoje 25 anos de ordenação sacerdotal.
A celebração acontece na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios às sete da noite, e vai receber fiéis, familiares e irmãos no sacerdócio.
“Agradeço ao senhor por ser instrumento do seu amor para todas as pessoas”, diz o padre no convite divulgado para a comunidade católica.
Natural de Santa Terezinha, no Alto Pajeú, Padre Gilvan Bezerra nasceu em 23 de julho de 1970. Parte de sua influência para o ministério do sacerdócio nasceu da presença da Igreja no Pajeú, através de nomes como Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho.
Ele foi ordenado em 12 de dezembro de 1997.
Em janeiro de 2017, perdeu a mãe, Creuza Paulino, aos 71 anos, um duro golpe superado na fé. Dona Creuza lutava contra um câncer e morreu por falência de múltiplos órgãos em consequência dá doença.
Menos de dois meses depois, em 5 de março, assumia a Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira.
Emocionado, padre Gilvan agradeceu à Paróquia da Penha, em Serra Talhada, sua missão anterior e à sua família, quando lembrou sua mãe.
Pernambuco registrou, nas últimas 24 horas, 3.029 novos casos de Covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), nesta terça-feira (18). Essa, aliás, é a terceira maior notificação de novas infecções no intervalo de um dia desde o início da pandemia, em março de 2020. A atualização da SES-PE também informou […]
Pernambuco registrou, nas últimas 24 horas, 3.029 novos casos de Covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), nesta terça-feira (18).
Essa, aliás, é a terceira maior notificação de novas infecções no intervalo de um dia desde o início da pandemia, em março de 2020.
A atualização da SES-PE também informou a confirmação de 68 mortes em decorrência da doença, que ocorreram entre 15/03/2021 e essa segunda-feira, 17 de maio de 2021.
Com isso, o Estado passa da triste marca de 15 mil mortes pela doença, com 15.048 óbitos já registrados.
Agora, Pernambuco totaliza 446.093 casos confirmados da doença, sendo 42.773 graves e 403.320 leves. Entre os casos confirmados desta terça (18), 107 (3,5%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 2.922 (96,5%) são leves.
Foto: Adriano Vizoni/Folhapress Metade dos internados no Cândido Fontoura, do governo estadual, não tem doenças prévias Por Cláudia Collucci/Folha de S. Paulo Um fato novo tem chamado a atenção dos médicos do Hospital Infantil Cândido Fontoura, a maior instituição pediátrica pública do estado de São Paulo: um número crescente de crianças pequenas, sem comorbidades anteriores, […]
Metade dos internados no Cândido Fontoura, do governo estadual, não tem doenças prévias
Por Cláudia Collucci/Folha de S. Paulo
Um fato novo tem chamado a atenção dos médicos do Hospital Infantil Cândido Fontoura, a maior instituição pediátrica pública do estado de São Paulo: um número crescente de crianças pequenas, sem comorbidades anteriores, que têm tido complicações graves da Covid.
Assim como outros hospitais infantis, o Cândido viu explodir o número de internações em janeiro último. Foram 112 casos suspeitos, dos quais 39 já confirmados de Covid –contra 4 em janeiro de 2021. Em dezembro passado, não houve nenhuma internação por Covid.
Do total de 5.113 atendimentos no pronto-socorro (PS) do hospital no mês passado, 2.220 foram de sintomas gripais. Nesta sexta (4), havia 14 crianças internadas com Covid e nove suspeitas. Metade delas não tinha comorbidades prévias.
“De dez dias para cá, começamos a ter crianças hígidas [saudáveis] que evoluíram com uma certa gravidade. A gente não tinha visto isso até então”, diz o pediatra Mario Palumbo Neto, diretor técnico de saúde do hospital.
A médica intensivista Marina Favoreto Finardi, coordenadora da UTI, tem a mesma percepção.
“Parece ter mudado o parâmetro dos quadros agudos de Covid. Antes eram mais leves ou em crianças com comorbidades que complicavam. Agora estamos vendo crianças mais jovens, abaixo de um ano, sem antecedentes de doenças prévias, que evoluíram rapidamente para quadros pulmonares graves, com oxigenação muito baixa”, explica.
Devido à gravidade dos casos, o tempo médio de internação também aumentou: passou de sete dias, em média, para até três semanas. “A recuperação desses pacientes não é rápida como a gente observa em outros casos de doenças respiratórias”, diz Finardi.
O menino Heitor, 1, por exemplo, está desde o dia 18 de janeiro internado na UTI do hospital por complicações da Covid. Antes da infecção, era uma criança saudável, não tinha comorbidades.
Ele chegou à UTI do Cândido Fontoura já intubado, transferido de um outro hospital. “Mas ele tinha uma boa resposta pulmonar, chegou a ser extubado, mas voltou a piorar depois de 24 horas e foi intubado novamente”, explica a intensivista.
Há outros dois casos muito semelhantes. Heloisa, de dez meses, também sem doença prévia, chegou a ter alta da UTI após a fase aguda da Covid, foi para enfermaria, mas, no sétimo dia da infecção, piorou e voltou para a terapia intensiva. Está intubada.
Christopher Dark, de dois meses, estava internado com Covid em um outro hospital de São Paulo que não tinha UTI pediátrica. Ele chegou a ter duas paradas cardiorrespiratórias, segundo a mãe Rariellen Adga, 22.
“A médica disse que eu precisava arrumar uma vaga em um hospital com mais suporte. Mas fazia 24 horas que a gente tentava pelo sistema de regulação de leitos do estado e nada. Quando a gente já estava com a papelada para acionar a Justiça, apareceu uma vaga aqui.”
O bebê já chegou à UTI do Cândido Fontoura intubado e ali permaneceu por 17 dias. Na sexta (28), ele foi extubado e, na segunda (31), transferido para a enfermaria.
“É um alívio muito grande. Ele já está mamando, pegou o meu peito e eu posso ficar com ele no colo o tempo todo”, diz a mãe, que não sai do lado do filho desde o dia 17 de janeiro.
Segundo Palumbo Neto, ainda é cedo para formular hipóteses sobre quais fatores estariam relacionados a esses casos mais graves de crianças pequenas sem comorbidades.
“É difícil a gente saber se essa cepa [ômicron] é mais nociva ou mais virulenta para as crianças do que as outras. Não há dados. O que a gente observa é que antes, durante o isolamento, era raro chegar um diagnóstico de Covid. As que chegavam, não eram com gravidade. Muito raramente ia uma criança para a UTI.”
Ele explica que esse aumento também pode estar relacionado ao afrouxamento geral da população das medidas de proteção, que também se reflete no rápido avanço da ômicron. “Todo mundo baixou a guarda porque está vacinado. Agora está todo mundo pegando e passando para as crianças.”
Outro possível viés, afirma o pediatra, é o fato de o hospital, por ser a referência de Covid em crianças na rede estadual, possa estar concentrando casos mais graves.
Com a alta dos casos e a volta às aulas na rede municipal nesta segunda (7), a instituição prevê um novo repique de infecções e já expandiu o número de leitos. Passou de um total de 40 para 61. Desses, 34 são leitos de enfermaria e 27, de UTI.
“Com o retorno das aulas estamos temerosos. Escolas, crianças, há mais circulação de vírus, nem todos estão vacinados ainda”, diz a diretora interina do hospital, Ana Maria Vasconcellos. O impacto do retorno às aulas, porém, deve ser sentido dentro de sete a dez dias.
Kauê Vieira, de 12 anos, tomou a primeira dose, mas, antes de conseguir ser imunizado com a segunda, começou a apresentar sintomas da Covid. Na sexta (4), ele esteve no pronto-socorro do Cândido Fontoura e precisou receber soro na veia porque estava desidratado.
“No dia 25 de janeiro, o meu teste deu positivo. Na quarta (2), foi a vez de o Kauê ficar com febre alta, vômito e diarreia”, conta a mãe, Maria Vieira Gomes, que mora em Sapopemba. O filho mais velho, de 21 anos, teve os mesmos sintomas, mas não conseguiu ser testado na unidade de saúde.
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