Niltinho de Jatiúca declara apoio a Marconi Santana
Por Nill Júnior
O ex-prefeito de Flores e pré-candidato a deputado estadual, Marconi Santana, recebeu o apoio de mais uma liderança política do Sertão do Pajeú. Niltinho de Jatiúca, nome com atuação no distrito de Jatiúca, em Santa Cruz da Baixa Verde, confirmou sua adesão ao projeto político de Marconi.
O encontro entre os dois reforça o movimento de aproximação de Marconi com lideranças municipais e distritais em diferentes pontos de Pernambuco. O pré-candidato comemorou a adesão nas redes sociais.
A adesão ocorre em um momento de intensificação das articulações políticas para as eleições de 2026. Marconi tem ampliado sua agenda de encontros e reunido apoios em diferentes regiões do estado.
“Com o apoio de Niltinho de Jatiúca, Marconi soma mais uma liderança à sua caminhada e fortalece sua presença política em Santa Cruz da Baixa Verde”, destaca em nota.
Em entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, na quinta-feira (22), o prefeito de Quixaba, Zé Pretinho, fez um balanço positivo de sua gestão no decorrer de 2025. Durante participação no quadro Radar das 13, o gestor destacou o volume de entregas e a continuidade administrativa como pilares do avanço municipal. Zé […]
Em entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, na quinta-feira (22), o prefeito de Quixaba, Zé Pretinho, fez um balanço positivo de sua gestão no decorrer de 2025. Durante participação no quadro Radar das 13, o gestor destacou o volume de entregas e a continuidade administrativa como pilares do avanço municipal.
Zé Pretinho enfatizou que 2025 foi marcado por uma execução histórica de projetos. “Eu acho que foi o ano que a gente mais fez obra no município”, afirmou o prefeito, atribuindo o êxito à experiência acumulada de mandatos anteriores e ao planejamento estratégico.
Para o prefeito, a capacidade de realizar intervenções que eram desejadas pela comunidade define o atual momento da cidade como um “grande avanço”. Com o fechamento de um ciclo produtivo em 2025, as expectativas para 2026 seguem otimistas, mantendo o foco na continuidade do trabalho que, segundo ele, tem garantido melhorias diretas para a população quixabense.
O Promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto aproveitou a ida a Brasília, onde participou da Marcha dos Prefeitos, para ir ao Ministério da Integração Regional. Ele solicitou audiência com o Ministro da Integração, Antônio de Pádua de Deus, para tratar da Adutora do Pajeú e da Barragem da Ingazeira. O promotor esteve com o Chefe […]
O Promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto aproveitou a ida a Brasília, onde participou da Marcha dos Prefeitos, para ir ao Ministério da Integração Regional.
Ele solicitou audiência com o Ministro da Integração, Antônio de Pádua de Deus, para tratar da Adutora do Pajeú e da Barragem da Ingazeira.
O promotor esteve com o Chefe de Gabinete Gustavo Canuto que informou que o Ministro teve que viajar essa semana. “Mas construímos que ele agendaria a audiência com o Ministro para a 1ª semana de Junho”.
De acordo com os levantamentos trazidos na reunião e dos contatos com o Diretor Geral do DNOCS e do Chefe de Gabinete, Dr. Gustavo Canuto, a situacão da Adutora do Pajeú é a seguinte:
O dinheiro empenhado garante a conclusão da 1ª fase da segunda etapa até agosto deste ano, concluindo o ramal de Sertânia a Afogados da Ingazeira. Falta garantir o recurso para a 2ª fase da 2ª etapa, que levará água para Santa Terezinha, Brejinho, Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde e a inclusão de Solidão.
O recurso foi solicitado pelo Ministro da Integração ao Ministro do Planejamento por meio de ofício, em dezembro de 2017. “Levantamos que essa tramitação está parada no Planejamento, porque teria havido uma manifestação da Paraíba de que não teria interesse nessa obra”, disse surpreso o promotor.
“Me surpreendi com essa notícia porque custa-me a crer que o Estado da Paraíba não queira a Água da Adutora para seus municípios. Ficou acertado que devemos, checar primeiro até onde é verdadeira essa informação da Paraíba (nenhum ofício foi apresentando provando o pleito) e provocar o posicionamento do Ministério da Integração nessa nova audiência dizendo que Pernambuco quer a continuidade”.
Em entrevista, ontem, ao programa Papo Café, do Portal da Prefeitura, a deputada federal Luciana Santos (PCdoB) abordou as principais conjunturas da política nacional e local. Luciana apontou qual seria a possível direção do partido na disputa ao Poder Executivo do estado, inclusive com seu próprio nome na chapa. O prazo das convenções partidárias para a […]
Em entrevista, ontem, ao programa Papo Café, do Portal da Prefeitura, a deputada federal Luciana Santos (PCdoB) abordou as principais conjunturas da política nacional e local.
Luciana apontou qual seria a possível direção do partido na disputa ao Poder Executivo do estado, inclusive com seu próprio nome na chapa.
O prazo das convenções partidárias para a escolha dos candidatos a governador e vice-governador, assim como outras cadeiras disputadas nessas eleições, deve ocorrer até dia 5 de agosto de 2018 e, mesmo com o fim deste período chegando, a lista oficial de candidatos a cargos eletivos ainda são cogitações dentro das principais legendas.
Luciana, que também é presidente do diretório nacional do PCdoB, faz parte desse enigma dos candidatos que devem disputar o Palácio do Campo das Princesas. A ex-prefeita da cidade de Olinda falou sobre o caminho do PCdoB com PSB. “Foi levantada esta hipótese de vice, então, é uma construção que não depende só do governador, nem só do PCdoB, é uma construção política que depende de toda essa base que dá sustentação. Ainda não está oficializado, mas também não está descartado”, enfatizou.
A deputada também falou sobre a possibilidade do ex-prefeito de Olinda Renildo Calheiros participar da disputa para o cargo de deputado federal pela chapa. “Se a minha participação for consolidada na majoritária, Renildo Calheiros é quem vem como deputado federal”, concluiu.
Espetáculo de Nova Jerusalém ainda enfrenta dificuldades e apoio governamental é determinante para edição 2023 Na retomada da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, aproximadamente 45 mil pessoas estiveram no município do Brejo da Madre de Deus, agreste de Pernambuco, no período de 9 a 16 de abril, para assistir à temporada 2022 do espetáculo […]
Espetáculo de Nova Jerusalém ainda enfrenta dificuldades e apoio governamental é determinante para edição 2023
Na retomada da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, aproximadamente 45 mil pessoas estiveram no município do Brejo da Madre de Deus, agreste de Pernambuco, no período de 9 a 16 de abril, para assistir à temporada 2022 do espetáculo que é uma das principais atrações turísticas do Brasil na Semana Santa.
Suspenso durante dois anos devido a pandemia de covid-19, a peça realizou sua última apresentação no último sábado (16) emocionando milhares de pessoas vindas de todas as partes do Brasil e de outros países.
Mas para que isso acontecesse, não foi nada fácil. Segundo Robinson Pacheco, coordenador geral do espetáculo, a realização da temporada 2022 da Paixão de Cristo foi um dos maiores desafios já enfrentados pela organização na história do espetáculo.
“Depois de acumularmos grandes prejuízos devido aos dois anos de paralisação, encaramos o desafio de retomar as apresentações praticamente sem recursos e com um prazo para estruturação do espetáculo bastante reduzido”, revela.
Ele ressalta que as dificuldades enfrentadas pela Sociedade Teatral de Fazenda Nova não se encerraram com a retomada das apresentações.
“Muitas pessoas ainda estão com medo da covid-19 e outras perderam seus empregos ou fecharam seus negócios. Em razão disso, o público ficou abaixo do esperado o que dificulta não só a cobertura dos custos do espetáculo deste ano, como também compromete a produção da próxima temporada”, explica.
Para enfrentar o desafio de manter vivo o espetáculo de significativa importância para o setor turístico de Pernambuco, Pacheco está tentando captar patrocinadores por meio da Lei Rouanet. “Temos um projeto aprovado no valor de R$ 3 milhões. A captação desses recursos será importante para cobrir parte dos nossos prejuízos”, afirma.
Realizada desde 1968, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém tem projetado o nome de Pernambuco para muito além das suas fronteiras. Em meio século de história, o espetáculo já atraiu mais de 4 milhões de expectadores.
Conhecido em todo o Brasil, a encenação ocupa, na Semana Santa, um espaço de destaque nos mais diversos veículos de comunicação do País.
Essa divulgação do nome do Estado em associação ao evento de Nova Jerusalém, geram frutos durante todo o ano para o segmento do turismo e, principalmente, na época da Semana Santa.
Nesse período, a rede hoteleira do Recife e de polos turísticos como Porto de Galinhas, Gravatá e Caruaru recebem grande fluxo de visitantes que chegam para assistir ao espetáculo e também para aproveitar as atrações culturais e as belezas naturais de Pernambuco.
As estimativas são de que, ao todo, cerca de R$ 200 milhões em negócios sejam gerados em função da realização do espetáculo, incluindo investimentos em mídia, produção, movimento no comércio formal e informal, feira de artesanato, hotéis, pousada e transportes turísticos no estado de Pernambuco.
O deputado Julio Cavalcanti, do PTB, fez um aparte a um pronunciamento em Plenário sobre a crise hídrica no País. Em sua fala, Cavalcanti defendeu que sejam implantadas ações conjuntas dos governos Federal e Estadual de enfrentamento à seca. O parlamentar destacou que o açude do Riacho do Pau, que abastece o município de Arcoverde, está […]
O deputado Julio Cavalcanti, do PTB, fez um aparte a um pronunciamento em Plenário sobre a crise hídrica no País. Em sua fala, Cavalcanti defendeu que sejam implantadas ações conjuntas dos governos Federal e Estadual de enfrentamento à seca.
O parlamentar destacou que o açude do Riacho do Pau, que abastece o município de Arcoverde, está totalmente assoreado, por conta do desmatamento das matas ciliares, fundamentais para o equilíbrio dos mananciais.
Julio destacou, ainda, o açude do Poço da Cruz, em Ibimirim, que também está com os níveis de água muito baixos e sofrendo com o assoreamento. “É preciso olhar além da limpeza dos açudes, aproveitando esses momentos em que os níveis estão baixos, mas é necessário, também, que o uso da água seja feito de forma racional para que não haja desperdício”, explicou.
“Se não cuidarmos agora desse problema muito daqui a alguns anos vamos vivenciar a guerra da água”, concluiu o parlamentar.
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