Nasce décimo terceiro neto de Edson e Márcia Moura
Por André Luis
Filho do pediatra Caio Moura nasceu neste sábado.
Nasceu, neste sábado (20), na Casa de Saúde Dr. José Evoide de Moura, Luca Moura, filho do casal Caio Moura e Dani.
Luca nasceu de parto normal realizado pela tia, a ginecologista e obstetra Michelle Moura. A anestesista foi a Dra. Thais Almeida de Menezes.
Luca é o décimo terceiro neto do médico Edson Moura e da advogada e diretora administrativa da Casa de Saúde, Márcia Moura.
Filho de Edson e Márcia Moura, Caio Moura, se especializou em pediatria, com residência no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira – IMIP, e passou a atender na Casa de Saúde Dr. José Evóide de Moura, em Afogados da Ingazeira, em maio de 2019.
Faltaram gandulas, ambulância, médico e até atletas. Presidente Rômulo Leão foi questionado por manchar nome da Capital do Xaxado e do desporto Um show de horror foi praticado ontem pela direção do Serrano, equipe que representa a importante cidade de Serra Talhada no Campeonato Pernambucano da Série A2, para o jogo com o Afogados FC ontem […]
Jogadores do Serrano fazem movimentação em um Pereirão sem torcida. Vergonha total.
Faltaram gandulas, ambulância, médico e até atletas. Presidente Rômulo Leão foi questionado por manchar nome da Capital do Xaxado e do desporto
Um show de horror foi praticado ontem pela direção do Serrano, equipe que representa a importante cidade de Serra Talhada no Campeonato Pernambucano da Série A2, para o jogo com o Afogados FC ontem a noite no estádio Pereirão.
As falhas começaram no acesso do torcedor ao estádio. Nas bilheterias apenas 25 ingressos a disposição da torcida. Dos mais de 50 torcedores de Afogados que foram a Serra Talhada, alguns entraram no estádio, outros não. Não havia ingressos.
No centro do gramado, árbitro e auxiliares aguardam por ambulância que não veio
Dentro do estádio, o show de horror continuou. Sem 11 jogadores para começar o jogo, o técnico Lourival Silva iniciou o aquecimento com a equipe incompleta.
Sem os dois médicos do clube mandante exigidos pela FPF (apenas um apareceu), sem ambulância e até mesmo sem gandula, o arbitro esperou meia hora, depois mais meia hora, quando deu por encerradas as condições do jogo acontecer.
O Afogados FC ganhou o jogo por WxO, o que equivale ao placar e 3 a 0.
O clube é presidido por Rômulo Leão, que foi bastante criticado por mais uma vez por em xeque o nome de Serra Talhada.
Zé Raimundo disse já saber que isso aconteceria. “Acabaram com imagem que construímos”.
Ex-presidente, hoje a frente do Serra Talhada, Vereador licenciado e Secretário de Transportes, Zé Raimundo aproveitou para desabafar falando à Rádio Pajeú, que acompanhava o jogo.
“Acho lamentável por tudo que fizeram em 2011. Politicamente agiram colocando que tudo seria diferente. Espero pela ação dos homens ao invés das palavras. Tem acontecido tudo que a gente previa. Pra não brigar na justiça abrimos mão. A cidade hoje abraça o Serra Talhada FC e hoje como no ano passado o Serrano passa por esse vexame. Como Secretário e vereador fiz minha obrigação na liberação do estádio. Mas prefiro que os outros julguem e façam uma comparação”.
O time está com base em Carnaubeira da Penha depois de parceria com a prefeitura local e tem projeto de aproveitar jovens de uma comunidade indígena local e é treinado pelo rodado Lourival Silva. “É uma coisa chata né. Estamos fazendo uma trabalho dessa meninada da base, a maioria tudo indígena, mas passamos por essa situação de ter todo dia dez jogadores só”.
Pouquíssimos torcedores, a maioria do Afogados FC, compareceram ao Pereirão. Desconfiança de vexame
Um dirigente que não quis se identificar à imprensa tentou culpar a Secretaria de Saúde de Serra Talhada pela ausência de ambulância no estádio, sem apresentar um ofício sequer. O vereador Nailson Gomes informou à Cultura FM que não havia pedido algum do veículo na Secretaria.
Meio que “atarantado”, um dos dois médicos exigidos, o Doutor Barbosa, que é vereador na cidade, chegou ao estádio sem saber pra quê. “Não sei de nada. Estava em uma reunião e pediram para eu vir ajudar e vim. Não sei nem pra quem”.
São muitos os que tem questionado a iniciativa do clube disputar a competição manchando a imagem do desporto e da Capital do Xaxado. Em 2014, a equipe já havia faltado a um compromisso em Altinho e por pouco não foi excluída dos quadros da Federação.
Ouça o Delegado do jogo, Cristiano Martins, relatando a providência tomada ao fim da espera de uma hora:
Carlos André também informou que não foi o responsável por divulgar o vídeo Por André Luis O responsável pela gravação do vídeo onde supostamente um cachorro era sacrificado por funcionários da Vigilância Sanitária de Afogados da Ingazeira, que criou uma verdadeira polêmica nas redes sociais nesta quarta-feira (18), Carlos André Rolim de Lima, falou na […]
O cachorro passa bem e esta agora aos cuidados da Associação Protetora dos Animais. Foto: Vigilância Sanitária / Divulgação
Carlos André também informou que não foi o responsável por divulgar o vídeo
Por André Luis
O responsável pela gravação do vídeo onde supostamente um cachorro era sacrificado por funcionários da Vigilância Sanitária de Afogados da Ingazeira, que criou uma verdadeira polêmica nas redes sociais nesta quarta-feira (18), Carlos André Rolim de Lima, falou na manhã desta quinta-feira (19), no programa Manhã Total da Rádio Pajeú, que tudo não passou de um mal entendido.
Carlos apresentou uma nota de retratação, onde diz que pelo fato de ser um defensor dos animais, foi levado pelo calor do momento, reconheceu que errou ao se precipitar e a fazer as acusações infundadas contra os funcionários em questão e disse que apesar de ter feito a gravação, não foi o responsável pela divulgação do mesmo.
Carlos também pede desculpas ao ente público, seus funcionários e a qualquer um que se sentiu prejudicado.
Leia a nota de Carlos na íntegra:
Eu, Carlos André Rolim de Lima, venho através desta me retratar acerca do vídeo que está circulando nas redes sociais, onde funcionários da Prefeitura deste município aparecem supostamente maltratando um cachorro, esclarecendo que jamais foi min há intenção denegrir a imagem da Prefeitura ou de seus funcionários, apenas no calor da emoção tomei uma atitude precipitada, quando na verdade pelo que se sabe o animal foi encaminhado para tratamento e inclusive já foi adotado, sendo assim afirmo que não partiu de mim a divulgação do vídeo, e que desde já pelo desculpas ao ente público, seus funcionários e qualquer um que sentiu prejudicado.
Petrolina e o município mato-grossense de Sorriso tem algo em comum, são cidades referência em desenvolvimento agrário. A vocação para a agricultura fez com que as prefeituras das duas localidades iniciassem uma troca de experiências. As conversas avançaram e, nesta segunda-feira (16), uma comitiva de Sorriso encabeçada pelo prefeito Ari Lafin se reuniu com o […]
Petrolina e o município mato-grossense de Sorriso tem algo em comum, são cidades referência em desenvolvimento agrário. A vocação para a agricultura fez com que as prefeituras das duas localidades iniciassem uma troca de experiências. As conversas avançaram e, nesta segunda-feira (16), uma comitiva de Sorriso encabeçada pelo prefeito Ari Lafin se reuniu com o prefeito Miguel Coelho para conhecer o trabalho de Petrolina, principalmente, na fruticultura irrigada.
Os dois gestores conversaram por quase uma hora sobre projetos desenvolvidos nas duas cidades a fim de fortalecer a produção rural. Miguel Coelho apresentou também iniciativas desenvolvidas pela prefeitura em outros setores produtivos estratégicos. “Mostramos o potencial de Petrolina mas também aproveitamos para conhecer experiências de sucesso de Sorriso, que é considerada a capital do agronegócio”, resumiu o prefeito após o encontro.
No final da reunião, os gestores trocaram presentes, produtos típicos e as bandeiras das duas cidades. “Queremos fazer algo parecido com o que já é feito há mais de 30 anos na fruticultura de Petrolina, fortalecendo o pequeno produtor e a geração de empregos”, explicou o prefeito Ari Lafin.
No próximo mês, será a vez de uma comitiva de Petrolina conhecer o modelo de trabalho desenvolvido na cadeia produtiva de Sorriso, cujo principal vetor é a soja. Uma equipe da Secretaria de Desenvolvimento Agrário viajará para a cidade mato-grossense para verificar de perto iniciativas que possam ser replicadas no desenvolvimento agrário petrolinense.
Como é bom ser vereador de Arcoverde. Segundo o blogueiro Dácio Rabelo, o recesso na Casa vai durar nada mais nada menos que 92 dias, duas vezes mais o período comum de férias de nós, mortais, durante este ano. A Casa está sem atividades desde o dia 30 de junho. Os vereadores só retornam no primeiro […]
Câmara de Arcoverde vazia: recesso de 92 dias, salário de R$ 8 mil, mais assessores, bônus por cursos…
Como é bom ser vereador de Arcoverde. Segundo o blogueiro Dácio Rabelo, o recesso na Casa vai durar nada mais nada menos que 92 dias, duas vezes mais o período comum de férias de nós, mortais, durante este ano.
A Casa está sem atividades desde o dia 30 de junho. Os vereadores só retornam no primeiro dia de agosto. Durante esse intervalo de tempo, só sessões extraordinárias – que geralmente rendem um “extra” – poderão ser realizadas.
Somados os dias de recesso em julho, com o período de recesso que vai de 15 de dezembro à 15 de fevereiro de 2015, o Poder Legislativo de Arcoverde somará mais de três meses sem fazer nada. Isso sem considerar é apenas uma sessão por semana quando estão em atividade. Muitos parlamentares costumam faltar em muitas sessões.
Em Arcoverde,o salário de cada vereador é de R$ 8.047,00 mensais. Cada um tem entre cinco e dez assessores e diárias para cursos muitas vezes sem nenhum resultado prático de R$ 400,25.
Nem parte dos legisladores está confortável com isso. A vereadora Célia Cardoso (PR) acredita que a Câmara Municipal fica tempo demais parada. Ela pediu aos colegas para reduzir o período de recesso. “No entanto, a proposta nunca foi aceita ou debatida em plenário”, lamentou.
Depois de cinco anos, é julgado nesta quinta-feira (29) Diogo Machado Teixeira, 42 anos. Embriagado, em 2013 ele se envolveu em acidente morte na Avenida Afonso Pena, após sair da Valey em Campo Grande. Em depoimento, Diogo detalhou que saiu de casa por volta da meia noite do dia 11 de fevereiro para ir a […]
Depois de cinco anos, é julgado nesta quinta-feira (29) Diogo Machado Teixeira, 42 anos. Embriagado, em 2013 ele se envolveu em acidente morte na Avenida Afonso Pena, após sair da Valey em Campo Grande.
Em depoimento, Diogo detalhou que saiu de casa por volta da meia noite do dia 11 de fevereiro para ir a um bar. Lá, ele afirma que não consumiu bebidas alcoólicas. Porém, em seguida foi para a Valey onde bebeu três ou quatro cervejas mais um ou dois copos com doses de vodka.
Diogo detalha que ficou no lugar cerca de 2h e depois foi embora dirigindo sua caminhonete. O réu diz que fez uma conversão na Rua Goiás e seguiu pela Avenida Afonso Pena para tentar chegar ao Burger King.
“Sempre olho para os semáforos, mas pelo horário, fiquei com medo de bandidos”, conta Diogo em sua versão, antes de bater em um táxi e provocar a morte do passageiro José Pedro Alves da Silva Júnior, 22 anos. Pedro foi sepultado em 13 de janeiro daquele ano em Quitimbú, distrito de Custódia, sua terra natal.
Além da morte do passageiro, cinco meses depois o motorista do taxi Sebastião Mendes da Rocha, 51 anos, também morreu.
“Esperamos condenação. Desde aquele dia nossa família não foi mais a mesma. Natal e aniversário não são mais os mesmos. A mulher dele não consegue ficar mais em Campo Grande”, desabafou Lourivaldo da Rocha, irmão do taxista.
O promotor José Arturo Iunes pediu o afastamento do dolo eventual. Além disso, ele pede que Diogo responda pelos dois homicídios. Contudo, a defesa do réu tenta desqualificar o pedido alegando que o taxista não morreu em decorrência do acidente.
2013 – Na época do caso, Diogo Machado foi preso em flagrante e solto dois meses depois. Ele pagou fiança de R$ 101.700. Conforme o juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, Carlos Alberto Garcete, que concedeu a liberdade provisória, a quantia de 150 salários mínimos é para resguardar o pagamento de indenização às vítimas em caso de condenação. Um salário equivale a R$ 678.
O administrador de fazenda também vai pagar pensão temporária mensal de R$ 3 mil para os dois sobreviventes. O magistrado ainda determinou que ele tenha a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) suspensa até o fim do processo. O documento deve ser entregue ao Detran/MS (Departamento Estadual de Trânsito). As informações são do Campo Grande News.
Você precisa fazer login para comentar.