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Não vem ninguém: prefeito Jola diz que Dias é que deve tratar de abatedouro e não vai a reunião. Moura também não

Por Nill Júnior

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Por Anchieta Santos

O Prefeito Sebastião Dias anunciou para amanhã (terça-feira dia 20) uma reunião com todos os ex-prefeitos, a vice Genedy Brito, vereadores e ex-vereadores, presidentes de partidos, empresários e comerciantes de Tabira para tratar da construção de um novo abatedouro.

Com o encontro o gestor deseja comprometer todas as lideranças junto aos seus representantes federais na busca por recursos. Em se tratando de ex-prefeitos a reunião estará esvaziada. Com cada um apresentando sua justificativa, Josete Amaral, Rosalvo Sampaio(Mano) e Dinca já haviam declarado que não iriam.

Agora foi a vez do ex-prefeito Fortunato Soares(Jola), que disse que quando era prefeito ele é que corria atrás para resolver os problemas do município e assim entende que o Poeta é que deve resolver sobre a construção do abatedouro.

Sendo assim também não vai lá. O blog apurou que o ex-prefeito Edson Moura também já avisou a próximos que não vai. Assim, Sebastião vai ter dificuldades para realizar o encontro.

Outras Notícias

STF nega Habeas Corpus a condenados por explosão do BB no interior de PE

Blog de Jamildo O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de habeas corpus feito pela defesa de 15 condenados por suspeita de integrar uma organização criminosa que teria roubado a agência do Banco do Brasil de Macaparana, na Zona da Mata de Pernambuco. Segundo a sentença, o grupo teria feito […]

Foto: Carlos Moura/STF

Blog de Jamildo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de habeas corpus feito pela defesa de 15 condenados por suspeita de integrar uma organização criminosa que teria roubado a agência do Banco do Brasil de Macaparana, na Zona da Mata de Pernambuco.

Segundo a sentença, o grupo teria feito o assalto com uso de explosivos, após cerco à cidade, em 2016. Na avaliação do relator do caso, Alexandre de Moraes, não há nos autos qualquer ilegalidade constitucional que justifique a atuação do Supremo no processo.

No pedido de liberdade, a defesa dos suspeitos alegava que os decretos de prisão preventiva “se basearam apenas na gravidade abstrata dos crimes imputados ao grupo”. Também afirmava que eles estavam presos preventivamente há quase três anos, sem previsão de sentença, de acordo com os advogados.

Ainda de acordo com a defesa, a acusação “descreve relatos generalizados, sem detalhar a participação de cada integrante no evento criminoso, em razão de o crime ter ocorrido na madrugada, quando não havia testemunhas”.

Ao determinar a prisão, o juiz de primeira instância afirmou que a população de Macaparana “viveu momentos de pânico naquela madrugada, quando o bando atirou com armas de grosso calibre nas ruas em direção a residências e prédios públicos e atacou o destacamento da Polícia Militar de São Vicente Ferrer e cidades próximas, com disparos contra policiais militares”.

Segundo o decreto prisional, o modo de agir da organização demonstraria a periculosidade dos acusados.

Em sua decisão, o ministro Alexandre de Moraes observou que, embora a defesa tenha alegado demora na instrução processual, informações prestadas pelo juiz de origem do caso dão conta de que os denunciados foram condenados no dia 5 de fevereiro, há cerca de um mês.

Alexandre de Moraes disse ainda que os advogados tiveram pedido de liberdade no mesmo teor negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), sem submissão a órgão colegiado.

“Não há qualquer ilegalidade que justifique o deferimento da ordem antes de esgotada a atuação do STJ”, afirma o despacho de Moraes.

Marina diz que atual gestão está prejudicando IBGE e Petrobras

A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, lamentou na manhã desta segunda-feira que a má gestão esteja prejudicando instituições como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Petrobras e as agências reguladoras. Para Marina, o erro na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) prejudica a credibilidade “de uma instituição […]

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A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, lamentou na manhã desta segunda-feira que a má gestão esteja prejudicando instituições como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Petrobras e as agências reguladoras. Para Marina, o erro na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) prejudica a credibilidade “de uma instituição tão importante para o planejamento das políticas públicas”.

“Lamento que indicações políticas que muitas vezes não obedecem a critérios técnicos dentro das agências, da Petrobras e do IBGE possam causar prejuízos”, criticou a candidata após participar de um evento na Associação Nacional de Educação Católica no Brasil, em Brasília.

Ontem, a presidente Dilma Rousseff (PT) classificou os erros na Pnad como “banais”, o que foi rebatido hoje por Marina. “Não acho que se deva atribuir esses problemas todos como se fossem banais. Eles devem ser tratados com o nível de preocupação que o problema requer”, afirmou a candidata, enfatizando que, em um eventual governo do PSB, os cargos são preenchidos com base em critérios “técnicos e éticos”, com auxílio de um comitê de busca.

Questionada sobre o uso do Palácio do Alvorada pela adversária do PT para conceder coletivas de campanha, Marina culpou o sistema de reeleição por causar, em sua visão, uma “confusão” sobre o uso institucional de prédios públicos no exercício da campanha. “Essa é uma ambiguidade que será resolvida com o fim da reeleição”, defendeu. Marina aproveitou para ressaltar que cumprirá um só mandato de quatro anos, se eleita, e enviará uma proposta de reforma política ao Congresso para que os cargos do Executivo sejam restritos a um mandato de cinco anos.

Sobre a possibilidade de seus adversários manterem a estratégia de ataques ao seu programa de governo, Marina afirmou que vai continuar debatendo suas propostas e promovendo o debate. Durante o evento, a candidata do PSB voltou a repetir que não acabará com programas como o Bolsa Família e que pretende aprofundar projetos como ProUni, Fies e Pronatec. “Estão dizendo por aí que eu vou acabar com tudo e com o resto”, brincou a candidata. De acordo com Marina, as insinuações de seus adversários ferem “o bom senso e a inteligência dos brasileiros.”

Marina também criticou a política “perversa de juros altos” e foi questionada sobre a governabilidade em um eventual. Ela insistiu na necessidade de criação de um sistema em que a governabilidade é programática e não “em função da troca de pedaços do Estado”. “A própria presidente Dilma, que tem 400 parlamentares na sua base, não consegue aprovar as coisas importantes”, lembrou.

Rejeição a Bolsonaro bate recorde, mas base se mantém, diz Datafolha

Antes rachado em três, Brasil tem polo contrário ao presidente com 43% e favorável, fixo em 33%. A rejeição ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cresceu ao longo do mês passado, cristalizando uma polarização assimétrica na população em meio à crise sanitária, econômica e política pela qual passa o Brasil. Segundo pesquisa do Datafolha feita […]

Antes rachado em três, Brasil tem polo contrário ao presidente com 43% e favorável, fixo em 33%.

A rejeição ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cresceu ao longo do mês passado, cristalizando uma polarização assimétrica na população em meio à crise sanitária, econômica e política pela qual passa o Brasil.

Segundo pesquisa do Datafolha feita na segunda (25) e na terça (26), já sob o impacto da divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, 43% dos brasileiros consideram o governo ruim ou péssimo. Recorde na gestão, esse número era de 38% no levantamento anterior, de 27 de abril.

Foram ouvidos 2.069 adultos, com margem de erro de dois pontos percentuais. A aprovação de Bolsonaro segue estável, os mesmos 33% nas duas aferições. Já aqueles que acham o governo regular, potenciais eleitores-pêndulo numa disputa polarizada, caíram de 26% para 22%.

Olhando a breve série histórica de Bolsonaro no poder, o Brasil deixou de estar partido em três partes iguais, como o Datafolha indicou ao longo de 2019, para caminhar a uma divisão em que o polo que rejeita o presidente é mais denso.

Tal radicalismo é bastante visível entre os mais ricos, aqueles que ganham mais de 10 salários mínimos. Se antes eles eram um esteio da aprovação do presidente, agora estão entre os que mais o rejeitam, com 49% de ruim ou péssimo.

No mesmo segmento, contudo, é alta sua aprovação: 42%. A fatia daqueles no meio do caminho, que acham Bolsonaro regular, míngua para 8%. Leia a íntegra da matéria na Folha de São Paulo.

Reeleito, Joelson agradece apoio e promete compromisso e trabalho para Calumbi

O prefeito reeleito de Calumbi, Joelson (Avante), usou suas redes sociais para agradecer o apoio recebido nas eleições municipais do último domingo (6). Em um vídeo divulgado nesta semana, o gestor expressou gratidão pelos 4.598 votos que garantiram a continuidade de sua administração no município. Essa vitória marcou seu quarto mandato à frente da prefeitura. […]

O prefeito reeleito de Calumbi, Joelson (Avante), usou suas redes sociais para agradecer o apoio recebido nas eleições municipais do último domingo (6). Em um vídeo divulgado nesta semana, o gestor expressou gratidão pelos 4.598 votos que garantiram a continuidade de sua administração no município. Essa vitória marcou seu quarto mandato à frente da prefeitura.

No vídeo, Joelson destacou a importância da participação popular durante a campanha e se comprometeu a retribuir a confiança depositada com “muito trabalho, compromisso e responsabilidade”. Ele também ressaltou o papel fundamental de cada eleitor, desde os mais jovens até os mais idosos, e agradeceu a vice-prefeita eleita, Cuca, assim como todos os candidatos a vereador, tanto os eleitos quanto os que concorreram.

“É com grande satisfação que hoje venho dizer a todos vocês que contem comigo sempre. Ao novo, ao jovem, ao idoso, à mulher, ao homem, a todos os meus amigos que estiveram comigo nessa batalha, saímos muito felizes com o tamanho da nossa vitória na cidade de Calumbi”, declarou Joelson em sua fala.

Além de agradecer à população, Joelson fez questão de dedicar sua vitória a Deus e à sua família, ressaltando que a conquista desse mandato foi uma das maiores vitórias da história de Calumbi. Ele prometeu que o município continuará avançando com responsabilidade, reforçando a parceria entre o executivo municipal e a comunidade.

Com um tom confiante, o prefeito reeleito ainda relembrou os desafios enfrentados ao longo de sua trajetória e afirmou que a superação de obstáculos foi crucial para o sucesso. “Levantei-me e me tornei mais forte. Quem me vê hoje diz que foi sorte”, concluiu Joelson.

Ex-prefeito de Petrolina Julio Lóssio é diagnosticado com tumor

Em um vídeo (veja ao final da matéria) divulgado em seu Instagram na noite desta quarta-feira (28), Julio Lóssio Filho, coordenador da Adepe no Sertão, informou que seu pai, o ex-prefeito de Petrolina Julio Lóssio, foi diagnosticado com um tumor.  “Tem algumas pessoas sabendo, outras não, e para evitar qualquer tipo de especulação eu prefiro […]

Em um vídeo (veja ao final da matéria) divulgado em seu Instagram na noite desta quarta-feira (28), Julio Lóssio Filho, coordenador da Adepe no Sertão, informou que seu pai, o ex-prefeito de Petrolina Julio Lóssio, foi diagnosticado com um tumor. 

“Tem algumas pessoas sabendo, outras não, e para evitar qualquer tipo de especulação eu prefiro informar o que está acontecendo”, disse Júlio, ao lado dos irmãos Júlia e João.

“Ontem meu pai foi passar um procedimento em decorrência de um outro procedimento que ele passou há alguns dias, nada de grave, mas ele teve que ser submetido a uma tomografia de contraste e foi detectado um tumor, entre 17cm de comprimento, 15 cm de largura e 13 cm de profundidade, então, um tumor de tamanho bem considerável”, informou. 

“Pegou todo mundo de surpresa. Meu pai está bem, não está sentindo nada e do nada um diagnóstico desse… pegou a gente de surpresa e decidimos vir a São Paulo para iniciar o tratamento. Ele já está internado e vai passar por uma bateria de exames”, completou.