Não quero ganhar eleição usando ‘indústria da calúnia’, diz Marina
Por Nill Júnior
Marina teve encontro com o Arcebispo Dom Orani Tempesta, do Rio de Janeiro
A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, disse nesta sexta-feira (12), no Rio de Janeiro, que não pretende ganhar a eleição usando “a indústria da calúnia e da difamação”. A exemplo do que tem feito em discursos de campanha, Marina criticou a postura de seus adversários e disse que a presidente Dilma Rousseff usa com ela a mesma estratégia que o ex-presidente Collor usou para vencer o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 1989.
“Eu vi o Collor de Mello ganhar uma eleição do Lula usando a mesma estratégia que a presidente Dilma está usando e não foi um resultado bom para o país porque dividiu o país. Eu quero ganhar uma eleição com base no diálogo, nas propostas e não com a indústria da calúnia e difamação. Eu lutei muito quando faziam a mesma coisa que estão fazendo agora comigo na época que o Lula era candidato. O mesmo punhal enferrujado está sendo agora usado agora contra mim”, afirmou Marina.
Ela disse ainda que sua campanha é diferente daquela que “tem uma estratégia de agressão e de boatos”. Segundo a candidata, os adversários estão “apavorados com a possibilidade de perder”.
“Estou sofrendo todo tipo de calúnia, mas eu estou muito tranquila e serena, porque eu vejo que eles estão apavorados pela possibilidade de perder. E nós estamos apenas animados, motivados, mobilizados pela possibilidade de ganhar”, completou a ex-senadora.
A candidata do PSB teve reunião no início da manhã com o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta. Depois participou de um debate na Federação da Indústria do Rio de Janeiro (Firjan). (G1)
Segundo PM, ele estava a 30 dias residindo em Afogados. Participação em assalto na Lotérica de Tabira não está descartada. Com ele, PM recuperou R$ 26 mil Homens do 23º BPM após trabalho do Serviço de Inteligência e Operação Malhas da Lei prenderam esta noite um dos homens que participaram de ações criminosas contra o Posto Brasilino […]
Segundo PM, ele estava a 30 dias residindo em Afogados. Participação em assalto na Lotérica de Tabira não está descartada. Com ele, PM recuperou R$ 26 mil
Homens do 23º BPM após trabalho do Serviço de Inteligência e Operação Malhas da Lei prenderam esta noite um dos homens que participaram de ações criminosas contra o Posto Brasilino e a Casa Lotérica A Grande Jogada, de Afogados da Ingazeira. Thiago Carvalho de Lima, 27 anos, natural de Souza-PB.
Ele estava residindo em casa alugada na Rua Maria Claudina, Bairro Costa a cerca de 30 dias segundo a PM. De lá, coordenava e montava os grupos para realização dos delitos. Ele tem três mandados de prisão em aberto na Paraíba, por tentativa de homicídio e tráfico. Foi mentor do assalto ao Posto Brasilino, dia 8 de maio e da Lotérica de Afogados, no dia 27. Ele foi interceptado em um veículo próximo a um estabelecimento comercial no Bairro Padre Pedro Pereira e autuado em flagrante.
Ainda há investigação da participação dele em outras ações. Não está descartada, por exemplo, participação na ação contra a Lotérica de Tabira no último dia 20. Com ele, foram recuperados R$ 26.226,50 das ações e uma HB20 usada nas duas ações, placas OWE-1208, de Natal-RN. Ainda cocaína, maconha, relógios, rádio transmissores, Tvs, DVD, mochilas, sacolas, chips de celular e documentos, parte deles falsos, em nome de Henrique Alves de Lima, nome falso que ele usava. Um dos radiotransmissores pegavam a mesma frequência da PM. Ele morou alguns dias em São José do Egito.
No sábado, havia sido preso Geneci Bezerra de Lima, 41 anos, residente no Bairro São Cristóvão, Serra Talhada. Ele foi contratado para resgatar os três autores do assalto a Lotérica de Afogados.
Geneci informou o nome dos outros que participaram da ação: Joel da Silva do Nascimento, ex-presidiário de Floresta, Toni Deyvik Diaquino da Silva, e José Eduardo, ambos de Serra Talhada.
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), defendeu o seu pai, Eduardo Campos, teria sido o último governador que inaugurou “grandes obras” em Pernambuco. A declaração foi dada em entrevista ao Diario de Pernambuco nesta sexta-feira (12). Questionado sobre o que estaria faltando na gestão Raquel Lyra (PSD), João foi reticente. De início, se restringiu […]
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), defendeu o seu pai, Eduardo Campos, teria sido o último governador que inaugurou “grandes obras” em Pernambuco. A declaração foi dada em entrevista ao Diario de Pernambuco nesta sexta-feira (12).
Questionado sobre o que estaria faltando na gestão Raquel Lyra (PSD), João foi reticente. De início, se restringiu a afirmar que “quem tem que avaliar é quem está, no dia a dia, usando os serviços públicos”.
No entanto, logo em seguida, apontou que haveria “falta de transformações” no estado. “A grande questão é que se passaram três anos da gestão atual. Qual foi a grande transformação na saúde pública?”, exemplificou. “Do piso ao teto, estrutural, novos hospitais, ampliação de serviço, tecnologia, modelo de gestão, e com a turma sentindo na ponta?” completou.
De acordo com o prefeito, seu pai resolveu os problemas do Hospital da Restauração (HR) quando foi governador. João admitiu, no entanto, que os problemas voltaram depois que Eduardo deixou o Executivo.
Questionado sobre a responsabilidade dos dois governos do PSB que antecederam Raquel Lyra, o socialista se esquivou e passou a listar suas entregas na Educação do Recife, como vagas de creche, fardamento e merendas escolares, e na Saúde, à exemplo da expansão da atenção básica e do número de profissionais de medicina e odontologia nas unidades.
“Não conheço duas escolas que foram inauguradas (pelo estado), então é preciso fazer. Não vejo grandes resultados. Agora, quem tem que avaliar é o povo. Não vou ficar avaliando”, pontuou.
Em Serra Talhada, acompanhando o governador Paulo Câmara e o deputado federal Sebastião Oliveira, Rogério Leão visitou as obras de recuperação da PE-365, que liga Serra Talhada, Santa Cruz da Baixa Verde e Triunfo. Ainda em Serra Talhada, o parlamentar participou da inauguração do Instituto de Terapia Renal Alice Torres Pereira de Carvalho. Já em […]
Em Serra Talhada, acompanhando o governador Paulo Câmara e o deputado federal Sebastião Oliveira, Rogério Leão visitou as obras de recuperação da PE-365, que liga Serra Talhada, Santa Cruz da Baixa Verde e Triunfo. Ainda em Serra Talhada, o parlamentar participou da inauguração do Instituto de Terapia Renal Alice Torres Pereira de Carvalho.
Já em Calumbi, junto com o governador Paulo Câmara e com o prefeito Joelson, o deputado assinou a autorização para abertura de licitação do projeto para construção PE-357, estrada que liga Calumbi / Tamboril / BR-232, próximo à Varzinha.
Além disso, vários outros anúncios em infraestrutura para Calumbi foram proferidos pelo governador Paulo Câmara, entre eles, a assinatura do Convênio para pavimentação de diversas ruas na cidade sertaneja.
No município de Quixaba, Rogério lembrou dos recursos destinados, através de Emenda Parlamentar de sua autoria, para aquisição de ambulâncias que deram mais suporte aos serviços públicos de saúde oferecidos à população.
Também em Quixaba, assinou, juntamente com o governador Paulo Câmara, o Termo de Anúncio de Convênio para pavimentação de diversas ruas e o Termo de Anúncio de Licitação para construção de uma passagem molhada. Assinaram, ainda, a abertura de Licitação do projeto para construção de uma Estação Elevatória de Água no município.
Após a saída da ex-secretária de Educação de Tabira, Aracelis Batista, no último dia 16 de janeiro, a Secretaria Municipal de Educação de Tabira, já tem sua nova comandante: Lúcia Santos. Amiga fiel da ex-secretária Aracélis, Lúcia esteve à frente das finanças e era um dos pilares de confiança da ex-gestora. “Vamos aceitar esse desafio e […]
Após a saída da ex-secretária de Educação de Tabira, Aracelis Batista, no último dia 16 de janeiro, a Secretaria Municipal de Educação de Tabira, já tem sua nova comandante: Lúcia Santos.
Amiga fiel da ex-secretária Aracélis, Lúcia esteve à frente das finanças e era um dos pilares de confiança da ex-gestora.
“Vamos aceitar esse desafio e trabalhar para o bem da nossa Educação”, disse a nova secretária à produção do Programa Show da Tarde.
Entenda
A notícia da saída de Aracelis da Educação foi confirmada pelo Secretário de Administração, Flávio Marques. Aracelis teria alegado questões pessoais para deixar a Secretaria. Dentre os motivos alegados, os cuidados especiais que ela tem que dispensar para uma das filhas, que é autista. As ausências por conta da pasta estavam interferindo na qualidade da atenção ao acompanhamento.
O que tem gerado especulações é o fato de a notícia sair pouco depois da notícia de apagão do prédio da Secretaria de Educação por falta de pagamento à Celpe.
A prefeitura diz que a questão foi pontual e já resolvida, assim como o prédio da prefeitura que passou pela mesma situação. Apesar do constrangimento gerado para Aracelis, o fato em tese não teria sido determinante para sua saída.
Mas aliados do ex-prefeito Dinca Brandino tem explorado a questão. “Secretária de Educação pede demissão dois dias após ter energia do prédio cortada por falta de pagamento. Só falta agora o prefeito fazer o mesmo por falta de pagamento na prefeitura”, escreveu nas redes sociais Gleison Rodrigues.
Do Congresso em Foco Após conseguirem barrar as duas denúncias contra o presidente Michel Temer (PMDB) por corrupção passiva e por organização criminosa e obstrução de Justiça, os deputados se preparam para tentar aprovar projetos que podem interferir nas investigações da operação Lava Jato. De acordo com reportagem do jornal O Globo deste domingo (29), […]
Após conseguirem barrar as duas denúncias contra o presidente Michel Temer (PMDB) por corrupção passiva e por organização criminosa e obstrução de Justiça, os deputados se preparam para tentar aprovar projetos que podem interferir nas investigações da operação Lava Jato.
De acordo com reportagem do jornal O Globo deste domingo (29), além da criação da comissão especial para dar andamento à matéria vinda do Senado sobre abuso de autoridade, outros dois projetos ameaçam a operação como ela é hoje.
Apresentado no ano passado, o Projeto de Lei 12.850/2016, de autoria de Wadih Damous (PT-RJ), proíbe que réus presos façam delação premiada e que depoimentos de delações sejam divulgados. O deputados Danilo Forte (ex-PSB, ainda sem partido-CE) incluiu uma sugestão parecida na comissão especial que discute a reforma do Código de Processo Penal (CPP), alegando que é necessário “regulamentar o instituto da delação”, para evitar que presos criem “situação fantasiosa” para sair da prisão. O relator da reforma, João Campos (PRB-GO) se disse a favor das delações de réus presos, mas uma emenda apresentada por forte pode ser aprovada pelo colegiado.
Ao O Globo, o procurador da Lava Jato Carlos Fernando do Santos Lima, a operação passa por uma “reação orquestrada”. A Lava Jato já contou com grandes acordos de delação feitos por réus presos, entre eles os de Paulo Roberto Costa e, mais recentemente, a de Marcelo Odebrecht.
Ainda de acordo com a reportagem do jornal, outro projeto que preocupa a Lava Jato é o vindo do Senado, com regras mais rígidas para investigar advogados. O autor naquela Casa foi o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e a proposta foi aprovada com facilidade.
Encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o parecer do relator Wadih Damous ainda não foi entregue. Prevendo penas de até quatro anos de detenção para quem “violar direito ou prerrogativa do advogado” e até que um juiz perca o cargo e seja proibido de retornar ao serviço público por até três anos se determinar uma condução coercitiva ou prisão arbitrária. A matéria é considerada uma blindagem a advogados suspeitos de cometer crimes e também classifica como crime a violação de sigilo telefônico e outras prerrogativas de advogados. Segundo Roberto Veloso, presidente da Associação de Juízes Federais do Brasil (Ajufe), disse à reportagem do jornal, a proposta cria uma imunidade para os advogados que não existe nem para os parlamentares.
Abuso de autoridade
Um dia após a votação que suspendeu a ação penal contra Temer, na quinta-feira (26), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), determinou a criação de uma comissão especial para analisar o projeto de lei que trata do abuso de autoridade. A proposta estava engavetada há cerca de seis meses na Casa e tramitará em regime de urgência. O texto endurece punição a autoridades, como juízes e procuradores, que forem acusadas de abusar de suas prerrogativas.
Enquanto o projeto, que é criticado por juízes e procuradores ligados à Lava Jato, seguirá com prioridade na Câmara, a matéria que prevê o fim do foro – que pode atingir quase 200 deputados que são alvos de inquéritos e ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF) – está parada na Casa desde maio. O texto está parado na CCJ.
A proposta de abuso de autoridade veio do Senado com um texto produzido a partir de duas proposições que tramitavam na Casa: o PLS 280/16, de autoria do senador Renan Calheiros; e o PLS 85/17, apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que se originou de sugestões elaboradas pelo Ministério Público Federal. As duas propostas foram apensadas e tramitarão juntas.
A proposta de Renan foi uma resposta a outra decisão do Judiciário na época, no fim do ano passado. Ele desengavetou um projeto originalmente apresentado em 2009 após o Supremo Tribunal Federal ter tentado afastá-lo do Senado e após ser denunciado pela primeira vez no âmbito da Lava Jato. O projeto foi relatado por Roberto Requião (PMDB-PR) e enfrentou resistência no Judiciário, inclusive do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato no Paraná e dos coordenadores da força-tarefa da operação, que a classificaram como “uma vingança”.
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