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Nailson Gomes deixa a Secretaria de Esportes de Serra Talhada

Por André Luis

Por André Luis

O secretário de Esportes e Lazer de Serra Talhada, Nailson Gomes, informou em suas redes sociais, na tarde desta quarta-feira (30), que está de saída da pasta.

Nailson, que ficou um ano e onze meses a frente da pasta, agradeceu a prefeita Márcia Conrado. 

“O sentimento é de dever cumprido e agradecimento a prefeita Márcia Conrado pela confiança de me colocar a frente de uma pasta tão importante para o desenvolvimento da nossa cidade”.

Ele também agradeceu a equipe da Secretaria. “Transformamos o esporte e o lazer em Serra Talhada. Ficamos como uma das melhores secretarias mais bem avaliadas dentro do governo. Ganhamos o prêmio de Secretário de Esporte mais atuante do Sertão do Pajeú em 2021, entre diversas outras coisas que proporcionamos para o povo serra-talhadense”, destacou Nailson.

Outras Notícias

Carnaíba: Alunos da EREM Joaquim Mendes anunciam paralisação por falta de merenda escolar

Estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Joaquim Mendes, da rede estadual de ensino, em Carnaíba, anunciaram que irão paralisar as atividades nesta sexta-feira (12). A decisão foi comunicada pelo Grêmio Estudantil, que representa os alunos da instituição. De acordo com a nota divulgada, o movimento ocorre em protesto contra a falta de […]

Estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Joaquim Mendes, da rede estadual de ensino, em Carnaíba, anunciaram que irão paralisar as atividades nesta sexta-feira (12). A decisão foi comunicada pelo Grêmio Estudantil, que representa os alunos da instituição.

De acordo com a nota divulgada, o movimento ocorre em protesto contra a falta de fornecimento adequado da merenda escolar. A retirada da empresa responsável pelo serviço teria provocado prejuízos à rotina da escola, especialmente para alunos e professores que permanecem em período integral no ambiente escolar.

“Não reivindicamos refeições de alto padrão, mas sim o direito a uma alimentação básica, digna e contínua, capaz de assegurar nossa permanência na escola e garantir condições mínimas de aprendizado”, destaca o comunicado.

O grêmio também reforçou que a mobilização é de iniciativa exclusiva dos estudantes, sem participação da direção ou de instâncias administrativas da escola.

O lema do protesto resume a insatisfação dos jovens: “Se a comida para, nós também iremos parar”.

Nadegi Queiroz representou AMUPE no lançamento do Juntos Pela Segurança

Nesta segunda-feira, 27, a prefeita do município de Camaragibe, Nadegi Queiroz, representou a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) durante o lançamento do novo Plano de Segurança do Governo de Pernambuco, o “Juntos Pela Segurança”, do governo Raquel Lyra. A apresentação aconteceu na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, e contou com a presença de diversas […]

Nesta segunda-feira, 27, a prefeita do município de Camaragibe, Nadegi Queiroz, representou a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) durante o lançamento do novo Plano de Segurança do Governo de Pernambuco, o “Juntos Pela Segurança”, do governo Raquel Lyra.

A apresentação aconteceu na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, e contou com a presença de diversas autoridades estaduais entre políticos e representantes da sociedade civil. Com investimento de R$ 1,3 bilhão, o Plano tem a meta de proteger a população do Estado e reduzir de forma sistemática os índices de criminalidade.

De acordo com o Estado, o Juntos Pela Segurança é ancorado em pilares como: redução das mortes violentas intencionais; diminuição da violência contra a mulher; redução dos roubos e furtos de veículos e de crimes contra o patrimônio. O plano estabelece uma meta de redução de 30% até 2026. No programa também há metas para aumentar a efetividade do sistema prisional e a eficácia da ressocialização em Pernambuco.

Ainda de acordo com o Governo, o Plano apresentado hoje aos pernambucanos foi construído com ampla participação da sociedade civil, através de oficinas temáticas com a participação de especialistas e, profissionais de segurança e da população em geral. 

Serra Talhada: prefeito promete “dança das cadeiras”

Em Serra Talhada, o prefeito Luciano Duque (PT), reeleito para mais quatro anos, comentou em uma entrevista à TV Jornal que vai promover mudanças em seu Secretariado.  A fala tem gerado certa polvorosa no meio do Secretariado, mas ninguém vai poder dizer que não esperava: ajustes são normais em gestões, mesmo que reeleitas, por reacomodação […]

Imagem: Júnior Campos/TV Jornal
Imagem: Júnior Campos/TV Jornal

Em Serra Talhada, o prefeito Luciano Duque (PT), reeleito para mais quatro anos, comentou em uma entrevista à TV Jornal que vai promover mudanças em seu Secretariado.  A fala tem gerado certa polvorosa no meio do Secretariado, mas ninguém vai poder dizer que não esperava: ajustes são normais em gestões, mesmo que reeleitas, por reacomodação política, rendimento aquém do esperado ou outros fatores.

A informação é de que Duque deve mudar até quatro nomes do seu primeiro escalão. Registre-se, de fato é um leque enorme de secretarias. Senão vejamos: Renato Godoy Inácio de Oliveira (Administração), José Pereira De Souza(Agricultura Familiar), Thehunnas Mariano de Peixoto Santos (Controladoria), Anildomá Willams De Souza (Cultura), João Rafael Eliodoro de Souza Melo (Desenvolvimento Econômico), Josenildo André Barboza (Igualdade Racial), José Edmar Bezerra Júnior (Educação), Vinícius Nogueira Feitosa (Esportes e Lazer).

Ufa, não parou por aí: Cibelli Alves Almeida (Finanças), Josembergues Clarisval de Souza Melo (Governo), Josembergues Clarisval de Souza Melo (Meio Ambiente), Mônica Cabral (Mulher), Cristiano Gomes Fonseca Menezes (Obras e Infra Estrutura), José Manoel Marcondes Osório (Planejamento e Gestão), Carlo Giovanni Simoni Filho (Procuradoria), Márcia Conrado de Lorena e Sá Araújo (Saúde), Márcio Augusto Figueiredo Inácio de Oliveira (Serviços Públicos).

O prefeito garantiu que haverá mudanças pontuais, com apresentação de uma nova equipe. Na entrevista, implicitamente, o prefeito admitiu que teve alguns erros na primeira gestão que prometeu sanar no segundo mandato.

Moro ligou para explicar “frieza” em encontro a Bolsonaro

O juiz Sérgio Moro telefonou para o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) para se explicar sobre sua reação ao cumprimentá-lo no Aeroporto Internacional de Brasília, no último dia 30 de março. As imagens do encontro viralizaram na internet devido à “frieza” demonstrada pelo juiz da Operação Lava Jato ao gesto de continência feito pelo pré-candidato à […]

O juiz Sérgio Moro telefonou para o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) para se explicar sobre sua reação ao cumprimentá-lo no Aeroporto Internacional de Brasília, no último dia 30 de março. As imagens do encontro viralizaram na internet devido à “frieza” demonstrada pelo juiz da Operação Lava Jato ao gesto de continência feito pelo pré-candidato à Presidência.

Segundo o jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, poucos dias depois do episódio, Bolsonaro foi surpreendido pela ligação de Moro quando participava de um evento em Parnaíba (PI). Moro afirmou ao deputado que não teve a intenção de ofendê-lo e que não queria que o gesto tivesse sido explorado politicamente. A informação foi confirmada pelas duas partes ao jornal.

“De fato, contatei o sr. deputado a fim de esclarecer, em vista da repercussão do episódio no aeroporto, que não era minha intenção ofendê-lo ou que o ocorrido fosse explorado politicamente. Somente isso”, disse o juiz à Gazeta do Povo, por meio da sua assessoria de imprensa da Justiça Federal do Paraná.

Bolsonaro confirmou a conversa, que, de acordo com ele, durou dez minutos, mas evitou dar detalhes sobre o diálogo. O encontro se deu no aeroporto de Brasília no dia em que Sérgio Moro participou de uma audiência na comissão especial da Câmara que discute o Código de Processo Penal (CPP). A presença do juiz transformou o colegiado em palco de disputa política entre os parlamentares do PT e de outros partidos.

Críticos do parlamentar fizeram uma montagem ao final do vídeo, com direito a pagode do Raça Negra como trilha sonora. “Você jogou fora o amor que eu te dei, o sonho que sonhei. Isso não se faz. Você jogou fora a minha ilusão”, disse o trecho destacado da música “É tarde demais”, sucesso do grupo nos anos 90.

PEC impõe nomeação de aprovados e muda regras de concursos

Da Agência Senado Está pronta para ser votada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) proposta de emenda à Constituição que altera as regras do concurso público. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a proposta estabelece que o poder público ficará obrigado a nomear todos os candidatos aprovados dentro do número de vagas […]

Da Agência Senado

Está pronta para ser votada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) proposta de emenda à Constituição que altera as regras do concurso público. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a proposta estabelece que o poder público ficará obrigado a nomear todos os candidatos aprovados dentro do número de vagas oferecido.

A PEC também estabelece que o número de vagas ofertadas no certame deve ser igual ao número de cargos ou empregos vagos e veda a realização de concurso público exclusivamente para formação de cadastro de reserva. Se a administração tiver a intenção de fazer reserva, o número de vagas para essa condição não poderá exceder a 20% dos cargos a serem preenchidos, individualmente considerados.

O poder público também fica proibido de realizar novas provas, caso ocorram, dentro do prazo de validade de concurso público anterior, novas vacâncias nos cargos previstos no edital, devendo ser aproveitados os candidatos aprovados no concurso ainda válido. Segundo Paim, a PEC “tem por objetivo remediar as mazelas” enfrentadas pelos candidatos, que muitas vezes têm de recorrer ao Judiciário, e “fazer justiça aos candidatos que disputam uma vaga no serviço público”. Ele classifica a figura do concurso como “um instrumento eficiente e impessoal para a escolha de servidores”.

A proposta conta com o apoio do relator, senador Ivo Cassol (PP-RO). Ele ressalta que a proposição tem o mérito de consagrar, no texto constitucional vigente, solução já consolidada pelo Supremo Tribunal Federal em 2016, no sentido de que o candidato aprovado em concurso dentro do número de vagas informado no edital possui “direito subjetivo à nomeação”.

Cassol rejeitou, no entanto, uma emenda apresentada pelo senador José Maranhão (PMDB-PB), que pretendia “democratizar o acesso a cargos e empregos públicos”, mediante a realização de provas na capital dos estados ou no Distrito Federal, à escolha do candidato. Cassol alega que a medida obrigaria o poder público a “um expressivo ônus financeiro, necessário e indispensável” para a realização prática da emenda. Se aprovada na CCJ, a PEC seguirá para a análise do Plenário.