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MPF investiga R$ 30 milhões em doações e pagamentos a Lula

Por Nill Júnior
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Lula no aeroporto de Congonhas, onde prestou depoimento à PF

A 24ª fase da Operação Lava Jato investiga a relação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus familiares com empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras. O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) encontraram indícios de que Lula recebeu vantagens indevidas, como um apartamento e reformas em imóveis, além de doações e pagamentos por palestras via Instituto Lula e a empresa LILS Palestras, que pertence ao ex-presidente.

O MPF diz que o instituto recebeu de empreiteiras R$ 20 milhões em doações e que a LILS Palestras recebeu R$ 10 milhões. Investigadores querem saber se os recursos vieram de desvios da Petrobras e se foram usados de forma lícita. Parte do dinheiro foi transferido do Instituto Lula para empresas de filhos do ex-presidente, e o MPF apura se serviços foram de fato prestados.

“São realmente, que nós sabemos, [empresas] que caracterizavam o núcleo duro do cartel que dilapidou o patrimônio da Petrobras. Isso deve ser investigado com o aprofundamento das investigações”, disse o procurador Carlos Fernandes Santos Lima, em entrevista coletiva em Curitiba, nesta sexta-feira (4).

“Os favores são muitos e são difíceis de quantificar”, disse ele, sobre relação do ex-presidente com as empreiteiras. “Não há nenhuma conclusão no momento, mas os indicativos eram suficientes.”

O Instituto Lula nega envolvimento do ex-presidente em irregularidades apuradas na Lava Jato e diz que ele nunca cometeu qualquer ilegalidade (confira nota ao final do texto). A defesa de Lula pediu à Justiça a suspensão da nova fase da Lava Jato, que foi batizada de “Aletheia” (busca da verdade).

Outras Notícias

Marconi Santana bateu o cartão na Expoagro

O pré-candidato a Deputado Estadual Marconi Santana esteve na última noite da Expoagro, no Centro Desportivo de Afogados da Ingazeira. Marconi esteve ao lado de apoiadores liderados por Zé Negão e Edson Henrique. “Ao lado de Lucila, do prefeito Gilberto e de tantos amigos, lideranças e companheiros de caminhada, tive a alegria de prestigiar a […]

O pré-candidato a Deputado Estadual Marconi Santana esteve na última noite da Expoagro, no Centro Desportivo de Afogados da Ingazeira. Marconi esteve ao lado de apoiadores liderados por Zé Negão e Edson Henrique.

“Ao lado de Lucila, do prefeito Gilberto e de tantos amigos, lideranças e companheiros de caminhada, tive a alegria de prestigiar a 20ª Expoagro, um evento que já é referência para toda a região, movimenta a economia, valoriza o agro, fortalece a cultura e reúne o nosso povo em um clima de muita alegria”, disse em sua rede social.

“E este ano, com uma satisfação ainda maior, celebramos também a apresentação de Vitor Fernandes, artista de renome nacional, fruto de uma articulação que fizemos junto à governadora Raquel Lyra, ao lado do vereador Zé Negão e do gerente regional Edson Henrique. Minha gratidão à governadora por atender esse pleito tão importante para Afogados e para o Pajeú”, seguiu.

“Recebi abraços, carinho, palavras de incentivo e muita energia boa. Cada encontro como esse renova a força da nossa caminhada e mostra que estamos no caminho certo: perto do povo, trabalhando, articulando e levando conquistas para a nossa região”, concluiu. Veja vídeo:

Vídeo: Marun se arrepende de ter devolvido à Câmara dinheiro gasto em visita a Cunha na cadeia

Do Congresso em Foco O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), é um político apaixonado por si mesmo. Há três anos, circulava como um calouro anônimo pelos corredores da Câmara. De maneira meteórica, virou um dos líderes do impeachment da ex-presidente Dilma e da tropa de choque de Eduardo Cunha (MDB-RJ) e do […]

Foto: Valter Campanato/ABr

Do Congresso em Foco

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), é um político apaixonado por si mesmo. Há três anos, circulava como um calouro anônimo pelos corredores da Câmara. De maneira meteórica, virou um dos líderes do impeachment da ex-presidente Dilma e da tropa de choque de Eduardo Cunha (MDB-RJ) e do presidente Michel Temer. Hoje é um dos ministros mais poderosos da Esplanada, responsável pela articulação política do governo com o Congresso. Sua principal missão é angariar votos para a reforma da Previdência.

Depois de ter se destacado na defesa de causas polêmicas, Marun diz ter apenas um arrependimento em toda sua vida pública: ter devolvido à Câmara dinheiro público usado por ele para visitar o ex-presidente da Câmara na cadeia em Curitiba. A revelação foi feita em café da manhã promovido nesta semana pela Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig), acompanhado pelo Congresso em Foco.

No encontro, o ministro fez uma inesperada autodeclaração de amor e diz que visitaria novamente o ex-deputado cassado, condenado a 14 anos e 6 meses de prisão, por corrupção e evasão de divisas, na Operação Lava Jato. E, mais uma vez, usaria a verba pública para encontrar o amigo.

“Eu sou apaixonado por mim como político. Se tivesse de votar em alguém, votava em mim. A verdade é essa. Não me arrependo de nada do que fiz. Não sei se é soberba. Faria de novo? Faria. ‘Ah, foi visitar o Cunha.’ Visitava de novo. Só me arrependo de uma coisa: ter devolvido aqueles R$ 1 mil. Na verdade foi visita pública. Não devia ter devolvido”, disse. “Deu 4 minutos no Jornal Nacional o fato de eu pegar R$ 1 mil da passagem pra visita lá. Só de ida, por sinal, para visitar o Eduardo Cunha. Só disso que me arrependo. Não devolveria. Teria batido boca. Mas na época…”

Veja as declarações em vídeo:

Abraço de R$ 1.242

A versão de que a visita foi “pública” diverge da dada pelo emedebista no início do ano passado, quando o caso foi revelado pelo jornal O Globo. Na época, Marun divulgou nota em que dizia que foi ao encontro de Cunha para prestar solidariedade ao companheiro. “A mesma não teve caráter político, tendo sido uma visita natalina de caráter solidário”, afirmou na ocasião.

Para abraçar o ex-colega, Marun utilizou dinheiro da cota para o exercício da atividade parlamentar (Ceap), o chamado cotão, para voar e se hospedar na capital paranaense. Pelas regras da Câmara, a verba só pode ser usada para compromissos do mandato.

Ele pediu à Casa o reembolso de R$ 154,35 pela hospedagem e gastou outros R$ 1.088,27 para voar pela Azul; contas pagas pelo contribuinte.

Ao devolver os R$ 1.242,62 – coisa que disse que não faria hoje –, o deputado alegou que agia em nome da transparência. “Declaro ainda considerar que isto demonstra a absoluta transparência da Câmara Federal no trato das despesas do exercício dos mandatos parlamentares.”

Marun encontrou-se com Eduardo Cunha no Complexo Médico-Penal de Pinhais, na região metropolitana da capital paranaense, em 30 de dezembro de 2016. Presenteou-o com o livro A ditadura acabada, de Elio Gaspari, e lhe desejou, conforme contou, “votos de um 2017 menos infeliz”. O desejo não se concretizou: o ex-presidente da Câmara passou todo o ano preso, fracassou na tentativa de negociar uma delação premiada e de deixar a prisão, e foi condenado em primeira e segunda instâncias.

Reeleição sem sair de casa

Ainda no encontro da Abrig, Marun disse que sua reeleição era certa, mas que abriu mão de disputar nova vaga para honrar compromisso com Temer. “Para me reeleger deputado, não preciso sair de casa em Mato Grosso do Sul, me reelejo pelo telefone. Se quiser continuar sendo campeão de votos, preciso fazer campanha”, afirmou.

O ministro ressaltou que não se importa com eventuais críticas por seu jeito de falar o que pensa sem travas na língua. Contou que outros parlamentares gostariam de ter a coragem dele. “Sou um político feliz. Vejo muita gente boa com a cara torcida, que está fazendo coisa que não gostaria de fazer. Não tem coragem de fazer o que acharia bom. Eu não. Eu faço o que acho que está certo. Posso ter até perdido alguns votos, mas não perdi um minuto de sono em todo esse tempo. Sempre tranquilo porque estava fazendo – posso até não estar fazendo certo – o que achava que estava certo.”

Combate a corruptos ou a bandidos?

Em outra declaração polêmica, ele associou o aumento da onda de violência no país à atenção dada pelo Ministério Público e pela Polícia Federal ao combate à corrupção. Para o emedebista, a PF tem falhado na fiscalização das fronteiras, o que, em sua opinião, facilita o ingresso de armas e drogas destinadas a facções criminosas.

“A segurança pública é uma questão que tem se tornado mais grave até porque o país, nos últimos anos, fez opção pelo combate à corrupção no lugar de combater bandido. Essa é a realidade”, criticou. “A Polícia Federal se retirou muito das fronteiras. Quem faz apreensão de drogas ou são as polícias civis ou a Rodoviária Federal, que tem efeito excelente trabalho”, comparou, ao analisar o problema da violência urbana.

Em 2016, Marun foi um dos principais opositores da aprovação do projeto das dez medidas contra a corrupção, encabeçado pelo Ministério Público Federal. “Caixa dois não é propina, não é corrupção, é outro tipo de relação. Político não gosta de caixa dois, gosta de receber e botar na sua conta. Mas, após se fazer uma criminalização da doação oficial, muitas empresas começaram a preferir fazer doação sem revelar”, protestou em entrevista ao Estadão.

Processo por improbidade

Natural de Porto Alegre, 57 anos, o ministro é engenheiro civil e advogado. Foi vereador em Campo Grande e duas vezes deputado estadual, além de secretário estadual e municipal, antes de chegar à Câmara, em 2014, eleito com 91.816 votos – a segunda maior votação da bancada sul-mato-grossense.

A passagem pelo primeiro escalão do governo estadual ainda lhe rende dor de cabeça. Marun é processado por improbidade administrativa durante a presidência da Agência Estadual de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab). É acusado, com outros 13 réus, de lesar o erário em R$ 16,6 milhões. O processo tramita desde junho de 2013 na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos da Justiça de Mato Grosso do Sul. Ele diz que não cometeu qualquer ilegalidade. “Ora, esse era o valor de todo o contrato, que não teve nada de errado. Mesmo que tivesse havido algum desvio, que não ocorreu, o valor seria muito menor e o eventual prejuízo ao erário teria sido causado por mim e mais 13 pessoas”, disse em outubro ao Congresso em Foco.

Em setembro de 2016, após ter ajudado a protelar o processo e a votação, Marun deu um dos dez votos contrários à cassação do ex-todo-poderoso Eduardo Cunha. Foi um dos poucos a se manter fiel ao aliado até o último instante. A cassação de Cunha foi aprovada por 450 deputados. No ano passado, ajudou a enterrar os dois pedidos da Procuradoria Geral da República para que o Supremo Tribunal Federal (STF) analisasse denúncia criminal contra Temer. Em dezembro foi recompensado pelo trabalho prestado com a nomeação para o ministério.

Serra: Márcio Oliveira vistoria obras do Condomínio Industrial

O prefeito em exercício de Serra Talhada, Márcio Oliveira, acompanhado do secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Marcos Oliveira, vistoriou na manhã desta segunda-feira (21), as obras de construção do acesso ao Condomínio Industrial, às margens da BR 232, em Serra Talhada. Márcio Oliveira assumiu o governo municipal na última sexta-feira (19), durante cerimônia de […]

O prefeito em exercício de Serra Talhada, Márcio Oliveira, acompanhado do secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Marcos Oliveira, vistoriou na manhã desta segunda-feira (21), as obras de construção do acesso ao Condomínio Industrial, às margens da BR 232, em Serra Talhada.

Márcio Oliveira assumiu o governo municipal na última sexta-feira (19), durante cerimônia de transmissão de cargo na Câmara de Vereadores, em virtude da viagem do prefeito Luciano Duque ao México, onde receberá na sexta-feira (25), o Prêmio Latino-Americano ao Bom Governo Municipal.

Mais agenda – Ainda no dia de ontem, Márcio Oliveira esteve acompanhando a recuperaçaõ da estrada que liga Varzinha a Caiçarinha da Penha, na zona rural do Município.

São José do Egito: COMPED dá início a Capacitação de Conselheiros

O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São José do Egito – COMPED, deu início a realização da Capacitação para Conselheiros. Esta capacitação está sendo realizada entre os dias 25 a 29 de janeiro, na Escola Naná Patriota com membros dos conselhos municipais, pessoas com deficiência e a população. As inscrições eram […]

12565613_1714520535429128_8813743011147046939_nO Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São José do Egito – COMPED, deu início a realização da Capacitação para Conselheiros.

Esta capacitação está sendo realizada entre os dias 25 a 29 de janeiro, na Escola Naná Patriota com membros dos conselhos municipais, pessoas com deficiência e a população. As inscrições eram abertas a quem se interessasse. Segundo a Professora Margarida Silva, Presidente do COMPED e articuladora para a realização desta capacitação, todas as cinquenta vagas disponibilizadas foram preenchidas, havendo a lista de espera.

Na Abertura da Capacitação para Conselheiros o Prefeito Romério Guimarães esteve presente para dar as boas vindas a todos os participantes e aos palestrantes. E falou da importância desta capacitação para todos que participam dos conselhos municipais.

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Os mediadores da capacitação são: Antônio Muniz – Presidente do Conselho Estadual de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência – CONED e Roberto José – Dirigente da Associação Pernambucana de Cegos – APEC.

O senhor Antônio Muniz – Presidente do CONED, destacou as ações realizadas pelo COMPED em benefício às pessoas com deficiência e parabenizou o Município de São José do Egito pelas iniciativas prestadas. Como destacou também o Secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Antônio José. Que é natural de nossa cidade e realiza o seu trabalho por todo o Brasil.

Maioria ainda com Nelly na disputa da Câmara de Vereadores

Em reunião ontem na residência da Presidente da Câmara Nelly Sampaio ficou provado que a chapa I tem maioria para o pleito do dia 22 de outubro. A informação foi ao ar hoje no programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú 104,9 FM, com Anchieta Santos. Na disputa pela reeleição Nelly recebeu os companheiros da futura […]

Em reunião ontem na residência da Presidente da Câmara Nelly Sampaio ficou provado que a chapa I tem maioria para o pleito do dia 22 de outubro.

A informação foi ao ar hoje no programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú 104,9 FM, com Anchieta Santos.

Na disputa pela reeleição Nelly recebeu os companheiros da futura mesa Djalma das Almofadas e Alan Xavier e ainda Marcos Crente, Didi de Heleno e Marcílio Pires. O grande ausente, claro, foi o vereador Dicinha do Calçamento por motivo já conhecido.

Com isso cai por terra a articulação que  resultou na formação de uma chapa que, esperava-se, poderia derrubar a presidente e candidata a reeleição.  A chapa II ficou definida com Aldo Santana (Presidente), Aristóteles Monteiro (Primeira Secretaria) e Cleber Paulino (Segunda Secretaria).

A eleição vai acontecer no próximo dia 22 de outubro. A chapa I liderada por Nely Sampaio leva vantagem, pelo menos se não acontecer alguma reviravolta. Propostas e cantadas republicanas ou não podem estar acontecendo de um lado e de outro.