Mourão: Brasil não é República de banana e haverá eleição
O presidente da República em exercício, general Hamilton Mourão, durante entrevista coletiva, no Palácio do Planalto.

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta quinta-feira (22/07) que é “lógico” que haverá eleições em 2022 mesmo que o projeto de voto auditável do governo Jair Bolsonaro não seja aprovado.
O general completou que o país não é uma “república de banana” e questionou quem iria “proibir eleição”.
Perguntado por jornalistas se haveria possibilidade de suspensão das eleições, Mourão caracterizou como um “absurdo”.
“Isso é um absurdo, pô. Vocês acham o quê? Nós não estamos no século vinte, nós estamos no século vinte e um, gente, vamos entender isso aí”.
“Mesmo que não faça o voto impresso pra essa eleição. É lógico que vai ter eleição, quem é que vai proibir eleição no Brasil, pô? Por favor, gente, nós não somos República de banana”, emendou.
Hoje, o presidente afirmou que “não pode admitir que meia dúzia de pessoas tenham a chave criptográfica de tudo e, de forma secreta, contem votos numa sala secreta lá no Tribunal Superior Eleitoral”.
No último dia 8, Bolsonaro voltou a falar sobre a possibilidade de fraude nas eleições do próximo ano e chegou a colocar em dúvida, mais uma vez, a realização do pleito. O mandatário ainda repetiu defesa à aprovação do voto impresso, afirmando que caso a medida não seja instituída em 2022, não haverá eleições.
“As eleições no ano que vem serão limpas. Ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições”, disparou, na data.



Ex-prefeito de Petrolina por dois mandatos e candidato a senador na chapa da então candidata a governadora Raquel Lyra (PSDB), Guilherme Coelho (PSDB), assumiu o cargo de assessor especial do Estado, quase quatro meses depois da posse de Raquel.
Em São José do Egito, o assunto que rende desde o fim de semana é o de um áudio divulgado amplamente nas redes sociais, onde supostamente o candidato do PT à reeleição, Romério Guimarães, mais um candidato a vereador estariam oferecendo vantagem indevida a um eleitor.
A veterana Fernanda Montenegro, 86, engrossou o coro de artistas contrários às medidas do governo Michel Temer no campo da cultura. A declaração foi dada a jornalistas na tarde desta quarta-feira (18), durante participação da atriz na série Mister Brau, da TV Globo.














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