Motorista serra-talhadense morre em acidente na BR 232
Por Nill Júnior
Informações do Blog Nayn Neto
Na noite desta quarta-feira (12), por volta das 22h30, ocorreu um acidente na BR-232 que levou a óbito um serra-talhadense, próximo à cidade de Custódia.
Segundo as primeiras informações, a vítima foi identificada como Sandro Silva, o “Sandrão”, motorista de ônibus da prefeitura de Serra Talhada.
Ainda segundo as primeiras informações, um veículo, Hilux, invadiu a contramão vindo a colidir frontalmente com o serra-talhadense que morreu na hora. O Corpo de Bombeiros esteve retirando o corpo das ferragens. Até o fim da noite não se sabia a situação das pessoas do outro veículo.
Por André Luis – Editor executivo do blog O crescimento do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas de opinião para a Presidência da República não é apenas um dado eleitoral. É, sobretudo, um alerta. Um daqueles momentos em que um país precisa parar, respirar e perguntar a si mesmo: o que exatamente estamos dispostos a repetir? […]
O crescimento do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas de opinião para a Presidência da República não é apenas um dado eleitoral. É, sobretudo, um alerta. Um daqueles momentos em que um país precisa parar, respirar e perguntar a si mesmo: o que exatamente estamos dispostos a repetir?
A pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha no sábado (7) mostra um cenário inquietante. Num eventual segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 46% contra 43% do senador. Empate técnico. Três pontos que cabem na margem de erro, mas que dizem muito sobre o momento político do país.
Em apenas três meses, Flávio saltou de 36% para 43%. Não é apenas crescimento eleitoral. É a consolidação de um projeto político que muitos imaginaram derrotado em 2022: o bolsonarismo como força organizada e com capacidade de voltar ao poder.
E aqui está o ponto central da reflexão que o Brasil precisa fazer.
O herdeiro de um projeto
A pré-candidatura de Flávio não nasceu espontaneamente. Ela foi cuidadosamente construída dentro de uma estratégia de sobrevivência política da família Bolsonaro. Com Jair Bolsonaro inelegível e enfrentando problemas judiciais, o senador surge como o herdeiro natural de um capital político que ainda mobiliza milhões de brasileiros.
Mas a pergunta inevitável é: herdeiro de quê?
Herdeiro de um governo marcado por ataques às instituições, por uma relação conflituosa com o Supremo Tribunal Federal, por uma retórica constante contra a imprensa e por um ambiente político que flertou abertamente com a ruptura democrática.
É impossível falar da ascensão de Flávio sem lembrar que o bolsonarismo produziu um dos momentos mais graves da democracia brasileira desde o fim da ditadura: o Ataques de 8 de janeiro de 2023, quando sedes dos três poderes foram invadidas por manifestantes inconformados com o resultado das eleições.
Não foi um episódio isolado. Foi o resultado de anos de radicalização.
O passado que insiste em acompanhar o candidato
A tentativa de construir a imagem de um novo líder esbarra, no entanto, em um passado que insiste em acompanhar o senador.
O escândalo das rachadinhas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, revelado a partir de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, continua sendo uma sombra sobre sua trajetória política. O caso envolve o ex-assessor Fabrício Queiroz e investigações sobre a devolução de salários de funcionários do gabinete.
Há ainda o episódio da mansão milionária em Brasília, adquirida em circunstâncias financeiras que levantaram questionamentos sobre compatibilidade de renda.
E existe, sobretudo, a controversa relação com personagens ligados ao submundo das milícias cariocas, como o ex-capitão do BOPE Adriano da Nóbrega, cuja família chegou a trabalhar em seu gabinete.
São fatos conhecidos. Documentados. Investigados. Debatidos.
Mesmo assim, o senador cresce nas pesquisas.
O anti-petismo como combustível político
Há um fator decisivo para compreender esse fenômeno: o anti-petismo.
Desde a ascensão política de Luiz Inácio Lula da Silva e do Partido dos Trabalhadores, uma parcela significativa da sociedade brasileira passou a votar menos por convicção e mais por rejeição.
Para muitos eleitores, o voto se tornou uma espécie de instrumento de punição contra o PT — mesmo que isso signifique entregar o país a projetos políticos que demonstraram desprezo pelas instituições democráticas.
É um fenômeno que se repete eleição após eleição.
E que revela algo mais profundo: uma dificuldade do Brasil em aprender com a própria história.
O flerte perigoso com o autoritarismo
Existe no país uma parcela da sociedade que demonstra uma curiosa tolerância — quando não simpatia — por soluções autoritárias.
Não é raro ouvir elogios ao período da Ditadura Militar no Brasil, regime responsável por censura, perseguições políticas, prisões arbitrárias e tortura.
É um revisionismo perigoso.
Porque relativizar a ditadura significa banalizar o sofrimento de milhares de brasileiros que foram perseguidos, exilados ou mortos por pensar diferente.
Quando discursos autoritários voltam ao centro da política, não é apenas a democracia que está em risco. É a memória histórica de um país inteiro.
O risco da normalização
O crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas também revela outro fenômeno preocupante: a normalização do extremismo político.
Ideias que há poucos anos seriam consideradas inaceitáveis passaram a circular com naturalidade no debate público. Ataques ao sistema eleitoral, questionamentos infundados sobre urnas eletrônicas, discursos contra minorias e contra instituições democráticas tornaram-se parte do cotidiano político.
Isso não acontece por acaso.
Projetos de poder baseados na radicalização dependem justamente da erosão gradual dos limites democráticos.
Uma escolha que vai além da eleição
A eleição presidencial de 2026 provavelmente não será apenas uma disputa entre candidatos.
Será uma disputa entre modelos de país.
De um lado, um projeto que, com todos os seus erros e contradições, opera dentro das regras democráticas. Do outro, um movimento político que repetidamente colocou essas mesmas regras em xeque.
O avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas não deve ser ignorado.
Mas, mais do que isso, deve provocar reflexão.
A democracia brasileira já foi interrompida antes. E demorou mais de duas décadas para ser reconstruída.
A pergunta que fica é simples — e incômoda:
Será que o Brasil realmente aprendeu a lição da própria história?
Encabeçada pelo candidato Douglas Passos, a chapa da Subseccional Afogados da Ingazeira da OAB, foi formada esta semana. A entidade abrange a área do Alto Pajeú. A eleição acontecera no dia 19 de novembro. Além de Douglas Passos, candidato a Presidente, a chapa ainda tem o advogado Toscano (Vice), Steno Ferraz (Secretario Geral), Elizabete Leite […]
Encabeçada pelo candidato Douglas Passos, a chapa da Subseccional Afogados da Ingazeira da OAB, foi formada esta semana. A entidade abrange a área do Alto Pajeú. A eleição acontecera no dia 19 de novembro.
Além de Douglas Passos, candidato a Presidente, a chapa ainda tem o advogado Toscano (Vice), Steno Ferraz (Secretario Geral), Elizabete Leite (Secretaria Adjunta) e Edivonaldo Macedo (Tesoureiro). O nome da chapa é “O avanço continua”.
Já o Comdrur (Conselho Municipal de desenvolvimento Rural e Urbano) escolheu esta semana sua diretoria para o biênio 2016-2017.
Madalena Brito, atual coordenadora da Atenção em Saúde da Prefeitura Municipal foi escolhida como a nova Coordenadora. O Conselho é tido como referência em organização comunitária e já encaminhou várias ações como de segurança hídrica nesta estiagem.
Pesquisa Poderdata Band divulgada nesta quarta-feira (27) coloca o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando a corrida para a eleição presidencial de 2022. O levantamento inclui dois cenários para o primeiro turno. Em ambos, Lula tem vantagem sobre Bolsonaro, o segundo colocado. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 27 de outubro, por […]
Pesquisa Poderdata Band divulgada nesta quarta-feira (27) coloca o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando a corrida para a eleição presidencial de 2022.
O levantamento inclui dois cenários para o primeiro turno. Em ambos, Lula tem vantagem sobre Bolsonaro, o segundo colocado.
A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 27 de outubro, por meio de ligações para telefones fixos e celulares. Ao todo, 2.500 entrevistas foram realizadas em 420 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
No primeiro cenário, Lula (PT) tem 35%, contra 28% de Jair Bolsonaro (sem partido), 8% de Sérgio Moro (sem partido), 5% de Ciro Gomes (PDT). Luiz Henrique Mandetta (DEM) tem 4%, mesmo percentual de João Doria (PSDB). Alessandro Vieira (Cidadania): 3%; José Luiz Datena (PSL): 3%; Rodrigo Pacheco (PSD): 1%. Brancos/nulos somam 7% e não sabem, 2%.
Vantagem de Lula no 2º turno cai: a pesquisa mostrou ainda que Lula tem vantagem de 15 pontos percentuais sobre Bolsonaro no segundo turno: 52% a 37%.
A diferença, no entanto, diminuiu nos últimos dois meses. Em pesquisa Poderdata divulgada em 1º de setembro, Lula tinha 55%, contra 30% de Bolsonaro.
Nas duas pesquisas, o total de brancos/nulos foi de 10%. O total que não soube responder caiu de 5% para 1%. Em todos os cenários da pesquisa, Lula venceria os principais concorrentes. Bolsonaro, por sua vez, seria vencido por Lula e João Doria (PSDB), e empataria tecnicamente com Eduardo Leite (PSDB). Clique aqui e veja todos os cenários.
O encontro que contou com a presença do vice-presidente da República Geraldo Alckmin, ministros e demais governadores do Nordeste, debateu políticas públicas para solucionar problemas estruturais na região Em agenda nesta quarta-feira (26), em Brasília, a governadora Raquel Lyra participou de uma reunião do Consórcio Nordeste com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, […]
O encontro que contou com a presença do vice-presidente da República Geraldo Alckmin, ministros e demais governadores do Nordeste, debateu políticas públicas para solucionar problemas estruturais na região
Em agenda nesta quarta-feira (26), em Brasília, a governadora Raquel Lyra participou de uma reunião do Consórcio Nordeste com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; ministros e gestores de estados nordestinos. O evento “Desenvolvimento Econômico – Perspectivas e Desafios da Região Nordeste”, teve como objetivo fortalecer e fomentar o debate em torno de um plano estratégico de desenvolvimento na região, diante das novas oportunidades da economia e indústria verde.
Em seu discurso a chefe do Executivo estadual elencou temas prioritários para o desenvolvimento de Pernambuco e demais estados do Nordeste. “A Ferrovia Transnordestina no ramal Salgueiro-Suape, saúde, segurança e meio ambiente, são temas importantes a serem tratados em âmbito regional. Na segurança, o crime organizado demanda de todos nós integração de inteligência para a prevenção da criminalidade e redução da violência em nossos estados. As soluções conjuntas precisam acontecer para fortalecer a nossa região”, destacou Raquel Lyra. O governador do Ceará, Elmano de Freitas, também saiu em defesa da retomada e conclusão da Transnordestina em Pernambuco.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, comandou a reunião e destacou a importância da parceria entre os estados e o Governo Federal para impulsionar o crescimento e a melhoria da qualidade de vida da população nordestina. “O Nordeste é uma prioridade do Governo Federal. E a melhor maneira de promover o desenvolvimento e ter boas políticas públicas é através de parcerias entre os entes federados”, afirmou.
Também participaram da reunião os ministros da Casa Civil, Rui Costa; do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome do Brasil, Wellington Dias; da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes; os secretários estaduais Guilherme Cavalcanti (Desenvolvimento Econômico) e Rodolfo Costa Pinto (Comunicação), o secretário-executivo e um dos fundadores do Consórcio, Carlos Eduardo Gabas; o presidente do Banco do Nordeste do Brasil, Paulo Câmara; o superintendente da Sudene, Danilo Cabral; a diretora de Desenvolvimento Social do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Tereza Campello; e a cientista social e economista especialista em Planejamento Global, Tania Bacelar.
Os pacientes de Brejinho que necessitam de tratamento fora do domicílio (TFD) agora contam com uma nova Casa de Apoio em Recife. A unidade foi transferida para um novo endereço. A nova estrutura foi entregue oficialmente pela secretária de Saúde, Amanda Araújo, e pelo prefeito Gilson Bento, que estiveram em Recife para apresentar o novo […]
Os pacientes de Brejinho que necessitam de tratamento fora do domicílio (TFD) agora contam com uma nova Casa de Apoio em Recife. A unidade foi transferida para um novo endereço.
A nova estrutura foi entregue oficialmente pela secretária de Saúde, Amanda Araújo, e pelo prefeito Gilson Bento, que estiveram em Recife para apresentar o novo espaço aos pacientes.
“A Casa de Apoio é um local essencial para os pacientes que precisam se deslocar para Recife em busca de tratamento. Nosso objetivo sempre foi oferecer um ambiente mais acolhedor e adequado para essas pessoas, garantindo que tenham uma estadia digna e confortável”, afirmou a secretária Amanda Araújo.
O prefeito Gilson Bento reforçou a importância do investimento na melhoria desse serviço. “Nosso compromisso é com o bem-estar da população. Sabemos das dificuldades enfrentadas por aqueles que precisam viajar para cuidar da saúde, por isso, buscamos sempre oferecer melhores condições para que esses pacientes tenham a tranquilidade necessária durante esse período”, destacou.
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