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Moro troca o certo pelo impossível

Por Nill Júnior

Sem empolgar nas pesquisas, não chegando a dois dígitos nas pesquisas, Sérgio Moro tomou o caminho mais fácil para garantir um mandato.

Em linguagem nossa, abriu da disputa presidencial. Desgastado pela Vaza Jato e sem o super salário de juiz, Moro vai disputar um mandato federal.

Membros da cúpula do União Brasil afirmaram em um comunicado nesta quinta-feira (31) que Moro, recém filiado à legenda, não deve ser o nome do partido nas eleições presidenciais deste ano.

No texto, o partido diz que o ingresso de Moro ao União Brasil “não pode se dar na condição de pré-candidato à Presidência da República”.

“Caso seja do interesse de Moro construir uma candidatura em São Paulo pela legenda, o ex-ministro será muito bem-vindo. Mas, neste momento, não há hipótese de concordarmos com sua pré-candidatura presidencial pelo partido”, diz o comunicado.

O posicionamento do União Brasil foi assinado pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto, secretário-geral do partido, e mais sete integrantes da Comissão Instituidora da legenda. De todo modo, a sigla reconhece que a chegada de Moro pode ser importante.

Outras Notícias

Em Iguaracy, decreto permite comercialização de fogos e proíbe fogueiras na área urbana

O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, assinou o decreto  024/2020 nesta sexta-feira (19). O decreto permite a comercialização de fogos de artifício de pequena e média explosão. Entretanto,  com  distanciamento mínimo de 10 metros entre as barracas, com utilização de máscaras e higienização das mãos. Também deverá haver cadastramento no setor de arrecadação e tributação […]

O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, assinou o decreto  024/2020 nesta sexta-feira (19). O decreto permite a comercialização de fogos de artifício de pequena e média explosão.

Entretanto,  com  distanciamento mínimo de 10 metros entre as barracas, com utilização de máscaras e higienização das mãos. Também deverá haver cadastramento no setor de arrecadação e tributação do município.

“Considerando a situação epidemiológica causada pela Covid-19 e adoção de medidas estratégicas que contribuíram para o isolamento social, fica proibida a queima de fogueiras na área urbana da sede, dos distritos e povoados do município”, diz a nota.

Há permissão somente na zona rural, evitando a utilização de madeiras nativas ou de reflorestamento.

 

Prefeito de Água Branca presta contas anunciando 14º salário para os professores antes do ano novo

O anuncio foi feito ontem ao comunicador Anchieta Santos no Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM de Tabira pelo Prefeito de Água Branca, na Paraíba, Tarcísio Firmino: até 31 de dezembro os professores da rede municipal receberão o 14º  salário. Firmino, que já pagou o 13º de todos os funcionários, disse esperar o ICMS […]

O prefeito de Água Branca, Tarcísio Firmino
O prefeito de Água Branca, Tarcísio Firmino

O anuncio foi feito ontem ao comunicador Anchieta Santos no Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM de Tabira pelo Prefeito de Água Branca, na Paraíba, Tarcísio Firmino: até 31 de dezembro os professores da rede municipal receberão o 14º  salário.

Firmino, que já pagou o 13º de todos os funcionários, disse esperar o ICMS que será repassado hoje aos cofres da municipalidade para de forma oficial anunciar também o pagamento de dezembro ainda esta semana, antes do natal.

Numa entrevista de prestação de contas, o gestor socialista destacou as ações na educação, saúde, agricultura, Assistência Social, e as diversas obras de pedra e cal.

O prefeito que já tinha revelado com exclusividade ao Cidade Alerta que mesmo bem avaliado não pensa em reeleição, ontem não quis repetir a mesma promessa e até deixou claro que estava atendendo um apelo de seu grupo.

Longe de whisky pra não renunciar: chamou a atenção a brincadeira do comunicador ao entrevistar Tarcísio. Anchieta perguntou se ele iria tomar whisky nas festas de fim de ano. Tarcísio disse que quer distância. Na madrugada de 01 de janeiro, o gestor escreveu em sua página no Facebook que renunciaria ao mandato.  No dia seguinte, voltou atrás explicando ter sido motivado por umas doses a mais.

DSC02140_thumbFim das classes multiseriadas : As classes multisseriadas, um atraso que ainda existe em municípios sertanejos, onde  o professor trabalha, na mesma sala de aula com várias séries do Ensino Fundamental simultaneamente, tendo de atender a alunos com idades e níveis de conhecimento diferentes, não existe mais, mesmo em pequenos municípios paraibanos como Jurú e Água Branca.

Ontem nas Rádios Barra FM e na Cidade FM, respectivamente, o radialista Anchieta Santos ouviu os dois gestores: Luiz Galvão e Tarcísio Firmino que asseguraram que esta chaga já não existe mais em seus municípios.

“Não se faz política desse jeito”: João Campos reage a denúncias sobre pagamentos por ataques nas redes

Candidato relacionou episódios recentes a uma suposta estrutura organizada para produzir conteúdo contra sua candidatura. João Campos (PSB) comentou, nessa sexta-feira (11), durante sabatina promovida pela TV Nova Nordeste, as denúncias envolvendo pagamentos a pessoas que fariam comentários favoráveis à governadora Raquel Lyra (PSD) e negativos contra sua candidatura ao Governo de Pernambuco. O caso […]

Candidato relacionou episódios recentes a uma suposta estrutura organizada para produzir conteúdo contra sua candidatura.

João Campos (PSB) comentou, nessa sexta-feira (11), durante sabatina promovida pela TV Nova Nordeste, as denúncias envolvendo pagamentos a pessoas que fariam comentários favoráveis à governadora Raquel Lyra (PSD) e negativos contra sua candidatura ao Governo de Pernambuco.

O caso mais recente foi revelado pelo Portal Metrópoles. Segundo a reportagem, uma advogada teria realizado pagamentos a integrantes de um grupo no WhatsApp para a publicação de comentários nas redes sociais. João relacionou o episódio a outras denúncias que, na avaliação dele, fariam parte de um mesmo “gabinete do ódio”.

O socialista também citou o caso divulgado pela TV Record em agosto, quando o então servidor estadual Amisadai Andrade afirmou em vídeo que atuava em uma rede de perfis destinada a atacar João e pessoas ligadas a ele. Após a repercussão, o servidor deixou o cargo.

João afirmou que já apresentou denúncias relacionadas aos episódios à Polícia Federal, ao Ministério Público e à Justiça Eleitoral e defendeu que os fatos sejam investigados.

“Já teve servidor público confessando na imprensa nacional que se reunia no Palácio, que recebia dinheiro para coordenar grupos de ataque contra mim, contra pessoas ligadas a mim, inclusive dito por ele para desidratar João Campos, era a missão dele. Recebendo dinheiro público para fazer isso. Isso é um crime”, declarou.

Ao falar sobre a reportagem mais recente, o candidato também mencionou uma suposta ligação entre pessoas envolvidas nos pagamentos e uma casa de apostas sediada em Caruaru.

Para João, os diferentes episódios precisam ser apurados pelas autoridades. Ele afirmou que pretende continuar buscando providências judiciais contra os responsáveis por eventuais irregularidades.

“Não se faz política desse jeito. E agora a imprensa nacional está revelando que é de servidor nomeado, e dito por ele mesmo, recebendo para atacar, a grupo de WhatsApp, Pix de pessoas que têm ligação com bet de Caruaru pagando para me atacar. Está mais do que na cara. Para essas pessoas, eu desejo a força da lei”, afirmou.

Fonte: Diario de Pernambuco

Foto: Reprodução

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Camargo Corrêa negociou propina com PMDB em Belo Monte, diz delator

Um dos delatores da Operação Lava Jato, o ex-presidente da construtora Camargo Corrêa Dalton Avancini relatou em um dos depoimentos de sua delação premiada que a empreiteira se comprometeu a pagar ao PMDB propina correspondente a R$ 20 milhões para atuar na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. O empreendimento federal, previsto […]

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Um dos delatores da Operação Lava Jato, o ex-presidente da construtora Camargo Corrêa Dalton Avancini relatou em um dos depoimentos de sua delação premiada que a empreiteira se comprometeu a pagar ao PMDB propina correspondente a R$ 20 milhões para atuar na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. O empreendimento federal, previsto para ser concluído em janeiro de 2019, tem um investimento estimado em R$ 28,9 bilhões.

O consórcio que constrói a usina é formado por empresas investigadas na Lava Jato: Camargo Corrêa, Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão e Galvão Engenharia.

Preso em regime domiciliar desde que fechou, em março, o acordo de delação premiada com a Justiça Federal do Paraná, Avancini contou à Polícia Federal (PF) que, depois de ter sido formado o consórcio de dez empresas que ergueria Belo Monte, o então diretor de Energia da Camargo Corrêa, Luiz Carlos Martins, o informou sobre uma “contribuição” ao PMDB. O depoimento estava sob sigilo desde 14 de março.

De acordo com o delator, Martins lhe disse que “houve um compromisso de que haveria uma contribuição na ordem de 1% do valor do empreendimento para o PMDB”. Avancini não detalha quem firmou o acordo de pagamento da propina, mas destaca que foi comunicado de que o suborno seria “proporcional à participação de cada empresa” na obra.

“A Camargo [Corrêa] detinha 15% da participação junto a obra, o que resultaria em uma contribuição de R$ 20 milhões, o que deveria ser pago ao longo do empreendimento”, contou o ex-presidente da construtora, que se desligou do comando da empresa por conta de seu envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras. (G1)

“Pelo que vimos do primeiro turno, estou eleito”, diz Aécio sobre Datafolha

Gazeta do Povo Um dia após o Datafolha identificar queda nas intenções de voto de Aécio Neves (PSDB), o candidato tucano à Presidência rebateu nesta terça-feira (21) os dados do levantamento e disse que os institutos de pesquisa “devem uma explicação aos brasileiros” pelos “erros grosseiros” que vêm cometendo. “Se eu me abalasse por pesquisas, […]

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Gazeta do Povo

Um dia após o Datafolha identificar queda nas intenções de voto de Aécio Neves (PSDB), o candidato tucano à Presidência rebateu nesta terça-feira (21) os dados do levantamento e disse que os institutos de pesquisa “devem uma explicação aos brasileiros” pelos “erros grosseiros” que vêm cometendo. “Se eu me abalasse por pesquisas, não teria tido o resultado que tive no primeiro turno”, afirmou, em entrevista em Campo Grande.

Para Aécio, não houve queda em suas intenções de voto. “Não posso considerar queda uma candidatura que teve 30 e poucos pontos no primeiro turno e depois aparece com 50”, disse. “A nossa candidatura foi a que mais cresceu.”

O tucano disse que tem pesquisas internas que o colocam “com um margem enorme” à frente de Dilma Rousseff (PT). “Pelo que nós vimos da pesquisa do primeiro turno, o Datafolha está me dando como eleito”, ironizou.

O resultado do Datafolha mostrou Dilma numericamente à frente da corrida eleitoral, com 52% dos votos válidos, ante 48% de Aécio. Foi a primeira vez que a petista apareceu à frente do tucano neste segundo turno, ainda que o cenário seja de empate técnico, pelo limite da margem de erro (de dois pontos percentuais).

Aécio perdeu pontos em quase todos os segmentos pesquisados, inclusive no Centro-Oeste, onde sua vantagem sobre Dilma diminuiu de 24 para nove pontos percentuais.

Em Mato Grosso do Sul, o segundo turno também é disputado entre PT e PSDB: o ex-prefeito de Maracaju Reinaldo Azambuja (PSDB) enfrenta o senador Delcídio Amaral (PT). Os dois estão em empate técnico, segundo o último Ibope: 51% a 49% para o tucano.