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Morador de rua é ferido em briga na Praça Arruda Câmara

Por Nill Júnior

Dois homens entraram em vias de fato na tarde deste domingo (06), na Praça Arruda Câmara, em Afogados da Ingazeira.

Segundo informações preliminares, os envolvidos são moradores de rua e estariam ingerindo bebida alcoólica na localidade, momento em que se desentenderam e entraram em luta corporal.

Um dos envolvidos acabou ferido na região da cabeça com um objeto perfuro cortante e precisou ser socorrido pelo SAMU ao Hospital Emília Câmara. Devido à gravidade dos ferimentos ele precisou ser transferido para o Recife.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência, mas ainda não há detalhes oficiais sobre o caso e nem informações do paradeiro do segundo envolvido na briga, que segundo populares conseguiu fugir do local.

Outras Notícias

Flores: prefeitura distribui 30 mil espigas de milho

A prefeitura municipal de Flores distribuiu nesta sexta (23), pela manhã, 30 mil espigas de milho à população do município. A distribuição priorizou famílias carentes do município segundo o prefeito Marconi Santana. “Pra nós o milho representa a manifestação popular e tradicional dos festejos juninos de nossa terra e de nossa região”, ressaltou Marconi.

A prefeitura municipal de Flores distribuiu nesta sexta (23), pela manhã, 30 mil espigas de milho à população do município.

A distribuição priorizou famílias carentes do município segundo o prefeito Marconi Santana.

“Pra nós o milho representa a manifestação popular e tradicional dos festejos juninos de nossa terra e de nossa região”, ressaltou Marconi.

Lembrança e esquecimento: o dever de lembrar do 8 de janeiro de 2023

Por Augusto César Acioly Paz Silva* Lembrança e esquecimento, são partes integrantes da condição humana, que tem os seus usos históricos, políticos, sociais e culturais. A História, como forma de conhecimento e aprendizagem humana, tem papel fundamental na reflexão à respeito destas duas dimensões. Por isto, tal conhecimento e os profissionais da História, possuem um […]

Por Augusto César Acioly Paz Silva*

Lembrança e esquecimento, são partes integrantes da condição humana, que tem os seus usos históricos, políticos, sociais e culturais. A História, como forma de conhecimento e aprendizagem humana, tem papel fundamental na reflexão à respeito destas duas dimensões. Por isto, tal conhecimento e os profissionais da História, possuem um compromisso ético em problematizar quais os motivos que faz com que determinada sociedade lembre e esqueça dos seus eventos e problemas.

Há um ano atrás, num domingo, a menos de uma semana após a posse do presidente que foi eleito de maneira livre e democrática, vários partidários do candidato derrotado nas urnas, aderiram numa tentativa de tomar o poder, dentro de todo um cenário simbólico que se materializou na invasão das sedes dos poderes da República: o Congresso, o Palácio do Planalto e o STF, identificados como espaços, que uma vez ocupados seriam centros irradiadores para à adesão de diversos segmentos na deposição do governo constituído a partir da eleição de 2022.

A justificativa dos extremistas de Direita foi sendo construída e aprofundada ao longo dos quatro anos da Gestão presidencial de Jair Bolsonaro, numa estratégia política de tensionamento aos poderes constituídos, operando dentro da lógica de construção do Caos, realidade muito bem analisada pelo cientista político italiano Giuliano da Empoli, no seu importante livro “Os Engenheiros do Caos: Como as Fake News, as Teorias da Conspiração e os Algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições”. Nos últimos anos, a internet através das diversas redes sociais, foram utilizadas para disseminar todos os tipos de absurdos, que procuraram construir lógicas, sem base na realidade concreta. 

Dentre estas construções, antigos discursos, que defendiam “a verdadeira democracia”, foram recuperados na perspectiva de que o sistema democrático em que vivemos, não era mais válido e precisávamos superá-los, muitas vezes, estruturando discursos de defesa de uma suposta “liberdade de Expressão”, usada pelos bolsonaristas para justificar a licença de cometer toda sorte de crimes e de falta de respeito ao que estava estabelecido na constituição e, nos Direitos, que foram sendo construídos, ao longo do processo de mobilização e luta pelo alargamento dos Direitos, de diversas populações que, não foram ao longo dos séculos respeitados.

A Democracia é um aprendizado e, nós enquanto, sociedade temos o dever de lutar de maneira intransigente pela sua defesa e manutenção. Como aprendizado não podemos relativizar a defesa de princípios que ordenam este sistema, por isto, diferente das versões que foram sendo estabelecidas desde o dia 08/01/2023, não é possível encarar este evento como se não fosse uma tentativa de Golpe, não podemos ser lenientes com aqueles que orquestraram, sejam os autores intelectuais, financiadores ou as pessoas tomaram parte na invasão e destruição do patrimônio dos poderes, sejam aquelas que aderiram por convicção ou dinheiro.

Não podemos diminuir a gravidade do que aconteceu e lembrá-lo, é dever de todo cidadão que tem compromisso com a Democracia, pois esta é a única fórmula política possível de se viver. Historicamente, enquanto sociedade, em vários momentos, devido a uma Cultura Política assentada numa dimensão autoritária, convivemos com diversas formas de autoritarismos, que se efetivaram em regimes de exceção, como a Ditadura do Estado Novo (1937-45) e o Golpe Civil Militar de 1964. A arquitetura de Golpes, sempre se apresentaram como solução pelos segmentos mais conservadores, na tentativa de barrar conquistas, ou mesmo, consolidar em vários momentos do nosso processo histórico, o aprofundamento de experiências democráticas.

Por tais questões, não é possível diminuir as ações que se efetivaram com o 08 de janeiro de 2023, não podemos tratar tal ação como algo “menor”, porque não se efetivou como pretendiam os seus articuladores, as pessoas têm que continuar a ser efetivamente punidas, seguindo óbvio todo o processo devido legal e o respeito aos seus Direitos. Pensar e lembrar tal evento, deve se constituir, numa experiência de consolidação e defesa da Democracia em nossa sociedade como um valor permanente. Dito isto, todos nós temos o dever de lembrar do 08 de janeiro de 2023, para que eventos que questionem, ou coloquem em risco, os valores democráticos sejam combatidos e repudiados e cada vez mais, a Democracia seja respeitada e internalizada pelos indivíduos que vivem na sociedade brasileira.

*(Doutor em História, professor da AESA-CESA, do ProfHistória e PGH UFRPE)

Alívio: lote de medicamentos excepcionais chega às unidades da Farmácia do Estado no interior

Uma boa notícia para pacientes transplantados que  denunciaram a falta de medicamentos na Farmácia do Estado, em Recife e unidades do interior como na  X Geres, em Afogados da Ingazeira e Serra Talhada. Esta manhã, um lote de medicamentos chegou às unidades sertanejas, para alívio dos pacientes e dos coordenadores da unidade, que não tinham mais […]

Farmácia

Uma boa notícia para pacientes transplantados que  denunciaram a falta de medicamentos na Farmácia do Estado, em Recife e unidades do interior como na  X Geres, em Afogados da Ingazeira e Serra Talhada.

Esta manhã, um lote de medicamentos chegou às unidades sertanejas, para alívio dos pacientes e dos coordenadores da unidade, que não tinham mais o que fazer ou dizer aos pacientes. A notícia foi dada ao programa Manhã Total (Rádio Pajeú) depois de queixas de ouvintes pelo coordenador Marcos Quidute.

“Para nós foi um alívio pois sabemos o quanto esses medicamentos são essenciais para transplantados e outros pacientes”, relatou. Marcos alerta entretanto que o ideal é que a população procure a partir de segunda (14). “Isso porque temos que dar entrada nesses medicamentos através do sistema. Montamos uma força-tarefa para isso”, informou.

Situação similar da unidade em Serra Talhada, como relatou o coordenador local, Guilherme Rufino. “Graças a Deus regularizamos a situação para pessoas da região que estavam se queixando da falta dos remédios”. A situação foi denunciada por este blog e outros veículos de imprensa. O atual estoque é referente ao mês de setembro.

 

Zeca diz que conversa com grupo de Madalena, mas respeita se ela levar candidatura adiante

O Blog do Finfa entrevistou o pré-candidatyo à prefeitura de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, do Podemos. Ele lidera as últimas pesquisas de intenção de voto para a prefeitura. De acordo com o Múltiipla, em pesquisa de agosto, no cenário mais interessante, o que reúne Zeca, Madalena Britto e Wellington Maciel,o ex-prefeito tem 43%, contra 23% de Madalena […]

O Blog do Finfa entrevistou o pré-candidatyo à prefeitura de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, do Podemos. Ele lidera as últimas pesquisas de intenção de voto para a prefeitura.

De acordo com o Múltiipla, em pesquisa de agosto, no cenário mais interessante, o que reúne Zeca, Madalena Britto e Wellington Maciel,o ex-prefeito tem 43%, contra 23% de Madalena Britto e 15% de Wellington Maciel. Brancos e nulos somam 9% e indecisos, também 9%. Não opinaram 1%.

Sobre pré-candidatura, Zeca afirmou que está conversando com as oposições de Arcoverde para construir uma candidatura. “Queremos realmente tirar Arcoverde deste momento triste, de marasmo administrativo, onde nas áreas de educação, saúde, e todas as demais estão carentes. Portanto, graças a Deus, como tivemos dois governos exitosos em Arcoverde. O povo está clamando e pedindo para que possamos colaborar de novo com o desenvolvimento”.

Zeca disse estar conversando com todos os oposição, citando Siqueirinha, Célia Galindo,  Rodrigo Roa, Eriberto Sacolão. Sobre Madalena, disse: “a ex-prefeita vamos procurando, tentando conversar. É um projeto de todos e pró-Arcoverde, nada que seja um projeto de Zeca Cavalcanti ou único e exclusivamente pessoal. É um projeto para que possamos somar cada vez mais e tirar Arcoverde desse momento triste que está passando”.

Falando mais sobre as conversas com o grupo de Madfalena, afirmou: “acho que o tempo está se afunilando para que as coisas possam ser definidas. Eu tenho um diálogo aberto com o pessoal dela. A gente tem conversado sempre para que possamos construir uma unidade das oposições, mas nós sabemos também que todos têm o direito de almejar disputar uma eleição. Se ela realmente tiver esse interesse (em ser candidata), acho que é um direito que assiste a ela, a democracia está aí. Mas, para mim, se pudéssemos alinhar para sair uma candidatura única em prol do povo de Arcoverde, para o mudar o perfil da gestão, seria melhor. Mas temos que entender que na política só se pode acontecer o possível. O impossível, infelizmente, às vezes fica à beira da estrada. Estamos sempre trabalhando para construir uma união cada vez maior da oposição de Arcoverde”.

Em resumo, pré-candidato deixa implícito que por posição em pesquisas, não abriria mão da cabeça da  chapa.

Sobre as últimas pesquisas, disse ser uma tendência de momento a sua liderança. A gente sabe que tem uma aceitação muito grande em Arcoverde. Tivemos dois governos exitosos e que podemos, com a experiência que temos de gestão, melhorar. Foi essa a tendência que apareceu na última pesquisa, em que despontamos com uma pontuação boa, mais de 40%, uma coisa que beira os 50%  e de 50% para mais, já temos sucesso eleitoral. Mas acima de tudo, para que possamos somar. Acho que é interessante que conversemos com todos, com a população, com as oposições, para que tenhamos uma possibilidade maior ainda de êxito. Mas vejo uma tendência muito boa em prol da nossa pré-candidatura”.

Sobre o ingresso de Armando Monteiro no PODEMOS, disse tê-lo  como um grande amigo pessoal. “Também é um grande mentor na política, sempre militei com ele”.

Sobre a getão Wellington Maciel, disse  ter visto em Arcoverde um desapontamento muito grande da população. “Tudo que ele faz, faz de maneira errada. Até a mudança do secretariado não consegue acertar. É um momento muito triste que Arcoverde está passando”.

PM: Fabrício Vieira é promovido

Foi publicado no Diário Oficial de Pernambuco  através de Decreto do Governador Paulo Câmara a promoção de Oficiais da Polícia Militar. O então Capitão PM, ex-comandante da 1ª Companhia do 23º BPM, Fabrício Vieira, foi promovido ao posto de Major. Ao longo de sua carreira na Polícia Militar, o Major Vieira assumiu inúmeras funções de […]

Foi publicado no Diário Oficial de Pernambuco  através de Decreto do Governador Paulo Câmara a promoção de Oficiais da Polícia Militar. O então Capitão PM, ex-comandante da 1ª Companhia do 23º BPM, Fabrício Vieira, foi promovido ao posto de Major.

Ao longo de sua carreira na Polícia Militar, o Major Vieira assumiu inúmeras funções de destaque na corporação. Atualmente Vieira foi nomeado Subcomandante do 3º BPM, sediado na cidade de Arcoverde.

Em Afogados, dentre as missões que desempenhou e ações das quais participou, a busca por cumprimento de metas do Pacto Pela Vida, a implementação do WhatsApp do 23º BPM para acolher ocorrências por parte da comunidade e debate sobre policiamento comunitário.