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Ministros pernambucanos não empolgam sacerdote ligado a movimentos sociais no Pajeú

Por Nill Júnior

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De longe, o nome mais criticado pelos chamados movimentos sociais, ligados à esquerda em Pernambuco é o de Mendonça Filho, principalmente a partir do cargo que ocupará no governo Temer, de ministro da Educação e Cultura, para o qual, segundo setores que questionam a mudança, não tem alguma identificação.

Representante de movimentos sociais da Igreja, o Padre Luiz Marques Ferreira avaliou em entrevista à Rádio Pajeú a escolha de Temer por cinco nomes pernambucanos. “Não sei se a quantidade vai de acordo com o que existe necessidade de mudanças. Não acredito que uma figura como o (Ministro) da Educação vai fazer mudanças de avanços da educação do no Brasil, pois sempre foi comprometido com outro projeto”.

Mesmo questionamento foi feito aos demais ministros. “Eles se identificam muito mais com outro jeito de ver o Estado, não comungam com a forma que a gente vê hoje”. Sobre o Ministro Fernando Filho, das Minas e Energia, para o sacerdote ele “faz parte de um grupo do PSB que perdeu a identidade quando se aliou ao um projeto que não condizia com seus líderes históricos”.

Por outro lado, avaliou que o discurso de temer ontem foi equilibrado. Mas a formação dfo Ministério também teve sinais simbólicos. ”Não aparece uma mulher, um negro,  com figuras que se identificaram com a ditadura”.

Ele também critica o PT pelos erros cometidos que culminaram com a queda de Dilma Roussef. “Irresponsabilidades aconteceram e muitas pessoas que chegaram ao poder não souberam lidar com ele, o dinheiro, perdendo de vista um projeto maior”.

Outras Notícias

Câmara de Arcoverde entrega títulos de cidadão e retoma Sexta-feira Cultural

A Câmara de Vereadores de Arcoverde realizou, na noite de ontem (25), uma sessão solene para a entrega de títulos de cidadão arcoverdense a personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do município. Foram homenageados Ana Paula Nobre de Medeiros Santos, Flavio Vilela Monteiro, Tibério César dos Santos, Venício José da Silva e Waldete Rodrigues Magalhães, […]

A Câmara de Vereadores de Arcoverde realizou, na noite de ontem (25), uma sessão solene para a entrega de títulos de cidadão arcoverdense a personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do município.

Foram homenageados Ana Paula Nobre de Medeiros Santos, Flavio Vilela Monteiro, Tibério César dos Santos, Venício José da Silva e Waldete Rodrigues Magalhães, reconhecidos pelos serviços prestados à cidade.

Durante a cerimônia, o presidente da Câmara, Luciano Pacheco, ressaltou a importância da homenagem. “Conceder o título de cidadão arcoverdense é uma forma de expressarmos nossa gratidão a pessoas que fazem a diferença em nossa cidade. Cada um dos homenageados contribuiu, à sua maneira, para o fortalecimento de Arcoverde”, afirmou.

Sexta Cultural – Além da solenidade, Pacheco anunciou a retomada do projeto Sexta-feira Cultural, iniciativa criada em sua primeira gestão à frente do Legislativo.

O evento, que ocorrerá mensalmente, visa valorizar as manifestações artísticas da cidade e será realizado no Centro de Gastronomia e Artes (CGA), no dia 4 de abril, às 19h. A edição marcará uma homenagem à classe musical de Arcoverde, reunindo artistas, representantes da cultura e a comunidade.

“A Sexta-feira Cultural é um espaço de valorização dos nossos talentos e de incentivo às expressões artísticas que fazem parte da nossa história. Estamos muito felizes em retomar esse projeto e homenagear aqueles que enriquecem nossa cidade com sua música”, destacou o presidente da Câmara.

O evento conta com a parceria do COCAR (Coletivo Cultural de Arcoverde), MAMA (Movimento Arcoverdense de Música Autoral) e COMUNICARTE, entidades que atuam na preservação e no incentivo à cultura local.

Neta de Arraes tenta viabilizar candidatura

Vinicius Torres Freire – Folha de S.Paulo Marília Arraes investiu no PT quando o petismo entrava em baixa acelerada. Rompeu com o PSB em 2014, filiou-se ao novo partido em 2016 e em fevereiro deste ano marcava 20% nas pesquisas para o governo de Pernambuco, atrás apenas do governador, Paulo Câmara (PSB). Marília, 34, vereadora […]

Vinicius Torres Freire – Folha de S.Paulo

Marília Arraes investiu no PT quando o petismo entrava em baixa acelerada. Rompeu com o PSB em 2014, filiou-se ao novo partido em 2016 e em fevereiro deste ano marcava 20% nas pesquisas para o governo de Pernambuco, atrás apenas do governador, Paulo Câmara (PSB).

Marília, 34, vereadora do Recife, é uma rara novidade no Partido dos Trabalhadores. Ainda assim, se fez pré-candidata ao custo de embates duros na cúpula local do partido, que tendia a se aliar ao governador.

O PSB foi o partido do final da vida de Miguel Arraes (1916-2005), avô de Marília, governador de Pernambuco por três vezes, a primeira em 1963-1964, quando foi cassado e preso pela ditadura. Foi o partido de Eduardo Campos, seu primo e também neto de Arraes, morto em acidente de avião quando candidato a presidente, em 2014.

Marília desentendeu-se de vez com o PSB em meados de 2014. Comentaristas da política pernambucana dizem que Campos escanteava a prima, privilegiava seu ramo da família e sabotou candidatura dela a deputada federal. Depois do rompimento, foi vítima de ataques sórdidos.

A vereadora evita citar o nome do primo e atribui sua saída a vários conflitos políticos e ideológicos. “Sou muito uma pessoa de partido”, “socialista”, diz, “e o PSB derivava à direita, entre muitos outros problemas”.

Na carta pública em que comunicava seu desligamento, dizia que o PSB teria aparelhado os três Poderes no Estado, que a cúpula do partido era autoritária e bajulava a família Campos.

Em 2014, o PSB local aliou-se ao que Marília chama de “partidos reacionários” (DEM, PSDB, MDB e PPS) e ao PSDB de Aécio Neves e “à curriola da direita”. No estado, fez campanha pelo candidato apoiado pelo PT, o senador Armando Monteiro (PTB), ex-ministro de Dilma Rousseff, ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria e um seu provável adversário em 2018.

Marília parece petista de raiz. Critica o “linchamento midiático” de Lula da Silva, “condenado sem provas por Sergio Moro”, parte de uma campanha para barrar nova vitória do ex-presidente, promover uma agenda “antipovo” e destruir as “conquistas” dos anos petistas.

O programa antipovo são as reformas da Previdência e trabalhista, o teto de gastos públicos, a privatização da Eletrobras. Marília é contra a venda das companhias estaduais de água e gás, cogitada pelo governo atual, diz.

Doriel diz que agressão a petistas não pode ser banalizada

O presidente do PT e deputado estadual Doriel Barros, lamentou  a violência sofrida ontem (17), pelo professor aposentado Paulo Valença, de 72 anos, filiado ao partido dos Trabalhadores.  Paulo precisou ser socorrido pelo SAMU e levado ao hospital, após ter desmaiado. A  discussão ocorreu com um vizinho que, além de o agredir fisicamente, falou da […]

O presidente do PT e deputado estadual Doriel Barros, lamentou  a violência sofrida ontem (17), pelo professor aposentado Paulo Valença, de 72 anos, filiado ao partido dos Trabalhadores. 

Paulo precisou ser socorrido pelo SAMU e levado ao hospital, após ter desmaiado. A  discussão ocorreu com um vizinho que, além de o agredir fisicamente, falou da preferência partidaria da vítima, utilizando palavras de baixo calão.

Valença tem uma história de militância no partido e já foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sintepe), da Central Única dos Trabalhadores (CUT Pernambuco), vice-prefeito de Olinda, além de secretário de Educação do município.

Doriel disse que o PT já acionou o seu setor Jurídico para entrar com uma ação contra o agressor,  e que essa prática de violência disseminada por alguns eleitores de  Bolsonaro precisa ser combatida. “A Justiça  tem que prevalecer. Não podemos banalizar esse tipo de comportamento”, finalizou.

Bolsonaro inclui construção civil e indústria como atividades essenciais

O presidente da República, Jair Bolsonaro, decretou que as atividades de construção civil e industriais também são essenciais em meio à pandemia do novo coronavírus. A ampliação da lista de serviços e atividades considerados essenciais foi publicada no “Diário Oficial da União” (DOU) desta quinta-feira (7) e já está em vigor. A última alteração da […]

Foto: Video/Reprodução

O presidente da República, Jair Bolsonaro, decretou que as atividades de construção civil e industriais também são essenciais em meio à pandemia do novo coronavírus.

A ampliação da lista de serviços e atividades considerados essenciais foi publicada no “Diário Oficial da União” (DOU) desta quinta-feira (7) e já está em vigor. A última alteração da lista, que já inclui mais de 50 itens, foi feita em 29 de abril.

O decreto foi editado no mesmo dia em que Bolsonaro, acompanhado de um grupo de empresários e ministros, foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedir que medidas restritivas nos estados, motivadas pela crise do coronavírus, sejam amenizadas.

Ao serem classificados como essenciais, as atividades e serviços podem continuar em operação mesmo durante restrição ou quarentena em razão do vírus.

De acordo com o decreto desta quinta-feira, a indústria e a construção civil podem manter as atividades “obedecidas as determinações do Ministério da Saúde”.

Ainda que o governo federal estabeleça quais atividades podem continuar em meio à pandemia, por decisão do Supremo, os estados e municípios têm o poder de estabelecer políticas de saúde, inclusive questões de quarentena e a classificação dos serviços essenciais.

Ou seja, na prática, os decretos presenciais não são uma liberação automática para o funcionamento de serviços e atividades.

No decreto publicado em 29 de abril, após a decisão do STF, Bolsonaro fixou que as definições pelo governo federal dos serviços e atividades essenciais “não afasta a competência ou a tomada de providências normativas e administrativas pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas competências e de seus respectivos territórios”.

Tabira: Justiça concede liminar e suspende efeitos de notificação da Câmara a Djalma das Almofadas

A Juiza Daniela Rocha Gomes concedeu liminar suspendendo os efeitos da notificação feita pela Câmara de Vereadores de Tabira ao vereador Djalma Nogueira Sales, o Djalma das Almofadas, convocado a provar as suas acusações na sessão do dia 14 de dezembro. No pedido, o vereador alegou que foi notificado dia 22 para, em 10 das, […]

djalma-das-almofadasA Juiza Daniela Rocha Gomes concedeu liminar suspendendo os efeitos da notificação feita pela Câmara de Vereadores de Tabira ao vereador Djalma Nogueira Sales, o Djalma das Almofadas, convocado a provar as suas acusações na sessão do dia 14 de dezembro.

No pedido, o vereador alegou que foi notificado dia 22 para, em 10 das, apresentar provas referentes às acusações relatadas.

“Todavia, seu direito do contraditório foi cerceado,  já que a Câmara entrou em recesso dia 15 e somente volta dia 15 de janeiro”, disse a Juiza ao acatar o pedido de liminar e suspender até julgamento do mérito, o procedimento disciplinar.

Decidiu a Dra Daniela Rocha que considera presentes os pressupostos da  medida liminar uma vez que Djalma foi notificado durante recesso. Por ter seu direito prejudicado, ela  concedeu a liminar requerida.

Djalma acusou a Câmara – leia-se Marcos Crente e Mesa Diretora –  de ter pago gastos de combustíveis no valor de R$ 70 mil a um posto e despesas de R$ 2.600,00 a uma servidora da Câmara em outubro.  Mas, diz a Câmara através de sua assessora jurídica, que há um contrato com Maria Aparecida Rodrigues da Silva de locação de garagem por R$ 300,00 mensais.

Alega a Câmara que ela não é servidora da casa e que não houve gastos de R$ 2.600,00 em outubro. Também que os gastos com combustíveis junto a empresa contratada de R$ 5.969,97 em 2015 e não de R$ 70 mil, com base em levantamento feito pela Assessora Laudicéia Rocha, o que motivou posição cobrando provas pelo Conselho de Ética a Djalma.