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Após reunião do PSB, cresce chance de vitória tranquila de Uchôa

Por Nill Júnior
Sileno Guedes e Ângelo Ferreira: sertanejo pode ser opção do PSB para primeira Secretaria
Sileno Guedes e Ângelo Ferreira: sertanejo pode ser opção do PSB para primeira Secretaria

O PSB parece estar querendo deixar o presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Uchoa,  cada vez mais tempo. Depois de reunidos por mais de duas horas na tarde desta segunda-feira (19) com o presidente estadual da sigla, Sileno Guedes, 11 dos 15 deputados decidiram não decidir nada. Clodoaldo Magalhães, Raquel Lyra, Francismar Pontes e Lula Cabral não compareceram, segundo os participantes, porque estão viajando, segundo o blog da Folha.

De acordo com o líder socialista, no encontro, ficou acertado que será buscado um entendimento com os outros partidos que compõem a Frente Popular, para só então tomar uma posição. “Ainda é cedo para decidir. Ainda temos vários dias para isso”, explicou Sileno, acrescentando que o grupo voltará a se reunir na próxima semana.

“Os deputados são simpáticos à ideia de renovação, da proporcionalidade, mas, da mesma forma, o PSB delega aos deputados o que for melhor para a unidade da casa”, explicou o socialista, que explicou que tem se reunido com os líderes do partido.

Ao postergar a definição, o PSB tenta demonstrar que tem o controle do processo na Assembleia Legislativa. Dono da maior bancada na Alepe, com 15 deputados, o partido pode requerer tanto a proporcionalidade como chegar a um consenso em torno da reeleição de Uchoa, uma hipótese que parece ficar mais distante.

Segundo o Blog do Magno, dos 15 deputados que integram a bancada do PSB na Assembleia, apenas dois defendem candidatura própria à Presidência da Casa. A maioria esmagadora disse ao presidente estadual da legenda, Sileno Guedes, que apoia a recondução do presidente Guilherme Uchoa (PDT).

Com Uchoa, estão Ângelo Ferreira, Waldemar Borges, Aglaílson Júnior, Pastor Adalto, Vinicius Labanca, Diogo Moraes, Francismar Pontes, Lula Cabral, Clodoaldo Magalhães, Lucas Ramos e Nilton Mota.

Com candidatura própria, Aluízio Lessa e Raquel Lyra. Miguel Coelho está indeciso.

Ângelo no páreo pela Primeira-Secretaria: outra informação é de que do encontro, foi considerada a deliberação de que, na proporcionalidade, o partido quer a primeira-secretaria. E dois nomes estão na disputa pelo cargo: Ângelo Ferreira, atual líder da bancada, e Lula Cabral.

 

 

Outras Notícias

Covid-19: Sertão do Pajeú tem 7.197 casos confirmados, 6.426 recuperados e 137 óbitos

Triunfo registrou mais um óbito por Covid-19. Taxa de recuperados continua alta e chega 89,85%. Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta quinta-feira (17.09), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 7.197 casos confirmados de Covid-19. Foram mais 111 novos casos nas últimas 24 horas.  Portanto, os […]

Triunfo registrou mais um óbito por Covid-19.

Taxa de recuperados continua alta e chega 89,85%.

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta quinta-feira (17.09), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 7.197 casos confirmados de Covid-19. Foram mais 111 novos casos nas últimas 24 horas. 

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 3.834 confirmações. Logo em seguida, com 708 casos confirmados está Afogados da Ingazeira,  São José do Egito está com 548, Tabira conta com 515, Triunfo tem 297, Carnaíba está com 200 e  Calumbi está com 164 casos.

Itapetim está com 134, Flores está com 130, Quixaba está com 105, Solidão tem 94, Santa Terezinha tem 93, Iguaracy está com 92, Brejinho tem 90,  Santa Cruz da Baixa Verde está com 84, Tuparetama tem 78 casos cada,  e Ingazeira está com 31 casos confirmados.

Mortes – Com mais uma morte registra em Triunfo a região tem agora no total, 137 óbitos por Covid-19. Até o momento, catorze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 56, Afogados da Ingazeira e Triunfo tem 11 cada, Tabira tem 10 óbitos, Carnaíba tem 9, Flores, Itapetim, São José do Egito, Tuparetama e Iguaracy tem 6 óbitos cada, Quixaba tem 4 óbitos, Santa Terezinha tem 3, Calumbi e Brejinho tem 1 óbito cada.

Recuperados – A região conta agora com 6.426 recuperados. O que corresponde a 89,28% dos casos confirmados. 

O levantamento foi fechado às 8h05 desta sexta-feira (18), com os dados Fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Márcia Conrado inaugura ruas no São Lourenço e Santa Rita

Neste domingo, dia 21 de abril, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, irá inaugurar a pavimentação de três vias na zona rural do município. Com um investimento total de R$ 393 mil , as obras representam um marco no compromisso da gestão municipal em garantir o acesso viário qualidade para a população. A prefeita […]

Neste domingo, dia 21 de abril, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, irá inaugurar a pavimentação de três vias na zona rural do município.

Com um investimento total de R$ 393 mil , as obras representam um marco no compromisso da gestão municipal em garantir o acesso viário qualidade para a população.

A prefeita Márcia Conrado destacou a importância dessas obras para o povo de Serra Talhada. “Investir em vias de acesso de qualidade é garantir o direito fundamental de ir e vir da população. O trabalho que estamos desenvolvendo em Serra Talhada é pautado para resolver os problemas enfrentados pela nossa gente, e a pavimentação dessas ruas é mais um passo nessa direção.”

Duas das ruas contempladas estão localizadas no São Lourenço, enquanto a terceira está no Distrito de Santa Rita, na sede.

Frente Parlamentar da Moradia Popular debate direito à habitação

Foto: Jarbas Araújo Com participação de lideranças e movimentos sociais, a reunião da Frente Parlamentar em defesa da Moradia Popular em Pernambuco debateu, nesta quinta (8), o déficit habitacional no Estado e ouviu os problemas que vêm sendo enfrentados pela população, especialmente na Região Metropolitana do Recife. Atualmente Pernambuco tem uma deficiência de 327 mil […]

Foto: Jarbas Araújo

Com participação de lideranças e movimentos sociais, a reunião da Frente Parlamentar em defesa da Moradia Popular em Pernambuco debateu, nesta quinta (8), o déficit habitacional no Estado e ouviu os problemas que vêm sendo enfrentados pela população, especialmente na Região Metropolitana do Recife. Atualmente Pernambuco tem uma deficiência de 327 mil habitações, sendo 85% delas concentradas em áreas urbanas.

A reunião foi presidida pelo deputado João Paulo (PT), que é também o coordenador da Frente Parlamentar, e contou com a participação da vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Inês Magalhães; da secretária estadual de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Simone Nunes; do presidente da Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), Paulo Lira; e da representante do Conselho das Cidades e coordenadora do MTST em Pernambuco, Lídia Brunes. 

O deputado iniciou a reunião destacando que, apesar do grande déficit que existe em todo o País, o Brasil voltou a avançar na habitação com a retomada do programa Minha Casa, Minha Vida, pelo Governo Lula, e com as ações do Governo do Estado dentro do programa Morar Bem Pernambuco, lançado em 2023. 

“Com orçamento de R$ 1 bilhão até 2027 e recursos do Governo Federal, o programa Morar Bem já beneficiou mais de 7.500 famílias com subsídios para aquisição da casa própria e promoveu 8.232 regularizações fundiárias, com meta de alcançar 50 mil até 2026”, ressaltou o parlamentar.   

A vice-presidente de Habitação da Caixa, Inês Magalhães, e a secretária Simone Nunes fizeram prestações de contas sobre os dados de investimento no setor e as entregas realizadas em Pernambuco, na maioria das vezes, fruto da parceria entre o Estado e o Governo Federal. Em sua fala, Simone Nunes apresentou os avanços obtidos com o programa Morar Bem, que, segundo ela, traz eixos de atuação, como o Reforma do Lar, que transforma moradias que estão em situação precária, e o Entrada Garantida, que atende famílias com renda de até dois salários mínimos, concedendo um valor de R$ 20 mil para a entrada da casa própria. 

“A gente sabe que os problemas são muitos e históricos, ainda falta muita coisa, mas a gente tem a coragem de sentar com os movimentos de luta por moradia e buscar soluções, não vamos nos furtar”, declarou a secretária.

Acesso 

Apesar dos números oficiais apresentados, os representantes dos movimentos de luta pela moradia e de ocupações presentes na reunião reclamaram da falta de celeridade das instituições envolvidas nas ações de habitação para que elas saiam do papel e se concretizem em obras que atendam o grande contingente de pessoas sem casas. Outra reclamação recorrente foi o acesso às políticas públicas como o Morar Bem, que exigem requisitos muitas vezes difíceis de serem atendidos por quem realmente precisa.

“A maioria do povo que paga aluguel não tem carteira assinada, está com o nome sujo. Esse funil, que é o programa Morar Bem, não garante a entrada de casa própria para esses companheiros”, denunciou Davi Lira, representante do Movimento de Luta por Teto, Terra e Trabalho (MLTT). 

O despejo de famílias pelo próprio poder público em área de risco ou para realização de obras estruturais também foi alvo de críticas na reunião. Para o representante da ONG Fase, André Araripe, essa situação vem ocorrendo com frequência no Estado: famílias estão sendo retiradas e recebendo indenizações precárias.

“As pessoas que estão em áreas de risco precisam sair, mas não da forma como vem sendo feito, sem um respaldo efetivo, porque fazer isso é retirar de uma área de risco para empurrar para outra área de risco. Sobre as obras de infraestrutura que também despejam famílias para passar avenidas no terreno, é preciso que o Governo tenha um olhar mais atento, as políticas públicas precisam dialogar, porque a gente comemora o recebimento de moradias de um lado e, de outro, tem famílias sendo despejadas com indenizações irrisórias”, acrescentou.

Além de João Paulo, o deputado Doriel Barros (PT) também marcou presença na reunião da Frente Parlamentar. Ele destacou a importância de debater o tema da habitação, que, segundo ele, sofreu grande retrocesso no governo de Bolsonaro. “Moradia decente é um direito de que não podemos abrir mão, vivemos um período de retrocesso e congelamento das políticas públicas, mas superamos e voltamos a ter um presidente que tem compromisso com o trabalhador e a trabalhadora, e temos também um Governo do Estado que também está investindo para trazer a casa própria para os pernambucanos”, declarou.

Codevasf realiza peixamento no Rio São Francisco em Orocó

Mais 10 mil alevinos serão soltos no Rio São Francisco pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Desta vez, a ação de repovoamento ocorre no município pernambucano de Orocó, na quarta-feira (14), às 9h30, na orla fluvial, em frente ao Ceasa. Realizado por meio da 3ª Superintendência Regional, sediada […]

Mais 10 mil alevinos serão soltos no Rio São Francisco pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Desta vez, a ação de repovoamento ocorre no município pernambucano de Orocó, na quarta-feira (14), às 9h30, na orla fluvial, em frente ao Ceasa.

Realizado por meio da 3ª Superintendência Regional, sediada em Petrolina (PE), o peixamento será com alevinos da espécie piau verdadeiro – produzidos pelo Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Bebedouro.

Além de promover o repovoamento e a biodiversidade da bacia hidrográfica, os peixamentos contribuem para a pesca familiar, com o aumento dos estoques pesqueiros, e para a conscientização da população a respeito da importância de preservação dos recursos naturais.

Participam da ação, o superintendente regional da Codevasf em Pernambuco, Aurivalter Cordeiro, técnicos da Companhia e professores e alunos das Escolas Municipais Santa Maria, Jacob Antonio de Oliveira e José Pedro de Souza e Escola Estadual Bem-te-vi.

“Paulo Câmara e Danilo Cabral não têm compromisso com o povo”, diz Anderson Ferreira

Pré-candidato do Partido Liberal (PL) ao Governo de Pernambuco, Anderson Ferreira subiu o tom, nesta terça-feira (28), contra o governador Paulo Câmara (PSB) e o pré-candidato da Frente Popular, Danilo Cabral (PSB), pela falta de sensibilidade e de iniciativa quanto à redução imediata do ICMS no valor dos combustíveis, gás natural, energia elétrica e setor […]

Pré-candidato do Partido Liberal (PL) ao Governo de Pernambuco, Anderson Ferreira subiu o tom, nesta terça-feira (28), contra o governador Paulo Câmara (PSB) e o pré-candidato da Frente Popular, Danilo Cabral (PSB), pela falta de sensibilidade e de iniciativa quanto à redução imediata do ICMS no valor dos combustíveis, gás natural, energia elétrica e setor de telecomunicação. 

Anderson citou o exemplo de São Paulo e Goiás que anunciaram, na última segunda-feira (27), a diminuição na alíquota e o resultado da medida pode refletir numa redução de até R$ 0,48 no preço da bomba.

A Lei Complementar 194/22 aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) na última semana prevê a diminuição das alíquotas do imposto acima de 25% para o limite de 17% ou 18%, a depender do estado, de produtos essenciais tais como os citados anteriormente. 

A expectativa é de que em Pernambuco a alíquota seja reduzida de 29% para 18% no caso da gasolina, o que deverá resultar em, no mínimo, uma queda de R$ 0,56 no valor cobrado ao consumidor na bomba. De acordo com a lei, uma possível perda na arrecadação seria compensada por meio das dívidas dos estados para com a União.

“E por que, até agora, não vimos uma atitude clara do governo estadual no sentido de beneficiar a população?”, questionou Anderson. O pré-candidato destacou ainda que “que não se observa uma manifestação sequer de interesse do governador ou do seu pré-candidato Danilo Cabral em cumprir a lei em prol do povo”.

“Até porque essa é a postura deles na sanha arrecadatória de cobrar impostos da população mais pobre. Basta ver o exemplo da nossa proposta para reduzir o extorsivo valor do IPVA e que continua sem o apoio do governo na Assembleia Legislativa. Então a pergunta que fica é: até quando os pernambucanos vão ter que aceitar isso? Incompetência tem limite”, pontuou Anderson Ferreira.