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Covid-19: região do Pajeú chega a 343 casos confirmados

Por André Luis

Afogados da Ingazeira confirmou mais 2 casos na quarta-feira.

Por André Luis

De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados na quarta-feira (04.06), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, dezesseis, das dezessete cidades da região, tem casos confirmados de Covid-19. Juntas somam, 343 casos.

Quatro municípios registraram 26 novos casos nesta quarta-feira. Serra Talhada 18, Tabira 4, Afogados da Ingazeira 2, Carnaíba e Tuparetama confirmaram um cada.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região, com 157. Logo em seguida, com 42 casos confirmados, está São José do EgitoTabira chegou aos 35, Triunfo tem 25, Carnaíba tem 17 e Itapetim 13.

Abaixo dos dez casos confirmados, estão Tuparetama e Afogados da Ingazeira com 9 casos cada, Quixaba 8, Flores 7, Iguaracy e Santa Terezinha com 6 cada, Brejinho 5 casos, Calumbi 2 casos. Fechando a lista, temos Santa Cruz da Baixa Verde e Ingazeira, com 1 caso cada.

Solidão segue sem nenhum registro de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus.

Mortes – A região soma 21 óbitos pela Covid-19. Até o momento, oito cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 5, Carnaíba 4, Triunfo 4, Quixaba 3, Tabira 2, Iguaracy, Itapetim e Tuparetama com 1 óbito cada.

Recuperados – Foram mais 4 curas registradas nesta quarta-feira. Treze cidades da região somam agora 164 recuperados. O que corresponde a 47,81% dos casos confirmados.

O levantamento foi feito na manhã desta quarta-feira (04.06), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Outras Notícias

Prefeituras de Arcoverde, Serra e Afogados tem primeiro teste de novo formato de atendimento nos bancos

Prefeituras sertanejas de cidades pólo iniciaram essa semana nova tentativa de organização das filas junto à CEF e lotéricas, diante do volume de queixas de quebra ao distanciamento social. A Prefeitura de Arcoverde, através da Autarquia de Trânsito e Transportes – Arcotrans, iniciou as demarcações de filas para melhor organização e segurança de quem necessita […]

Arcoverde

Prefeituras sertanejas de cidades pólo iniciaram essa semana nova tentativa de organização das filas junto à CEF e lotéricas, diante do volume de queixas de quebra ao distanciamento social.

A Prefeitura de Arcoverde, através da Autarquia de Trânsito e Transportes – Arcotrans, iniciou as demarcações de filas para melhor organização e segurança de quem necessita aguardar atendimentos em bancos e casas lotéricas da Avenida Antônio Japiassu, no centro da cidade.

Outra preocupação da iniciativa, promovida por determinação do Comitê Municipal de Prevenção e Enfrentamento ao Coronavírus (Covid-19), tem sido um grande número de pessoas vindas de municípios vizinhos, a exemplo da cidade de Sertânia, a qual recentemente teve bancos arrombados e por isso, parte da população está se deslocando para atendimentos em Arcoverde. Mudanças no trânsito tiveram que ser feitas em avenidas como a Antonio Japiassu.

Em Serra Talhada, foi o primeiro dia de experiência com isolamento da Praça Sérgio Magalhães e demarcação de pontos para filas.  Pela manhã havia muita gente, com inicio de algum tumulto. Com o decorrer do dia,  a fila estava mais organizada, com entrada de três em três pessoas na agência. Já chegaram e foram instalados banheiros químicos no local. São seis ao todo.

Afogados da Ingazeira

Em Afogados da Ingazeira a situação foi parecida. Antes do início do atendimento, as imagens preocupavam com uma aglomeração importante no entorno da Caixa Econômica, na área delimitada da Manoel Borba entre as ruas 15 de novembro e Barão de Lucena.

O promotor Lúcio Almeida chegou a cogitar esticar o isolamento da via até o entroncamento com a Manoel Mariano. A medida que o atendimento foi iniciado o fluxo foi melhorando.

Às dez horas já era mais tranquilo. Essa noite, atendendo solicitação de ouvintes da Rádio Pajeú e in loco, a prefeitura instalou toldos para proteger as pessoas em atendimento.

Opinião: neto de Inocêncio é um livro em branco a ser preenchido

Por Adriano Roberto* Sentado às margens do lago João Barbosa Sitônio, na minha cidade de Triunfo, estou descansando de uma maratona que fiz ao lado do novo pré-candidato da Frente Popular em Serra Talhada, Victor Oliveira. Desde quando foi ungido como majoritário na coligação que terá como comandante o deputado licenciado e secretário de transportes […]

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Por Adriano Roberto*

Sentado às margens do lago João Barbosa Sitônio, na minha cidade de Triunfo, estou descansando de uma maratona que fiz ao lado do novo pré-candidato da Frente Popular em Serra Talhada, Victor Oliveira.

Desde quando foi ungido como majoritário na coligação que terá como comandante o deputado licenciado e secretário de transportes Sebastião Oliveira, agora também no comando da executiva estadual do PR, esse rapaz de 25 anos não para de surpreender positivamente. Com política no DNA, Victor é neto do deputado Inocêncio Oliveira, por parte de mãe e dos Rollemberg de São Paulo, por parte de pai.

Logo no discurso do anúncio, deixou os presentes boquiabertos com a positividade do tom e com sua paixão por Serra Talhada. Particularmente, eu fico totalmente comovido com quem, como ele (e eu) foi criado em São Paulo, mas alimenta um amor inexplicavelmente grande pelo Sertão de Pernambuco.

Causou comoção à plateia quando disse que os pais lhe fizeram ir morar em São Paulo aos 3 anos de idade, mas o umbigo dele deve ter caído no caminho e ficou enterrado ali naquele solo pajeuzeiro.

Formado em administração de empresas pela INSPER-SP, uma das mais conceituadas escolas de negócios do mundo (27ª no ranking do Financial Times) Victor volta a capital do xaxado ungido pela família Oliveira e Ignácio para ser o pré-candidato do PR e da Frente Popular em Serra na prefeitura hoje ocupada pelo PT de Luciano Duque.

O silêncio sepulcral do grupo do prefeito mostra a apreensão deste anúncio e que a ordem é aguardar os acontecimentos. Uma coisa é certa, a força politica do rapaz se torna muito grande se houver o engajamento do avô, mesmo com a saúde debilitada, na caminhada da campanha do neto.

Em seu discurso o Neto de Inocêncio diz que voltou para Serra porque o coração nunca saiu dali, veio para assumir as empresas do avô, mas sentiu que essas mesmas empresas vão muito além das funções particulares e prestam um serviço para as pessoas, “senti que meu avô, meu tio-avô Tião e toda minha família, deixaram um legado de tornar a vida de quem mais precisa melhor e isso que quero continuar fazendo também”.

Na minha opinião e pelo que senti neste início de caminhada ao lado do rapaz, o gosto pela política é amplamente presente nele e a vontade de fazer pela cidade mostram que Victor pode ser um livro aberto, a ser preenchido por uma boa história para a cidade de Serra Talhada.

*Adriano Roberto é jornalista

Patriota erra endereço e cai na convenção de Didi em Carnaíba

Confusão foi desfeita assim que percebeu que a convenção de Anchieta Patriota era em outro prédio O prefeito de Afogados da Ingazeira e ex Presidente da AMUPE José Patriota (PSB), acabou cometendo uma  gafe na manhã deste domingo 24, na cidade de Carnaíba, de acordo com o blogueiro Cauê Rodrigues. O prefeito foi atrás da […]

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Confusão foi desfeita assim que percebeu que a convenção de Anchieta Patriota era em outro prédio

O prefeito de Afogados da Ingazeira e ex Presidente da AMUPE José Patriota (PSB), acabou cometendo uma  gafe na manhã deste domingo 24, na cidade de Carnaíba, de acordo com o blogueiro Cauê Rodrigues.

O prefeito foi atrás da convenção de Anchieta Patriota, mas acabou entrando  na Convenção do ex prefeito José Francisco Filho, o Didi. O evento acontecia  no prédio da Câmara de Vereadores.

Na hora que Patriota desceu de seu carro e entrou no prédio, todos ficaram olhando para o socialista com olho esbugalhados. “Após cair a ficha de onde tinha caído, Patriota se desculpou a saiu a procura de onde estava acontecendo a convenção do PSB”.

Claro, não houve hostilidade ao gestor e o imbróglio foi resolvido com sua presença na convenção socialista.

Presidente do STF abre Ano Judiciário e anuncia código de ética como prioridade da sua gestão

Ministra Cármen Lúcia é a relatora do texto a ser apreciado pelo Tribunal Na sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2026, nesta segunda-feira (2), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, reafirmou o compromisso com a integridade institucional e anunciou que a ministra […]

Ministra Cármen Lúcia é a relatora do texto a ser apreciado pelo Tribunal

Na sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2026, nesta segunda-feira (2), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, reafirmou o compromisso com a integridade institucional e anunciou que a ministra Cármen Lúcia será a relatora da proposta de um Código de Ética do Tribunal, prioridade de sua gestão para maior transparência, responsabilidade e confiança pública. “Reitero o compromisso ético que todos devemos ter no exercício das funções públicas”, afirmou.

Fachin apontou como eixo central a promoção do debate institucional sobre integridade e transparência e informou que a ministra Cármen Lúcia aceitou relatar o Código de Ética do STF, cuja elaboração deverá prevenir conflitos de interesse, consolidar normas de conduta, ampliar a transparência e construir consenso no colegiado.

“O que nos une não é a concordância em todas as questões, ademais o todo não se confunde com a parte. O que nos une é o compromisso com a instituição”, pontuou. Ele observou que o sistema de Justiça deve se orientar em favor do cidadão e que diálogo e confiança pública são a verdadeira força do Estado de Direito.

Em articulação com o Conselho Nacional de Justiça, a Presidência dará seguimento ao Observatório de Integridade e Transparência, colocando o CNJ como norte para o aperfeiçoamento ético e de transparência do Judiciário, bem como para iniciativas de fiscalização e responsabilização dentro do ordenamento jurídico.

Fachin ressaltou a importância da liberdade de expressão e de imprensa. “Momentos de adversidade exigem mais que discursos: pedem responsabilidade institucional, clareza de limites e fidelidade absoluta à Constituição e conferem respeito à liberdade de expressão e de imprensa, que não são concessões, uma vez que estruturam o debate público e oxigenam a democracia. A crítica republicana não é mesmo ameaça à democracia.”

Balanço

O ministro fez um balanço da atuação do Supremo durante o recesso forense, com 4.463 processos concluídos entre 20 de dezembro de 2025 e 31 de janeiro de 2026 (1.176 originários e 3.287 recursais), e agradeceu ao ministro Alexandre de Moraes pela partilha das atribuições presidenciais durante o período.

Ressaltou que o STF é guardião da Constituição e que, após décadas de protagonismo em questões centrais como direitos fundamentais, identidade de gênero, direitos indígenas, sistema político-eleitoral, combate à corrupção, garantias processuais, sistema prisional, federalismo, proteção de dados e políticas públicas, é hora de calibrar a ação judicial e fortalecer a construção institucional de longo prazo.

Judicialização

O presidente destacou as características do deslocamento de demandas para o Judiciário, quando os canais representativos se saturaram, e assinalou a importância de ampliar a capacidade do sistema político-institucional de processar essas demandas, com menos protagonismo judicial quando cabível e mais cooperação entre Poderes.

“O Brasil tem um encontro marcado com sua melhoria institucional. Temos um sistema representativo que precisa recuperar sua capacidade de processar as demandas da sociedade. Temos instituições de controle que precisam funcionar melhor. Temos uma cultura política que ainda não consolidou plenamente os valores republicanos. E temos, sobretudo, uma dívida histórica com os excluídos”, ponderou.

Ações planejadas

Na agenda prática da gestão, estão a modernização e humanização dos processos eletrônicos; o enfrentamento da violência contra a mulher como pauta prioritária – com meta de reduzir o prazo de análise das Medidas Protetivas de Urgência para até 48 horas e fomentar a Medida Protetiva de Urgência Eletrônica –; mutirões para processos do tribunal do júri e de temática racial; e demais medidas para garantir proteção, prevenção e responsabilização.

Quanto à criminalidade pública e organizada, haverá painel nacional em março e a instituição de segurança de uma rede nacional de juízes especializados; foi ressaltado o papel do Judiciário em reparação penal que possibilita o funcionamento eficiente da Justiça Criminal. Foi anunciada, ainda, pauta extensa de julgamentos – uso de redes sociais por membros do Judiciário, constitucionalidade da coleta obrigatória de material genético de condenados, perda de mandato por infidelidade partidária, anistia a partidos por não cumprimento de cotas raciais e de gênero, e temas relativos ao novo mundo do trabalho.

Fortalecimento institucional

Por fim, em ano eleitoral, o ministro elogiou a atuação da ministra Cármen Lúcia à frente do TSE e pediu equidistância do Judiciário perante posições políticas; conclamou magistrados e servidores à integridade, independência e serviço à Constituição, declarando que o Código de Ética é instrumento essencial para fortalecer a legitimidade, a segurança jurídica e a confiança pública ao declarar aberto o Ano Judiciário.

Fachin encerrou seu discurso afirmando que enquanto a magistratura continuar íntegra, a democracia estará em pé. “Se os tempos exigirem mais de nós, sejamos maiores que os desafios. Enquanto a magistratura brasileira permanecer íntegra e firme, a democracia permanecerá em pé, com plena legitimidade”, concluiu.

Aécio nega fisiologismo e diz que PSDB sairá do governo Temer ‘pela porta da frente’

G1 O senador Aécio Neves (MG), presidente afastado do PSDB, afirmou neste sábado (11), durante convenção em Belo Horizonte, que o partido deverá, em breve, sair do governo Michel Temer. Ele defendeu, porém, que a sigla defina o momento certo para o desembarque. A declaração de Aécio vem em um momento de turbulência interna no […]

G1

O senador Aécio Neves (MG), presidente afastado do PSDB, afirmou neste sábado (11), durante convenção em Belo Horizonte, que o partido deverá, em breve, sair do governo Michel Temer. Ele defendeu, porém, que a sigla defina o momento certo para o desembarque.

A declaração de Aécio vem em um momento de turbulência interna no PSDB. Na última quinta-feira (9), o senador tucano destituiu da presidência interina do partido o colega parlamentar Tasso Jereissati (CE). Horas depois, Tasso afirmou que os dois têm diferenças “muito profundas”, entre elas o “comportamento político, comportamento ético, visão de governo, fisiologismo”.

Ao comentar a fala de Tasso, Aécio Neves refutou o que chamou de “pecha” que, segundo ele, querem colocar no PSDB, de que a permanência no governo Temer se dá por fisiologismo.

“Vejo também uma falsa discussão nesse momento como se a questão central para o PSDB fosse sai ou não sai do governo, sai amanhã ou sai depois de amanhã do governo. Essa é uma falsa questão que só serve, na verdade, a interesses de uma eleição interna [para presidente do partido]”, disse Aécio.

“Há um convencimento de todos nós que está chegando o momento de realmente da saída. E quero aqui sugerir, […] aos dois candidatos colocados, o governador Marconi Perillo e o senador Tasso Jereissati, que convoquem os ministros do PSDB para uma reunião e definam com eles, de forma clara, o momento desta saída. Vamos sair pela porta da frente. Da mesma forma que entramos”, pediu o senador.

Aécio estava licenciado da presidência do PSDB desde maio e, nesse período, Tasso comandou a legenda de maneira interina.

De lá para cá, os grupos dos dois senadores se distanciaram, principalmente porque Aécio defende a permanência do partido no governo do presidente Michel Temer, e Tasso, o desembarque.

Ao destituir Tasso do comando da legenda, Aécio indicou para a presidência interina o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman. A justificativa foi a de que Tasso, ao se lançar como candidato, não poderia permanecer no comando do PSDB para não desequilibrar a disputa.

Durante a entrevista deste sábado, Aécio afirmou que o apoio ao governo Temer se deu não pelo “fisiologismo”, e sim “por responsabilidade”. Ele defendeu a aliança, justificando que o apoio ao Planalto foi fechado em torno de uma agenda reformista par ao país.

“Não posso aceitar agora esta pecha que alguns queiram colocar que a presença do PSDB é fisiológica. Ela não é”, afirmou Aécio, que também criticou a ala jovem do partido, os chamados “cabeças pretas”.

Segundo o senador tucano, essa ala da legenda não defende a agenda de reformas “com o mesmo ímpeto” que defende a saída “abrupta, pirotécnica” do governo.