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Ministério da Educação prepara ação para barrar curso sobre “golpe de 2016″ anunciado pela UnB

Por André Luis
Mendonça Filho, sobre o curso do “golpe”: “Absurdo”. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Do Congresso em Foco

Reflexo das eleições de 2014, o impeachment da presidente Dilma Rousseff, concretizado em 31 de agosto de 2016, está longe de ser assunto encerrado. O Ministério da Educação (MEC) vai provocar o Ministério Público Federal (MPF) contra o curso de graduação “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”, anunciado pela Universidade de Brasília (UnB) e com data já marcada. Promovidas pelo Instituto de Ciência Política da UnB, as aulas terão início em 5 de março, às segundas e quartas-feiras, das 10h às 11h50. O curso se estenderá por todo o 1º semestre deste ano e é opcional aos alunos da universidade.

Além do MPF, a pasta chefiada pelo deputado Mendonça Filho (DEM-PE) vai acionar a Advocacia-Geral da União (AGU), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) para que seja verificada a ocorrência de improbidade administrativas por parte dos organizadores do curso – responsabilidade do professor Luis Felipe Miguel, que também coordena o Grupo de Pesquisa sobre Democracia e Desigualdades (Demodê), e da monitora de pós-graduação Karina Damous Duailibe. Segundo nota divulgada pelo MEC (veja a íntegra abaixo), os acadêmicos fazem “proselitismo político e ideológico  de uma corrente política usando uma instituição pública de ensino”.

“A ementa da disciplina traz indicativos claros de uso de toda uma estrutura acadêmica, custeada por todos os brasileiros com recursos públicos, para benefício político e ideológico de determinado segmento partidário, citando, inclusive, nominalmente o PT. Dividida em 5 módulos, a disciplina tem indicativos de ter sido criada exclusivamente para militância partidária, algo que pode ser percebido no caso da temática de algumas unidades como ‘o lulismo e a promoção da paz social’, ‘o governo Dilma e a tentativa de repactuação lulista’ e ‘a resistência popular e as eleições de 2018′”, diz trecho da nota.

Ontem (quarta, 21), ao saber do curso, o ministro da Educação disse ao site Poder360 que considera absurda a ideia do curso: “Os órgãos de controle é que vão dizer como proceder. Eu achei 1 absurdo. Não é possível que no âmbito de uma universidade pública alguém possa aparelhar uma estrutura para defender ideias do PT ou de qualquer outro partido. Estão transformando o curso numa extensão do PT e dos seus aliados”, reclamou Mendonça Filho , em cuja gestão se acalenta a polêmica questão da “escola do partido”, espécie de cerceamento da livre propagação de ideias que consta de um projeto de lei (PL 867/2015) do deputado Izalci (PSDB-DF).

Pesquisa

O professor Luis Miguel se manifestou pela Facebook e disse preferir não alimentar a “falsa polêmica”. Nesse sentido, o acadêmico registra o comunicado que encaminhou a UnB para a devida divulgação. “A disciplina que estou oferecendo se alinha com valores claros, em favor da liberdade, da democracia e da justiça social, sem por isso abrir mão do rigor científico ou aderir a qualquer tipo de dogmatismo”, diz Luis Miguel, que tem recebido apoio da universidade e solidariedade da comunidade acadêmica.

O acadêmico também veiculou nas redes sociais a nota emitida pela Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP) repudiando a “violência contra a liberdade de cátedra” (íntegra abaixo). A entidades diz que, caso prospere a ação do MEC, estaria configurada a prática de censura. “[…] proibir a realização da disciplina impediria os discentes que assim o desejassem de cursá-la, o que fere, por suposto, o princípio da liberdade de aprender. Diante disto, consideramos que, se a intenção manifesta do Ministro de fato se concretizar, a autonomia pedagógica das universidades brasileiras estará ameaçada, assim como os direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição Federal. O ato não poderá ser avaliado de outra forma, se não como censura, característico de regimes de exceção”, diz trecho do comunicado.

A ementa do curso expõe seus três “objetivos complementares”: “(1) Entender os elementos de fragilidade do sistema político brasileiro que permitiram a ruptura democrática de maio e agosto de 2016, com a deposição da presidente Dilma Rousseff. (2) Analisar o governo presidido por Michel Temer e investigar o que sua agenda de retrocesso nos direitos e restrição às liberdades diz sobre a relação entre as desigualdades sociais e o sistema político no Brasil. (3) Perscrutar os desdobramentos da crise em curso e as possibilidades de reforço da resistência popular e de restabelecimento do Estado de direito e da democracia política no Brasil”.

Leia a nota do MEC:

O ministro da Educação, Mendonça Filho, lamenta que uma instituição respeitada e importante como a Universidade de Brasília adote uma prática de apropriação do bem público para promoção de pensamentos político-partidário ao criar a disciplina “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”, que será ministrado no curso de Ciências Políticas da universidade.

O MEC irá encaminhar solicitação para a Advocacia-Geral da União (AGU), ao Tribunal de Contas da União (TCU), à Controladoria-Geral da União (CGU) e ao Ministério Público Federal (MPF) para a apuração de improbidade administrativa por parte dos responsáveis pela criação da disciplina na Universidade de Brasília (UnB) por fazer proselitismo político e ideológico de uma corrente política usando uma instituição pública de ensino.

A ementa da disciplina traz indicativos claros de uso de toda uma estrutura acadêmica, custeada por todos os brasileiros com recursos públicos, para benefício político e ideológico de determinado segmento partidário, citando, inclusive, nominalmente o PT. Dividida em 5 módulos, a disciplina tem indicativos de ter sido criada exclusivamente para militância partidária, algo que pode ser percebido no caso da temática de algumas unidades como “o lulismo e a promoção da paz social”, “o governo Dilma e a tentativa de repactuação lulista” e “a resistência popular e as eleições de 2018″.

Além disso, há, também, módulos tratando sobre “O PT e o Pacto Lulista”, “Democratização e Desdemocratização” e “O Governo ilegítimo e a resistência”, em um ataque claro às instituições brasileiras, incluindo o próprio Supremo Tribunal Federal (STF).

O texto do professor Luis Felipe:

Um site aqui de Brasília publicou a ementa da minha disciplina sobre o golpe e vários jornais correram à UnB para pedir posição sobre este “absurdo” – começando pelo pasquim fascistoide do Paraná, especializado no ataque à universidade pública.

Não vejo nenhum sentido em alimentar a falsa polêmica que querem abrir. Pedi à assessoria de comunicação da universidade que encaminhasse, de minha parte, apenas a seguinte observação:

Trata-se de uma disciplina corriqueira, de interpelação da realidade à luz do conhecimento produzido nas ciências sociais, que não merece o estardalhaço artificialmente criado sobre ela. A única coisa que não é corriqueira é a situação atual do Brasil, sobre a qual a disciplina se debruçará. De resto, na academia é como no jornalismo: o discurso da “imparcialidade” é muitas vezes brandido para inibir qualquer interpelação crítica do mundo e para transmitir uma aceitação conservadora da realidade existente. A disciplina que estou oferecendo se alinha com valores claros, em favor da liberdade, da democracia e da justiça social, sem por isso abrir mão do rigor científico ou aderir a qualquer tipo de dogmatismo. É assim que se faz a melhor ciência e que a universidade pode realizar seu compromisso de contribuir para a construção de uma sociedade melhor.

Leia a nota da ABCP:

A Diretoria da ABCP vem manifestar a sua profunda preocupação com o intenção do ministro da Educação, Mendonça Filho, veiculada por diversos sites de notícias na quarta feira, dia 21 de fevereiro, de acionar os órgãos de controle para analisar a legalidade de uma disciplina a ser lecionada no Instituto de Ciência Politica da Universidade de Brasília (IPOL-UNB), cujo conteúdo refere-se à análise da democracia brasileira contemporânea, abrangendo o período que antecede a deposição da ex-presidente Dilma Rousseff até os dias atuais.

A Diretoria da ABCP entende que a Constituição Federal de 1988, no seu artigo 206, II, garante aos docentes e discentes o pleno exercício da liberdade de ensinar e aprender, assim como faculta às Universidades brasileiras autonomia pedagógica. Ressalte-se ainda que a disciplina questionada pelo MEC é uma cadeira optativa de ementário livre, sendo facultado aos docentes montar o programa com o intuito de apresentar pesquisas recentes e debater temas da atualidade. A rigor, nenhum aluno ou aluna do curso de graduação em Ciência Política da UNB é obrigado a cursá-la. Por outro lado, proibir a realização da disciplina impediria os discentes que assim o desejassem de cursá-la, o que fere, por suposto, o princípio da liberdade de aprender.

Diante disto, consideramos que, se a intenção manifesta do Ministro de fato se concretizar, a autonomia pedagógica das universidades brasileiras estará ameaçada, assim como os direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição Federal. O ato não poderá ser avaliado de outra forma, se não como censura, característico de regimes de exceção.

Outras Notícias

Ipec votos válidos em Pernambuco: Lula tem 72% e Bolsonaro 28%

Pesquisa Ipec encomendada pela Globo e divulgada nesta terça-feira (25) revela os índices de intenção de voto dos eleitores de Pernambuco para presidente no segundo turno das eleições deste ano. O ex-presidente Lula (PT) está com 69%; e o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 26%. Este é o segundo levantamento do instituto realizado no estado […]

Pesquisa Ipec encomendada pela Globo e divulgada nesta terça-feira (25) revela os índices de intenção de voto dos eleitores de Pernambuco para presidente no segundo turno das eleições deste ano. O ex-presidente Lula (PT) está com 69%; e o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 26%.

Este é o segundo levantamento do instituto realizado no estado após o primeiro turno das eleições. Na pesquisa anterior, divulgada no dia 11 de outubro, Lula teve 68%, e Jair Bolsonaro, 25%.

A segunda pesquisa Ipec para o segundo turno ouviu 2.000 pessoas entre domingo (23) e esta terça-feira (25), em 75 municípios pernambucanos. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01633/2022.

Resposta estimulada e única, em % de votos totais – Lula (PT): 69%; Jair Bolsonaro (PL): 26%; em branco/nulo: 4%; não sabe/não respondeu: 2%.

Intenção de voto (estimulada – votos válidos)

Nos votos válidos, o levantamento apontou que Lula tem 72%, e Jair Bolsonaro, 28%. No levantamento anterior, divulgado em 11 de outubro, Lula teve 73%, e Jair Bolsonaro, 27%.

Para calcular os votos válidos, são excluídos os brancos, os nulos e os de eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

No primeiro turno, em Pernambuco, Lula teve 3.558.322 de votos (ou 65,27% dos válidos) e Jair Bolsonaro, 1.630.938 (ou 29,91% dos válidos). O segundo turno das eleições acontece no domingo (30).

Sobre a pesquisa

Margem de erro: dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidos 2.000 eleitores, em 75 municípios, entre os dias 23 a 25 de outubro.

Registro no TRE: PE-04280/2022. Registro no TSE: BR-01633/2022. Contratante da pesquisa: TV Globo.

O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Criança em Serra Talhada precisa do remédio mais caro do mundo

Zolgensma, remédio para tratar a doença, custa cerca de R$ 6 milhões; Família iniciou uma vaquinha no Instagram para arrecadar doações e espera ajuda da União Maria Cecília, de apenas 1 ano e 10 meses, é uma criança de Serra Talhada, que está correndo contra o tempo. É que ela foi diagnosticada com Atrofia Muscular […]

Zolgensma, remédio para tratar a doença, custa cerca de R$ 6 milhões;

Família iniciou uma vaquinha no Instagram para arrecadar doações e espera ajuda da União

Maria Cecília, de apenas 1 ano e 10 meses, é uma criança de Serra Talhada, que está correndo contra o tempo.

É que ela foi diagnosticada com Atrofia Muscular Espinhal (AME), uma doença rara e degenerativa, passada de pais para filhos – comprometendo gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover, segundo o Ministério da Saúde.

Isso se dá por conta de uma interferência na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis por esses gestos.

E, como se não bastasse a gravidade da AME, o Zolgensma, remédio para tratar a doença, é considerado o mais caro do mundo – custando cerca de R$ 6 milhões. Com todo esse cenário desfavorável, os pais de Maria, Marcos Antônio e Erika Samara, criaram uma conta no Instagram para expor a situação da filha e iniciaram uma vaquinha para arrecadar doações. Apesar do valor do medicamento ficar muito distante da realidade, a família usaria o valor arrecadado para cuidados paliativos, como um equipamento para ajudar na respiração da criança, por exemplo.

“Maria foi diagnosticada há um mês. A médica avaliou se chegou à conclusão que ela tem AME. Desde que ela tem seis meses tenho buscado acompanhamento, mas tudo é muito lento. Demorou bastante para [o serviço de saúde] chamar ela. Quando chamaram a situação já estava mais evoluída. Maria está prestes a completar 2 anos em dezembro. Espero que ela possa tomar a medicação a tempo, pois cada dia que passa ela está ficando mais debilitada. Espero que a gente consiga”, conta Erika. A AME varia do tipo 0 (antes do nascimento) ao 4 (segunda ou terceira década de vida), dependendo do grau de comprometimento dos músculos e da idade em que surgem os primeiros sintomas. No caso de Maria Cecília, é o tipo 2.

Para conhecer mais sobre o caso da criança serra-talhadense, e também contribuir com a vaquinha, basta acessar o Instagram @amemariacecilia. O WhatsApp da mãe, Erika, que também é a chave PIX, é o (87) 981170617.

No mês passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, determinou que a União fornecesse o Zolgensma para uma menina de 2 anos, no Ceará, com a mesma doença de Maria Cecília. A família pernambucana está contando com o auxílio de uma advogada e espera conseguir o mesmo resultado.

Em nota, Igor Mariano agradece votação

Cidadãos Afogadenses, Ao falar sobre o tempo o escritor bíblico, sabiamente, disse: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.” Então é chegado o tempo de agradecer de coração ao povo de Afogados da Ingazeira que me reconduziu ao Poder Legislativo, tempo também de ratificar os compromissos […]

thumbnail_foto-campanhaCidadãos Afogadenses,

Ao falar sobre o tempo o escritor bíblico, sabiamente, disse: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.”

Então é chegado o tempo de agradecer de coração ao povo de Afogados da Ingazeira que me reconduziu ao Poder Legislativo, tempo também de ratificar os compromissos firmados durante o período eleitoral e garantir que serei a sua voz na Câmara de Vereadores, irei me esforçar no sentido de honrar o mandato que me foi confiado e, assim, defender os interesses, não de um grupo de eleitores, mas, de todo povo da minha amada cidade.

É tempo de corrigir falhas e aprimorar o trabalho! Nos próximos quatro anos continuarei caminhando junto à população, ouvindo as suas necessidades, debatendo propostas, sugerindo soluções, prestando contas, defendendo os seus interesses, inovando na forma de fazer política; colocando-me a serviço do povo para bem servi-lo.

Acredito que é possível fazer da política um instrumento de transformação social, utilizando-a de modo digno! Conto com você para, juntos, seguirmos na esteira do tempo, tocando em frente!

Cordialmente,

Igor Mariano, vereador reeleito.

Obras de implantação e pavimentação da Estrada de Sapucarana serão concluídas em outubro

O Governo de Pernambuco, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), já concluiu 90% do total de serviços das obras de implantação e pavimentação do trecho de seis quilômetros da Estrada Vicinal de Sapucarana (VPE-119), que vai da BR-232, em Encruzilhada de São João até a área urbana de Sapucarana, em Bezerros. A […]

O Governo de Pernambuco, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), já concluiu 90% do total de serviços das obras de implantação e pavimentação do trecho de seis quilômetros da Estrada Vicinal de Sapucarana (VPE-119), que vai da BR-232, em Encruzilhada de São João até a área urbana de Sapucarana, em Bezerros.

A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos, vai melhorar a trafegabilidade na via, proporcionando mais segurança e conforto para quem precisa trafegar pelo local. O prazo previsto para conclusão é final deste mês de outubro, com investimento R$ 24,2 milhões.

Quando finalizado, o trabalho vai beneficiar diretamente mais de 60 mil bezerrenses. “A implantação e pavimentação da Estrada de Sapucarana é um pleito antigo da população local e que vai facilitar o escoamento da produção agrícola e pecuária, contribuindo para o desenvolvimento da região. É mais um compromisso assumido pelo governador Paulo Câmara no sentido de melhorar a vida das pessoas e garantir o crescimento econômico do Estado”, pontua a secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista.

Prefeitura de Afogados promoveu oficina de artesanato sobre a arte do fuxico

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira encerrou esta semana mais um curso do projeto Oficinarte, coordenado pela Secretaria Municipal de Cultura. A oficina aconteceu na sede do Centro de Referência em Assistência Social – CRAS, em uma parceria com a secretaria de assistência social de Afogados.  Os participantes aprenderam todas as etapas da confecção do […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira encerrou esta semana mais um curso do projeto Oficinarte, coordenado pela Secretaria Municipal de Cultura. A oficina aconteceu na sede do Centro de Referência em Assistência Social – CRAS, em uma parceria com a secretaria de assistência social de Afogados. 

Os participantes aprenderam todas as etapas da confecção do “fuxico”, tradição centenária do artesanato nordestino. O curso teve duração de três dias e foi ministrado pela artesã e Poetisa Maria Ana de Siqueira.

“Essa oficina não apenas ensina um ofício, uma arte centenária, mas também abre caminhos para geração de renda, para um incremento no orçamento familiar,” destacou Augusto Martins, Secretário de Cultura e Esportes. 

As oficinas contaram ainda com a participação do Secretário Adjunto de Cultura e Esportes, Luciano Pires e da Psicóloga do CRAS, Ane Alcântara.